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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: EVOLUÇÃO ESPIRITUAL NA VISÃO KARDECISTA

A nossa REFLEXÃO desta quinta-feira na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL, é sobre a Evolução Espiritual na visão do espiritismo Kardecista sob a máxima já consagra­da do princípio filosófico inscrito no umbral do Templo de Delphos, a saber, o gnouthi seauton: Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo. Máxima essa endossada por um dos mais refinados e importantes filósofos de toda a história, Santo Agostinho. Então o texto a seguir baseia-se nesses princípios e na sabedoria dos ensinos trazidos por Allan Kardec, na meditação já praticada pelos filósofos indianos no yoga e na contemplação da natureza pelos filósofos gregos. Leia, reflita e forme o seu juízo de valor!

Publicado em 22 de novembro, 2017 | por Centro Paz e Amor

Autoconhecimento e Evolução Espiritual

Paulo César Fernandes

Analisando a pergunta 919 de O Livro dos Es­píritos, na qual Santo Agos­tinho nos ensina a forma mais eficaz para alcançar­mos um estado espiritual mais harmonizado mediante a reforma dos sentimentos, constatamos que este sábio Espírito, o qual é um dos mais refinados e importantes filósofos de toda a história, remete-nos ao já consagra­do princípio filosófico inscri­to no umbral do Templo de Delphos, a saber, o gnouthi seauton: Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo.

Allan Kardec reconhe­ceu de imediato a eficiência desta máxima da filosofia antiga para a elevação do Ser e a consequente felici­dade que ela proporciona ao Homem no mundo, a qual fora apresentada originariamente nos Vedantas, livros sagrados do Hinduísmo, adotada por Pitágoras e popularizada por Sócrates. No entanto, como homem da práxis e, portanto, que visa­va obter orientações eficientes para a transformação dos hábitos cotidianos e a evolução moral nas relações humanas, Kardec demanda do nobre filósofo uma re­ceita pragmática, simples, e a mais eficiente para que o Espírito reencarnado no mundo evolua e resista à in­fluência do mal.

A pergunta de Allan Kardec já patenteia que a igno­rância da maioria dos Homens em relação à sua origem e destinação divinas é a principal causa do mal que ainda provoca tanto sofrimento humano. Portanto, atendendo à solicitação do organizador dos trabalhos dos Espíritos, San­to Agostinho apresenta a fórmula prática para o autoconhe­cimento, num formato simples e, no entanto, da mais eleva­da Ética, possível de desenvolvimento por qualquer pessoa já imbuída de boa vontade.

Neste sentido, ele recomenda aquela que era a sua prática diária para o autoconhecimento e a consequente evolução espiritual, a qual foi exposta de modo magistral na resposta à pergunta 919 de O Livro dos Espíritos: “Fazei o que eu fazia, quando vivi na Terra: ao fim do dia, inter­rogava minha consciência, passava revista ao que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara a algum dever, se ninguém tivera motivo para de mim se queixar. Foi assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim precisava de reforma. Aquele que, todas as noites, evocasse todas as ações que praticara durante o dia e inquirisse de si mesmo o bem ou o mal que houvera feito, rogando a Deus e ao seu anjo da guarda que o esclarecessem, grande força adquiriria para se aperfeiçoar, porque, crede-me, Deus o assistiria.”

Esta é, sem dúvidas, a resposta mais conhecida de toda a obra de Kardec, a mais frequente e prontamente repetida nas atividades de estudos e exposições doutrinárias Espíritas, e, não obstante, é, igualmente, a mais incompreendida em toda a sua elevação e significado. O autoconhecimento é, indubitavelmente, a chave para o progresso do Ser, do Espírito criado por Deus e dotado de uma força denominada Vontade, a qual o impulsiona desde os primeiros estágios evolutivos até à plena realização da liberdade, por via da reencarnação. Entretanto, muito nos enganamos se pensamos ser de fácil realização este nobre Dever de cada um e de todo Espírito.

A importância daquela máxima de Delphos é tal, que Immanuel Kant, em suas obras de filosofia moral, conclui ser oconhecimento de si o primeiro dever de todo ente ra­cional, pois é o único caminho para que o Ser alcance auto­nomia plena da vontade, ou seja, a realização da liberdade, mesmo se encontrando ainda no mundo. Segundo Kant, o gnouthi seauton nos conduz a um despertar da consciên­cia, que realizará em nós o sublime conhecimento da nossa condição como Seres noumenon, ou seja, Espíritos. Entretanto, segundo o filósofo, neste percurso, passaremos, antes, pelo inferno interior.

Quando o Espírito Santo Agostinho recomenda interrogarmos a consciência no cotidiano existencial, esta não é uma tarefa de fácil realização, pois, como Espíritos encarnados, como Jesus já denunciava, estamos submetidos à carne, que é fraca, ou seja, cujos sentidos físicos nos impõem necessidades que, se não controladas, determinarão nossas relações familiares e sociais e, sobretudo, nossas relações conosco mesmos, ou, como diria Kant, nosso inferno ou céu íntimo.

Outrossim, porque essa tarefa de autoinvestigação exige o domínio de leis e conceitos relativos à vida do Espírito, assim como e, principalmente, um conhecimento prévio de que, se é um Espírito reencarnado, ela já denota sua dificuldade. A enorme maioria das pessoas no mundo, inclusive os que já estudam Kardec, não têm essa certeza. Mesmo o filósofo de Tarso, lamentava não viver nem andar como Espírito, embora soubesse ser um Espírito! Esta inquietação do apóstolo Paulo deveria também nos atingir como estudantes do Espiritismo, e nos levar diariamente à pergunta: Se, sei que sou um Espírito reencarnado, por que não vivo, por que não ando como um Espírito reencarnado?

É para nos conduzir a uma tal postura existencial que Kardec elaborou a pergunta 919, ou seja, para que, imbuí­dos do mais absoluto conhecimento espiritual já trazido à Terra, conseguíssemos realizar o nobre dever do autoconhe­cimento, com as suas mais profícuas consequências para a elevação do Ser. A nossa dificuldade, entretanto, é exata­mente essa, qual seja, não temos ainda a certeza de sermos Espíritos em processo evolutivo por via da reencarnação, e a forma como encaramos os nossos dramas existenciais denunciam esta nossa carência pelo lastimável estado atual das relações humanas.

Aristóteles, o filósofo grego contemporâneo de Sócra­tes, inaugurando a epistemologia, ou seja, a ciência do co­nhecimento, deduziu que, para que tenhamos o domínio in­tegral sobre um objeto, devemos responder a três perguntas fundamentais sobre ele, quais sejam: se é? o que é? como é? e, finalmente, por que é? A maioria dos espíritas já é capaz de responder às três primeiras perguntas sobre si mesmo, e, portanto: que somos, pois, como deduziu René Descar­tes, pensamos e o pensamento é um atributo essencial do Espírito. O que somos? Espíritos. Como nos tornamos Es­píritos? Evoluímos em processo reencarnatório a partir da Criação da Inteligência por Deus. No entanto, a última, e ainda mais fundamental questão, continua sem resposta para a maioria de nós: Por que somos da forma que somos e não de outra, ou seja, por que temos o caráter que ainda ostentamos?

É exatamente no sentido de respondermos à essa úl­tima pergunta em relação a nós mesmos que Allan Kardec elaborou a pergunta 919 de O Livro dos Espíritos. Sendo o autoconhecimento a chave para o domínio do Ser, portanto, para o conhecimento de si mesmo e do universo, como já anunciavam os textos védicos e a filosofia clássica grega, não é por outro caminho que realizaremos nossa potencialidade de autodivinização. Quando Jesus nos assevera que “Não vem o Reino de Deus com formas exteriores”, não é outro o objetivo do Mestre, senão o de nos remeter para o sagrado local onde poderemos nos encontrar com a divindade: o próprio íntimo de cada Criatura.

Neste sentido, após nos revelar, naquela questão bási­ca sobre o autoconhecimento, no livro primeiro do Espiritis­mo, Allan Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo continua a nos encaminhar para essa realização fundamen­tal de todo o Ser. Assim, ele nos mostra, no Capítulo V desta obra, no item 7, que: “Aquele que se elevar, pelo pensamen­to, de maneira a apreender toda uma série de existências, verá que a cada um é atribuída a parte que lhe compete, sem prejuízo da que lhe tocará no mundo dos Espíritos, e verá que a justiça de Deus nunca se interrompe.”

Esta é ainda a nossa maior dificuldade na busca pelo autoconhecimento, pois não nos é fácil elevarmo-nos pelo pensamento a ponto de alcançarmos uma série de existên­cias passadas, para que possamos responder, finalmente, por que ostentamos nosso caráter atual. Segundo Kant, nosso caráter é constituído por traços indeléveis de perso­nalidade, ou seja, aquelas marcas profundas que não são tão facilmente apagadas do Espírito. Por isso, o autoco­nhecimento é fundamental à nossa realização como Ser no mundo, a qual não prescinde do respeito pela realização do outro, o que é Caridade.

Mas como se alcançar um tal estado de Espírito a ponto de conseguirmos a elevação suficiente para que se­jamos capazes de apreender conhecimentos sobre fatos de nossas existências passadas? Não é por acaso que o mesmo Espírito Santo Agostinho nos dá essa resposta no Capítulo XXVII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, quando no item 23, revela-nos A felicidade que a prece proporciona. Assim, completando a fórmula para o autoconhecimento, nessa dissertação o nobre Espírito nos mostra como pode­mos acessar nossos mais profundos arquivos de memória espiritual: orando!

Vinde, vós que desejais crer. Os Espíritos ce­lestes acorrem a vos anunciar grandes coisas. Deus, meus filhos, abre os seus tesouros, para vos outor­gar todos os benefícios. Homens incrédulos! Se sou­bésseis quão grande bem faz a fé ao coração e como induz a alma ao arrependimento e à prece! A prece! Ah! Como são tocantes as palavras que saem da boca daquele que ora! A prece é o orvalho divino que apla­ca o calor excessivo das paixões. Filha primogênita da fé, ela nos encaminha para a senda que conduz a Deus. Para vós, já não há mistérios; eles se vos des­vendam. Apóstolos do pensamento, é para vós a vida. Vossa alma se desprende da matéria e rola por esses mundos infinitos e etéreos, que os pobres humanos desconhecem.

Sabendo, pelo domínio completo dos ensinos trazidos por Allan Kardec, sermos Espíritos em evolução mediante processo reencarnatório para cumprimento da Lei de Amor, o recolhimento diário sob preces, ou seja, o processo de autoconhecimento, a meditação já praticada pelos filósofos indianos no yoga, e na contemplação da natureza pelos filósofos gregos, nos proporcionará um domínio integral sobre nossos sentimentos, e, consequentemente, de nossos pen­samentos, palavras e ações.

Esta é a mesma prática diária recomendada por San­to Agostinho, que nos permitirá alcançar um estado mais elevado de consciência, um domínio sobre nós suficiente, para que, mesmo nos encontrando ainda no mundo, pos­samos resistir à força do mundo, adquirindo uma fortaleza moral que, finalmente, nos revelará nossa capacidade plena de autodivinização. Este é o conhecimento da Verdade que habita em nós e que nos mostrará nosso elevado valor como Criaturas, o qual nos permitirá realizar a bem-aventurança exaltada pelo Mestre e a justificar o seu testemunho a nos­so respeito: sois deuses e realizareis tudo o que eu fiz!

(Artigo extraído do “Anuário Espírita 2017” – Ide Editora).

Fonte: Centro Paz e Amor

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A CARIDADE É O NOSSO GUIA PRINCIPAL DE CONDUTA PARA ALCANÇARMOS A NOSSA MELHOR VERSÃO

O texto escolhido para a nossa REFLEXÃO desta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL tem como destaque o tema CARIDADE. Ele nos chama a refletir sobre a importância da caridade para a nossa evolução espiritual e compreender que ela é o nosso guia principal de conduta para alcançarmos a nossa melhor versão. Leia o artigo completo a seguir, reflita e faça o seu juízo de valor!

Um dia é pouco para a caridade!

Pessoas brancas segurando coração de papel.

bee32 / 123rf

Quando pensamos em caridade, é impossível não lembrar das palavras de São Paulo:

“Se eu falar as línguas dos homens e dos anjos, e não tiver caridade, sou como o metal que soa, ou como o sino que tine. E se eu tiver o dom de profecia, e conhecer todos os mistérios, e quanto se pode saber; e se tiver toda a fé, até a ponto de transportar montanhas, e não tiver caridade, não sou nada. E se eu distribuir todos os meus bens em o sustento dos pobres, e se entregar o meu corpo para ser queimado, se, todavia, não tiver caridade, nada disto me aproveita. A caridade é paciente, é benigna; a caridade não é invejosa, não obra temerária nem precipitadamente, não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.”

Essa passagem do Evangelho nos dá a verdadeira dimensão do que é a caridade e como é trabalhoso conseguir ser caridoso. A caridade exige um grau de autoconhecimento enorme. Exige de nós a nossa melhor parte, aquela que precisamos trabalhar incessantemente.Homem negro segurando caixa escrito "donations".

cottonbro / Pexels

A caridade exige um grau de autoconhecimento enorme.

Antes de Paulo, Jesus nos deixou a máxima: “Fora da caridade não há salvação”, como guia principal de conduta. Conduzir nossas ações ponderando essa lição nos coloca diante de virtudes baseadas no amor, na fé, na benevolência e são essas virtudes que nos conduzem à evolução da alma.

A caridade é a benevolência, é a piedade, é a compaixão que se tem pela dor do outro. É compreender com o coração o que faz o outro sofrer. Sentir o que ele sente, colocar-se em seu lugar para iluminar a própria visão que se tem do outro. O mais importante no ato de ser caridoso é sentir-se parte do outro, é compreender que todos somos feitos da mesma essência.

A caridade nos faz enxergar além do próprio umbigo, nos faz buscar o que existe de mais divino dentro de nós. Mais do que não fazer o mal ao outro, é fazer o bem. Saímos da zona de conforto em benefício do outro, deixamos os nossos interesses pelos interesses dos outros e, mesmo que não tenhamos consciência, quando cuidamos do outro, cuidamos de nós mesmos.

Ser caridoso exige ação. O conhecimento sem a ação não é nada! Não nos leva a lugar algum.

Entretanto, observar como fazemos essa caridade é ainda mais importante. Se deixarmos o orgulho vir primeiramente, a caridade não tem valor algum. Se a caridade só tiver o objetivo de mostrar o quanto se é bom, não atingiu seu objetivo. A verdadeira caridade é amor, é velada, é aquela que não humilha, que não inferioriza ninguém.

A caridade está em suprir os que necessitam de coisas materiais? Sim, se essa é a necessidade. Que mãe que não tem o que dar de comer ou vestir aos filhos que não se sente feliz e agradecida por receber o suprimento? Quem não se sente abençoado quando percebe que o outro sentiu sua dor? Mas, existem outras formas de ser caridoso. Dar um sorriso, escutar alguém, visitar um doente, abraçar aquele que se sente triste, são tantas formas de colocar o amor em prática. O conceito cristão da caridade é ser o sujeito de qualquer atitude que gere impacto positivo na vida de alguém, seja por atos, palavras ou até mesmo pensamentos positivos emitidos para alguém. Enviar luz àquele que precisa.

Parece estranho, mas também precisamos ser caridosos com nossas próprias dificuldades, é preciso olhar para nossas próprias fraquezas e defeitos como oportunidades de aprendizado, sem vitimismo, sem culpa, sem cobranças, sentimentos que só nos colocam mais para baixo, que só nos trazem mais desalento e dificuldade de se erguer diante de uma situação difícil. Ser caridoso conosco é compreender e olhar bem para dentro de si próprio e perceber o que precisamos mudar.

Pessoas trabalhando em projeto social.
Julia M Cameron / Pexels

Enfim, se conseguirmos pautar nossas atitudes na máxima: “Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós” (Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XI), já será um grande avanço.

A prática da caridade será a forma mais rápida de conhecer a verdadeira felicidade.

Fonte: eusemfronteiras

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A SIMBOLOGIA E O SIGNIFICADO DOS RITOS DE PASSAGEM

O texto a seguir sobre Ritos de Passagem fala sobre as diversas fases da vida pelas quais passamos, desde a nossa infância, passando pela adolescência, entrando na fase adulta, até a velhice, em que todas elas têm sua simbologia e importância. Esses momentos de transição, transformação, crescimento e empoderamento podem acontecer de forma mais consciente, auxiliando, portanto, na caminhada da vida e no bem da sociedade como um todo. Portanto convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor.

Ritos de Passagem

Os ritos de passagem auxiliam os seres humanos a compreenderem seu lugar no mundo e na sociedade. Trazem uma sensação de segurança, pertencimento, continuidade, aceitação, participação, orientação, e nos contam sobre de onde viemos, onde estamos e para onde vamos.

Esses momentos de transição, transformação, crescimento e empoderamento podem acontecer de forma mais consciente, auxiliando, portanto, na caminhada da vida e no bem da sociedade como um todo. Podem também passar desapercebidos, fazendo com que muitas vezes caiamos num modelo de vida automático, em que não nos questionamos sobre quem somos de fato e o que estamos fazendo no mundo.

Hoje em dia, poucos ritos ainda existem e, em sua grande maioria, são vazios de conteúdo e de profundidade, cumprindo apenas papéis de compromisso social. Como consequência, observa-se uma sociedade com sua base desestruturada, desequilibrada e descompromissada com os valores mais básicos, como o respeito e a verdade, uma sociedade deveras desconectada da terra e do porque estamos habitando o planeta.

O nascimento, tanto para o bebê como para a mãe e para o pai; as mudanças de setênio, de acordo com a Antroposofia; a primeira menstruação para as mulheres; o rito de transição dos meninos para a fase adulta, por volta dos 13, 14 anos; o batismo; o casamento; a separação; a menopausa; o ano novo; a morte e alguns rituais iniciáticos dentro de sendas espirituais são alguns exemplos de ritos de passagem.

Se imbuídos de uma forma mais compromissada e verdadeira, esses ritos de passagem poderiam ofertar um senso maior de pertencimento, direcionamento e interligação individual e coletiva, com tudo o que existe na Terra, e na importância de cada indivíduo na teia da vida.

Os ritos podem ser simples e simbólicos. O importante é que estejam conectados com o coração e com as mudanças de ciclos. São momentos de desprendimento, de morte e renascimento. De deixar ir, de criar espaço interno e na vida para que o novo venha. De honrar tudo o que se viveu e ter uma oportunidade de recomeçar. Quando sabemos onde estamos, podemos voar com mais entrega e plenitude.

Como dizia Gandhi, seja a mudança que você quer ver no mundo. Nesse caso, comece a fazer pequenos rituais em sua casa, com sua família. Por exemplo, se você tem uma filha mulher, quando ela começar a menstruar, explique para ela sobre a importância, o poder e a beleza de ser uma mulher cíclica, de entregar o sangue de volta à terra.

Se você pensa em casar, reflita internamente o que isso representa em sua vida e crie um ritual que traga elementos que simbolizem essa importância. Se você se separou de um relacionamento, reflita sobre tudo o que tal experiência lhe trouxe, honrando as dores e as alegrias vividas, libertando o outro em todos os planos, para, assim, libertar a si mesma, curando as feridas existentes, preparando-se para um recomeçar.

Lembre-se sempre que os ritos vêm trazer leveza, beleza e direção. Que podem ser inseridos em sua jornada, na medida que fizerem sentido para você. Os ritos de passagem honram o passado, nos trazem para o momento presente e constroem um futuro melhor para nós e para toda a humanidade.

Escrito por Joana Netz
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: REIVINDIQUE SUA CONCESSÃO OU ORDENE E LHE SERÁ REALIZADO

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REIVINDIQUE SUA CONCESSÃO

Nos dias da corrida do ouro nos Estados Unidos, os mineradores iam para as montanhas em busca do metal amarelo. Com frequência, a tarefa era longa e árdua, com poucos resultados que compensassem dias inteiros de luta e privações. Mas quando encontrava ouro, o minerador reivindicava sua concessão, para que os outros soubessem que aquela descoberta pertencia a ele. De fato, algumas das concessões eram apenas pequenos veios de pouco valor, ao passo que outras tornaram seus proprietários imensamente ricos.

Em metafísica, com frequência falamos em reivindicar nosso bem, e este é um dos meios mais seguros de trazer o bem que desejamos para nossa vida. Se queremos saúde, então temos de reivindicar todos os dias que a Vida divina traga o bem-estar a todas as partes do nosso corpo. Se queremos prosperidade, então reivindicamos todos os dias que Deus seja o doador de todo bem, pronto para suprir todas as nossas necessidades.

O que quer que desejemos trazer para nossa vida, nós reivindicamos nossa concessão.

Naturalmente, com frequência reivindicamos coisas negativas para nós, sem o percebermos. Cada vez que dizemos “meu resfriado”, “minha dor de cabeça”, “minha indigestão”, estamos reivindicando essas coisas para nós e, eventualmente, trazendo-as para nossa vida.

Afirme seu parentesco divino. Tudo que o pai tem é nosso – se reivindicarmos nossa concessão com Deus.

(…) porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino. (Lucas 12:32)

Fonte: Emmet Fox, 2008

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: MANTER-SE CONSCIENTE EM FACE A ADVERSIDADE

Cantinho de Francisco de Assis: Eckhart Tolle sobre o coronavirus ...

CORONAVÍRUS E OS TEMPOS QUE VIVEMOS

Você inevitavelmente encontrará adversidades na vida, seja no nível pessoal ou – como estamos experimentando agora – no nível coletivo. Se você não se aprofundou o suficiente, se não encontrou nada além da mente pensante conceitual, então a adversidade, qualquer que seja (neste caso, sabemos o que é), irá devastá-lo. E mesmo se você não adoecer ou contrair o vírus, o medo o consumirá, como está consumindo milhões de humanos atualmente.Se você soubesse quem/aquilo que você é, saberia que não há nada a temer. Somente se você não conhece o seu ser, o medo surge. Torne-se consciente do seu ser, não o eu conceitual, não a sua história pessoal, mas tome consciência de si mesmo como presença consciente. Pensar não o ajuda. Pensar é um obstáculo. Portanto, vá mais fundo do que o pensamento e fique completamente desperto e presente, sem atividade mental.

Esse é o começo da realização de sua essência eterna. É uma dimensão mais profunda da consciência, mais do que aquela com a qual você normalmente se identifica. Encontre essa base inabalável que está profundamente dentro de você, dentro de todos.

A adversidade é uma oportunidade maravilhosa, porque força você a ir mais fundo. A vida se torna quase insuportável quando você vive apenas na superfície das percepções sensoriais e na sua mente conceitual, e então você ouve as notícias e lê todo tipo de coisa, e todos estão num estado de medo – devido a uma casa construída na areia.

E este é um convite para despertar para quem você é, porque se não o fizer, sofrerá desnecessariamente. 

Milhões estão num estado de ansiedade. Mas use isso como uma chance de despertar. É uma oportunidade de chegar a essa realização de que você é muito mais profundo do que conhecia antes. Você deve prestar mais atenção à sua própria consciência do que aos noticiários ou a seja lá o que for que você ouça e assista.

Use este tempo precioso, faz parte do despertar da humanidade. Os seres humanos não despertam na sua zona de conforto, eles despertam quando são retirados de sua zona de conforto, quando não aguentam mais o sofrimento ou a infelicidade.

Sinta a vitalidade, tome consciência daquela presença que é inseparável de quem você é. Essa é uma realização incrível! Há mais sobre você do que a pessoa! Essa presença é mais profunda que a pessoa. Você precisa da adversidade para encontrá-la ou aprofundar a realização.

Há um ditado que diz: ‘Quando o ego chora pelo que perdeu, o espírito se alegra com o que encontrou.’

O que parece ruim e muito negativo na superfície, como um obstáculo ao bem-estar da humanidade do ponto de vista convencional, tem uma função essencial. Portanto, este é um momento de grandes oportunidades. Use-o. Não o desperdice. Não se perca na mente. Não se perca no medo. Esteja enraizado nesta rocha que é a sua identidade essencial.

~ Eckhart Tolle

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LUZ!
STELA

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: QUEM SÃO AS CRIANÇAS ÍNDIGO E CRISTAL?

CRIANÇAS ÍNDIGO E CRISTAL: A REVOLUÇÃO POR MEIO DA EMPATIA

Criança iluminada pelo sol com mãos para o alto

Você alguma vez já ouviu falar de crianças índigo e cristal? Se a sua resposta for “não”, saiba que esse assunto pode ser muito interessante e até mesmo um despertar. Em primeiro lugar, as crianças índigo foram as que chegaram primeiro, por volta dos anos 70.

Naquela época, muitos psicólogos e psicoterapeutas observaram a chegada de um número grande de crianças peculiares. Em seguida, por volta dos anos 80, começaram a reencarnar algumas crianças cristais. Mas certamente foi por volta do ano 2000 que elas começaram a chegar em grandes números.

QUEM SÃO ESSAS CRIANÇAS?

As crianças índigo e cristal vieram ao nosso planeta com um grande propósito. Os índigos foram denominados desta forma devido às suas auras cor azul-índigo. Eles são considerados rebeldes, inteligentes, hiperativos e artísticos. Muitas vezes são os filhos mais complicados aos olhos dos pais, aqueles que questionam sobre tudo.

Mas algo espiritualmente grandioso está por trás de todas essas características. Os índigos vieram com o propósito de ajudar o planeta a passar por uma grande fase de expiações e de provas. Eles chegaram para trazer a revolução espiritual e para levar o planeta à regeneração energética, que os cristais possuem como propósito.

Criança e homem de costas de mãos dadas

Por outro lado, as crianças cristais são aquelas que possuem auras brancas e brilhantes. Elas são extremamente poderosas, possuem capacidade telepática e, por isso, começam a falar mais tarde que as outras crianças. O mundo das crianças cristais é mais simples, cheio de amor e de sabedoria espiritual. Elas se sentem incomodadas com poluição, falta de empatia e com maldade.

Como já dito antes, elas são responsáveis por mudar a vibração energética do planeta. Por isso, sua missão é ajudar na regeneração energética, a fim de colocar o amor e a bondade em potência.

As crianças índigo e cristal são muitas vezes aquelas que possuem déficit de atenção e ansiedade, segundo os diagnósticos da medicina tradicional. Por causa disso, muitas delas são ou já foram medicadas para tratar essas doenças. Porém nada muda, pois essas características estão em seus DNAs cósmicos e não têm nada a ver com essas doenças.

A ALIANÇA ENTRE ÍNDIGOS E CRISTAIS

Para as crianças índigo e cristal, o mundo ideal é cheio de liberdade e de amor. Ambos possuem sentimentos e vontades muito parecidas. Essas vontades são o que modificam o mundo, e elas as possuem inconscientemente, por isso funcionam tão bem.

Crianças interagindo com flor na mão

Os questionamentos dos índigos são saudáveis e andam lado a lado com as respostas que os pequenos cristais já possuem dentro de si. A revolta que existe dentro dos índigos é finalizada com a atitude dos cristais, já que são almas que compreendem a indignação dos índigos.

Por isso é que a aliança entre crianças índigo e cristal é o que tende a mudar o mundo. Os índigos fazem a análise e os cristais propõem a solução em cima da análise. Com isso, o mundo só tende a se tornar cada vez melhor.

O MUNDO IDEAL DOS ÍNDIGOS E DOS CRISTAIS

Essas almas já vieram libertas, porque vieram muito mais evoluídas do que as outras. Portanto, para que as crianças índigo e cristal se sintam plenamente bem, é preciso que o mundo delas sejam repletos de liberdade também.

O ar puro e os raios de sol da manhã trazem felicidade, a criatividade dá força para a construção de um mundo melhor etc. Para elas, tudo é muito simples e fácil, basta perguntar a um cristal o que ele acha dos animais para entender como sua mente é cheia de amor e empatia.

Criança nas costas de adulto em campo

Basta perguntar para um índigo o que ele acha do mundo e então você verá quão inteligente e revolucionária é a sua visão. Por fim, as crianças índigo e cristal são o que chamamos de revolucionárias por meio da sabedoria e do amor. Elas são realmente a manifestação da paz e da bondade, mesmo que tenham que lutar contra todo o sistema.

Fonte: 

Eu Sem Fronteiras
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO COMO UM MÉTODO PARA A PREVENÇÃO DE DOENÇAS E BEM ESTAR DA POPULAÇÃO

Pessoa sentada com as pernas cruzadas em uma montanha durante o nascer do sol.
23 de Janeiro – Dia Internacional da Medicina Integrativa

Por que praticar Meditação?

A prática de meditação é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como um método para a prevenção de doenças, melhoria da qualidade de vida, saúde e bem-estar da população.

Importante ressaltar que o Ministério da Saúde, conforme a portaria 145, de 11 de janeiro de 2017, incluiu a Meditação no rol de terapias complementares disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Meditar é um processo continuo de autocuidado e autoacolhimento, em que a pessoa fortalece seus valores pessoais, desacelera a criação de pensamentos, respira com atenção, relaxa o corpo, a mente e as emoções, sentindo e vivendo a vida com maior foco, concentração e saúde.

É uma oportunidade de ter as rédeas de sua vida em suas mãos, encontrando a paz interior para realizar suas atividades pessoais e profissionais com maior leveza e resultados.

Algumas dicas para inspirar você a começar ou renovar a prática de meditar:

1. Durante o dia, pare algumas vezes o que estiver fazendo, leve sua atenção ao ato de inspirar e expirar, usando a contagem: inspirar em 4 segundos, reter o ar em 4 segundos e expirar em 8 segundos, repita a sequência 4 vezes.

2. Caminhe todos os dias, durante 15 minutos, prestando atenção aos seus passos e ritmo respiratório, essa prática é uma forma de atenção plena e ajuda a liberar a criatividade.

3. Antes de dormir, desconecte sua atenção de aparelhos eletrônicos, escolha um local acolhedor, sente-se com a coluna ereta, faça a sequência respiratória com contagem, caminhe em direção ao seu coração, sente-se no centro dele, imagine uma luz dourada banhando você de energia amorosa, acolhedora e pacífica, todas as suas células, órgãos são preenchidos, você relaxa, descansa e se prepara para uma excelente noite de sono.

4. Escolha meditações guiadas, no You Tube, e ouça antes de dormir, enquanto dirige, usando transporte público.

Praticar meditação é um ato de amor, comece devagar e aos poucos aumente o tempo de experiência, poderá sentir o quanto te fará bem.

Anna Maria Oliveira

Escrito por Anna Maria Oliveira

Fonte: Eu sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: NA JORNADA DO DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL QUEM AMA SAI NA FRENTE

O texto a seguir trata do caminho a ser TRILHADO na jornada do DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL através de variadas experiências que se sucedem, a fim de que esse aperfeiçoamento ocorra. Tais experiências são o arcabouço do aprendizado necessário para se alcançar o amor incondicional e por isso quem ama sai na frente.

Cristiane falando de... : "Que tenhamos força e vontade pra sair da frente da TV e ir ali ver a vida de perto, pisar na areia, molhar os pés no mar, amar

Quem ama sai na frente

O desenvolvimento do Espírito em sua jornada para a plenitude dá-se em duas frentes.

Ele necessita burilar o intelecto e os sentimentos.

Variadas experiências se sucedem, a fim de que esse aperfeiçoamento ocorra.

O destino final de todos é o mesmo: a angelitude.

Ao contrário do que muitas vezes se imagina, os anjos não são seres apartados da Humanidade.

Não se trata de privilegiados, perfeitos desde a origem.

Eles são apenas nossos irmãos mais velhos.

Por obra de seu esforço, atingiram a meta, que consiste na plenitude da evolução intelectual e moral.

Infinitas foram as lutas que travaram em seu longo jornadear pelas fileiras da Humanidade.

A liberdade de que todos os Espíritos gozam permite que os caminhos sejam diferentes.

Alguns se apaixonam pelas maravilhas da arte.

Outros encontram na filosofia a razão de inúmeras vidas.

Há quem se encante pelos raciocínios lógicos das ciências exatas.

Todos os ramos do conhecimento se entrelaçam.

No zênite evolutivo, os talentos e o saber são plenos, qualquer que tenha sido o caminho trilhado.

Mas há uma peculiaridade concernente ao burilamento dos sentimentos.

Ele facilita bastante o processo evolutivo como um todo.

A liberdade constitui pressuposto do aprendizado.

Não é viável adquirir discernimento sem poder fazer opções.

Mas a contraparte obrigatória da liberdade é a responsabilidade.

O Espírito é livre para agir, experimentar e aventurar-se.

Contudo, responde por tudo o que faz.

Quando se permite atitudes equivocadas, registra desequilíbrios em sua consciência.

Tais desequilíbrios se manifestam na forma de bloqueios, fobias e enfermidades.

Às vezes são necessárias muitas encarnações para propiciar a limpeza psíquica do que se fez em apenas uma.

As posições de poder são as que mais ensejam profundas e longas crises de consciência.

Enquanto gasta tempo para se equilibrar, o Espírito retarda seu processo evolutivo.

A rigor, a evolução sempre ocorre, pois as experiências vão propiciando um irresistível amadurecimento.

Mesmo do erro sempre surgem proveitosas lições.

Entretanto, as lições oriundas de grandes equívocos tendem a ser sofridas e trabalhosas.

Justamente por isso o amadurecimento do senso moral constitui um poderoso impulsor da evolução.

Quem se compadece do semelhante não comete desatinos contra ele.

Por vezes erra, pois a perfeição é a meta final, ainda distante da Humanidade em geral.

Mas tais erros são oriundos da ignorância e não da maldade.

Jamais possuem conotação cruel e são de fácil reparação.

Assim, quem luta por se aperfeiçoar moralmente se abstém de inúmeras dores.

Ao desenvolver pureza, deixa de cometer desatinos na área da sexualidade.

Tomando gosto pela conduta honesta, não assume compromissos com o patrimônio alheio, público ou privado.

Ao adotar o trabalho e a prudência como roteiros de vida, jamais se torna um peso para os semelhantes.

Em suma, o desenvolvimento moral evita muitos erros.

Consequentemente, furta o Espírito da necessidade de sofridas atividades reparadoras.

Se você deseja trilhar em paz o caminho para o Pai, burile os seus sentimentos.

Afinal, quem ama sai na frente.

Pense nisso.

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: TODO MUNDO ERRA, POR ISSO É TÃO IMPORTANTE PERDOAR

Na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira trago um texto espetacular sobre a experiência, os erros, a compreensão, o perdão, os acertos e a evolução espiritual. Vale a pena conferir, refletir e tirar lições em meio a tanta sabedoria!

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Todo mundo erra

Você, certamente, já ouviu ou falou a frase: “todo mundo erra!”.

Essa afirmativa está correta, porque a terra é um planeta de provas e expiações, o que quer dizer que neste mundo não há ninguém perfeito.

A perfeição é uma meta que todos nós alcançaremos um dia, mas não pode ser encontrada no atual estágio evolutivo da humanidade terrestre.

Não é outra a razão porque todos ainda cometemos erros, embora muitas vezes tentando acertar.

Tudo isso é fácil de entender, dirão alguns. E mais fácil ainda é tentar justificar as próprias faltas com a desculpa da imperfeição.

Admitir, portanto, que cometemos falhas mais vezes do que gostaríamos, não é difícil. Também não é difícil tolerar os escorregões dos nossos afetos.

No entanto, se você admite que “todo mundo erra”, porque é tão difícil relevar as imperfeições alheias?

Porque é tão fácil justificar os próprios erros e tão difícil aceitá-los nos outros?

Se quebramos um copo, por exemplo, logo nos desculpamos dizendo que foi sem querer, e pode ter sido mesmo. Mas, se é outra pessoa que o faz, já achamos uma maneira de criticar, dizendo que é descuidada ou não prestou a devida atenção no que estava fazendo.

Se a esposa não conseguiu servir o almoço na hora que deveria, é porque ficou de conversa fiada com alguma amiga. Mas quando você é o esposo e não dá conta de entregar um serviço no prazo, é porque é um homem muito atarefado.

Quando o marido chega em casa nervoso e irritado, é porque está sobrecarregado de problemas, mas não desculpa se a esposa está impaciente por ter passado o dia todo ouvindo choro de criança e atendendo as tarefas da casa.

Se você é a esposa e tem seus motivos para justificar a falta de atenção com os filhos, em determinado momento, pense que seu esposo também tem suas razões para justificar uma falta qualquer.

Se você é filho e acha que está certo agindo desta ou daquela maneira, entenda seus pais, pois eles também encontrarão motivos para justificar seus deslizes.

O que geralmente ocorre, é que não paramos para ouvir as pessoas que transitam em nossa estrada. O que é mais comum, é criticar sem saber dos motivos que as levaram a se equivocar.

Se temos sempre uma desculpa para nossas faltas, devemos convir que os outros também as têm.

Se assim é, por que tanta inquietação com as ações que julgamos erradas nos outros?

Não temos a intenção de fazer apologia ou defender o desculpismo, mas, simplesmente, chamar a atenção para o fato de que todos estamos sujeitos a dar um passo em falso. E por isso devemos, no mínimo, entender quando isso acontece.

Se todo mundo erra, temos mais motivos para a tolerância e o perdão.

E se ninguém é perfeito, mais razão para entender as imperfeições alheias.

Ou será que só nós temos o direito a tropeçar?

Pense nisso!

A terra é uma escola de aperfeiçoamento da humanidade.

As pessoas que aqui estagiam, estão se preparando para conquistar mundos mais adiantados, universidades mais avançadas.

Por essa razão, vale a pena prestar atenção no seu aproveitamento pessoal, e deixar aos outros o dever de cuidar dos próprios atos.

Pois a cada vez que deixamos o corpo físico, pela desencarnação, uma nova avaliação é feita e todos, sem exceção, receberemos conforme nossas obras.

Pense nisso!

(Equipe de Redação do Momento Espírita)

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A BUSCA PELO EU SUPERIOR É O ÚNICO CAMINHO PARA A VIDA PLENA

Buscar por você mesmo é o que todo ser humano, mais cedo ou mais tarde um dia faz. Porque, na verdade a evolução humana passa por esse único e exclusivo caminho e não adianta se iludir achando que existe outro caminho. Por isso convido você a ler o texto completo a seguir e entender o porquê!

A busca por ser Você mesmo…

A busca por ser Você mesmo

Olá!

Buscar ser você é o mesmo que buscar a liberdade.

Ter que agradar aos outros por obrigação, violentar-se para ser aceito, engolir sapos por busca de segurança e reconhecimento… quem nunca?

Quando somos livres, fazemos o que precisamos também, mas com amor, por amor ao que estamos fazendo, não na dependência de um reconhecimento ou de migalhas.

Ser livre é amar o Servir, independentemente da pessoa a ser servida, só por amor.

Às vezes, as crises são muito produtivas nessa busca, porque podem ser um empurrão da vida para percebermos que não somos capazes de realizar tudo e, sim, precisamos uns dos outros.

Existem formas diferentes de passar pelas contrariedades da vida, melhor dizendo, do que contraria o Ego, porque para o Ser está sempre tudo certo. Mas aqui estamos falando da liberdade do Ego, porque o Ser é totalmente livre na essência.

A busca por ser Você mesmo

Ter compreensão e aceitação nos humilda, quebra orgulho e prepotência, além de percebermos algumas coisinhas que, às vezes nem nos ligamos e reclamamos, como atentar que reduzir gastos de um padrão que escraviza é libertador, afinal a matéria não tem tanta importância assim diante da evolução do espírito. O que, aliás, nos faz perder um tempão do caminho desviando o foco do alvo da existência.

São pequenas ou grandes coisas que vamos processando no modo automático, sem tomar contato.

Tudo bem, mas a gente retoma o rumo certo.

Enfim, está tudo certo quando chega a hora de chacoalhar o mundo pela boa e velha Teoria do Caos, que está sempre atenta e em ação rumo a nossa evolução e reconhecimento de nosso potencial.

Já passei por várias e sigo firme.

Bendita seja!

Com amor.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O TEMOR A DEUS E A CULPA NA CULTURA CRISTÃ CONFUNDE A CABEÇA DAS CRIANÇAS

A moral cristã se desenvolveu sob os auspícios do antigo e do novo testamento e acabou confundindo a cabeça dos fiéis sob o aspecto moral e ético. No antigo testamento temo um Deus carrancudo, implacável, vingativo e severo. No Novo Testamento temos um Deus amoroso, terno, piedoso e bondoso. O texto a seguir esclarece e desvenda o caminho que devemos seguir nos desvencilhando da culpa para darmos uma educação saudável aos nossos filhos, com leveza e sabedoria.

 

Temor de Deus

Há poucos dias, uma reportagem relatava os malefícios do temor a Deus, nas crianças. Estatisticamente mostrava como elas se angustiam com a idéia de um Deus que as está observando sempre, e que as punirá pelos erros que cometam. A angústia gera stress e adultos inseguros. Uma das garotas que a reportagem assinalava disse que interpretou como punição divina o fato de sua irmã menor ter demorado tanto para chegar.

Algumas crianças demonstram seu stress acordando no meio da noite com terror, têm sentimento de culpa exacerbado, chegam à taquicardia, irritação e gagueira. Outras apresentam dificuldade de concentração, dores de estômago e enurese noturna.

Ao depararmos o quadro, nos indagamos quem colocou nas crianças tais conceitos?

Habitualmente, são os próprios pais ou seus educadores que, por falta de autoridade moral, não conseguindo colocar limites aos filhos e educandos, utilizam a figura de um Deus punidor e terrível.

É um quadro semelhante àquele de se utilizar a figura do guarda, do policial como aterradora. Alguém que prende, que leva a criança embora, que a arranca dos pais, que a encerra em um local escuro como punição pelas suas faltas.

A reportagem demonstra, verdadeiramente, que ainda nos situamos distantes da verdadeira educação. Que estamos reprisando os moldes que foram utilizados conosco ou com nossos pais. Moldes ultrapassados e que refletem, naturalmente, uma época em que o desenvolvimento da psicologia e o conhecimento do ser humano não haviam atingido os pontos atuais.

Face ao exposto, cabe-nos estabelecer duas regras de conduta. A primeira é nos educarmos para educar. Tornarmo-nos moralmente seguros para estabelecer os limites, a conduta a ser seguida pelos nossos filhos.

A segunda é nos instruirmos no campo religioso, pois desde há dois mil anos, o Divino Mestre ensinou que Deus é amor. Nosso Pai. Pai que ama a seus filhos e que derrama do Seu amor sobre justos e injustos, bons e maus.

Deus que veste a erva do campo, que providencia alimento às aves do céu e que, com maior zelo, movimenta sua providência na direção do homem.

Deus que criou a terra plena de bênçãos para que dela usufruamos, que estabeleceu um universo semeado de sóis, estrelas e planetas para nossas futuras moradas.

Deus de amor, justiça e bondade.

Pense nisso!

Deus permanece sempre guiando e fortalecendo os homens para a felicidade.

De Deus é a linguagem positiva do equilíbrio, atuando à distância.

Não duvidemos desta verdade, nem a desconsideremos.

Deus permanece conosco. Basta que O descubramos dentro de nos.

Redação do Momento Espírita

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A ESPIRITUALIDADE É ALGO QUE CRESCE DO VENTRE PARA O ALTO

Somos todos espiritualmente iguais perante Deus a diferença está nos diferentes níveis conscienciais em que cada um está vivenciando neste momento. A jornada é íntima e individual. É preciso harmonizar os chackras e crescer espiritualmente para contatar a Luz. Ao ler o texto completo a seguir você vai entender melhor como isso funciona!

A Jornada espiritual. Nasci em uma família de médiuns, minha… | by Herica Ponsiana | Medium

O desenvolvimento espiritual é uma jornada íntima

Monica Buonfiglio

É possível que uma pessoa seja mais elevada do que outra espiritualmente? Creio que não. Alguns podem ter um nível melhor de percepção, mas não deve existir nenhum tipo de hierarquia. Existem momentos em que buscamos Deus quando nos sentimos impotentes diante de um impasse, quando angustiados, com medo de morrer ou com o sentimento de abandono. Mas não precisamos Buscá-lo, pois Deus vem ao nosso encontro quando elevamos nossas preces a Ele.

Todos nós somos dotados de iguais capacidades, responsabilidades e alguns podem ter mais religiosidade em um determinado período, mas isso não significa que sejam melhores, pois somos espiritualmente iguais perante Deus.

Alguns estudiosos da espiritualidade não se desenvolvem como deveriam e sua energia vital permanece estagnada no chackra instintivo. O resultado é que acabam fazendo contatos espirituais distorcidos. Estes contatos são feitos na mesma frequência energética das pessoas: as esclarecidas recebem mensagens de luz; intermediárias recebem mensagens intermediárias; médiuns instintivos recebem energias igualmente instintivas; em alguma ocasião poderão ou não ter um melhor desenvolvimento da percepção quanto à vida, ao Todo e ao Uno.

É preciso harmonizar os chackras e crescer espiritualmente para contatar a Luz. Só conseguimos isso quando se cria condições apropriadas, através da leitura, orações (que nos colocam em diálogo com Deus), estudo e meditação que se transformam em conhecimento e depois em sabedoria.

Mas, pergunto: como é possível meditar com tagarelice? Como olhar para si mesmo se nos preocupamos com a vida dos outros? Existe a possibilidade de uma leitura profunda em meio a uma festa ou uma conversa banal? Ou de orar sem que haja um período anterior de concentração?

Podemos esclarecer que o desenvolvimento espiritual está ligado à energia chamada kundalini. Todos a possuem, ela é a própria energia vital representada por uma serpente que se insinua ao longo da coluna vertebral, do cóccix, ao alto da cabeça que começa em um ponto de energia localizado entre o ânus e o órgão sexual. Ela irá subir e passar por vários outros pontos energéticos ao longo do corpo, como o chackra supra-renal (localizado quatro dedos abaixo do umbigo), estômago (chackra solar), coração (chackra cardíaco), garganta (chackra laríngeo), entre os dois olhos (chackra da terceira visão), até sair por um ponto na moleira (chackra coronário).

A supremacia espiritual está localizada nos dois últimos chackras, o da terceira visão e o coronário. A energia vital deve sempre ascender em direção ao céu, pois caso contrário, se retornar, o ser humano se tornará instintivo, animalesco e apenas sexualizado.

O desenvolvimento espiritual é algo pessoal, uma jornada íntima, natural, que vai ao encontro a verdadeira essência com o Cristo Interno de cada

Fonte: Terra

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: DEIXE QUE AS AÇÕES FALEM MAIS ALTO QUE AS PALAVRAS

No caminho do DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL temos que observar detalhes no nosso comportamento que não se admite mais dissonância, como por exemplo as palavras e as ações. Quem deseja evoluir espiritualmente não pode, em hipótese nenhuma falar uma coisa e fazer outra. Você tem que ser autentico(a) em qualquer situação. Então convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor.

Mais que Palavras!: Palavra sem ações= 0

Palavras e ações

O filósofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das relações humanas. Diz o seguinte: Quem você é fala tão alto, que não consigo ouvir o que você está dizendo.

Quantas vezes já pensamos a respeito disso? Quantas vezes já avaliamos o quanto nossas ações pesam no nosso cotidiano?

Muitas vezes, gostaríamos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando raciocínio lógico e perspicaz.

Doutras vezes exigimos do político, do chefe, do parente ações mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.

Indignamo-nos perante as injustiças sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletrônicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opinião.

Tudo isso é muito justo e o correto exercício de cidadania cabe a cada um de nós de maneira impostergável.

Porém, já refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes com nossas ações? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?

Ninguém tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda não se esforça por oferecer.

Se você recebe um troco a mais no caixa da padaria, e não se incomoda em devolver o que não lhe pertence, é furto.

Se você não se incomoda em subornar o policial quando está sujeito a uma multa, está fomentando a corrupção.

E se você falsifica documentações e recibos, a fim de forjar sua declaração de renda, está incorrendo em crime contra o Estado.

Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necessário uma análise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas ações são coerentes com nosso discurso.

Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se você deseja políticos mais honestos, que a honestidade comece por você.

Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consciências a qualquer preço, se assim tivesse condições.

Desta forma, se você anseia por relações sociais justas e direitos iguais para todos, comece por não exigir privilégios que não têm cabimento.

Quem não cumpre suas obrigações sociais, a partir da sua própria declaração de renda, não titubearia em forjar licitações, negociações ou desviar dinheiro público.

* * *

Se você sonha com governantes e homens de negócios que passem ao largo de conchavos e formação de quadrilhas de paletó, comece por você.

Só teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e ações.

Até lá, correremos o risco de estarmos como o filósofo previu: nossas ações falarão tão alto, que ninguém conseguirá escutar o que estamos dizendo.

Redação do Momento Espírita.

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A CHUVA COMO FIM TERAPÊUTICO E SEUS BENEFÍCIOS

Na edição desta quinta-feira da nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL vamos explorar os benefícios da chuva para limpeza espiritual. No artigo a seguir você vai conhecer os tipos de banho de chuva, seus benefícios, os fins terapêuticos, as limpezas energética e espiritual, sensação de relaxamento, facilidade para respirar e um gama de outros benefícios que esse banho pode lhe propiciar.

Os benefícios da chuva para limpeza espiritual

Uma mão feminina estendida. Ao fundo, chuva.

pingpao / 123RF

Oque você sente quando ouve o barulho da chuva? Algumas pessoas sentem medo, outras ficam relaxadas e há aquelas que correm para tirar as roupas do varal. Ou seja, a água caindo do céu pode provocar inúmeras sensações e atitudes. Apesar disso, a maioria de nós evita se molhar.

Mas você sabia que um banho de chuva pode ser terapêutico? Além disso, ele pode promover limpeza energética e espiritual. Se isso é novidade para você, o conteúdo que preparamos vai te ajudar a aprender tudo sobre o tema. Motive-se a lavar a alma com a natureza!

Por que a chuva é benéfica para nós?

Caso você não goste de chuva porque tem medo de se molhar, está na hora de abrir a sua mente para os benefícios que essa água oferece. Confira cada um deles a seguir!

1) Sensação de relaxamento

Não é muito mais fácil dormir com o som agradável da chuva lavando a sua casa? De acordo com Fabio Porto, neurologista do Hospital das Clínicas da FMUSP, isso acontece porque o seu cérebro associa a água caindo do céu a memórias positivas que você tem.

Uma mulher exibindo um rosto de satisfação ao estar em meio à chuva.
LiudmylaSupynska de Getty Images / Canva

Como consequência disso, cria-se um estado de relaxamento que te ajuda até a dormir melhor. É como um ruído branco natural, que direciona a sua atenção para um som constante e duradouro.

2) Facilidade para respirar

Saulo Freitas, especialista em poluição do ar do Cptec/Inpe, em entrevista ao G1, explica que a chuva remove os poluentes da atmosfera: “Dependendo da condição do tempo, você tem melhor ventilação da atmosfera, movimentos mais intensos que vão permitir que a quantidade de poluentes que foram injetados no ar seja rapidamente transportada para longe da cidade”.

Graças a esse processo, uma pessoa consegue respirar melhor, já que o ar se torna mais leve. Inclusive, se você sentir que o clima está muito seco, pode deixar um balde com água ao lado da sua cama, o que ajuda a aumentar a umidade do ar.

3) Aumento da vitalidade

As moléculas de ar são compostas por íons positivos e negativos. Enquanto os íons positivos são um resultado da poluição atmosférica, os íons negativos são produzidos pela fotossíntese das plantas. Quando chove, os íons negativos são liberados com mais intensidade no ar

Então a chuva se torna uma espécie de vitamina para quem entra em contato com ela. Os íons negativos aumentam a vitalidade de uma pessoa, melhorando o humor dela e aumentando a disposição para a prática de exercícios físicos.

Banho de chuva para limpeza energética e espiritual

A chuva é formada a partir da vaporização do mar, dos rios e dos lagos. Nesse processo, as nuvens surgem no céu e, quando estão carregadas de água, desfazem-se em chuva, limpando a atmosfera.

Embora esse seja um processo físico, também existe uma interpretação energética para ele. Simbolicamente, a chuva realiza uma limpeza energética e espiritual tanto nos nossos pensamentos e sentimentos quanto na nossa relação com o mundo.

De certa forma, a densidade das nuvens representa as vibrações ruins que nós emitimos, como inveja, rancor, ressentimento, tristeza e raiva. É como se essas energias estivessem sempre se acumulando ao nosso redor, ainda que de uma maneira invisível.

Um homem, de braços abertos, tomando banho de chuva.

Aleksandar Pasaric de Pexels / Canva

Felizmente, com um banho de chuva é possível dissolver a negatividade que nos rodeia. Isso porque a água não vai lavar apenas o ar, mas também tudo que estiver em contato com ela. Não seria tão ruim se molhar com algo assim, certo?

Além disso, tomar um banho de chuva é uma atividade que nos coloca diante daquilo que estamos trazendo ao mundo. Será que os nossos papéis têm sido cumpridos com positividade, otimismo e gratidão ou estamos apenas somando ódio, negatividade e estresse? Exercite sua espiritualidade com esse questionamento.

Considerando os efeitos positivos de um banho de chuva, é provável que você sinta muito alívio e leveza ao final de uma tempestade. Afinal, todas as energias pesadas que estavam te perturbando, sem que você se desse conta disso, foram embora. Então um novo ciclo se inicia.

Banho de chuva para fins terapêuticos

O efeito de limpeza de um banho de chuva ainda é potencializado com os fins terapêuticos que ele apresenta. É evidente que se banhar com a água do céu não substitui qualquer tipo de tratamento psicológico, mas pode ser um complemento, em alguns casos. Entenda como ele atua:

1) Alívio do estresse e da tensão

Uma mulher relaxada.

fizkes de Getty Images Pro / Canva

Um banho de chuva é ideal para liberar o estresse e a tensão do corpo. Isso ocorre porque a água fria ativa os receptores da pele, que enviam mensagens ao cérebro para que ele tranquilize o corpo e a mente. Logo, o banho de chuva pode ser um aliado para amenizar estresse, tensão, ansiedade e tristeza.

2) Contato com a natureza

O contato com a natureza sempre é terapêutico. Ele nos auxilia a olhar para o mundo com mais calma, gentileza e gratidão, conectando-nos com energias positivas. Dessa forma, o banho de chuva nos coloca diante da água, que é sinônimo de vida. Como resultado disso, aumentamos o otimismo e a disposição.

3) Resgate do lado infantil

Você já reparou que tudo é divertido para as crianças? Um banho de chuva também pode ser, mesmo depois de crescer. Essa é uma forma de passar um tempo consigo mesma(o), dar risadas e esquecer os problemas do dia a dia. Durante o banho de chuva, você vai relembrar a sensação de se jogar em uma experiência diferente, sem se preocupar.

Como tomar um banho de chuva de forma segura

Agora que você sabe todos os benefícios de tomar um banho de chuva, é importante que você faça isso de forma segura. Veja quais são as nossas recomendações:

1) Escolha uma chuva leve

Uma garoa e, desfocados e ao fundo, prédios.

Olichel de pixabay / Canva

Ainda que a chuva traga muitos benefícios, ela pode desencadear acidentes. Então só tome banho de chuva quando estiver chovendo pouco. As tempestades são acompanhadas de raios, que são um alto risco para a sua saúde.

2) Fique em um local protegido

É fundamental tomar banho de chuva em um local seguro. Tome cuidado com pisos escorregadios e com superfícies irregulares, porque o seu momento de relaxamento pode virar um caos.

3) Evite beber a água da chuva

Por mais divertido que pareça, não beba água da chuva. Como vivemos em cidades poluídas, a água da chuva não é potável e pode conter componentes químicos prejudiciais para o corpo humano.

4) Aproveite um dia quenteUm homem tomando um banho de chuva.

mammuth de Getty Images Signature / Canva

Para evitar que o seu sistema imunológico sofra com uma chuva fria, o ideal é que você tome esse banho em um dia quente. Assim, será uma experiência refrescante e com poucas chances de te deixar resfriada(o) depois.

5) Vista roupas secas

Logo depois do banho de chuva, seque-se com uma toalha e vista roupas secas. É essencial que você faça isso para evitar que o seu corpo passe frio por muito tempo, o que pode resultar em problemas para a sua saúde.

A partir das informações apresentadas, você já sabe como tomar um banho de chuva benéfico para o seu corpo, para a sua mente e para o seu espírito. Aproveite a próxima tempestade para se renovar com segurança e responsabilidade, colhendo tudo que o céu pode lhe oferecer de positivo. Refresque-se!

Escrito por Eu Sem Fronteiras

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: COMO ADQUIRIMOS O SENSO DO BEM COMUM E DA CONSCIÊNCIA CIDADÃ?

O texto que estamos publicando nesta edição de quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL trás uma profunda REFLEXÃO sobre ética, moral e bons costumes, que são os pilares para uma boa e consistente formação do espiritual e do sagrado em nossa alma. Portanto convido você a ler, interpretar, refletir e fazer o seu juízo de valor acerca de bem comum e Consciência Cidadã. 

Bem Comum e Consciência Cidadã

Ilustração de cabeças humanas feitas de papel, uma ao lado da outra

Wildpixel / Getty Images / Canva

Isso não é problema meu! Tenho que cuidar da minha vida, não posso resolver os problemas do mundo.

Certamente você, em algum momento de sua vida, já se deparou, com pessoas que assumem atitudes de má vontade ou de falta de colaboração para resolução de um problema que está afetando sua vida. Essas pessoas perderam o senso do bem comum, se é que algum dia o tiveram.

Você também deve ter presenciado ou vivenciado situações nas quais você foi subestimado(a), desrespeitado(a), agredido(a). É possível que você tenha retrucado: por favor, me respeite eu sou um(a) “cidadã (o) de bem”. Ou ainda: fulano, você não pode tratá-lo(a) dessa maneira, ele(a) é um(a) cidadã(o) de bem.

Eu passei muitas vezes por várias situações dessas, a maioria delas no serviço público. Vamos refletir um pouco sobre isso?

O que podemos entender pela expressão “cidadão ou cidadã de bem”, considerando a sua utilização no cotidiano de nossas vidas? Habitualmente, utilizamos essa expressão quando nos referimos a uma pessoa de bom comportamento, isto é, que nunca cometeu um ato ilegal ou, ainda, uma pessoa trabalhadora, pacífica, que cumpre seus deveres no convívio em sociedade. Esse é um conceito próprio do senso comum.

Vamos aprofundar um pouco essa visão? O que é o bem, do ponto de vista da ética, ou seja, do campo da filosofia que tem como objeto os princípios e valores que orientam a ação humana?

Homem asiático de idade sorrindo e dando um joinha para a foto
DragonImages / Canva

Se procuramos na história da filosofia, desde a filosofia clássica até a contemporânea, encontraremos vários pensadores que elaboraram importantes reflexões sobre esse tema. Destaco aqui o filósofo Immanuel Kant (1724-1804) que situa a questão do bem e do mal no plano da razão pura. Para ele, a razão orienta o homem a agir de acordo com a lei moral, não de acordo com suas inclinações ou interesses individuais. Nesse sentido, o cumprimento do dever moral encerra uma profunda tensão entre nossos desejos pessoais e o que devemos fazer por respeito à lei moral. Assim sendo, a bondade humana é o resultado do agir virtuoso do homem, uma vez que dele exige esforço (vontade) e coragem para fazer valer a lei moral que obriga sua consciência a agir de forma correta. Nesse exercício de ação virtuosa, cada pessoa forma a sua consciência cidadã e cumpre o fim a que se destina porque, ao superar seu egoísmo, desenvolve a sua humanidade e reconhece a humanidade de seu semelhante.

Seguindo a mesma linha de raciocínio que estamos desenvolvendo até aqui, vamos aprofundar um pouco mais a ideia de bem, analisando a expressão “bem comum”. A palavra “comum” não tem aqui o significado de algo que é usual ou habitual. Refere-se a uma situação que ultrapassa a nossa individualidade, que nos coloca numa interação recíproca com outras pessoas. O bem comum, portanto, requer de cada indivíduo um esforço ainda maior para superar a tensão entre seu eu individual e o eu coletivo, uma vez que aqui se trata da coexistência de seres humanos com direitos e autonomia.

A esse respeito Kant afirma:

“Age de tal maneira que uses a humanidade tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como fim e nunca como meio.”

Essa afirmação kantiana deixa claro que a obediência à lei moral possibilita o respeito à dignidade da pessoa humana, ou seja, nenhum indivíduo deve tratar seu semelhante como coisa ou meio para a realização de seus desejos ou interesses próprios, manipulando-o ou coagindo-o a seguir sua vontade egoísta, inescrupulosa ou interesseira.

Homem apontando para si mesmo, em sinal de egoísmo
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Tomando como referência os pressupostos éticos da moral kantiana aqui apresentados, chegamos a um ponto extremamente delicado: como poderemos enfrentar o desafio de sermos e permanecermos “cidadãos e cidadãs de bem” num mundo onde predominam os interesses privados e a desvalorização do bem comum? De que forma poderemos transformar a nossa prática cotidiana, meramente individualista, na perspectiva do bem-estar de todos? Em outras palavras, o que faremos para cumprir o dever moral de nos tornarmos verdadeiramente humanos? Um desafio e tanto, você concorda comigo, meu caro leitor?

Kant nos orienta de forma magistral a enfrentarmos tal desafio. Cada pessoa deve exercitar, cotidianamente, em qualquer circunstância ou contexto, a sua “boa vontade”. Parece simples, mas não é. Sabe por quê? Justamente pelo fato de sermos humanos e, como tal, nem sempre dominarmos nossos instintos, impulsos, desejos e interesses. Por isso muitas vezes não fazemos o que devemos. O ideal do homem virtuoso proposto pelo filósofo Kant exige a prática ininterrupta da consciência esclarecida pela razão, da autocrítica e da boa vontade, principalmente quando se trata do bem comum.

Então o que podemos fazer? Penso que devemos ficar juntos, ou melhor, unidos pelo ideal da humanidade. Você pode achar tudo isso utópico, mas se realmente quisermos ser cidadãos ou cidadãs de bem, precisamos, em primeiro lugar, ter clareza dos fins e deveres morais que motivam a nossa vontade a agir de forma correta. Depois e sempre, cultivar a boa vontade, a cada dia de nossa vida e em qualquer circunstância, a tal ponto que o nosso bem represente o bem supremo, que é o bem de todos.

Concluo com uma provocação kantiana: “Um ser humano tem o dever de erguer-se da tosca condição de sua natureza, de sua animalidade cada vez mais rumo à humanidade (…) tem o dever de reduzir sua ignorância por meio da instrução e corrigir seus erros (…) um ser humano tem o dever de conduzir o cultivo de sua vontade à mais pura disposição virtuosa (…) esta disposição é perfeição interior moralmente prática.”

Não somos todos santos, mas podemos ser virtuosos. Um cidadão acima de qualquer suspeita.

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Estarmos o tempo todo dizendo: “Isso que eu estou tentando fazer é bom para todos ou eu estou sendo simplesmente egoísta nisto que eu estou fazendo?”. E aí eu incluiria também o egoísmo coletivo. É aquela ideia de que é a minha empresa que importa, o resto que se dane. É meu país que importa, o resto que se dane. Então é isso também. A gente olha ao redor da gente e começa a ver, por exemplo, o egoísmo coletivo de uma sociedade inteira que egoisticamente está tentando puxar todas as vantagens para si, esquecendo outros países, outras populações, outras pessoas, outros seres vivos.

O grande guia está dentro de nós.

Igualdade e diversidade

No momento em que nós estamos numa democracia, temos que ter diálogo de alta qualidade, em que os diversos entram no diálogo, têm pontos de vista até contrários. A gente fala até da polarização que existe e a gente pode manter a nossa posição. Mas se não quiser se engajar no diálogo, a gente jamais vai chegar ao bem comum.

Precisamos efetivamente de diversidade, de posições diferentes, mas todos pensando no bem comum. E isso leva a diálogos mais profundos, autênticos, que chegam às melhores soluções para todos.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL COMEÇA COM A DISCIPLINA

A Disciplina é o princípio básico para uma boa formação de qualquer indivíduo. Quando alguém é educado com disciplina, não importam os outros valores, já é meio caminho andado para um futuro promissor na verdadeira expressão da palavra. Disciplina significa limite. Uma pessoa bem educada conhece os limites que uma sociedade lhe impõe para a boa convivência com as outras pessoas. Iso é básico e extremamente essencial. Ao ler o texto completo a seguir você irá entender o que falo nessas exíguas linhas.

Desenvolvimento Pessoal: A disciplina e o comprometimento no seu projeto de estudo

Disciplina

Muitos de nós, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.

No entanto, disciplina é “a ordem que convém ao funcionamento regular de uma organização”, observação de preceitos ou normas”.

Nosso lar é a primeira organização da qual fazemos parte, e é aí, portanto, que deve começar a disciplina.

Sem dúvida, alguns de nós damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.

Talvez não o façamos com essa intenção, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.

Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que convêm ao bom funcionamento dessa organização chamada de lar.

Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e às vezes exageramos na dose, prejudicando a sua formação moral.

Alguns de nós criamos nossos filhos como se fossem príncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinando-lhes que só têm direitos, e nenhum dever.

Em contrapartida, passamos a eles a ideia de que nós, pais, só temos deveres e nenhum direito.

Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refeição, e o pequeno solicita nossa atenção, imediatamente largamos o prato e vamos atendê-lo.

Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar atenção ao outro lado da linha para ouví-lo.

Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.

Tem o direito a fazer suas refeições tranquilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Alguém fará tudo por ele.

Nossos filhos crescem. Envolvem-se numa outra organização a que chamamos sociedade, e aí começam os problemas.

Aqueles a quem ensinamos que só tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da infância e adolescência.

Quando saem no trânsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.

Não se importam se irão obstruir os cruzamentos, nos semáforos, impedindo a passagem dos outros, ou se irão atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a preferência.

Quando necessitam de algum processo junto aos órgãos competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos vêm sempre em antes.

É importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.

É importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.

Importante dar aos filhos responsabilidades desde a infância, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da família, etc.

E jamais devemos esquecer que o exemplo é a melhor forma de educação.

Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina não é necessária, observemos um veículo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.

Pense nisso!

Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.

Se queremos um trânsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.

Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obrigações, teremos uma sociedade harmoniosa.

Pense nisso, mas pense agora!

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro Desafios da educação, ed. Fráter.

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: NÃO NASCEMOS IMBUÍDOS DA HONRA, APRENDEMOS COM NOSSOS PAIS E AVÓS

Nesta quinta-feira escolhemos como destaque da coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL um tema de suma importância nos dias de hoje, quando as pessoas estão a cada dia mais voltadas para o seu próprio umbigo, muitas vezes ignorando valores imprescindíveis para o desenvolvimento pessoal e espiritual, como a “honra”. Um valor que não se nasce com ele, mas se aprende e se incorpora a própria personalidade quando ensinado na fase infanto-juvenil. Então convido você a ler esse texto maravilhoso, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Blog do Léo Lima: REFLEXÃO DO DIA - A HONRA TAMBÉM SE ENSINA

A honra também se ensina

É comum, em nossos dias, ouvirmos reclamações por parte de pessoas que se sentiram desrespeitadas em seus direitos.

É o médico que marca uma hora com o paciente e o deixa esperando por longo tempo, sem dar satisfação.

É o advogado que assume uma causa e depois não lhe dá o encaminhamento necessário, deixando o cliente em situação difícil.

É o contador que se compromete perante a empresa a providenciar todos os documentos exigidos por lei e, passados alguns meses, a empresa é autuada por irregularidades que esse diz desconhecer.

É o engenheiro que toma a responsabilidade de uma obra, que mais tarde começa a ruir, sem que ele assuma a parte que lhe diz respeito.

É o político que faz muitas promessas e, depois de eleito, ignora a palavra empenhada junto aos seus eleitores.

Esses e outros tantos casos acontecem com frequência nos dias atuais.

É natural que as pessoas envolvidas em tais situações, exponham a sua indignação junto à sociedade, e reclamem os seus direitos perante a justiça.

Todavia, vale a pena refletir um pouco sobre a origem dessa falta de honradez por parte de alguns cidadãos.

Temos de convir que todos eles passaram pela infância e, em tese, podemos dizer que não receberam as primeiras lições de honra como deveriam.

Quando os filhos são pequenos não damos a devida importância às suas más inclinações ou, o que é pior, as incentivamos com o próprio exemplo.

Se nosso filho desrespeita os horários estabelecidos, não costumamos cobrar dele a devida atenção.

Se prometem alguma coisa e não cumprem, não lhes falamos sobre o valor de uma palavra empenhada.

Ademais, há pais que são os próprios exemplos de desonra. Prometem e não cumprem. Dizem que vão fazer e não fazem. Falam, mas a sua palavra não vale nada.

É importante que pensemos a respeito das causas, antes de reclamar dos efeitos.

É imprescindível que passemos aos filhos lições de honradez.

Ensinar aos meninos que as filhas dos outros devem ser respeitadas tanto quanto suas próprias irmãs.

Ensinar que a palavra sempre deve ser honrada por aquele que a empenha.

Ensinar o respeito aos semelhantes, não os fazendo esperar horas e horas para, só depois, atender, como se estivéssemos fazendo um grande favor.

Enfim, ensinar-lhes a fazer aos outros o que gostariam que os outros lhes fizessem, conforme orientou Jesus.

* * *

Não há efeito sem causa. Todo efeito negativo, tem uma causa igualmente negativa.

Por essa razão, antes de reclamar dos efeitos, devemos pensar se não estamos contribuindo com as causas, direta ou indiretamente.

Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita Disponível no CD Momento Espírita, v. 5, ed. Fep

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O QUE SÃO REGISTROS AKÁSHICOS POR EDGAR CAYCE

Neste domingo selecionamos um texto muito importante e interessante no aprofundamento espiritual. São os Registros Akáshicos, segundo Edgar Cayce o conhecido visionário e espiritualista que nos deixou grande parte de suas experiências de vida e espiritual como aprendizado para a melhor compreensão do que acontece no estado etéreo. Por isso convido você a ler, refletir e fazer o seu juízo de valor! 

EDGAR CAYCE NOS REGISTROS AKÁSHICOS

registros akáshicos

Quando perguntado sobre a fonte de sua informação, Edgar Cayce respondeu que eram essencialmente duas. A primeira era a mente subconsciente do indivíduo para quem ele estava fazendo a leitura e a segunda eram os Registros Akáshicos.

Os Registros Akáshicos, também conhecidos como “O Livro da Vida” ou “Livro da Memória de Deus”, podem ser equiparados ao sistema de supercomputadores do universo – ou talvez o que hoje seria chamado de computação em nuvem. Eles são o depósito central de todos os informações para cada indivíduo que já viveu na Terra. Esses registros contêm todos os nossos pensamentos, ações, palavras, sentimentos e intenções. Eles têm uma tremenda influência em nossas vidas cotidianas, nossos relacionamentos, nossos sentimentos, nossos sistemas de crenças e o realidades potenciais que atraímos para nós. Edgar Cayce se referiu aos registros desta forma:

No tempo e no espaço estão escritos os pensamentos, as ações, as atividades de uma entidade – como nas relações com seus arredores, sua influência hereditária; conforme orientado – ou julgamento elaborado por ou de acordo com o ideal da entidade. Portanto, como tem sido freqüentemente chamado, o registro é o livro de recordação de Deus; e cada entidade, cada alma – como as atividades de um único dia de uma entidade no mundo material – ou faz o mesmo bem ou mal ou indiferente, dependendo da aplicação do eu da entidade…

— Edgar Cayce Reading 1650-1

Quando Cayce acessava os Registros Akáshicos de um indivíduo, ele tinha a capacidade de selecionar as informações que seriam de maior ajuda para aquela pessoa naquele momento específico de sua vida. Freqüentemente, uma leitura pode sugerir que apenas uma seleção do material disponível estava sendo fornecida, mas que o indivíduo estava recebendo o que seria “mais útil e esperançoso”.

Ao discutir o Livro da Vida, ele afirmou que era: “O registro de Deus, de ti, tua alma interior e o conhecimento do mesmo.” (281-33) Quando perguntado sobre a diferença entre o Livro da Vida e os Registros Akáshicos, ele explicou:

P. [O que significa] O Livro da Vida?
A. O registro que a própria entidade individual escreve na meada do tempo e do espaço, através da paciência – e é aberto quando o eu se sintoniza com o infinito, e pode ser lido por aqueles que se sintonizam com essa consciência…
P. O Livro das Memórias de Deus ?
R. Este é o Livro da Vida.
P. Os Registros Akáshicos?
A. Aqueles feitos pelo indivíduo, conforme indicado.

— Edgar Cayce Reading 2533-8

Cayce indicou que esses registros são mais do que apenas um depósito para o passado quando afirmou:

Sim, temos o corpo aqui, e o registro como foi feito e como pode ser feito com a vontade exercida, e a condição independente da influência ou efeito da vontade como foi criada. Temos condições que poderiam ter sido, que são, e que podem ser. Não confunda os três propósitos misturados ou cruzados de nenhum dos dois.

— Edgar Cayce lendo 304-5

Por que e como nossas vidas são afetadas pelos Registros Akáshicos? Esses registros conectam cada um de nós uns aos outros. Eles contêm a essência de cada símbolo arquetípico ou história mítica que já tocou profundamente os padrões de comportamento e experiência humanos. Eles têm sido a inspiração para sonhos e invenções. Eles nos atraem ou nos repelem uns dos outros. Eles moldam e moldam os níveis da consciência humana. Eles são uma porção da Mente Divina. Eles são o juiz imparcial e o júri que tentam orientar, educar e transformar cada indivíduo para se tornar o melhor que ele ou ela pode ser. Eles incorporam um conjunto em constante mudança de futuros possíveis que são chamados ao potencial à medida que interagimos e respondemos às circunstâncias de nossas vidas.

As leituras de Cayce sugerem que cada um de nós escreve a história de nossas vidas através de nossos pensamentos, nossas ações e nossas interações com o resto da criação. Esta informação tem um efeito sobre nós aqui e agora. De fato, os Registros Akáshicos têm um impacto tão grande em nossas vidas e nos potenciais e probabilidades que atraímos para nós que qualquer exploração deles não pode deixar de nos fornecer insights sobre a natureza de nós mesmos e nosso relacionamento com o universo.

Há muito mais em nossas vidas, nossas histórias e nossa influência individual sobre nossos amanhãs do que talvez tenhamos ousado imaginar. Ao acessar informações dos Registros Akáshicos, o banco de dados do computador do universo, muito pode ser revelado a nós. O mundo como o percebemos coletivamente é apenas uma sombra tênue da realidade.

Saiba mais sobre os Registros Akáshicos de Edgar Cayce nos Registros Akáshicos  de Kevin J. Todeschi.

Fonte: Edgarcayce.org

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DESENVOVIMENTO ESPIRITUAL: CONHEÇA A SUA ESSÊNCIA HUMANA E DIVINA

Um texto incrível, de uma sensibilidade e sabedoria poucas vezes vistas é o destaque da nossa coluna deste domingo DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL. O Eu aparente e o Eu real é uma daquelas obras comparáveis ao Sermão da Montanha, que veio para esclarecer qual é a nossa essência enquanto seres humanos e divinos. Portanto convido você a ler o texto a seguir completo, refletir e fazer o seu juízo de valor.

O EU APARENTE E O EU REAL – por Sry Aurobindo

– Por Sry Aurobindo –

Este é o teu trabalho e a meta de teu ser e a razão de estares aqui, para tornar-te o divino super-homem e um perfeito receptáculo da Divindade. Tudo o mais que tens que fazer é somente uma preparação para te aprontares, ou uma alegria no caminho, ou um declínio de teu propósito. Mas a meta é esta, e o propósito é este e não no poder do caminho e na alegria do caminho, porém na alegria da meta está a grandeza e o deleite de teu ser. A alegria do caminho é porque aquilo que te está atraindo está também dentro de ti, na tua senda, e o poder para galgar te foi dado, para que possas escalar até tuas próprias culminâncias.

Se tu tens um dever, este é teu dever; se tu perguntas qual será tua meta, que esta seja tua meta; se tu careces de prazer, não existe maior alegria, pois toda outra alegria é fragmentada ou limitada, a alegria de um sonho, ou a alegria de um sono ou a alegria do auto esquecimento. Mas esta é a alegria de teu ser inteiro.

Porque, se tu dizes que é meu ser, este é teu ser, o Divino, e tudo mais é apenas sua aparência pervertida e fragmentada. Se procuras a Verdade, esta é a Verdade. Coloque-a diante de ti, e em todas as coisas sê fiel a ela.

Disse bem alguém que viu, mas através de um véu, e tomou o véu pela face, que tua meta é a de te tornares tu mesmo; e ele disse bem, outra vez, que é da natureza do homem transcender a si mesmo. Esta é, na verdade, sua natureza, e esta é, na verdade, a meta divina de sua transcendência.

O que é, então, o eu que tu tens de transcender? E o que é o Eu que tu tens de te tornar? Porque é aqui que tu não deverias fazer nenhum erro; pois esse erro, de não te conheceres a ti mesmo, é a fonte de todas as tuas tristezas e a causa de todos os teus tropeços.

Isso que tu tens de transcender, é o eu que tu aparentas ser, e isso é o homem como tu o conheces, o aparente Purusha*. E o que é este homem? Ele é um ser mental, escravizado à vida e à matéria; e quando não está escravizado à vida e à matéria, ele é o escravo de sua mente. Mas essa é uma escravidão grande e pesada, porque ser escravo da mente é ser escravo do falso, do limitado e do aparente.

O Eu que tu tens de te tornar é aquele Eu que tu és dentro, por trás do véu da mente e da vida e da matéria. É ser o espiritual, o divino, o super-homem, o real Purusha. Porque aquilo que está acima do ser mental é o super-homem. E ser o senhor de tua mente, de tua vida e de teu corpo é ser um rei sobre a Natureza, de quem és agora um instrumento, é revelar-se acima dela, que agora te tem sob seus pés. É ser livre, e não o escravo; é ser uno, e não dividido; é ser imortal, e não sombreado pela morte; é ser pleno de luz, e não obscurecido; é ser pleno de bem-aventurança, e não um joguete de tristezas e sofrimentos; é ser exaltado ao poder, e não lançado dentro da fraqueza. É viver no Infinito e possuir o finito. É viver em Deus e ser uno com Ele em seu ser. Tornar-te tu mesmo é ser isso e tudo que flui disso.

Sê livre em ti mesmo e, portanto, livre em tua mente, livre em tua vida e em teu corpo. Porque o Espírito é liberdade.

Sê uno com Deus e com todos os seres; vive em ti mesmo, e não em teu pequeno ego. Porque o Espírito é união.

Sê tu mesmo imortal e não ponhas tua fé na morte; porque a morte não é de ti mesmo, mas de teu corpo. Porque o Espírito é imortalidade.

Ser imortal é ser infinito em ser e consciência e bem-aventurança; porque o Espírito é infinito, e aquilo que é finito vive apenas de sua infinitude.

Estas coisas tu és, portanto tu podes tornar-te todas elas; mas se tu não fores estas coisas, então tu não podes nunca te tornar nelas. O que está dentro de ti, isso somente pode ser revelado em teu ser. Tu aparentas, na verdade, ser diferente, mas por que razão deverias te escravizar às aparências?

Melhor erguer-te, transcender a ti mesmo, tornar-te tu mesmo. Tu és homem, e toda a natureza do homem é tornar-se mais que ele mesmo. Ele era o homem-animal, ele tem que se tornar mais que o animal-homem. Ele é o pensador, o artesão, o que busca a beleza. Ele será mais que o pensador, ele será o vidente do conhecimento, ele será mais que o artesão, ele será o criador e o senhor de sua criação; ele será mais que aquele que busca a beleza, porque desfrutará de toda a beleza e de todo o deleite… No físico, ele procura por esta substância imortal; no vital, ele busca a vida imortal e o infinito poder de seu ser; no mental, e parcialmente em conhecimento, busca a luz total e a completa visão.

Possuir isso é tornar-se o super-homem; porque ele tem que se erguer acima da mente até a super-mente. Chame-a de mente ou Conhecimento, ou de Super-mente; é o poder e a vontade divina e a divina consciência. Pela Super-mente o Espírito viu e criou a si mesmo em mundos; por ela, ele vive neles e governa-os. Por ela, ele é Swarat**, o soberano de si e de tudo.

Viver no Ser Divino e deixar que a consciência e a ventura, a vontade e o conhecimento do Espírito te possuam e brinquem contigo e através de ti, este é o significado.

Esta é a transfiguração de ti mesmo na montanha. É descobrir Deus em ti mesmo e revelá-Lo a ti mesmo em todas as coisas. Vive em seu ser, brilha com sua luz, age com seu poder, regozija-te com sua ventura. Sê esse Fogo e esse Sol e esse Oceano. Sê essa alegria, essa grandeza e essa beleza.

(Texto extraído do excelente livro “Sabedoria de Sry Aurobindo” – Editora Shakti – 1999.)

Fonte: IPPB
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: PATAMAR DE EQUILÍBRIO OU NÍVEL CONSCIÊNCIAL?

O texto de hoje, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL trata dos diversos patamares de equilíbrio em que cada um de nós está. O que é loucura para uns pode ser a coisa mais normal para outros, como os diversos exemplos citados no texto “Qual é seu patamar de equilíbrio?”. O que o autor José Sergio chama de patamar de equilíbrio eu chamo de “nível consciencial”, que pode ser mais elevado ou menos elevado de acordo com as experiências vividas por cada um. Convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Qual o seu patamar de equilíbrio?

Em minha visão diante do mundo, a saúde é um equilibrio relativo ao nivel ou patamar de cada um. Um equilibrio possivel para que a vida possa ser vivida e as novas lições aprendidas.

Para uma pessoa que usa uma protese, por exemplo e anda mancando, este é seu nivel de equilibrio que lhe permite viver. Outro exemplo é um morador de rua que ja se acostumou com o local, sabe onde conseguir alimentos e ja tem um rotina de sobrevivencia, que embora seja sofrida, para ele parece uma coisa normal.

Ou ainda, um executivo com uma rotina cara, carros de luxo, agenda lotada e sem tempo para certas coisas que consideramos fundamentais.

Ou um artista descolado que vive a vida de cidade em cidade apresentando seu espetáculo e acha normal morar cada dia em um lugar e nao ter nehuma propriedade…

Um carro antigo faz lentamente uma curva acentuada na estrada, enquanto que um possante passa por ele voando e faz a mesma curva com o dobro da velocidade e com o piloto sorrindo e cantando descontraidamente segurando o volante com uma só mão.

O possantre e seu piloto estão em outro nivel, e o que o motorista do carro velho chama de loucura, o piloto do possante acha a coisa mais normal.

Cada um procura se equilibrar no seu nivel para viver de forma “normal”, de acordo com seus recursos e suas necessidades, e o que é normal para ele pode ser estranho para outro, que tem diferentes necessidades.

Seu Nivel mais elevado

Um Monge na india, está em um nivel muito elevado e tem poucas necessidades pessoais e muita necessidade de servir aos demais. Para isso ele tem um corpo, uma mente e um espirito em determinado nivel de equilibrio, o que faz ele achar normal viver experiencias que outros consideram loucura e devaneio.

Ouvi de um mestre que a unica coisa que pode mudar seu patamar é um novo conhecimento colocado em pratica, que lhe permitirá dar um pequeno salto, e a partir daí galgar um novo grau de equilibrio fisico, mental, emocional e espiritual.

Se queremos melhorar nosso nivel precisamos nos esforçar. E com a pratica vem a ousadia, que nos leva a desejar saltar para outro nivel, que antes destes conhecimentos nem sabiamos que existiam.

E não adianta esperar um tempo bom, pois a oportunidade é agora, enquanto estamos tentando equilibrar nossos malabares, pois mais adiante talvez nao precisemos mais destes conhecimentos, e pode ser que eles sejam justamente a chave que buscamos para equilibrar nossa vida e saltar para outro patamar.

Abraços a todos,

João Sérgio.

Fonte: Leve Consciência

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: BEM AVENTURADOS OS POBRES DE ESPÍRITO, REFLEXÃO

A nossa REFLEXÃO desta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL é sobre um trecho do milenar e enigmático “Sermão da Montanha”, acerca de: bem aventurados os pobres de espírito, proferido por Jesus Cristo e que até hoje a grande maioria das pessoas não entendeu o seu profundo significado. Portanto convido você a ler o texto completo a seguir, pois explica pormenorizadamente o real significado da enigmática frase.

Entenda cada uma das bem-aventuranças

Bem aventurados os pobres de espírito

Durante o sermão da montanha, o mestre Jesus afirmou: “bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.”

Ainda hoje muito se fala sobre tal ensinamento.

Eis que grande interesse desperta em todos os que tomaram conhecimento dos ensinos de Jesus.

No entanto, tal ensino, como tantos outros, resta ainda incompreendido pelos homens.

O que, afinal, o mestre pretendia proclamar?

Jesus proclama que Deus quer espíritos ricos de amor e pobres de orgulho.

Os espíritos ricos são aqueles que acumulam os tesouros que não se confundem com as riquezas da terra.

Seus bens não são jamais corroídos pelas traças, tampouco podem ser subtraídos pelos ladrões.

Os “pobres de espírito” são os que não têm orgulho.

São os humildes, que não se envaidecem pelo que sabem, e que nunca exibem o que têm.

A modéstia é o seu distintivo, porque os verdadeiros sábios são aqueles que têm idéia do quanto não sabem.

Por isso a humildade é considerada requisito indispensável para alcançar-se “o reino dos céus”.

Sem a humildade nenhuma virtude se mantém.

A humildade é o propulsor de todas as grandes ações em todas as esferas de atuação do homem.

Os humildes são simples no falar.

São sinceros e francos no agir.

Não fazem ostentação de saber, nem de santidade.

A humildade, tolerante em sua singeleza, compadece-se dos que pretendem afrontá-la com o seu orgulho.

Cala-se diante de palavras loucas.

Suporta a injustiça.

Vibra com a verdade.

A humildade respeita o homem não pelos seus haveres, mas por suas reais virtudes.

A pobreza de paixões e de vícios é a que deve amparar o viajor que busca sinceramente a perfeição.

Foi esta a pobreza que Jesus proclamou: a pobreza de sentimentos baixos, representada pelo desapego às glórias efêmeras, ao egoísmo e ao orgulho.

Há muitos pobres de bens terrenos que se julgam dignos “do reino dos céus”, mas que, no entanto, têm a alma endurecida e orgulhosa.

Repudiam a Jesus e se fecham nos redutos de uma fé que obscurece seus entendimentos e os afasta da verdade.

Não é a ignorância nem tampouco a miséria que garantem aos seres a felicidade prometida por Jesus.

O que nos encaminha para tal destino são os atos nobres, embasados na caridade e no amor incondicional.

Precisamos, também, adquirir conhecimentos que nos permitam alargar o plano da vida, em busca de horizontes mais vastos.

Pobres de espírito são os simples e nobres.

Não os orgulhosos e velhacos.

Pobres de espírito são os bons que sabem amar a Deus e ao próximo, tanto quanto amam a si próprios.

São aqueles que observam e vivem as leis de Deus.

Estudam com humildade.

Reconhecem o quanto ainda não sabem.

Imploram a Deus o amparo indispensável às suas almas.

Era a respeito desses homens que o Mestre Nazareno, em Suas bem-aventuranças, estava se referindo.

Muitos são os que confundem humildade com servilismo.

Ser humilde não significa aceitar desmandos e compactuar com equívocos.

Ser humilde é reconhecer as próprias limitações, buscando vencê-las, sem alarde, nem fantasias.

É buscar, incansavelmente, a verdade e o progresso pessoal, nas trilhas dos exemplos nobres e dignos.

Pense nisso.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo denominado “Pobres de Espírito e Espíritos Pobres”, do livro Parábolas e Ensinos de Jesus, de Cairbar Schutel.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: ALCANÇANDO A MASSA CRÍTICA, POR VITAL FROSI

Uma mensagem muito importante e alentadora de Vital Frosi é o destaque deste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL. Ele anuncia que fim dos dias de dor e sofrimento está próximo, quando entraremos num novo ciclo em direção a luz. Convido você a ler o texto completo a seguir e expandir um pouco mais sua consciência.

Massa crítica alcançada

Silhueta de homem de costas com os braços abertos durante por do sol

avi_aci / pixabay / Canva

Amados! Nenhum esforço é em vão! Cada alma, ao se juntar num propósito mais elevado, multiplica por mil as possibilidades. Então você que se uniu ao grupo na Grande Meditação de 21-12-1, não foi mais um, mas multiplicou por mil a energia das intenções colocadas ali.

Como número de participantes, sim, você foi mais um, e juntos atingimos a massa crítica mínima de 144 mil participantes. Pouco mais de uma hora após o término da meditação, já podemos saber o resultado positivo obtido.

Isso possibilita que tudo seja mais breve e mais suave. Agora, tudo vai se acelerar ainda mais. As intenções colocadas nesta meditação se manifestarão em breve e a humanidade, como coletivo, será beneficiada, pois, graças à sua contribuição e à sua escolha, o domínio das sombras será abreviado. A humanidade finalmente terá um pouco de paz ainda antes do Evento. Estamos indo para os dias finais da Velha Terra. Na matemática do Criador, quem dá tem crédito. Você, que se doou hoje e em outras oportunidades, certamente receberá os bônus de acordo com o seu trabalho.

Quando dizemos que a Luz venceu é porque nos planos mais elevados, ela já se materializou. É como a trovada que já é certa após o relâmpago, mesmo que o seu troar ainda não tenha sido ouvido. A meditação de hoje foi o relâmpago. Tenha certeza de que a trovoada virá em breve. A LUZ VENCEU!

Gratidão pela companhia nesta existência atual, a mais importante e incrível de todas as que tivemos aqui neste lindo Planeta Azul.

Eu sou Vital Frosi e estamos juntos até depois de final!

Abraços de Luz!

Escrito por Vital Frosi
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SAIBA COMO MANTER ATITUDES QUE TRAGAM EQUILÍBRIO AO LONGO DO SEU DIA

O texto que você vai ler hoje, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL é de extrema importância, pois trata dos diversos tipos de Yoga fora do tapetinho, ou seja, da prática milenar que vai, aos poucos, se incorporando ao seu dia a dia e que pode lhe ajudar a resolver seus problemas nos momentos de dificuldade durante o dia, dai a expressão “Yoga fora do tapetinho”.

Yoga fora do tapetinho: como manter atitudes que tragam equilíbrio?

Tapetes de Yoga em evidência e uma pessoa praticando yoga ao fundo

Traitov / Getty Images Pro / Canva

Tudo na vida pode ser uma experiência na prática filosófica do yoga. Ao expandir o olhar sobre a vida você já está levando o yoga para além do tapetinho, transformando e aprendendo com os acontecimentos do cotidiano. A prática completa, ou seja, não apenas as posturas, mas a respiração, a meditação e o estudo vão trazendo clareza e discernimento para alterar desde pequenos hábitos até a visão do mundo.

Enquanto yoga em cima do tapetinho, realizamos posturas que gostamos e outras que, ainda que exijam mais adaptações, precisamos para a saúde do corpo e da mente. Essas posturas mais difíceis mostram onde precisamos evoluir tanto no corpo físico quanto na identificação de bloqueios mentais. Eu, particularmente, trabalho o medo das posturas invertidas, o que é interpretado como o meu mundo organizado virar de ponta-cabeça, mas tenho facilidade com torções, que simbolizam a abertura para ver outras direções a seguir. Ainda em cima do tapete, o relaxamento e a meditação nos trazem a observação interna: como respiro? Como me sinto? Consigo controlar meus pensamentos?

Mulher em cima de tapete de yoga praticando uma posição
AndiP / Pixabay / Canva

Então passamos para o que é a prática do yoga fora do tapetinho. Aí entram os ramos do yoga, como o karma yoga, e a prática de agir com compaixão, sem esperar ser recompensado ou reconhecido. Há ainda o jñána yoga, o autoconhecimento, no qual analisamos “quem sou eu” e buscamos o conhecimento, a leitura e o autoestudo. O bhakti yoga nos traz o yoga devocional, no qual honramos as forças da natureza e percebemos nossa divindade interior.

Para além dos ramos, a prática do yoga fora do tapetinho envolve ter em mente suas atitudes de forma equilibrada. Você não está proibido de perder a paciência, mas não adianta evoluir na sua prática de meditação e quando abrir os olhos, ignorar como funcionam seus padrões mentais e manter os hábitos que geram ansiedade, raiva e tristeza. Não se trata de buscar uma positividade forçada. Hoje em dia alertamos muito sobre a positividade tóxica, mas é exatamente ter consciência do equilíbrio das emoções, permitir-se tirar um dia para relaxar e não praticar ou para observar seu comportamento sem julgamentos.

Portanto yoga fora do tapetinho significa cuidar de si mesmo, não insistir em relações destrutivas, em alimentos não saudáveis ou em comportamentos intolerantes, por exemplo. Observe quando as consequências dos seus atos lhe incomodam. Ao praticar yoga fora do tapetinho, você vira agente de sua própria transformação.

Escrito por Ale Fiori
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: UMA VISÃO DA PSICOLOGIA ANALÍTICA DA RELIGIOSIDADE SOBRE A PSIQUE

Nesta edição da coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL temos um artigo científico retirado do site do Instituto Freedom, cujo objetivo é mostrar a importância da religiosidade na psique humana, analisada sob o quadrante das dimensões psíquica, espiritual, física e social. Carl Gustav Jung (1990) aplica o termo “numinoso” para compreender o aspecto psicológico da religião em si, que por sua vez designa a atitude particular de uma consciência transformada pela experiência do numinoso. Leia o texto completo a seguir e entenda como tudo isso acontece!

A IMPORTÂNCIA DA RELIGIOSIDADE NA PSIQUE

Publicado por Instituto freedom 6 de dezembro de 2021

 

A Psicologia Analítica defende a ideia de que o Homem deve ser analisado como um todo. Essa totalidade presente em cada ser humano é dividida em quatro valorosas dimensões, segundo Melgoza (2009):

  • Dimensão Psíquica;
  • Dimensão Espiritual;
  • Dimensão Física;
  • Dimensão Social.

Conforme os estudos desenvolvidos pelo psicólogo Dr. Julian Melgoza (2009), a dimensão psíquica envolve os conteúdos conscientes, inconscientes pessoais e coletivo do psiquismo. As questões da religião, da religiosidade e da crença da existência de um ser superior que nos move, consistem na dimensão espiritual que é inerente ao ser humano. A dimensão física abrange pontos significativos como a saúde corporal e a busca por uma qualidade de vida. O equilíbrio da mente e a construção de pensamentos nos remete a compreensão da dimensão mental do ser humano.

Na realidade é a mente, que consiste na consciência que o ser humano tem de si mesmo e da própria vida que vai modelar a qualidade do corpo, da organização energética e a qualidade da evolução da alma como um todo (MELGOZA, 2009).

De acordo com Sabbag (2006), a religião nos remete ao termo “religar”, ligar de novo, e consiste na crença da existência de uma força ou forças sobrenaturais, manifestando essa crença através de rituais específicos.

Segundo Carl Gustav Jung (1990), a religião constitui uma das expressões mais antigas e universais da alma humana, subentende-se que todo tipo de Psicologia que se ocupa da estrutura psicológica da personalidade deve pelo menos constatar que, a religião, além de ser um fenômeno histórico-social, é também assunto de extrema importância para grande número de pessoas.

A religião exerce grande influência na dimensão psicológica, deixando de ser apenas um apanhado de regras, um conjunto de mandamentos e leis, mensagens de otimismo, esperanças e princípios eternos que ligam supostamente o ser humano a Deus ou a um ser superior, para ser um instrumento de grande valor para a formação do indivíduo enquanto ser “social” (SABBAG, 2006).

A partir das ideias de Carl Gustav Jung (1978), podemos concluir que dessa forma, a Fé – o ato de crer em alguém ou algo – não se baseia apenas somente no sentido espiritual, onde o objetivo da religião é proporcionar a “salvação” para a alma, mas também nos desenvolvimentos do humano enquanto ser social, moral, físico e mental.

Jung (1978), afirma que não existe experiência possível sem uma consideração reflexiva, pois esta experiência constitui um processo de assimilação, sem o qual não há compreensão alguma, ou seja, a experiência é o fruto do processo de reflexão.

A religião é considerada por Carl Gustav Jung uma função psicológica cujo objetivo principal é compreender a relação do ego com o self, que pode ser comparada com a relação entre o humano e o divino (Homem e Deus) (SILVEIRA, 1981).

Conforme os estudos elaborados por Nise da Silveira (1981), uma das grandes descobertas de Jung se refere à máxima de que na maioria de seus casos clínicos, a cura foi alcançada através de experiências religiosas de qualquer espécie.

Segundo Jung (1978), o termo religião não nos remete a nenhuma denominação ou instituição de forma específica, mas sim o contexto da espiritualidade que é verdadeiramente expressa no contexto da religiosidade vivida pela pessoa em si.

Jung (1978), nos aponta que as ações religiosas são inerentes a todo ser humano esteja ele adepto ou não a alguma crença, ou seja, a religião está por natureza inseparavelmente ligada ao ser humano.

Os símbolos, cultos e rituais da religião em si, carregam uma função transcendente com o objetivo de unir os conteúdos conscientes e inconscientes do psiquismo humano. Através dessa linha de pensamento é possível chegar ao ponto máximo da Psicologia Analítica Junguiana: A Individuação (JUNG, 1990).

Segundo Hall e Norbdy (1980), a individuação é um processo onde o ser humano passa de um estado infantil de identificação para um estado maior de diferenciação, que leva a uma ampliação da consciência. Pelo caminho da individuação, o indivíduo se identifica menos com os valores impostos pelo meio social e passa a ter mais identificação com o self (si mesmo), a totalidade.

Para Jung (1990), a conscientização dessa totalidade é a principal meta do desenvolvimento do psiquismo. Devemos buscar essa individuação, essa iluminação através do processo do autoconhecimento.

Um dos passos necessários para a individuação é a assimilação das quatro funções psicológicas definidas por Jung (2013):

  • Sensação;
  • Pensamento;
  • Intuição;
  • Sentimento.

Carl Gustav Jung (1990) aplica o termo “numinoso” para compreender o aspecto psicológico da religião em si:

[…] existência ou fato dinâmico não causados por um ato arbitrário. Pelo contrário, o efeito se apodera e domina o sujeito humano…Qualquer que seja sua causa, o numinoso constitui uma condição do sujeito, e é independente de sua vontade. (p.65).

Para Jung (1990), o numinoso pode ser uma propriedade de um objeto visível, ou um influxo de uma presença invisível, que produzem de fato uma modificação especial na consciência. Em muitos casos, esse fator da numinosidade se aplica a um termo de muito destaque em relação à religiosidade e as manifestações da fé, denominado processo de conversão.

Portanto, de acordo com Jung (1978), o termo religião designa a atitude particular de uma consciência transformada pela experiência do numinoso.

Evandro Rodrigo Tropéia / Instituto Freedom

CRP: 06/143949

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

JUNG, C.G., Estudos Alquímicos, Petrópolis: Vozes, 1990.

Psicologia e Religião. Obras completas de C. G. Jung, v. 11/1. Vozes, Petrópolis, 1978.

Tipos Psicológicos. Obras completas de C. G. Jung. Vozes, Petrópolis, 2013.

SABBAG, D.C. Dicionário Bíblico. Um guia de estudos e entendimento do livro dos livros, Difusão Cultural do Livro, São Paulo, 2006.

SILVEIRA, N. Jung: vida e obra / Nise da Silveira – 7- ed.– Rio de Janeiro Paz e Terra, 1981.

HALL C.S. e NORDBY V. J. Introdução à Psicologia Junguiana, São Paulo, Cultrix, 1980.

MELGOZA, J. Mente Positiva: Como desenvolver um estilo de vida saudável / Julian Melgosa: Tradução Lucinda dos Reis Oliveira – Tatuí – SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009.

Fonte: Instituto Freedom

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: EVOLUÇÃO SIGNIFICA TREVAS, DOR, SOFRIMENTO, SABEDORIA E FINALMENTE LUZ

O curto texto “Evoluindo”, a seguir, retrata tudo que você, eu ou qualquer um de nós já passou, está passando ou vai passar um dia nessa trajetória evolutiva espiritual. É um caminho que começa com trevas, muita dor e sofrimento, mas que, aos poucos, se transforma em serenidade, paz, mansidão, sabedoria e muita, mas muita luz. Então convido você a ler esse belo texto de autor desconhecido e expandir um pouco mais a sua consciência.

Evoluindo

 em 

 

Todos somos luz e estamos em processo evolutivo. Já disseram que crescer dói. Para sair do casulo é preciso quebrar a barreira, e esta é uma tarefa solitária porque somente nós nos conhecemos profundamente. Sempre vai valer à pena!

“Você sentirá dor. Você vai duvidar de si mesmo mil vezes. Eles vão te dizer que você está ficando louco.

Você perderá amigos. Sua família, às vezes, não vai te entender. As pessoas vão te odiar sem motivo. Você desenvolverá hábitos estranhos. Vai lutar com seus monstros : medo, ego e ignorância.

Não vai se importar com o que outros pensam de você. Você vai sentir que não se encaixa neste mundo. Se tornará terrivelmente seletivo, será deixado aos poucos sozinho. Mas vai valer a pena!

Ninguém acende fantasiando figuras de luz, mas se fazendo ciente da escuridão que nos rodeia e que habita em nós. O verdadeiro despertar espiritual não é uma carícia, mas sim um balde de água fria.

De que serviria para você acariciar seu ego, com sussurros, fantasias ou anseios? Quando o que você precisa é de um chacoalhão forte para assimilar realmente o que é a vida.

O verdadeiro despertar espiritual é um processo de destruição. É o desmoronamento de tudo o que você não é!” (autor desconhecido)

Luz e Paz!

Fonte: Sabedoria Universal

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A AUTOCRÍTICA É IMPORTANTE, MAS ATÉ CERTO PONTO

Por medo de errar as pessoas não tentam nem executam as coisas que poderiam transformar suas vidas e a vida dos outros e dessa forma perdem as melhores oportunidades de suas vidas. Sem a tentativa e erro ninguém, repito, ninguém vai a lugar nenhum e passa a vida toda patinando, não evoluem e sendo assim desperdiçam o que de mais precioso têm em suas vidas: o tempo!

Crítica por medo de errar

Você tem medo de errar? Se critica demais?

Confesso que eu já tive muito medo de errar!

Isso porque, afinal, quando erramos, somos geralmente criticados e podemos nos sentir inseguros a respeito da nossa competência.

Algumas vezes, eu tinha a impressão de que não era “boa o suficiente”, e lá vinham meus pensamentos cheios de críticas a meu respeito. E sem que notasse, começava a abraçar a culpa, por achar que talvez não fosse merecedora daquilo que estava buscando. E a culpa era toda minha, eu achava.

Perdia o foco do meu objetivo e só pensava nas minhas possíveis imperfeições. Me cobrava uma espécie de maestria, de perfeição que eu supunha ter que possuir. E o desanimo tomava conta de mim.

Naquele tempo, eu não tinha me dado conta de que o meu erro era apenas uma parte do caminho para chegar ao acerto! Era um aprendizado e fazia parte do meu movimento evolutivo! Meu erro era um ajuste de rota!

Me dei conta de que em uma tentativa, existem vários aprendizados, tais como:

Descobrir a minha melhor forma, adquirir experiência para perceber o melhor momento para agir, poder reavaliar o percurso e encontrar novas estratégias e assim ter mais força e conhecimento na próxima tentativa, etc.

Descobri que o fracasso de uma tentativa pode se tornar o nosso maior impulso! Pode ser uma poderosa motivação quando percebemos outras possibilidades!

Se você se critica muito, certamente tem receio de cometer erros e isso pode paralisar seu progresso!

Procure usar uma ótica positiva para enxergar a questão! E lembre-se de que não existe um jeito perfeito para fazer as coisas! Existe o seu jeito! O que você pode fazer!

Assim, vai descobrir e valorizar muito mais o poder de sua vontade! E notará também, que assim que conseguir materializar o seu desejo, na sequência perceberá um novo horizonte a desbravar!

Fonte: Rashuah

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SAIBA COMO SER POSITIVO APESAR DA TRAGÉDIA DA PANDEMIA

O texto a seguir é uma dose cavalar de injeção de ânimo e positividade numa época de tanto sofrimento e dor para toda a humanidade, diante da nova e cruel realidade do coronavírus e da quarentena, que não poupa ninguém, independente de classe social, riqueza, cor, raça, sexo, idade ou religião. Ele foca no lado bom de toda essa tragédia e nos mostra que temos uma imensa oportunidade de transformação, amadurecimento, crescimento e evolução espiritual.

CORONAVÍRUS E QUARENTENA: COMO SER POSITIVO NESTA NOVA REALIDADE

Apesar de toda dor e sofrimento, temos uma grande oportunidade de transformação

Coronavírus e quarentena: como ser positivo nesta nova realidade

 

O mundo em que vivemos não é mais o mesmo e não há nada que possamos fazer para mudar isso. No entanto, me pergunto como posso interagir com esta nova realidade de forma positiva? Apesar de toda dor e sofrimento, digo que nem tudo é tão ruim quanto parece e é possível ser positivo.

Você, por acaso, conhece a expressão idiomática inglesa “Always look on the bright side of life”? Na livre tradução, significa que podemos sempre escolher “ver o lado positivo da vida”. E isso não é ser Poliana.

Reflita:

  • Você já parou para pensar na grande oportunidade que os habitantes da Terra estão tendo de poder respirar um ar mais puro?
  • Já se deu conta como os animais estão felizes por poder circular livremente sem que nós, seres humanos ADULTerados, sigamos interferindo em seu habitat?
  • Já imaginou quando foi que a última geração de chineses pôde observar o céu azul em Pequim?

TEMPO DE TRANSFORMAÇÃO E CRESCIMENTO PESSOAL

Pode parecer um contrassenso, mas sinto que a Terra está feliz em respirar novamente. Percebo que ela nos convida a uma grande transformação para que nós, enquanto corpo da Terra, possamos também respirar neste novo tempo.

Tudo está em transformação – e para melhor, ainda que nós, por hora, não consigamos perceber isso. É assim com tudo o que nos acontece.

Tudo o que chega até nós é para o nosso crescimento pessoal e isso não sou eu quem está dizendo, mas Vishen Lakhiani, fundador da Mindvalley, uma empresa inovadora de educação do nova era.

“Tudo na vida deve ser um veículo para o seu crescimento pessoal!”. É simples assim.

Porém, faço uma importante ressalva. Este ‘crescimento pessoal’ não tem NENHUMA aliança com o Ego, pois, em última instância, como sabiamente nos conta Neale Donald Walsch, autor do best-seller “Conversando com Deus”:

“O propósito da sua vida não é você. O propósito da sua vida são todos aqueles a quem você toca”.

QUAL O PROPÓSITO DA EXISTÊNCIA

Te convido a refletir sobre isso. Te convido a refletir sobre o propósito da existência!

  • Qual será a empresa ou profissional que terá espaço neste novo tempo?
  • Será que são aqueles que só olham para seu próprio umbigo?
  • Ou será que são aqueles que estão genuinamente comprometidos e atentos ao seu semelhante?

Particularmente, acredito que estamos sendo convidados a reconhecer a raça humana enquanto UNIDADE consciencial. Somos um só corpo com o Planeta Terra, assim como demonstrado no filme Avatar.

Essa é a grande transformação a que estamos sendo convidados. Nos reconhecermos como um só corpo e passar a cooperar com o todo. Nosso Planeta está cansado dessa voracidade que a tudo consome.

  • Para que serve isso tudo?
  • Quem seremos nós neste novo mundo?
  • Quem você escolhe ser neste novo tempo?
  • Será que você está pront@ para se despedir do seu antigo eu?

Como nos diz Lakhiani, nesta realidade, somos acometidos por momentos Kensho e momentos Satori, em que Satori implica em crescimento por ideias repentinas e Kensho, crescimento por dor momentânea.

É assim que esta realidade funciona. Estamos sendo convidados a nos despedir amorosamente dela. Sem sofrimento. Sem dor.

Apenas para pontuar, a dualidade não é assim. Ela segrega, divide, intriga.

A coisa é que, para o Ser, tudo é unidade. E dualidade não é unidade, pois a consciência nada exclui. Ela na realidade tudo inclui sem julgamentos. Quando algo é leve pra você. Na total permissão.

Traga com suavidade e expansão para o seu corpo essa escolha natural. Uma escolha totalmente espontânea tal qual uma criança sem traumas. Não há qualquer complicação ou motivo para dúvidas. É simples assim.

VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA TRANSFORMAR-SE?

Agora, por favor, levante-se e dê um passo a frente rumo ao seu novo eu. Baixe todas as barreiras e se pergunte:

  • Como será a minha vida daqui cinco anos se eu escolher este novo tempo?
  • Se meu corpo expandir, será leve para atualizar minha própria vida?
  • Como me sinto quanto a essas transformações?

Se você sentir alegria, você está pronto para dar esse passo. Logo, é só escolher conscientemente e entregar para o Universo.

Agora, volte-se para seu antigo eu, sem sair do lugar, e diga a primeira coisa que seu antigo eu precisa reconhecer acerca desse processo de transformação.

Para mim, por exemplo, a palavra que surgiu foi ENTREGA.

Finalizo essa reflexão com duas constatações curiosas. A primeira delas é um texto atribuído ao poeta, jurista e teólogo sufi persa do século XIII, Rumi:

“Quando eu corro atrás do que acho que quero, meus dias se tornam uma fornalha de angústia e ansiedade. Se eu sento em meu lugar de paciência, o que eu preciso flui até mim, e sem dor nenhuma. Com isso, eu descubro que o que eu quero também me quer, me procura, e me atrai. Há um grande segredo nisso, para qualquer um que possa compreendê-lo.”

Agora, vamos à segunda e última exposição. O Google divulgou recentemente, que seus melhores funcionários não eram alunos de universidades de renome, mas jovens que tiveram uma grande perda em suas vidas, e que foram capazes de transformar essa experiência em crescimento.

Fé na vida acima de tudo!!! Gratidão pela sua existência! _/|\_

Fonte: Personare

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SAIBA O QUE É IM INICIADO ESPIRITUAL

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira trás um tema e um questionamento importantíssimo: o que é um iniciado?

Na antiguidade quando um estudante queria se aprofundar na jornada espiritual, era submetido a várias avaliações, pelos mestres daquele templo, para saber se tinha condições e profundidade para receber tamanha grandiosidade do conhecimento espiritual.

Os mestres entendiam e acreditavam que as informações espirituais que passariam, era a coisa mais profunda que existia. E eles faziam isso porque diziam que uma coisa profunda não poderia caber em mente errada. Esse era o teste era para saber o quão de profundidade tinha naquele que desejava se tornar um iniciado. Ao ler o texto a seguir você vai entender um pouco mais sobre evolução espiritual.

Mestre e Iniciado

O que é um Iniciado?

Na antiguidade, quando uma pessoa queria entrar em algum estudo espiritual, ela precisava se adentrar nos Templos específicos, que se aprofundavam em questões espirituais.

A grande população era sempre voltada em adoração por vários ídolos como chamavam na época.

Mas nos Templos, existia uma ideia da unidade permeando a diversidade, que seria uma só causa permeando a tudo e a todos. Somente uma Luz, um Poder maior chamado de O Todo. E que cada cultura da época chamava por um nome diferente, e que para nós seria Deus.

Quando um estudante quisesse se aprofundar na jornada espiritual, ele era passado por várias avaliações, pelos mestres daquele templo, para saber se tinha condições e profundidade para receber tamanha grandiosidade do conhecimento espiritual.

Os mestres entendiam e acreditavam que as informações espirituais que passariam, era a coisa mais profunda que existia.

E que não deixa de ser uma atualidade, para quem hoje busca o conhecimento oculto e hermético e queira mudar realmente a sua vida. Algo profundo e transformador.

E os mestres da época faziam isso porque diziam que uma coisa profunda não poderia caber em mente errada, um amor imenso não cabe em um coração medíocre, e o teste era para saber o quão de profundidade tinha naquele que desejava se tornar um iniciado.

Então o iniciado era passado por um conjunto de provas, que tinha por nome de Iniciação, passaria por avaliação se mostrando sem medo nenhum do invisível, porque um iniciado jamais poderia ter medo do invisível, tendo que viver várias experiências, e mostrando seu caráter.

Se passasse então seria aceito e iniciado ao conhecimento dos temas espirituais, até alcançar um grau de mestrado, onde seria chamado mestre e podendo então iniciar outra pessoa.

Mas hoje em dia através de livros iniciáticos, herméticos, pode-se obter um conhecimento sobre o que era oculto, o chamado ocultismo, e se houver um interesse sincero haverá também um conhecimento profundo e com muito estudo e preparação a pessoa será um iniciado estudando o hermetismo.

Mas esse estudo e essa busca espiritual requerem uma preparação profunda para receber toda a informação necessária que levará o iniciado a um autoconhecimento a uma transformação.

É preciso estar aberto para aprender o que ainda não sabe, com intensidade e profundidade, e o verdadeiro estudante, interessado em mudanças nunca dirá que já sabe, porque ele reconhece que quanto mais receber conhecimento, mais sua mente expandirá.

Para saber qual é o dever de um iniciado, tem um texto do livro Iniciático:  O Caibalion que diz:

“Se fordes verdadeiros estudantes podereis compreender e aplicar estes princípios; se não fordes deveis vos desenvolver, porque de outra maneira os preceitos herméticos serão somente palavras, palavras, palavras!”

Isso significa ser dever do estudante estudar os preceitos e se não forem compreendidos com profundidade, necessita de mais preparação.

E para estudar esses livros requer uma preparação, uma imensa vontade de mudança, um querer se libertar de crenças e paradigmas.

Porque livros iniciáticos tem conhecimentos ocultos escondidos nas entrelinhas, por isso, o nome de iniciático.

Seja um iniciado, e estude o hermetismo, porque quando entender realmente o que é conseguirá transformar a sua vida a ponto de nos olhos das pessoas pensarem que aconteceu uma mágica, houve uma magia, mas nada mais é que a sua compreensão e entendimento sobre as Leis que regem o Universo.

Lúcia CostaLúcia Costa

EU Sou…um ser em construção para muito melhor, em busca do autoconhecimento. Estudante e praticante de tudo que agrega compreensão, entendimento e sabedoria que possa me envolver numa conexão com meu Eu Superior, Minha Centelha Divina, O Deus em mim…O Todo.

 

Fonte: Temporariamente humana

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SENDO NOSSO ESTADO NATURAL O ESPÍRITO PRECISAMOS DESPERTAR PARA A PLENA CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL

O renomado espiritualista e místico Edgar Cayce é o destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quarta-feira e vem nos lembrar que o nosso estado natural é Espírito e sendo assim o despertar para a plena consciência espiritual é um dos propósitos que todos temos em comum, apesar de, com frequência, negligenciarmos a parte mais verdadeira de nós mesmos, ou seja,  que é nossa conexão com o espírito. Estabelecendo conscientemente um ideal espiritual – como amor, perdão, compaixão, serviço aos outros – podemos realizar uma transformação pessoal com o desenvolvimento da alma como resultado. Para refletir melhor sobre esse assunto convido você a ler o texto completo a seguir.

EDGAR CAYCE SOBRE ESPIRITUALIDADE

 

De acordo com as leituras de Edgar Cayce, todos nós somos seres espirituais tendo uma experiência física aqui na terra. Cayce disse que todos nós fomos criados no começo.

Todas as almas foram criadas no princípio, todo espírito de um espírito, Espírito de Deus, esse espírito manifesto em carne, esse espírito manifesto em toda a criação, sejam de forças terrestres ou universais, todos os espíritos sendo um só espírito.

– Edgar Cayce lendo 900-70

Talvez por causa das demandas da vida terrena, freqüentemente negligenciamos a parte mais verdadeira de nós mesmos, que é nossa conexão com o espírito. Embora possuamos corpos físicos e atitudes mentais, em última análise, nossa conexão mais profunda é com nossa fonte espiritual.

Cayce frequentemente nos lembrava que “o Espírito é a Vida, a Mente é o Construtor e o Físico é o Resultado”. Em outras palavras, o espírito é a fonte de nossas vidas. Nossa mente então focaliza essa energia espiritual em vias de expressão criativas ou destrutivas (positivas ou negativas). O impacto de nossas escolhas acabará por encontrar expressão no reino físico, afetando nossa saúde, nossas vidas e nossos relacionamentos uns com os outros.

Do ponto de vista de Cayce, com muita frequência, perdemos o contato com a intenção (o porquê) por trás de nossas ações cotidianas. Por isso, ele recomendou que estabelecêssemos um ideal espiritual pelo qual viver. Estabelecendo conscientemente um ideal espiritual – como amor, perdão, compaixão, serviço aos outros – podemos realizar uma transformação pessoal com o desenvolvimento da alma como resultado.

Então, o mais importante, a experiência mais importante desta ou de qualquer entidade individual é saber primeiro o que é o ideal – espiritualmente.

– Edgar Cayce lendo 357-13

Em parte, os ideais ajudam a estabelecer “por que” fazemos as coisas que fazemos. Todo mundo está, em essência, trabalhando com um ideal em suas vidas. No entanto, nem todos estão conscientes disso. Às vezes, quando a vida está muito confusa, a falta de um ideal consciente desempenha um papel importante. Uma vez que os ideais moldam nossas próprias vidas, nossas experiências, até mesmo quem somos em processo de nos tornar, estabelecer um ideal consciente é singularmente importante para o desenvolvimento e crescimento de nossa alma. E os ideais que orientam nossas vidas mudarão com o tempo, à medida que aprendemos, aplicamos e crescemos a partir de cada ideal que estabelecemos. Escolher nosso ideal e depois trabalhar com ele para moldar nossa vida é um processo que pode ajudar a despertar o propósito de nossa alma e promover o crescimento da mesma.

Visto que nosso estado natural é Espírito, o despertar para a plena consciência espiritual é um dos propósitos que todos temos em comum. Na verdade, em uma leitura (3357-2), Cayce afirmou que “o desenvolvimento da alma deve ter precedência sobre todas as coisas”. Cayce afirmou que o desenvolvimento da alma não é alcançado por meio de alguma grande ação ou ato, mas é uma realização gradual que é alcançada “linha sobre linha, preceito sobre preceito”.

O que parece ser mais importante é nossa aplicação dos frutos do Espírito em nossas interações com os outros. Em outras palavras, agir com amor, bondade, gentileza e paciência. De acordo com Cayce, a sintonização e a aplicação estão no cerne do crescimento espiritual. A sintonia é o processo de despertar para nossa natureza espiritual e nosso verdadeiro relacionamento com Deus. As ferramentas mais freqüentemente recomendadas para alcançar esta sintonização são a prática regular de oração e meditação. Cayce acreditava que a oração era falar com Deus, enquanto a meditação era ouvir a Deus. A oração e a meditação são inestimáveis ​​para restabelecer uma percepção consciente de nossa fonte espiritual, ao mesmo tempo em que convidamos a vontade de Deus a trabalhar por meio de nós para que possamos ser um “canal de bênçãos” para outros.

Então, apenas sendo gentil, apenas sendo paciente, apenas mostrando amor pelo próximo; essa é a maneira pela qual um indivíduo trabalha para se tornar ciente da consciência ou do Espírito de Cristo.

– Edgar Cayce Reading 272-9

Estávamos com Deus no início e, por escolha e experiência, nos vimos cortados de uma consciência completa do Espírito. Em um aspecto, a queda da humanidade foi realmente nossa descida na consciência dos reinos do infinito para aqueles do tempo e do espaço. No entanto, isso não foi necessariamente uma coisa “ruim” ou uma escolha errada. Assim como uma criança aprende com a experiência, fazendo escolhas e até mesmo cometendo erros ao longo do caminho, nossas próprias experiências ajudarão nossa alma a amadurecer, e esse processo nos permitirá chegar a nossa herança plena e a uma consciência de nosso verdadeiro espiritual natureza.

Uma discussão sobre Edgar Cayce e espiritualidade não pode ser completa sem a menção de “A Search for God” e dos grupos de estudo . Em 1931, um grupo de pessoas – que eram próximas de Cayce e do trabalho que estava fazendo – pediu uma leitura sobre como poderiam se tornar mais parecidas com ele – com dons psíquicos e capacidade de ajudar os outros. A resposta de Cayce foi uma série de leituras que delineavam passos individuais em direção ao crescimento espiritual. Esse grupo continuou a receber e a trabalhar com esta série de leituras por mais de uma década e acabou publicando seu trabalho na forma de dois livros intitulados A Search for God, Livros I e II. Hoje, esses livros são estudados em todo o mundo por pessoas em ambientes de grupo conhecidos como Grupos de Estudo. Grupos de estudo podem se registrar em nossa organização para receber materiais de apoio e recursos para seu trabalho espiritual em grupo. Saiba mais em EdgarCayce.org/studygroups .

Fonte: EdgarCayce.org

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: EXALTAR O AMOR SEMPRE E EM QUALQUER OCASIÃO

Ciente de que todos viemos a essa experiência com o mesmo objetivo: aprender a amar!

O amor incondicional, aquele amor sem fronteiras nem limites. Dito isso o texto que publicamos, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira, “na exaltação do amor”, vem nos convidar para c que cada atitude nossa nessa jornada terrena seja sempre recheada de amor. Por isso te convido para ler, refletir e fazer o seu juízo de valor!

A presença salvadora de Jesus Cristo

NA EXALTAÇÃO DO AMOR – por André Luiz

A folha ressequida que cai, anônima, do pedúnculo em que nasceu, é bem o símbolo do poder oculto de Deus na Natureza.

Poder que é força, vida e amor…

Quem a recolheu?

O Sol? Não. O Vento? Não. O Homem? Não.

A folha desceu por si mesma, segundo os ditames preestabelecidos pelas leis gerais do Universo, para o seio fecundante da Terra que a transforma em novo elemento no laboratório da incessante renovação.

Assim também se movem as criaturas e os destinos.

A folha cai… Os mundos caminham… O homem evolve…

Brilha o Sol, naturalmente, mantendo a Família planetária nos domínios da Casa Cósmica. Avança o Vento, sem esforço, nutrindo a euforia das plantas.

Em princípios de soberana espontaneidade, constrói o Homem a própria existência.

Saber não é tudo.

Só o amor consegue totalizar a glória da vida. Quem vive respira. Quem trabalha progride. Quem sabe percebe.

Quem ama respira, progride, percebe, compreende, serve e sublima, espalhando a felicidade.

Siga, pois, seu roteiro, louvando o bem, esquecendo o mal e edificando sem repouso.

Se o caminho é áspero e sombrio, prossiga com destemor.

Lembre-se que na vanguarda há mais amplo local para a sua esperança.

Busque ouvir a mensagem do amor, onde passe.

Estude amando.

Responda aos imperativos da evolução, amando onde esteja.

Atenda ao semelhante, amando com alegria.

Satisfará, em tudo, a você mesmo, amando sempre.

Na marcha ascendente para o Reino Divino, o Amor é a Estrada Real. As outras vias chamam-se experiências que a Eterna Sabedoria, ainda por amor, traçou à grande viagem das almas para que o espírito humano não se perca.

Antes de você, o amor já era.

Depois de você, o amor será.

Isso, porque o Amor é Deus em tudo.

Viva, assim, a vida, amando-a para entendê-la.

Viver e amar…

Amar e compreender…

Compreender e viver abundantemente…

Ângulos de uma verdade só – A Vida Eterna.

No entanto, viver sem amar é respirar sem trabalho digno; querer com exclusivismo entontecente é contemplar situações e circunstâncias com apriorismos que geram a enfermidade e a morte.

Se você sabe, portanto, o que é viver, por que não vive?

Só vive realmente quem ama.

Só ama efetivamente quem age para o bem de todos.

Só age, sem dúvida, para o bem de todos, quem compreende que o amor é a base da própria vida.

Fora dessa verdade, há também movimento e ação de sombra que tornará fatalmente à luz em ciclos determinados de choro, aprovação e martírio.

Nada novo, sempre a Lei, que funciona compassiva, mas inexorável, restituindo a cada sementeira a colheita certa.

Comande a embarcação de seu destino e não atribua a outrem os erros que as suas mãos venham a cometer.

De você mesmo depende a própria viagem.

Instrua a você, sem procurar encobrir, ante a própria consciência, as faltas que lhe arrojam a alma ao desencanto ou ao agravo das próprias necessidades do espírito.

Ainda que a noite lhe envolva o passo, alente, no imo do ser, o dia eterno da fé.

Não se confie ao sabor da invigilância, para que a invigilância não lhe arraste a existência ao sabor do sofrimento.

Antes de nós, o Universo era o Santuário da Glória Divina.

Lembremo-nos, pois, de que Deus nos criou para acrescentar-Lhe a grandeza.

Não Lhe diminuamos o esplendor, cultivando a treva…

Enganaremos a forma.

Jamais enganaremos a vida que palpita, triunfante, em nós mesmos.

Aprenda a buscar aquilo de que você carece no próprio aperfeiçoamento, antes que alguém lhe ensine a preço de aflição.

Busque o roteiro exato, antes que outros se lhe ofereçam, no dia de sua perturbação, para guias de sua dor.

Força é poder. Idéia é força.

Mas só o amor condiciona o poder para a vitória da luz.

Ame o caminho. Caminhe e vença.

Anote hoje os seus movimentos, no ritmo do trabalho e da oração, e o amanhã surgirá com brilho sempre novo.

Sorria para os lances mais difíceis da estrada e os panoramas próximos e remotos descerrar-se-ão sorrindo à sua alma.

Não pare senão para refazer o fôlego atormentado.

Mais além, é a estrada de destino.

Não escute o murmúrio das sombras senão para socorrer as vítimas do mal, a fim de que os gemidos enganadores do nevoeiro não lhe anestesiem o impulso de elevação.

A fraternidade ser-lhe-á anjo sentinela entre os pântanos da amargura.

Cante o poema da caridade, seja onde for, e as criaturas irmãs, ainda mesmo quando algemadas ao crime, responder-lhe-ão com estribilhos de amor.

Guarde compaixão e a paz ser-lhe-á doce prêmio.

Exemplifique a fé que lhe honra a inteligência e o mundo abençoar-lhe-á todas as palavras.

Amanheça todo dia no serviço que lhe compete e o dever retamente cumprido manterá você, invariavelmente, na manhã luminosa da vida. Antes de amparar a você, ampare aqueles que, desde muito, suspiram pela migalha de seu amparo.

Antes de nossa vontade, a vontade do Senhor.

Antes do bem para nós, o bem necessário aos outros.

Seja para você a justiça que observa e corrige e seja para o irmão de jornada a bondade que ajuda e absolve sempre.

Sobretudo, guarde a certeza de que o amor se emoldura na humildade que nunca fere.

Coloque você em último lugar e a vida encarregar-se-á de sua própria defesa em qualquer parte.

Ainda mesmo com sacrifício, sob chuvas de fel e gritos de calúnia, renda diariamente seu culto ao amor e o amor na própria vida brilhará em sua alma, convertendo-a em estrela para a Glória Sem-Fim.

– ANDRÉ LUIZ –

(Recebido espiritualmente por Waldo Vieira – Texto extraído do livro “O Espírito da Verdade”, cap. 78)

Fonte: IPPB

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: CONHECER-SE É A ÚNICA MANEIRA DE PROMOVER A EVOLUÇÃO

Não é novidade para ninguém que acompanha esse blog que o nosso objetivo maior é explorar o AUTOCONHECIMENTO e ficamos muito satisfeitos quando encontramos textos que abordem diretamente o tema. Por causa disso escolhemos o texto a seguir, cujo título já escancara tudo: CONHECER-SE, pois é a única maneira de promover a evolução e o DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL. Então convido você a ler, refletir e fazer o seu juízo de valor.

Por que é importante se conhecer? - Portal

CONHECER-SE

Você é exatamente o que é necessário ser…
Seus defeitos e suas qualidades fazem parte de você.
Conhecer-se é a única maneira de promover a evolução.
Evolução não está ligada somente ao plano material, lembre-se não levaremos nada…
Hoje estamos lutando só para Ter e estamos nos esquecendo do nosso objetivo… Evoluir… Transcender.
Dedicamos a maior parte  do tempo ao mundo material, sim neste planeta é necessário trabalhar, mas é necessário aprender a dividir o tempo… É possível evoluir…
Perceba que somos o que sentimos, pensamos, falamos e fazemos em casa, no trabalho, no lazer, etc…
Não estamos no controle do que sentimos… Se sinto raiva, penso, falo e faço coisas negativas… Estou sentindo isto…
Não consigo mudar o que sinto imediatamente, mas posso mudar os pensamentos, palavras e ações…
Estar no controle, lembra?
Sim, estou sentindo raiva, mas posso manter o controle e aos poucos amenizar o que sinto…
Não permita que a tempestade externa, abale a sua paz interna.
Não seja você o propagador deste ciclo.
Permita-se não contribuir com essa energia negativa.
Seja bom, amável e não se preocupe com o que os outros vão pensar… Mesmo nas dificuldades continue fazendo o bem…
Acabe com os ciclos negativos. Perdoe e siga em frente.
Na vida não existe acaso. Tudo que vem é para o bem… Difícil aceitar… Eu sei… Mas lembre-se que tudo que aconteceu te trouxe até aqui e vai te levar para algum lugar…
A viagem torna-se mais fácil quando aceitamos a lição sem reclamar…
Abençoe suas qualidades, aceite seus defeitos e principalmente: corrija-os imediatamente… Não adianta fingir que não existem…
Todos estão na viagem…
Aceitar e não reclamar adianta e facilita o caminho…
Aceitar significa que você entendeu que tudo que está acontecendo é necessário para a sua evolução e quanto mais rápido aprendermos isso… Menor será a dor…
São dois caminhos… AMOR e DOR… Se não for pelo amor será pela dor… Se estiver doendo,  procure onde é possível mudar e transformar a dor em amor…
Se está se sentindo triste não se afaste dos outros, procure estimular-se, chame alguém para tomar um café.
REFLITA!
A paz começa comigo!
A paz começa com você!
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: AÇÕES ESPIRITUAIS EM POEMAS ESPIRITUAIS

A partir de hoje vamos começar uma série chamada “Poemas Espirituais”, onde vamos publicar todas as quinta-feira poemas da  Companhia do Amor, um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos para o médium e canalizador Wagner Borges. São poemas bem humorados e seus autores querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor. Então convido você a ler o belo poema a seguir e refletir sobre o tema!

Conheça a inteligência espiritual - Portal

AÇÕES ESPIRITUAIS

Um bom espiritualista é sempre bem cotado na “bolsa de valores espiritual”, devido aos seguintes fatores:

Só trabalha com as “AÇÕES DO BEM”;
Só movimenta a “GRANA VERDE DA ESPERANÇA”;

Só trabalha com a “MOEDA DO ESPÍRITO”;
Só negocia com o “BANCO DIVINO”;
Só compra o que for “POSITIVO”;
Só vende o que for “BOM”;Só passa cheque quente, pois “ARDE DE AMOR”;
Tem crédito imediato na “praça humana”, pois o seu saldo é garantido pelos espíritos luminosos (e existem fiadores melhores do que estes?).

É por tudo isso que ele é rico em espiritualidade e a sua alma está sempre em “ALTA” na bolsa de valores espiritual, pois o seu principal avalista é o próprio Criador, o dono de todas as ações.

* * *

Caro amigo leitor,
Na “conta corrente cármica” da sua vida, você tem mais créditos ou débitos?
E aí, sabe responder?

É claro que não sabe! Geralmente as pessoas nem costumam fazer esse tipo de pergunta para si mesmas, quanto mais saber a resposta.

Sendo assim, aconselho que você pense mais nisso e procure depositar alguma coisa boa no crédito da sua “conta-vida”, pois a morte pode aparecer a qualquer momento e ela é a maior cobradora que existe.

“FAÇA UM SAQUE ESPECIAL:
RETIRE 100% DE AMOR DA CONTA CORRENTE DO SEU CORAÇÃO E APLIQUE-OS NA CONTA CORRENTE DA VIDA”.

– Vidigal –

Cia do Amor – (A Turma dos Poetas em Flor)
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 15 de março de 1993).

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A SOLIDÃO PASSA A SER ALGO NORMAL QUANDO NOS ENCONTRAMOS COM NOSSO EU SUPERIOR

O texto a seguir na nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL deste domingo nos convida a refletir sobre o lado bom da Solidão. Desmistifica a conotação de algo ruim quando explica que : “Quando despertamos e compreendemos que somos Um com o Criador, Centelha Divina, que somos o Eu Superior, nada mais nos falta ou nos limita. Passamos a ser o Todo!” Então sugiro que leia o texto completo a seguir e reflita sobre o assunto. É provável que você deixe ter medo e/ou receio da solidão ou tê-la como inimiga!

A Solidão

Solidão: monge vestindo uma túnica laranja sentado no chão de um templo budista enquanto lê um livro, com a frase "A solidão é perigosa e viciante. Quando você se dá conta da paz que existe nela, não quer mais lidar com pessoas" de Carl G Jung escrita em branco na parte superior esquerda da imagem.

“A solidão é perigosa e viciante. Quando você se dá conta da paz que existe nela, não quer mais lidar com pessoas” – Carl G. Jung

Sabe, um dia a gente compreende que não é um ser pela metade, então tudo aquilo que nos ensinaram – de que precisa de cara-metade, metade da laranja, bla, bla, bla e todas as coisas que no fundo só nos fazem sentir a obrigação de estar em um relacionamento, seja por medo de estar sozinho, seja por fracasso social, por utilidade ou por tantas outras coisas – cai por terra e não passa de idealizações para tirar nosso poder pessoal.

Quando despertamos e compreendemos que somos Um com o Criador, Centelha Divina, que somos o Eu Superior, nada mais nos falta ou nos limita. Passamos a ser o Todo!

O amor nos conecta com todos os seres, e não por utilidade, mas por compaixão, no sentido bom da palavra. Por benevolência.

Ah, como é bom existir sem medo, sem cobranças e nem paranóias impostas por uma sociedade doente.

Como é bom estar com pessoas por amor, não por necessidade. Como é bom tratar saúde, não doença. Como é bom agradecer, em vez de reclamar. São nossas escolhas diárias que fazem a nossa vida.

Honro meu passado e tudo o que ele me ensinou, mas abro mão da dor, do sofrimento e do apego.

Eu escolho ser livre e feliz com total facilidade, alegria e glória.

E você? Está esperando alguém te fazer feliz, te dizer o que fazer ou ser, qual caminho seguir ou pagar as suas contas?

Você é o amor!

Reflexão escrita pela nossa Editora Chefe: Mônica Damini

Fonte:

Escrito por Eu Sem Fronteiras
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O EXEMPLO DO PAI É UM ESPELHO PARA O FILHO

Na busca do nosso DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL é de suma importância lermos textos como o que escolhemos para essa edição desta coluna. Textos que edificam a nossa moral, a nossa personalidade e o mais importante a nossa sabedoria. O texto a seguir nos faz refletir sobre o exemplo que devemos ser para os nossos filhos e para as pessoas que nos cercam e sofrem a nossa influência, pois é tudo que podemos deixar como legado da nossa passagem por aqui e a certeza de um mundo melhor. Por isso eu convido você a ler, refletir e fazer o seu juízo de valor.

HOMENAGEM aos Pais! PORTAL DOS CABOS DA F.A.B. Atingidos Pela Portaria nº 1.104GM3/64: Um ato de exceção de natureza exclusivamente político.

O Que Você é Fala Mais Alto

Era uma tarde de domingo ensolarada na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar mini-golf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:

– Quanto custa a entrada?

O bilheteiro respondeu prontamente:

– São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos. A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?

Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.

O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:

– O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim? Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.

O pai, sem se perturbar, disse:

– Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.

……………………………………..

Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.

Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.

Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.

Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.

Às vezes, não só mentimos ou falamos meias verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.

Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.

Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.

Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos, estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.

Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária na construção de uma sociedade mais justa e digna.

E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.

A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou-se a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.

Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.

Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.

……………………………………..

Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: “quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.”

Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro Histórias para aquecer o Coração.

Fonte: Momento de Reflexão

 

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: OS CAMINHOS TORTUOSOS DA CIÊNCIA PARA VALIDAR AS EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS

Fiz questão de ler o texto a seguir completo para entender o posicionamento do Fr. Jeff Levin com relação aos limites entre a ciência, a espiritualidade e a religião, pois o título do mesmo é bastante sugestivo e curioso e pude concluir que existe uma grande resistência dos cientistas conservadores e adentrar no estudo mais profundo sobre cura, autocura e cura pela fé. O próprio receio de infringir dogmas e desrespeitar crenças religiosas em nome da ciência mantem um certo distanciamento da ciência em relação ao avanço de certas pesquisas no campo da concienciologia e da projeciologia e por isso conceitos científicos importantíssimos ainda não foram validados. Se você tem curiosidade em conhecer e entender o porquê de ainda estarmos caminhando tão lentamente no que tange a conexão mente-corpo-espírito leia o texto completo a seguir e expanda sua consciência.

Cura pela Fé: série investiga casos milagrosos - Band.com.br

A CURA PELA FÉ

Hoje em dia, Jeff Levin é considerado um dos principais nomes nos estudos científicos a respeito da relação entre as práticas religiosas ou espirituais e a saúde.

Gilberto Schoereder

Várias pesquisas vêm sendo realizadas nos últimos anos envolvendo o que alguns chamam de “o poder da oração”. Uma das grandes autoridades mundiais nesse campo é o dr. Jeff Levin, um epidemiologista social formado em religião, sociologia, saúde pública, medicina preventiva e gerontologia na Universidade Duke, na Universidade da Carolina do Norte, na Divisão Médica da Universidade do Texas e na Universidade de Michigan.

Ele é pesquisador do National Institute for Healthcare Research e seus estudos podem ser definidos como epidemiologia da religião – o estudo científico de como fatores espirituais previnem a incidência de enfermidades em determinadas regiões e a mortalidade, e promovem a saúde e o bem-estar – estabelecendo o relacionamento existente entre ciência, medicina e espiritualidade.

Seu trabalho estabelece pontes entre diferentes campos de atividade, como epidemiologia, gerontologia, sociologia, psicologia e medicina alternativa e complementar.

As perguntas básicas que seus estudos apresentam são: Como a fé religiosa atua como um recurso na prevenção de doenças e na promoção do bem-estar?; Um relacionamento de amor com Deus é uma característica das pessoas saudáveis?; A religiosidade é um fator de proteção contra doenças ao longo do processo de envelhecimento?; Existem efeitos terapêuticos ou preventivos de energias sutis ou estados alterados de consciência?

O resultado de suas pesquisas foi publicado no livro Deus, Fé e Saúde (Editora Cultrix). Entrevistamos o dr. Levin por e-mail para que ele nos falasse mais sobre seu trabalho e as mais recentes descobertas nessa área, assim como sua relação com teorias e posturas mais conservadoras da medicina, que ainda resistem em aceitar as evidências científicas coletadas nos últimos vinte anos.

A relação entre a oração ou as preces e a saúde se tornou um dos assuntos mais comentados da atualidade. Essa relação positiva entre ambas está definitivamente comprovada ou ainda estamos no campo das evidências? Em que ponto se encontram as pesquisas científicas?

O campo da pesquisa em espiritualidade e saúde compreende, na verdade, três áreas de estudo diferentes. Uma delas, aquela em que minha pesquisa se focou nos últimos vinte anos, envolve investigações epidemiológicas de como a fé ou o envolvimento religioso influencia a saúde física e mental. Já foram feitos mais de mil estudos com esse enfoque e, hoje, a idéia de que aspectos da vida religiosa podem ser benéficos para a saúde ou o bem-estar de algumas pessoas é aceita de forma geral e não controversa.

As duas outras áreas de pesquisa em espiritualidade e saúde envolvem: 1) estudos experimentais de laboratório, como em psicofisiologia, explorando os correspondentes espirituais de estados alterados de consciência; 2) testes clínicos investigando os efeitos da oração à distância. Em contraste com a pesquisa epidemiológica, esses estudos encontram muito mais resistência. Pessoalmente, acredito que existem boas evidências para ambas, mas os temas e conceitos levantados por esses estudos desafiam a estreiteza da visão de mundo de muitos cientistas das correntes estabelecidas.

Tem se falado na influência de fatores espirituais ou religiosos no processo de cura. Foi realizada alguma tentativa no sentido de determinar se se trata, de fato, de fatores espirituais, ou pode se tratar da ação da mente, como ocorre em tantos dos chamados “fenômenos parapsicológicos”? Em outras palavras, a crença de uma ou mais pessoas daria início a um processo ou uma ação mental. O que o senhor pensa a esse respeito?

Eu não estou certo de que usando os métodos naturalistas da ciência empírica poderemos algum dia desemaranhar esses dois conceitos. Aqui, nos Estados Unidos, médicos religiosamente muito conservadores opuseram muita resistência a essa pesquisa. Eles vêem os resultados de estudos de oração e cura, e quer atribuir qualquer cura subseqüente à intervenção “sobrenatural” de Deus. Outros reconhecem a possibilidade de que o ato de rezar envolva criar uma intenção mental positiva que pode ter, por si mesma, um efeito curativo. Mas isso é interpretado pelo primeiro grupo como blasfemo e até mesmo, acredite ou não, satânico – porque parece implicar efeitos que são inerentemente parapsicológicos, e a parapsicologia é considerada maligna.

Considero essa reação perturbadora por duas razões. Em primeiro lugar, fez muitos médicos cristãos conservadores rejeitar efetivamente os resultados de estudos de oração e cura, porque os estudos implicavam que as orações de qualquer um podem ser efetivas, independentemente de religião, talvez devido a algum tipo de mecanismo paranormal. Isso ameaça as reivindicações de exclusividade que alguns fazem para sua própria religião e para os resultados de orações dessa religião.

Em segundo lugar, se os resultados forem devidos “apenas” à parapsicologia – em vez de a Deus, por assim dizer -, por que isso seria um problema? Em última instância, todos esses efeitos vêm de Deus. Eu acredito que o Criador dotou os seres humanos com todo tipo de aptidão, algo que os grandes místicos conhecem há milhares de anos e que cientistas ocidentais só agora procuram entender. Mais de cem anos de pesquisa parapsicológica confirmaram isso, para satisfação minha e de muitos outros.

Durante suas pesquisas, o senhor teve conhecimento da ação dos chamados “médiuns de cura”? De alguma forma, esses casos podem estar relacionados? Já ouvimos falar que a cura não provém exatamente dos médiuns, mas da crença das pessoas que os consultam.

Pessoalmente, nunca pesquisei sobre médiuns, mas tenho uma posição a respeito. Acredito que, quando se trata de orações, cura pelas mãos ou por energia, ou qualquer outra forma sutil de terapia bioenergética ou relativa à consciência, todos os elementos da interação curativa podem ser importantes; em outras palavras, as habilidades, características e intenções de quem cura, o método da cura e as crenças do paciente. Tudo isso pode entrar em jogo até certo ponto, mas pode variar de acordo com a situação.

Quanto a uma condição sine qua non para o sucesso da cura, já ouvi muitos curandeiros dizendo que descobriram, por experiência própria, que é indispensável haver uma intenção amorosa por parte do curandeiro ou rezador; independentemente de outros elementos (método, técnica, expectativas de paciente, etc.). É fundamental haver uma intenção sincera e abnegada de amor fraterno, que deseje o melhor benefício para a pessoa, de acordo com a vontade de Deus.

Já ouvimos falar de experiências de “prece a distância”, com resultados positivos. Inclusive, as pessoas que realizavam as preces não sabiam a quem elas se dirigiam. O que o senhor pode nos dizer sobre esse assunto?

Como muitos leitores já devem saber, houve vários estudos recentes que investigaram os efeitos da oração a distância. Alguns desses estudos foram, de fato, bem controlados, com método duplo-cego e amostragem criteriosa; foram testes clínicos de certa forma similares aos testes farmacológicos que avaliam os efeitos de novas drogas. Para horror de muitos médicos acadêmicos convencionais, alguns desses estudos mostraram resultados, com índices de recuperação que foram melhores entre os pacientes que foram alvo de orações sem o saberem do que entre os pacientes dos grupos de controle.

Acredite ou não, já houve quase duzentas investigações desse tipo. E não só em pessoas, mas outros organismos, como animais e plantas. A pesquisa foi compilada de forma muito abrangente em um livro soberbo chamado Spiritual Healing (Cura Espiritual), escrito por meu amigo Dr. Dan Benor, um médico norte-americano. Ele descobriu que cerca de um quarto dos estudos foi realizado com uma metodologia de pesquisa impecável, e que, desse um quarto, aproximadamente três quartos constataram resultados positivos. Em outras palavras, isso é evidência e que orações a distância tiveram um efeito mensurável e benéfico.

Em seu livro Deus, Fé e Saúde, o senhor estabelece uma relação entre o modo como o compromisso religioso influencia o comportamento, e o modo como o comportamento influencia a saúde. No entanto, o comportamento de uma pessoa não está necessariamente ligado ou necessariamente dependente de um compromisso religioso. Foi feita alguma pesquisa no sentido de determinar o comportamento de pessoas não-religiosas, para ver se aquelas que têm comportamento saudável têm uma saúde melhor, como as religiosas ou espiritualizadas? O senhor diz em seu livro que as pesquisas mostram que o comportamento não-saudável não relacionado à postura religiosa ou espiritual?

É claro que as pessoas podem ser perfeitamente saudáveis sendo ou não sendo religiosas ou espiritualizadas. O que tentei fazer no meu livro foi examinar os “mecanismos” subjacentes às relações entre espiritualidade e saúde observadas em pesquisas. Essas associações existem, eu concluí, exatamente porque a religiosidade pode motivar comportamentos saudáveis, pode gerar relações sociais de apoio e solidariedade, pode produzir sentimentos ou emoções poderosos, etc. E já se sabe que cada um desses fatores – hábitos saudáveis, relacionamentos, sentimentos – é importante para a saúde.

Existem diferenças visíveis entre “estar associado a uma religião” e ter o que se poderia chamar de uma “atitude espiritual independente”? Faz diferença se a pessoa reza numa igreja ou em qualquer outro tipo de templo, ou se ela reza em casa, e segundo suas próprias regras? O que conta, afinal, é o comportamento, é o modo de pensar, é uma sintonia especial, ou outro fator?

Eu não acredito que faça qualquer diferença. Um dos primeiros fatos básicos que descobri quando comecei minha pesquisa, vinte anos atrás, é que um efeito saudável da religiosidade ou da espiritualidade parecia ser uma constante universal na natureza. Isto é, quando se toma como referência ou pessoas sem um caminho espiritual ou a população como um todo, efeitos epidemiologicamente protetores ou preventivos foram observados em católicos, protestantes, judeus, budistas, hindus, muçulmanos, zoroastristas, etc. Além disso, uma quantidade considerável de estudos mostrou um benefício às pessoas que, mesmo não sendo formalmente religiosas, estão envolvidas com meditação ou outras buscas espirituais.

O Institute of Noetic Sciences, uma esplêndida organização na Califórnia, publicou um relatório excelente chamado The Physcal and Psychological Effects of Meditation (Os Efeitos Físicos e Psicológicos da Meditação) documentando esses estudos.

O senhor entende que essa aproximação da ciência com a religião é uma tendência para o futuro? O filósofo Ken Wilber já vem se manifestando há anos a respeito da necessidade de se desenvolver aproximando as visões científica e espiritual. O que o senhor pensa a esse respeito?

Nos últimos trinta anos, os acadêmicos dos Estados Unidos têm demonstrado um considerável interesse em explorar a interface entre religião e ciência. Porém, muito desse discurso aconteceu dentro do contexto rígido das filosofias e visões de mundo adotadas pelos acadêmicos e pelas religiões predominantes. Um “novo paradigma” que unifique as abordagens científica e espiritual seria certamente um desdobramento bem-vindo. Mas precisamos nos perguntar: Qual paradigma? Qual abordagem científica? Perspectiva espiritual de quem?

Ken Wilber fala para muitas pessoas que têm interesse intelectual na consciência e em caminhos espirituais alternativos, mas eu não diria que o mundo acadêmico ortodoxo esteja pronto para isso. Para boa parte da comunidade acadêmica, o diálogo entre ciência e religião é um diálogo entre uma visão muito materialista e mecanicista de ciência e uma versão cartesiana de espiritualidade, baseada num paradigma muito antigo.

Já existe alguma tentativa de se desenvolver uma teoria a respeito dessa ação da prece na melhora da saúde das pessoas, ou ainda é muito cedo para isso? O senhor entende que uma teoria desse gênero deverá estar ligada a teorias desenvolvidas pela parapsicologia, envolvendo a atuação da mente sobre a matéria?

Uma das críticas que os céticos organizados fazem incessantemente à literatura científica sobre oração e cura é que esses estudos não podem ser verdadeiros porque não existe uma teoria que explique as descobertas. Assim, de acordo com essa crítica, os resultados são impossíveis.

A crítica é errônea por dois motivos distintos. Primeiro, a pesquisa clínica estabelece uma distinção entre eficácia e mecanismo de ação. A eficácia de uma terapia pode ser demonstrada muito tempo antes de se compreender o mecanismo subjacente de ação. É o caso da aspirina, que sabíamos que funcionava antes de entendermos por quê. Ignorar ou condenar os resultados de pesquisas metodologicamente sólidas porque eles não se enquadram nas atuais teorias seria a morte da ciência. Qualquer grande novo avanço, por definição, será gerado pela necessidade de se formular uma nova perspectiva teórica que responda a dados inesperados. É assim que as coisas têm funcionado ao longo da história da ciência.

Mas a segunda razão que invalida as objeções dos céticos é muito mais básica: existem, de fato, teorias e perspectivas para nos ajudar a entender como e por quê a oração pode curar. Sobre esse tópico já foi escrito mais do que eu poderia abordar aqui, mas basta dizer que há muitos anos têm surgido livros acadêmicos e artigos científicos com esse enfoque.

Propuseram-se muitos mecanismos de ação possíveis, aproveitando trabalhos estimulantes nas áreas da física, do estudo da consciência, da psicofisiologia e da parapsicologia. Todo tipo de força, energia ou campos foi cogitado, inclusive conceitos como os de mente estendida, campos mórficos, mente não-local, psi, energias sutis, etc. O pesquisador alemão, Dr. David Aldridge, escreveu muito sobre esse tópico, assim como meu amigo Dr. Larry Dossey, o médico norte-americano, em muitos de seus livros, como Palavras que Curam (Healing Words, Editora Cultrix).

Acredito que a parapsicologia guarda uma riqueza de demonstrações empíricas e de proposições teóricas no que tange à oração a distância e seus efeitos de cura. Mas, infelizmente, muitos cientistas e médicos acadêmicos ortodoxos desdenham e não acreditam nesse trabalho, ao mesmo tempo em que o conhecem tão pouco. Essa postura vem principalmente da ignorância e de uma necessidade corporativista de proteger o próprio território. É pena, mas isso também parece ser uma constante na história da ciência e da medicina.

Para Saber Mais:

Deus, Fé e Saúde – Jeff Levin –
Editora Cultrix
Fone : (11) 6166-9000
Site de Jeff Levin: / www.religionandhealth.com/index.htm

(Extraído da revista Sexto Sentido 52, páginas 26-31)

Fonte: IPPB
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: ESTAR NA PLENITUDE DO AGORA É ESSÊNCIAL PARA O EQUILÍBRIO PERFEITO CORPO-MENTE-ESPÍRITO

Nesta quinta-feira estamos publicando mais um texto extraordinário sobre o poder do Agora para que você tenha uma melhor noção sobre a importância desse estado de espírito. Estar na plenitude do Agora através da meditação é o melhor, ou talvez, o único caminho para se alcançar o equilíbrio perfeito Corpo-Mente-Espírito. Então, sem mais delongas convido você a ler o texto completo a seguir e expandir a sua consciência.

A Plenitude do Agora

Despertando

O Pão Nosso de Cada dia  

Mantenha-se firme e convicto, fortaleça sua aliança com Deus, e avance confiante da Vitória. Adversidades existem para serem superadas, elas são oportunidades que a vida apresenta, com uma intenção: aprimorar e aflorar potencialidades internas que permaneciam submersas, e com a presença dos obstáculos elas emergem. E te afirmo, você possui muitas a serem exploradas!

Assim, encare-as com otimismo e autoconfiança para desbravar este cenário esplendoroso que surge. Conserve a serenidade e os pensamentos positivos, afirme para si que já é vencedor e prossiga! Elimine as dúvidas e as incertezas, tenha convicção da conquista e faça o seu melhor, exerça a autoridade e a grandiosidade que Deus te concedeu!

Permaneça acompanhado por pessoas perseverantes, afirmativas e otimistas, isso potencializa suas forças! Observe como é em uma colmeia, uma abelha ajudando e incentivando a outra, e assim, obterem um resultado comum, no caso a produção do mel e a manutenção do enxame. Já no caso dos serem humanos, que possuem objetivos particulares, é a concretização dos projetos de cada pessoa, e isto é muito importante, é uma maneira inteligente de se motivarem mutuamente. É a natureza nos ensinando que a união e o incentivo, são fundamentais para a evolução de todos.

Mesmo com suas capacidades, tenha a presença de Deus a frente da sua vida, ele é a essência primeira de tudo, a nascente  das ideias, a fonte de inspiração, a renovação diária, o equilíbrio da serenidade, a paz da harmonia, a voz do seu coração, o caminho para a superação e o pódio da Vitória. Deus é simplesmente tudo em sua vida, ele é quem te sustenta e o impulsiona a prosseguir, portanto, aproveite ao máximo essa chance incrível que recebeu hoje, viva o AGORA em plenitude, hoje é o melhor momento da vida!

Autor: Reginaldo Rodrigues
Email: r3.reginaldorodrigues.7@gmail.com

 

Todas as  poesias e publicações são de autoria de Dom Romani (salvo quando dado o crédito a terceiros). É uma honra e um prazer que republiquem meus poemas, poesias e textos, desde de que com os devidos créditos.

Fonte: Leve Consciência

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: NUNCA PERCA A OPORTUNIDADE DE REALIZAR UM SIMPLES GESTO DE AMOR

Muitas vezes um simples gesto de amor é tudo que o outro precisa para se sentir a pessoa mais feliz do mundo e nós não enxergamos ou entendemos isso. E desperdiçamos o tempo e as oportunidades mais significativas de cultivar os laços de amor e de fraternidade com quem nós mais amamos. Por isso te convido a ler o texto completo a seguir e refletir sobre o assunto! Pequenos gestos de amor

Um gesto de amor

Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente.

“É para minha mãe”, diz com orgulho.

O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo.

Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja.

Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.

O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar.

Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.

O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe.

Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe. Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos.

Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete?

Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o pagamento. Por que a demora? Qual o problema?

No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam: a compaixão do lado do homem, a desconfiança por parte do garoto.

Impaciente, ele perguntou: “moço, está faltando alguma coisa?”

“Não”, respondeu o proprietário da loja. “é que de repente me lembrei de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada.”

Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: “nem um sabonete?”

O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada.

A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido.

Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor!

***

Invista no amor. Ele é o mais poderoso meio de tornar as pessoas felizes.

Em qualquer circunstância, em qualquer data especial para determinadas comemorações, o mais importante não é o que se dá, mas como se dá.

Todo presente deve se revestir de sentimento e não deve haver diferenças entre homenagens a uma pessoa pobre ou a uma pessoa rica.

A expressão deve ser sempre do afeto. O que se deve dar é o coração a vibrar em amor.

O valor do presente não está no quanto ele vai aumentar o conteúdo das caixas registradoras, mas sim o quanto ele somará na contabilidade do coração.

Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir do cap. 20 do livro Novas histórias que ninguém contou, novos conselhos que ninguém deu, de autoria de Melcíades José de Brito, DPL editora

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: MULTIDIMENSIONALIDADE, O QUE É ISSO?

A multidimensionalidade, para muitas pessoas é incompreensível  e inacreditável. Felizmente é algo muito mais real e iminente do que muita gente pensa. Para as pessoas de mente aberta e sensíveis é possível vivenciá-la. Entender sobre não é fácil, mas é possível. Por isso estamos publicando o texto a seguir, onde você pode esclarecer muitas dúvidas sobre o assunto.

O que significa ser um Ser Multidimensional? 4 pontos importantes sobre Multidimensionalidade

4 pontos importantes sobre Multidimensionalidade que você pode ainda não saber

A multidimensionalidade é um tema que já foi abordado em grandes filmes de Hollywood (como Interestelar e Dr. Estranho) e também é discutido na ciência assim como pelos despertos. A ideia de que não existe somente esta dimensão, a 3ª, está em processo de normalização, mas ao passo que se normaliza também nascem muitas perguntas, curiosidades e polêmicas ao redor do assunto.

Com o termo multidimensional em voga, o que seria ser um Ser Multidimensional? Você aplica a sua habilidade multidimensional no seu dia a dia? Como é a sua relação com o tempo?

Estas e outras perguntas e respostas estão presentes no artigo deste mês que separei nos seguintes curiosos pontos:

Ponto 1: Os bloqueios são vestimentas da 3ª Dimensão

Ponto 2: O seu hábito de tornar tudo linear é oriundo da 3ª Dimensão

Ponto 3: O tempo multidimensional é circular e você pode vivê-lo na 3ª Dimensão

Ponto 4: A multidimensionalidade pode parecer difícil de entender, mas é fácil de sentir

Fique por dentro e leia na integra a seguir.

Ponto 1: Os bloqueios são vestimentas da 3ª Dimensão

Costumo brincar que falar sobre multidimensionalidade é como tirar os nós de um cordão. A princípio parece impossível, os nós estão muito apertados e próximos, não conseguimos enxergar o começo e o fim. Mas ao passo que vai se trazendo atenção e consciência para este cordão, tudo vai se afrouxando e o que era rígido vai se tornando flexível.

E é assim mesmo. Uma vez que começamos a enxergar a vida através do prisma da multidimensionalidade, tudo toma outra forma pois abordamos de um ângulo diferente.

Aqui na 3ª Dimensão encontramos dificuldades e a mente linear procura por problemas para solucionar. Isso acontece pois fomos moldados assim, mas isso não quer dizer que essa é a nossa natureza.

Uma das dificuldades do ser humano são os bloqueios, estes que nos impedem de vivermos de maneira livre e plena. Os bloqueios, as crenças limitantes, são padrões da 3ª Dimensão. E você me pergunta: “Mas Vanessa, se somos Seres Multidimensionais e na nossa natureza não existe bloqueios… porque experienciamos isso aqui?”

Para responder esta pergunta compartilho aqui a ideia de que os bloqueios e os limites conquistam esta conotação limitadora/negativa durante o processo de encarnação onde recolhemos nossas experiências (todas, as positivas e negativas) do Akasha e mergulhamos na experiência humana na Terra. Antes disso, antes de encarnarmos, as experiências são só experiências e a conotação limitadora não existe.

Bloqueios são lineares e tridimensionais e estão intimamente ligados com processos psíquicos e o desenvolvimento da personalidade humana. Ao nos tornarmos mais de quem realmente somos, ou seja, Seres Multidimensionais, conseguimos abordar estes bloqueios de outra forma.

Simplificando: quando encarnamos entramos em uma “caixinha” da 3ª Dimensão onde determinadas experiências podem se tornar bloqueios, crenças limitantes, traumas que inclusive nos impede de viver multidimensionalmente. Isso se dá por conta da característica predominante da linearidade, racionalidade com base em “sobreviver” e da dualidade.

Fora da “caixinha” da 3ª Dimensão as experiências negativas não são bloqueios pois temos uma compreensão diferente, multidimensional. Na multidimensionalidade os bloqueios são informações e informações são energias livres.

“Para enxergarmos a multidimensionalidade, precisamos pensar de forma não linear.” (Vanessa Queiroz)

Esta frase acima é importante para entendermos que ao falar sobre multidimensionalidade, é necessário se desapegar dos termos e conotações da 3ª Dimensão, pois estes quando “traduzidos” em uma linguagem multidimensional, terão outro significado.

A realidade multidimensional é totalmente diferente da realidade que nos moldou. Um Ser Multidimensional é muito mais do que você já sonhou ser, mas que já é!

Ponto 2: O seu hábito de tornar tudo linear é oriundo da 3ª Dimensão

“Tudo tem um começo, meio e fim”, esta frase pode definir a 3ª Dimensão. Para funcionar a 3ª Dimensão tem limites que funcionam como leis. É a linearidade, que solicita processos, que quer saber mais sobre o antes e depois, sobre conquistar o que não se tem, sobre procurar em outro lugar o que já se É.

O termo Multidimensionalidade quer dizer “em várias dimensões”. Entender que ATIVAMENTE pertencemos a várias dimensões significa sermos Seres Multidimensionais.

Parece complexo de se entender e isso se dá porque “multidimensionalidade” soa como um alarme de perigo para a Mente 3D. Fomos ensinados que o diferente é assustador e que mudanças podem significar grandes catástrofes. Mas a multidimensionalidade não é o caos, muito pelo contrário… é a simplicidade, a coerência.

A Mente 3D tem a sua própria linguagem com foco em racionalizar e linearizar. Inclusive eu quando escrevo que artigo faço uma tradução para que seja compreensível tridimensionalmente esse assunto para você.

Um exemplo disso é a nossa necessidade 3D de numerar as Dimensões. Inclusive, colocamos em ordem de grandeza e superioridade… quer algo mais 3D do que isso? Na multidimensionalidade, tudo é o todo, e as dimensões vivenciadas (momentaneamente) separadas fazem parte do todo.

Assim o seu hábito de tornar tudo linear é por conta da 3ª Dimensão, e está tudo bem. O importante é termos consciência disso, pois ao sabermos como funciona esta dimensão conseguimos gerar questionamentos para transitar por ela de outras maneiras, podendo ser inclusive multidimensionalmente.

“Em uma visão NÃO LINEAR, estamos vivendo em todas as dimensões com as nossas roupagens específicas de cada uma delas. E você pode entender aqui roupagem, como sendo o corpo que reveste o fractal do espírito designado para aquela atividade.” (Vanessa Queiroz)

Para escrever este artigo e conseguir fazer a informação chegar até o seu “sentir”, eu precisei primeiro falar com a sua mente, ou com o “cabeção” como costumo brincar. Este é o motivo dos 2 primeiros pontos deste artigo ser exatamente sobre a 3ª Dimensão. Em inglês existe a expressão “food for thought” que significa “motivo de reflexão” e deixamos o cabeção nutrido. Ao falar sobre a 3ª Dimensão falamos a língua do pensamento linear e quando temos informações, podemos questioná-las. Questionar a linearidade nem sempre é tranquilo, por isso precisamos de uma introduçãozinha. É como Kryon diz:

“Vocês estão entrelaçados em uma realidade que está fora da sua percepção dimensional” (Kryon por Lee Carrol)

Ponto 3: O tempo multidimensional é circular e você pode vivê-lo na 3ª Dimensão

A noção de tempo composta de passado, presente e futuro só existe da 3ª Dimensão. Na multidimensionalidade temos somente o tempo do agora. Segundo Kryon o tempo é circular, e o círculo é uma estampa energética que vem do futuro quântico. Calma, calma, calma… já vamos simplificar e traduzir para a linguagem da 3D.

Segundo Kryon, só existe um tempo onde o passado, o presente e o futuro acontecem no mesmo momento fora de uma linha do tempo. Kryon usa a metáfora que somos um trem e o trilho é o tempo. Este trilho é circular, fazendo com que não exista começo nem fim.

Agora, como isso pode alterar a sua realidade hoje? Esta parte é muito interessante pois ela pode REALMENTE alterar sua realidade.

Ao entendermos que vivemos em várias realidades ao mesmo tempo, podemos dizer que existem várias versões nossas organizadas nestas dimensionalidades. Kryon diz que estamos recebendo um aumento vibracional que possibilita cada um de nós acessar, selecionar e integrar na 3D os potenciais de outras realidades dimensionais. De maneira bem simplificada, vamos dizer que você necessita desenvolver uma determinada habilidade para atingir um objetivo… bem, você pode acessar esta habilidade que está em outra dimensão e integrar nesta dimensão aqui. Mais do que isso, você pode recorrer a um atalho onde você aceita em seu “sentir” que esta habilidade já faz parte de seu Ser Multidimensional.

Isso parece esquisito principalmente porque temos o conceito de evolução muito enraizado em nós. A ideia de evoluir é para cima, como se só conseguíssemos evoluir através da ascensão e por consequência, SUBINDO nas dimensões.

Mas entenda, subir faz parte da linguagem 3D que nos permite entender que podemos subir, descer, ir para a frente, para traz, para esquerda ou direita. O termo ascensão está ligado a ideia da linearidade que depois da 3ª Dimensão, existe a 4ª Dimensão que é superior e melhor, e depois a 5ª Dimensão e assim por diante.

Já na ideia de Ser Multidimensional é que tudo está conectado a partir de um ponto central e dinâmico. Este ponto é você, em sua totalidade multidimensional, que é o todo também.

Para alcançar seu Ser Multidimensional você precisa ter consciência da existência dele assim como de ferramentas para integrar o Ser Multidimensional em sua vida diária. O Programa de Educação Evolucionária pode ser seu aliado proporcionando práticas, alinhamentos, ativações que vão te dar suporte para esta nova realidade. (Entre em contato comigo para saber mais)

Ponto 4: A multidimensionalidade pode parecer difícil de entender, mas é fácil de sentir

“Ser linear é realmente nosso estado padrão em 3ª Dimensão e é aquele que estamos habituados. Mas somos eternos em ambas as direções e no percurso linear – sempre fomos e sempre seremos” (Kryon por Lee Carrol)

Tente entender a multidimensionalidade como uma energia, não como um termo. Feche os olhos, concentre-se e permita-se sentir a multidimensionalidade.

Não existe palavras para descrever a grandiosidade e a simplicidade desta natureza que é infinita. É como o próprio termo “infinito” que é disruptivo em sua definição.

A dificuldade de entender é normal e faz parte do processo de aceitação da realidade multidimensional. Podemos ver que a mente grita, questiona e quando nos propomos a viver de outra maneira, sob outra perspectiva… a mente nos prende.

É por isso que o alinhamento da mente com o coração é a saída para muitos problemas atuais. A sabedoria do coração guarda a chave da multidimensionalidade. O portal da multidimensionalidade é o nosso DNA.

(Entenda mais sobre o seu DNA lendo este artigo: “DNA: sua origem é estelar!” )

Técnicas como a EMF Balancing Technique® e as Séries de Ativações Mestras são construídas com intenção de te tornar mais do que você realmente É, você só não se lembra ou não consegue integrar no aqui e agora.

A sua vivência na 3ª Dimensão pode ser totalmente diferente do que você vive agora e sim, esta é uma boa notícia.

Bênçãos de Amor Universal,

Vanessa Queiroz.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: ABRA JANELAS NA ALMA E DEIXE O AMOR, A BONDADE, A COMPAIXÃO E A TERNURA ENTRAREM

O texto para a nossa REFLEXÃO de hoje foi psicografado pelo extraordinário Divaldo Pereira Franco e nos convida a abrir janelas na nossa alma. Ao abrir janelas em sua alma você estará permitindo observar a vida e vive-la de forma agradável, mesmo nos momentos mais difíceis, bem como difundirá o amor, a bondade, a compaixão, a ternura, a fim de acompanhares o mundo e o seu cortejo de ocorrências. Portanto convido você a ler esse texto maravilhoso e expandir um pouco mais a consciência, enxergando e vivenciando o que antes seria improvável!

As janelas da alma – Hospital de Olhos

Janelas na alma

O sentimento e a emoção normalmente se transformam em lentes que filtram os acontecimentos, dando-lhes cor e conotação próprias.

De acordo com a estrutura e o momento psicológico, os fatos passam a ter significação que nem sempre corresponde à realidade.

Quem se utiliza de óculos escuros, mesmo diante da claridade solar, passa a ver o dia com menor intensidade de luz.

Na área do relacionamento humano as ocorrências também assumem contornos de acordo com o estado de alma das pessoas envolvidas.

É urgente, portanto, a necessidade de conduzir os sentimentos, de modo a equilibrar os fatos em relação a eles.

Uma atitude sensata é um abrir de janelas na alma, a fim de observar bem os sucessos da caminhada humana.

De acordo com a dimensão e o tipo de abertura, será possível observar a vida e vive-la de forma agradável, mesmo nos momentos mais difíceis.

Há quem abra janelas na alma para deixar que se externem as impressões negativas, facultando o uso de lentes escuras, que a tudo sombreiam com o toque pessimista de censura e de reclamação.

Coloca, nas tuas janelas, o amor, a bondade, a compaixão, a ternura, a fim de acompanhares o mundo e o seu cortejo de ocorrências.

O amor te facultará ampliar o círculo de afetividade, abençoando os teus amigos com a cortesia, os estímulos encorajadores e a tranqüilidade.

A bondade irrigará de esperança os corações ressequidos pelos sofrimentos e as emoções despedaçadas pela aflição que se te acerquem.

O perdão constituirá a tua força revigoradora colocada a benefício do delinqüente, do mau, do alucinado, que te busquem.

A ternura espraiará o perfume reconfortante da tua afabilidade, levantando os caídos e segurando os trôpegos, de modo a impedir-lhes a queda, quando próximos de ti.

As janelas da alma são espaços felizes para que se espalhe a luz, e se realize a comunhão com o bem.

***

Esta mensagem nos convida a refletir sobre uma realidade especial: a realidade de que tudo na vida conspira a nosso favor; isto é, tudo trabalha para o nosso crescimento íntimo, e que nada que nos acontece visa nosso mal, embora muitas vezes possa parecer assim.

Abrir janelas na alma é tornar-se apto a descobrir essas novas realidades, que se bem compreendidas, tornam nosso viver menos árduo.

A lei de causa e efeito existe para nos educar, e não para nos punir…

A lei da reencarnação existe para nos dar novas oportunidades, e não para nos fazer sofrer…

A lei do amor existe para nos fazer feliz, pois só haverá júbilo em nossa alma quando concedermos a outros este mesmo sentir – eis o que chamamos “caridade”.

Abre janelas em tua alma, uma a cada dia, e deixa o sol da compreensão entrar.

Abre janelas em tua alma e concede-te sonhar, e continuar rumando em busca do sonho.

Abre janelas em tua alma e mostra ao mundo as muitas belezas que já existem lá. Podes até achar que não existem, mas tenha plena certeza de que sim… Elas estão lá…

Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir do texto “Janelas na alma”, de Joanna de Ângelis, da obra “Momentos de Felicidade” psicografia de Divaldo Pereira Franco

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE SOB O OLHAR DO ESPIRITISMO

Neste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL temos um texto magnífico para uma REFLEXÃO sobre Ciência x Espiritualidade, sob o olhar do espiritismo, que faz uma retrospectiva acerca do desenvolvimento da ciência e da espiritualidade na humanidade ao longo de sua trajetória. Vale a pena essa leitura extraordinária para enriquecer e expandir a sua consciência.

Por Nubor Orlando Facure

Publicado em 21 de setembro, 2021 | por Centro Paz e Amo

Ciência e espiritualidade

Por mais que neguem os materialistas, a espiritualidade é um atributo que faz parte da essência do ser humano. Desde os tempos primitivos o Homem percebeu que existem forças que transcendem o seu domínio e passou a respeitar, a temer e a se subjugar diante das ameaças dos fenômenos da natureza, da conjunção dos astros e da incerteza do futuro.

Nasceram assim as crenças, os mitos, os deuses. as magias, os sortilégios, o misticismo, organizaram-se templos e igrejas com suas liturgias, seus sacerdotes e prosperaram as “instituições religiosas”. Neste clima vários deuses disputavam o poder e a força do verdadeiro Deus.

Conquistando a razão no decurso dos milênios que a evolução lhe exigia percorrer, o Homem percebia que sua experiência psíquica ultrapassava a realidade limitada pela experiência que os sentidos lhe permitia perceber. No seu íntimo, a vida transcendia a própria morte e as lembranças dos seu antepassados, que lhes pareciam visitar nos sonhos ou nas recordações, o faziam pressupor que uma vida futura deveria reunir a todos.

Os séculos se sucederam sem que no entanto o ser humano conseguisse atravessar a fronteira da morte sem temor e sobressaltos. A espiritualidade permanecia como uma conquista sempre adiada para depois, uma viagem sem volta ou uma terra que se comprava com promessas, lamentações ou indulgências.

A caminhada de Jesus pela Terra traçou rumos, comprovou a imortalidade, estabeleceu a comunhão com o Pai, dialogou com os Espíritos e revelou os gozos da vida futura. O Homem, persistiu, porem, nos desvios irresponsáveis, preferindo as vantagens que a Terra e as conquistas materiais o permitia possuir. Nos dias de hoje as palavras do Cristo de novo ressoam nas páginas do Consolador prometido. A “Pátria do Evangelho” se ergueu revelando-se como o grande “portal da Espiritualidade” a insistir com o Homem que Deus existe, que a vida continua, que somos espíritos imortais, que na Casa do Senhor há muitas moradas onde nossos entes queridos nos aguardam e que este mundo e o “outro” se relacionam num vai e vem de interferências múltiplas.

A mesma doutrina do Cristo, agora codificada por Kardec, nos expôs, ao lado dos cânticos da Boa Nova, a fé raciocinada, permitindo a constatação do fenômeno espiritual com os paradígmas de uma “nova ciência”.

A espiritualidade, quando avaliada cientificamente, esbarra, porem, em uma série de dificuldades. Primeiro a sua própria conceituação, depois, sua distinção com religião e misticismo.

A religião implica numa organização institucional com uma maior ou menor participação do indivíduo. Nas religiões tradicionais são prescritas crenças, dogmas, rituais, práticas litúrgicas e compromissos sociais com a instituição. A exploração da espiritualidade é historicamente uma prática comum às religiões, que se aproveitam de alguns conceitos que são compartilhados entre ambos : a relação transcendente com Deus ( uma “força suprema” ou uma “energia universal”) e a veneração por aquilo que é tido como sagrado.

A dimensão espiritual implícita na natureza humana é aceita por uns mas, não por outros, e aquilo que permite alguém ter aceso à esta dimensão, não terá nenhum significado para aquele que não admite a sua existência.

Cada indivíduo pode ser caracterizado por sua religiosidade,suas crenças particulares e práticas relativas a sua religião, sem, no entanto,manterem um vínculo estreito com a espiritualidade.

A vivência espiritual comumente é uma experiência subjetiva, individual, particular, que algumas vezes pode ser compartilhada com os outros. Algumas pessoas experienciam sua espiritualidade como um assunto altamente pessoal e privado, focalizando elementos intangíveis que os suprem de vitalidade e grande significado em suas vidas. Espiritualidade não envolve religião necessariamente.

Cada pessoa define sua espiritualidade particularmente. Ela deve ser vista como um atributo do indivíduo dentro de um conceito complexo e multidimensional. Possivelmente tem alguma coisa a ver com caráter, com personalidade e com cultura.

Para uns, a espiritualidade se manifesta ou é vivenciada em um momento de ganhos materiais prazerosos tão simples como, pisar na relva descalço ou caminhar pela noite solitário, para outros, será um momento de contemplação, de meditação, uma reflexão profunda sobre o sentido da vida, uma sensação de íntima conexão com o que pensa amar ou um contacto psíquico com seres espirituais.

Podemos perceber que a espiritualidade se manifesta em três domínios pelos quais podemos sistematizar sua avaliação com critérios científicos: os domínios da “prática”, das “crenças” e o da própria “experiência espiritual”.

Na “prática”, quando se exercita a contemplação, a meditação, a prece ou uma atividade de culto religioso.

O domínio das “crenças” espirituais varia com a cultura dos povos e inclui a crença na existência de Deus, da Alma, da vida após a morte e da realidade da dimensão espiritual para além do nosso conhecimento sensorial e intelectual.

Por fim, no domínio da “experiência espiritual” há uma série enorme de situações que parecem sugerir contacto direto com a espiritualidade. Incluem-se aqui, por exemplo, aquelas vivências rotineiras, representadas pelo encontro íntimo e pessoal que cada um faz com o transcendente e o sagrado e aqueles outros quadros freqüentemente mais dramáticos, quase sempre súbitos, acompanhados de forte transformação pessoal que se seguem a um acontecimento psíquico marcante na vida. Mais significativas ainda, incluem-se , entre outros, os relatos de experiências de quase morte (near death experience) e as projeções fora do corpo físico (out of body experience) nos quais, o indivíduo transita com sua consciência por outras dimensões, vivenciando a plenitude da vida espiritual.

No Brasil, podemos afirmar que, em termos de “experiência espiritual”, nada supera a mediunidade. Entre nós, parece que a espiritualidade convive dentro de casa dirigindo cada passo de nossas vidas. Pelos nossos médiuns os recados do outro lado tem sido tão freqüentes que as portas da morte não isolam mais nosso contacto com os que mais amamos.

Estamos diante de um “campo de experimentação” extraordinário onde é corriqueira a comprovação da intercomunicação entre nós e o “outro lado da vida”. Qualquer cientista sem preconceito pode sistematizar suas observações dentro dos três domínios que apresentamos para a análise da espiritualidade e confirmar que na “prática”, nas crenças” e nas “experiências espirituais” nos seus vários matizes, a espiritualidade toda se manifesta, revelando a centelha divina e imortal que habita em todos nós.

Fonte:  CVDEE

Fonte: Centro Paz e Amor

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A IMUNIDADE É DIRETAMENTE PROPORCIONAL A FREQUÊNCIA VIBRACIONAL

O ser humano é feito de pensamentos, sentimentos e emoções. No universo tudo se move, tudo vibra nas mais diversas frequências, que podem ser baixas ou altas. As emoções negativas vibram em baixa frequência e as positivas em alta frequência. Sentimentos como: generosidade; manifestação de gratidão (“obrigado”); agradecimentos efusivos; unidade com outras pessoas, compaixão sincera, amor comum, amor incondicional, sacrificial e universal vibram alto, onde vírus e bactérias não alcançam. Já sentimentos como: medo, ressentimento, irritação, ruído entediante, temperamento exaltado, raiva, orgulho, megalomania, abandono e arrogância, são negativos e vibram em frequências baixíssimas. Ao ler o artigo completo a seguir você vai entender como os pensamentos, sentimentos e emoções podem nos ajudar ou atrapalhar a nossa vida.

A imunidade vibracional

As emoções negativas, de baixa frequência, surgem na falta de positivas, assim como a escuridão na ausência do sol

19/07/20 – 03h00

Para quem leu e gostou do livro “A Grande Síntese”, de Pietro Ubaldi, será fácil entender o texto a seguir. Para quem não teve essa felicidade, é possível refletir sobre o primeiro versículo do Evangelho de João: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus… Tudo foi feito por Ele; e nada do que tem sido feito, foi feito sem Ele. NEle estava a vida, e a vida era a luz dos homens” (João 1:1-4).

São João descreve a manifestação do universo como o verbo, o som, a vibração.

As ondas vibracionais são classificadas, segundo a sua natureza, como mecânicas ou eletromagnéticas. Um exemplo de onda mecânica é o som, e um de onda eletromagnética é a luz, que se propaga no vácuo, assim como as ondas de calor.

A frequência de uma onda é decorrente da vibração da fonte que a produziu. Diz Celso Costa, terapeuta quântico brasileiro, que “a velocidade vibracional determina se a energia se apresenta na forma física, líquida, gasosa e outros estados não visíveis. Tudo é uma interpretação de estados vibracionais. Inicialmente, gera-se por vibrações inaudíveis que se tornam, ao caminharem para a manifestação, perceptíveis. Tudo tem uma frequência que mantém sua forma e substância. Muda-se a frequência, muda-se a forma”.

Ubaldi explica que as frequências são perceptíveis ao ser humano dotado de faculdade de receptor e transmissor.

As cores são frequências, e não conseguimos enxergar o infravermelho nem ver além do ultravioleta; a percepção fica entre 4,3.10¹⁴ Hz e 7,5.10¹⁴ Hz, é o que o olho humano capta e o cérebro interpreta. As outras frequências, também, geram impactos sobre nossa consideração consciente. O mesmo efeito se dá com os infrassons e ultrassons, situados entre 20 Hz e 20.000 Hz, que são perceptíveis ao homem.

Qualquer ser vivente possui uma frequência única, e um vírus também.

O vírus da Covid-19 é uma proteína, que se manifesta com vibração baixa e com uma estrutura de circuito eletromagnético fechado, com ressonância entre 5,5 Hz e 14,5 Hz.

Nas faixas mais altas, não é ativo e, a partir de 25,5 Hz, se extingue. Essas informações foram divulgadas por vários cientistas e publicadas recentemente pelo Instituto Midra, de São Paulo.

“Para uma pessoa que vive em altas vibrações, isto é, ativamente ligada à alma, a Covid-19 não é mais perigosa do que infecções respiratórias agudas, porque o corpo de um homem saudável ‘vibra’ em faixas bem superiores às da Covid-19”. A saúde não é fortuita, tem relação com o equilíbrio vibratório. A psicossomática explica a relação entre a doença e o interior da personalidade (alma), e a psicanálise freudiana a comprova.

“Ocasionalmente, quando, por várias razões, as vibrações se tornam mais baixas, abre-se a possibilidade de mal-estar e doença, e até de morte”. Dizem os pais de santo que corpo fechado é inatacável.

Os distúrbios dependem do equilíbrio energético, pesam a fadiga, a exaustão emocional, a hipotermia, a tensão nervosa, a depressão, a insatisfação, a falta de autoestima etc.

Neste momento planetário, a ressonância de frequência média total da Terra é de 27,4 Hz e, portanto, suficiente para inviabilizar o vírus, que se extingue com 25,5 Hz, mas há lugares em que essa frequência é menor, ou seja, zonas geopáticas criadas natural ou artificialmente. Hospitais, prisões, linhas de energia, veículos elétricos subterrâneos e públicos, shopping centers, escritórios, estabelecimentos de bebidas possuem vibrações comumente abaixo de 20 Hz. Piores ainda são os locais de sofrimento de seres vivos, como abatedouros.

Copio aqui uma tabela para se entender o índice vibracional que emana de algumas experiências: medo, de 0,2 Hz a 2,2 Hz; ressentimento, de 0,6 Hz a 3,3 Hz; irritação, de 0,9 Hz a 3,8 Hz; ruído entediante, de 0,6 Hz a 1,9 Hz; temperamento exaltado, 0,9 Hz; raiva, 1,4 Hz; orgulho, 0,8 Hz; megalomania, 3,1 Hz; abandono, 1,5 Hz; arrogância, 1,9 Hz.

No oposto encontramos: generosidade, 95 Hz; manifestação de gratidão (“obrigado”), 45 Hz; agradecimentos efusivos, 140 Hz; unidade com outras pessoas, 144 Hz; compaixão sincera, a partir de 150 Hz; amor comum, 50 Hz; amor com o coração voltado a todas as pessoas, acima de 150 Hz; amor incondicional, sacrificial e universal, a partir de 205 Hz. Como é fácil entender, as altas vibrações não dão possibilidade à Covid-19 de gerar estragos.

Por milênios, a frequência do nosso planeta tem sido estável em torno de 7,6 Hz. Os físicos chamam essa frequência de “ressonância Schumann”, devido à batida gerada por um raio na cavidade entre a Terra e a ionosfera. Um homem se sentia confortável, no passado, nessas condições, uma vez que ele estava num campo de energia com os mesmos parâmetros – de 7,6 a 7,8 Hz.

No entanto, a frequência de Schumann passou a crescer rapidamente: janeiro de 1995, 7,80 Hz; janeiro de 2000, 9,30 Hz; janeiro de 2007, 9,80 Hz; janeiro de 2012, 11,10 Hz; abril de 2014, 15,15 Hz. Não disponho de dados atualizados, mas resta evidente que, se as pessoas não acompanharem o aumento das vibrações do planeta, enfrentarão um desajuste vibracional, e nem todo o dinheiro acumulado as conseguirá manter com saúde e vivas.

As emoções negativas, de baixa frequência, surgem na falta de positivas, assim como a escuridão na ausência do sol. Disso a necessidade de evoluir no controle interno.

Como dizia o abade Eliphas Levi: “A beleza (e a saúde) é um empréstimo que a natureza faz à virtude”. Nisso pode estar o segredo da vacina natural que a ciência busca.

Fonte: O Tempo

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A ESTEIRA DA LIBERDADE É A VERDADE

Adoro falar sobre esse tema, pois diz respeito a tudo que viemos fazer, aqui nessa jornada experiencial, como aprendizes que somos em busca da verdade e da libertação. A verdade que é a esteira que nos leva a liberdade. Portanto enquanto o homem não se conscientizar que sem a verdade, sem ser verdadeiro o tempo todo, jamais alcançará a tão sonhada liberdade. O texto a seguir, psicografado pelo extraordinário Francisco Cândido Xavier, deixa bem claro esse raciocínio. Por isso te convido a ler, refletir e fazer o seu juízo de valor!

A verdade que liberta (Pr.Nildo Gomes) - YouTube

A verdade que liberta

“Busque conhecer a verdade e a vivenciá-la no seu dia a dia, e esta verdade assumida e vivida fará de você um homem livre.”

Os que ouviram de Jesus esta afirmativa não a entenderam de pronto e imediatamente lhe falaram:

“Nós nunca fomos escravos de ninguém; então seremos livres de quem?”

Jesus, por sua vez, disse mais: “Se você erra, ou comete pecado, é escravo do erro, ou do pecado, até que consiga reparação.”

Face à afirmativa do Cristo, podemos concluir que Ele não se referia à escravidão de homens, imposta por outros homens, mas sim à nossa escravidão pela consciência, em decorrência de faltas morais.

Entendendo o pecado como a transgressão das Leis Divinas, fica fácil compreender a afirmativa de Jesus.

E entendendo que liberdade é a “situação ou estado do homem livre, integrado na plenitude da dignidade do ser humano”, que tem respeitabilidade, nobreza, autoridade moral, saberemos que liberdade implica em responsabilidade.

O ser humano sempre lutou pela própria libertação.

Levando em conta os ensinos do Homem de Nazaré, enquanto cometermos infrações contra as Leis Divinas, seremos escravos dessas infrações, das suas conseqüências, do mal que provocaram.

Se perante a legislação humana, que ainda tem muitas falhas e é limitada pelo nosso não entendimento pleno de justiça, o infrator deve redimir-se, deve pagar pelo mal feito para obter a liberdade, não poderia ser diferente com relação às Leis Divinas que regem a vida.

Jesus condiciona a libertação definitiva ao conhecimento e vivência da verdade superior.

Podemos dizer, para fixar melhor: da verdade verdadeira.

Na medida em que o homem vai descobrindo a verdade, vai fazendo luz íntima e automaticamente vai se libertando da ignorância e deixando de errar, por já conhecer o correto, o devido.

A ignorância é a grande fomentadora dos falsos conceitos a respeito da Divindade e por conseguinte, das leis que regem a vida.

Um exemplo disto era o horror que o homem pré-histórico tinha dos fenômenos da natureza.

O medo era gerado pela ignorância do processo pelo qual se davam tais fenômenos.

Junto com o conhecimento de tais mecanismos, veio a libertação do medo.

Assim ocorre também nos variados pontos da existência humana.

Quando a peste negra dizimou milhares de vidas em toda a Europa, em princípio acreditava-se que fosse um castigo de Deus imposto aos pecadores de toda ordem.

Todavia, a descoberta da verdade elucidou que a enfermidade era transmitida pelos ratos, e hoje é chamada peste bubônica.

Assim é com relação à auto-libertação das criaturas. Cada um possui em si a chave para libertar-se em definitivo dos maus hábitos e equívocos cultivados ao longo das existências.

Para isso, é necessário que conheçamos as Leis de Deus, para que a elas busquemos nos ajustar, de forma que possamos avançar a passos largos na direção da luz.

* * *

Quando a verdade brilhar, no caminho das criaturas, se verá que obstáculos e sofrimentos não representam espantalho para os homens, mas sim quadros preciosos de lições sublimes que os aprendizes sinceros nunca podem esquecer.

É necessário que você, apesar das rajadas aparentemente destruidoras do destino, se conserve em pé, com coragem, marchando, firme, ao encontro dos sagrados objetivos da vida.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. 119, do livro Vinha de luz, do Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB; Evangelho de João, 8:32 e Evangelho de Lucas, 16:14-17

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: BUDAS E CRISTOS, HERÓIS DESCONHECIDOS

O texto de hoje, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL nos explica e ensina como diferenciar um Buda e/ou Cristo de primeira ordem de um mesmo “homem sereno” ou “herói” de segunda ordem. Os de primeira ordem passaram por nós em silêncio e sobre eles nada sabemos. Se Sidarta Guatama, o Buda que conhecemos, foi o 25º Buda, dos 24 anteriores nada sabemos, pois foram heróis desconhecidos que muito fizeram pela humanidade em profundo silêncio.  

Por que a imagem de Buda gordo e sorridente é tão popular? Saiba essa e outras curiosidades · Alto Astral

HOMENS SERENOS – por Swami Vivekananda

Os maiores homens passaram desconhecidos.

Os Budas e os Cristos que se conhecem são heróis de segunda ordem, em comparação com os maiores, dos quais o mundo nada conhece. Em cada país, viveram centenas desses heróis desconhecidos. Eles trabalharam em silêncio, viveram em silêncio e em silêncio morreram. Com o tempo, seus pensamentos encontraram uma expressão nos Budas e nos Cristos, que chegaram a ser conhecidos para nós. Os maiores homens não buscaram obter renome algum. Deixaram suas idéias ao mundo; nada pretendiam para si mesmos; não estabeleceram escolas, nem sistemas, que levaram seu nome. A sua natureza não permitiria. São os puros sattvikas*, que nunca fazem ruído, mas se fundem no amor.

Gautama Buda disse que era o vigésimo quinto Buda. Os 24 anteriores a ele são desconhecidos na História, apesar do vigésimo quinto que conhecemos ter construído em cima da base que os anteriores haviam criado. Os homens mais evoluídos são silenciosos. Sabem do real poder do pensamento. Sabem que, se entrarem numa caverna, fecharem a porta e irradiarem cinco pensamentos verdadeiros, que viverão na eternidade. Em verdade, esses pensamentos penetrarão as montanhas, atravessarão os oceanos, viajarão pelo mundo inteiro. Entrarão no fundo dos corações e dos cérebros, farão nascer homens e mulheres que lhes darão a expressão prática das ações da vida humana…

Os Budas e os Cristos foram de lugar em lugar, difundindo essas verdades. Mas os sattvikas estão muito perto de Deus para entrar na ação e combater, para pregar e para fazer, como se diz na Terra, o Bem da humanidade.

– Swami Vivekananda, (1862-1902), Discípulo de Paramahamsa Ramakrishna.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA E A TRANSFORMAÇÃO PARA CRIAR UM MUNDO MELHOR

O texto de hoje para REFLEXÃO, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL aborda o despertar da consciência para criar a transformação como forma de criar um mundo melhor realinhando-nos com os princípios universais do equilíbrio. Por isso convido você a ler esse texto curto, porém magnífico no que tange a sabedoria universal.

Criando Um Mundo Melhor

À medida que o mundo continua a de dissolver, uma nova realidade guiada pela alma está emergindo para substituir o velho mundo dominante, movido pelo ego.

Os desafios que enfrentamos estão sendo enfatizados, impulsionando-nos para a transformação.

Como resultado, uma mudança muito necessária está ocorrendo em nosso eu humano básico, realinhando-nos com os princípios universais do equilíbrio.

O que você quer, que lhe foi apresentado nos últimos seis meses, está se tornando uma realidade. Há uma mudança definitiva na energia que está dissolvendo o velho e trazendo a luz onde o seu foco deve estar agora.

Velhos padrões, apegos e distrações, que o afastam de sua alma, vão sendo liberados, liberando a sua energia e dando-lhe uma nova perspectiva e uma nova visão da sua vida.

Avance com a sabedoria que você adquiriu e aplique esta sabedoria para a criação de um mundo melhor.

Inspiração Diária de Kate Spreckley
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Formatação – DE CORAÇÃO A CORAÇÃO

Fonte: Gratidão Transforma

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FAZENDO O MELHOR POSSÍVEL EM BUSCA DA SUA MELHOR VERSÃO

O texto de hoje, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL nos convida a uma reflexão mais apurada sobre o dar sem nenhum interesse, o que equivale ao amor incondicional. Por isso é preciso, em tudo que fizermos, dar o melhor de nós mesmos. Então convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor. Um boa leitura!

– por Swami Ritajananda –

Você faz o seu melhor ou faz o possível | Mario Sergio Cortella Motivação - YouTubeFAZENDO O MELHOR POSSÍVEL – por Swami Ritajananda

Quando se trata de seus deveres, vocês devem fazer o melhor possível, como a mãe que alimenta seu filho com cuidado. Ela sabe que é seu dever. O que ocorre quando realizamos como um dever tudo aquilo que temos a fazer? Ocorre que nos tornamos cada vez mais desapegados. Se de nossa ação resultarem algumas experiências desagradáveis, não seremos atingidos por elas, porque não teremos agido com a idéia de receber uma recompensa. Vocês podem fazer essa experiência. Nossos estudos têm como objetivo colocar em prática o que encontramos de melhor.

Buda disse que ao agir com a esperança de receber algum bem, colhemos sempre o sofrimento. Se não tivermos tal esperança, uma grande paz interior será realizada. Se, depois de terem criado seus filhos com toda dedicação, vocês mais tarde acharem que eles não pensam em vocês, então sofrerão, porque esperavam seu reconhecimento. Mas se os tivessem criado cumprindo seu dever da melhor forma possível, sem esperar recompensa, não sofreriam e ficariam em paz. Concordo que não é fácil ter essa atitude, mas é a única atitude correta. Cada um de nós vem a este mundo para realizar sua vida, sua tarefa. Então, é preciso poder dizer para si mesmo: “Fiz do melhor modo que pude o dever que o Senhor me deu”. Nada mais.

É bom ter sempre em mente a idéia de que viemos a este mundo para nossa evolução espiritual. Se não o conseguirmos, não importará, mas tendo essa idéia em mente, nossa vida será certamente mais feliz, ou pelo menos mais suportável.

(Texto extraído do livro “A Prática da Meditação” – Swami Ritajananda – editora ECE).

Fonte: IPPB
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SOMOS FILHOS DA LUZ PARA TIRAR O MUNDO DAS TREVAS

Ser a luz do mundo é a missão de cada ser humano enquanto deuses em ascensão, pois somos somos filhos do Pai que tudo criou podemos fazer tudo o que Ele fez e muito mais. Quando somos luz como um fósforo aceso em meio ao breu, não existe mais a escuridão, pois onde existe luz não há trevas e se cada um acreditar e acender a sua luz interior o mundo se transformará num reino de luz. Leia o texto completo a seguir, reflita e faça o seu juízo de valor!

O que é e como ser Luz do Mundo? » Esboço Para Pregação

Luz do mundo

Jesus, o Mestre dos mestres, tinha sempre palavras de estímulo aos que O seguiam.

Ninguém como Ele utilizou de forma tão excelente os vocábulos de incentivo a quem pretendesse estar com Ele.

É assim que nos credencia a herdeiros do Universo, pois que somos filhos do Pai que tudo criou, bem como nos chama Filhos da Luz, ramos da videira, aqueles que podem fazer tudo o que Ele fez e muito mais.

De forma amiúde, ficamos nos questionando a respeito de algumas de Suas afirmativas.

Por nos considerarmos tão pequenos, tão distantes da grandeza de que Se reveste o Mestre de Nazaré, indagamo-nos se Ele estaria certo ao nos ofertar tais credenciais.

Filhos da Luz? Nós, que nos sentimos ainda tateando em sombras densas?

Andar no mundo como Filhos da Luz, enquanto temos luz? De que luz dispomos? De que intensidade é nossa luz?

Então, nos lembramos do valor de um fósforo em plena escuridão.

Quando o breu se faz porque a energia elétrica sofre uma pane, como a luz débil de um fósforo faz a grande diferença!

Disse alguém que nos podemos considerar como um fósforo aceso.

Sim, a chama não ilumina grande distância, mas faz a diferença entre a escuridão total e uma pequena claridade.

Claridade que nos retira, por breves segundos, embora, da insegurança total das trevas.

Claridade que nos permite ver o outro, perceber que não estamos sós, que mais alguém compartilha conosco daquela situação. E nos darmos as mãos.

Claridade que nos permite ir em busca de uma lanterna, de uma vela, de um lampião.

Ou, se nada disso se tiver, acender um outro fósforo. E outro, e mais outro.

Quem sabe, fazer um clarão maior, enquanto a energia elétrica não se restaura.

Em se tratando da sociedade, podemos imaginar o mesmo valor dessa pequena luz.

Se somos um fósforo de dignidade que se acende quando a corrupção anda à solta, fazemos a diferença.

Porque a nossa chama mostra a outros o nosso valor e motiva a que os demais resolvam acender a sua própria chama.

Se, em meio à indiferença geral, somos o fósforo que aquece a alma e a vida de quem sofre; se em meio à covardia moral, mostramos a luz da correta conduta; se, enfim, somos a pequenina chama da amizade, da justiça, da fé, quanta luz espalharemos por onde passarmos?

Tinha, portanto, toda razão Jesus ao nos estimular a andar no mundo como Filhos da Luz, andar enquanto tivermos luz.

A luz ilumina onde se apresente e mostra cores, onde somente havia trevas;

Mostra pessoas onde somente havia solidão; acena esperança onde grassa a infelicidade.

Pensemos nisso e atendamos ao incentivo do Mestre de Nazaré.

Não nos preocupemos com a chama pequena, oscilante ou de duração efêmera.

Mostremos nossa luz. Mesmo que somente seja para acender outra luz.

Será a nossa contribuição para o mundo de alegrias, risos e cores que todos desejamos para nós, para nossos filhos, para as gerações futuras.

Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 13, ed. Fep.

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: COMO CONVIVER COM A CRENÇA NA CIÊNCIA E NA ESPIRITUALIDADE AO MESMO TEMPO

Antigamente Crença e Ciência não andavam juntas e eram antagônicas, mas atualmente já se sabe que é possível a convivência das duas ao mesmo tempo. O que talvez ainda falte seja popularizar isso e esclarecer os limites de um e de outro para não haver conflito, apesar de ser algo muito pessoal. O artigo a seguir tenta desvendar esses novos paradigmas, Leia, reflita e faça o seu juízo de valor!

É possível crer na ciência e na espiritualidade ao mesmo tempo?

Um homem branco que faz um gesto de dúvida, colocando a mão no queixo. À sua direita, uma ilustração que representa as religiões abraâmicas, à sua direita uma ilustração que representa a ciência.
Andrea Piacquadio / Pexels / Canva / Eu Sem Fronteiras

Se você veio em busca de uma resposta simples para a pergunta do título deste artigo, é “sim”. Sim, é possível crer na ciência e na espiritualidade ao mesmo tempo.

Por muito tempo, e ainda hoje, muita gente acreditou que ciência e espiritualidade eram opostas e rivais, como clubes de futebol que têm torcedores que se odeiam. Mas a verdade é que, apesar de haver pontos de discordância, você pode muito bem crer em uma e crer em outra.

Antes de mais nada, o que é ciência?

Uma mulher morena com um suéter amarelo olhando através de uma lupa.

kroshka__nastya / Freepik

Para deixarmos as coisas bem explicadinhas antes de seguirmos em frente, vale esclarecer esse conceito. O que chamamos de ciência neste artigo é o seguinte: todo conhecimento que explica fenômenos e que foi comprovado por métodos científicos.

Métodos científicos se baseiam em experimentos e observação. Sabemos que determinado remédio combate determinada dor porque diversas substâncias foram testadas para aliviar essa dor e descobriu-se que essa medicação funciona. Essa conclusão foi submetida a mais outra dezena de testes para ser comprovada.

Portanto, ciência é a explicação lógica por trás de uma situação. Ah, e importante: não existe “a” ciência, algo como um instituto que define o que é certo ou errado. O conhecimento científico está sempre se desconstruindo e se modernizando.

E o que é espiritualidade?

Espiritualidade é a busca por explicações que transcendem os nossos sentidos e a nossa capacidade de testar e observar, ou seja, os métodos científicos.

Há pessoas que creem que a meditação harmonize as energias do nosso corpo. Isso é impossível de ser medido, certo? Como medir as tais energias? Assim como há pessoas que acreditam que, ao morrermos, iremos ao céu ou ao inferno; mas como comprovar a existência desses lugares? Impossível.

Uma estátua budista em bronze. Ela cerra as mãos em um gesto de oração.

Dean Moriarty / Pixabay

Assim sendo, espiritualidade é tudo aquilo que tenta explicar ou dar sentido a tudo o que não podemos comprovar ou para o qual não encontramos sentido lógico. A ciência, por exemplo, provavelmente jamais poderá deduzir o sentido da vida. Não há como fazer isso. A espiritualidade, por sua vez, pode fazer isso.

É importante dizer que espiritualidade não é sinônimo de religião. Religiões são conjuntos de crenças estabelecidas que seguem cultos, rituais, regras etc. A espiritualidade é ampla: você pode crer no Deus cristão, no poder da meditação budista e participar de eventos em um terreiro de candomblé. Espiritualidade é individual.

Alguns exemplos simples

Usando alguns exemplos simples e até um pouquinho bobos, vamos mostrar a você que ciência e religião não se excluem. Vamos lá:

Parece absurdo uma pessoa estar esperando a vacina contra o coronavírus, mas, mesmo assim, todos os dias dobrar seus joelhos e pedir a Deus que proteja sua família e sua vida? Não, certo? Pois a ciência está aí, na vacina, e a espiritualidade está aí, em Deus.

Mais um exemplo: é absurdo estar passando por um quadro de transtorno de ansiedade, tomar medicamentos para controlar esse problema, mas praticar meditação todos os dias, com o objetivo de harmonizar energias espirituais? A medicação (ciência) atrapalha a meditação (espiritualidade, neste caso) ou vice-versa?

Uma pessoa com os dedos entrelaçados em um gesto de oração. Ela debruça suas mãos sobre uma provável bíblia.

reenablack / Pixabay

E um último caso ilustrativo: é absurdo uma pessoa combatendo um vício em drogas buscar ajuda psiquiátrica e psicológica, mas, ao mesmo tempo, procurar o conselho e a ajuda espiritual de um imã na mesquita de sua cidade? Não há nada de errado nisso, não é?

Como você pôde ver a partir dos exemplos, a espiritualidade e a religião não atrapalham a crença na ciência e em procedimentos médicos e científicos.

Quando os problemas começam…

Os problemas podem começar quando há conflitos entre a espiritualidade e a ciência, o que pode acontecer. Sim, é possível manter uma harmonia entre os dois e, com sabedoria, isso pode ser feito, mas há pontos inflexíveis que podem gerar situações problemáticas.

Há pessoas, por exemplo, que abrem mão de fazer tratamentos médicos, como quimioterapia, na esperança de que Deus ou qualquer que seja sua crença vá curá-la desse problema de saúde.

Outro exemplo, este ligado a uma religião: aqueles que se consideram testemunhas de Jeová são proibidos por sua crença de fazer transfusão de sangue. Então, caso sofram um acidente ou passem por um quadro em que precisem de doação de sangue, arcarão com as consequências de abrir mão desse tratamento.

Seria leviano e arrogante dizer o que você deve fazer da sua vida, e não estamos aqui para isso, mas recomendamos que você coloque a sua saúde e a saúde dos seus acima das suas crenças quando for possível. Ainda que você tenha certeza a respeito do que crê, nada podemos saber a respeito da espiritualidade, apenas supor.

Uma mulher de blusa branca e calças leggings preta fazendo yoga.

Irina L / Pixabay

Então o recomendado é sempre se precaver e fazer o possível para se cuidar, seja cuidando do seu corpo ou da sua mente, seja fazendo tratamentos psicológicos e psiquiátricos, se forem necessários.

E a pseudociência?

Muitos confundem espiritualidade com pseudociência e, a partir desse preconceito, classificam qualquer crença como anticiência, mas não é bem assim.

A espiritualidade, quando verdadeira, é humilde. O que isso quer dizer? Que cremos naquilo que cremos, mas sabemos, lá no fundo, que não dá para ter certeza de que é verdade. Mesmo assim, cremos. Uma das definições de fé é esta: “crença na existência de alguma coisa”. Veja: crença, não certeza.

A pseudociência, por sua vez, não tem a humildade da espiritualidade. Ela deturpa métodos e conhecimentos científicos para se passar por verdadeira, na maioria das vezes com o intuito de enganar pessoas e, frequentemente, de ganhar dinheiro por causa disso.

Mãos de uma mulher manipulando um baralho de cartas. Sobre uma mesa, uma vela preta acesa e um leque de ferro, além de um globo cinza e também uma caixa acinzentada.

Anastasia Shuraeva / Pexels

Um exemplo de pseudociência. Crer que temos energias espirituais em nosso corpo não é errado. A ciência nunca comprovou a existência ou inexistência delas, e nunca vai fazê-lo, porque isso é tema para a espiritualidade.

Mas quando aparece uma pessoa dizendo que pode manipular as tais energias para que você seja mais feliz, isso é pseudociência. Por quê? Porque manipulação, medicação, entre outros, são conceitos científicos. Se uma prática mistura espiritualidade (energias) e ciência (cura), é uma pseudociência.

Duas dicas simples para diferenciar espiritualidade de pseudociência:

a. A crença promete alguma coisa como certeza (exemplo: uma cura)? Se sim, desconfie, porque nem mesmo as religiões prometem;

b. A crença cobra algum dinheiro de você para oferecer algo que é espiritual e que não pode ser mensurado/avaliado? Desconfie.

Já se foi o tempo em que espiritualidade e ciência eram antagonistas. Na época em que vivemos, sabemos que os dois podem conviver harmonicamente, desde que não nos impeçam de ter cuidados conosco, com a nossa saúde e com a nossa mente, por exemplo. Fora isso, exerça sua espiritualidade como quiser e como se sentir bem!

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O SEGREDO DA FELICIDADE ESTÁ NA RESPONSABILIDADE QUE ENCARAMOS A VIDA

É normal todos querem saber o Segredo da Felicidade. Afinal todos sonham com isso. Querem ser felizes, mas não fazem ideia do que realmente seja a felicidade. É preciso, muitas vezes, procurarmos essa tão almejada felicidade nas coisas belas do mundo, mas também é comum as pessoas se desiludirem. Então convido você a ler o texto completo a seguir e descobrir qual o segredo da felicidade, pois é algo bem diferente do que a maioria das pessoas acha.

Você vai descobrir agora os 4 maiores segredos da felicidade plena - Instituto i9c

O segredo da felicidade

Há muito tempo, em uma terra muito distante, havia um jovem rapaz, filho de um rico mercador, que buscava obstinadamente o segredo da felicidade.

Já havia viajado por muitos reinos, falado com muitos sábios, sem, no entanto, desvendar tal questão.

Um dia, após longa viagem pelo deserto, chegou a um belo castelo no alto de uma montanha.

Lá vivia um sábio, que o rapaz ansiava conhecer.

Ao entrar em uma sala, viu uma atividade intensa. Mercadores entravam e saíam, pessoas conversavam pelos cantos, uma pequena orquestra tocava melodias suaves.

De longe ele avistou o sábio, que conversava calmamente com todos os que o buscavam.

O jovem precisou esperar duas horas até chegar sua vez de ser atendido.

O sábio ouviu-o com atenção, mas lhe disse com serenidade que naquele momento não poderia explicar-lhe qual era o segredo da felicidade.

Sugeriu que o rapaz desse um passeio pelo palácio e voltasse dali a duas horas.

“Entretanto, quero pedir-lhe um favor.” – completou o sábio, entregando-lhe uma colher de chá, na qual pingou duas gotas de óleo.

“Enquanto estiver caminhando, carregue essa colher sem deixar o óleo derramar.”

O rapaz pôs-se a subir e a descer as escadarias do palácio, mantendo sempre os olhos fixos na colher.

Ao fim de duas horas, retornou à presença do sábio.

“E então?” – perguntou o sábio – “você viu as tapeçarias da pérsia que estão na sala de jantar?

Viu o jardim que levou dez anos para ser cultivado?

Reparou nos belos pergaminhos de minha biblioteca?”

O rapaz, envergonhado, confessou não ter visto nada.

Sua única preocupação havia sido não derramar as gotas de óleo que o sábio lhe havia confiado.

“Pois então volte e tente perceber as belezas que adornam minha casa.” – disse-lhe o sábio.

Já mais tranqüilo, o rapaz pegou a colher com as duas gotas de óleo e voltou a percorrer o palácio, dessa vez reparando em todas as obras de arte.

Viu os jardins, as montanhas ao redor, a delicadeza das flores, atentando a todos os detalhes possíveis.

De volta à presença do sábio, relatou pormenorizadamente tudo o que vira.

“E onde estão as duas gotas de óleo que lhe confiei?” – perguntou o sábio.

Olhando para a colher, o rapaz percebeu que as havia derramado.

“Pois este, meu rapaz, é o único conselho que tenho para lhe dar: – disse o sábio – o segredo da felicidade está em saber admirar as maravilhas do mundo, sem nunca esquecer das duas gotas de óleo na colher.”

Pense nisso!

Vivemos em um mundo repleto de atrativos e de propostas sedutoras.

Há milhares de maneiras de gastarmos nosso tempo, nossa saúde, nossa vida, enfim, com coisas belas e agradáveis, mas que, na verdade, podem nos afastar de nossos reais objetivos.

Cada um de nós carrega na consciência as missões que nos foram confiadas por Deus e as diretrizes para que as cumpramos satisfatoriamente.

É imprescindível alcançarmos o equilíbrio para que possamos viver no mundo, sem nos deixarmos seduzir por ele.

É urgente que tenhamos discernimento para que possamos admirar e aprender através das coisas do mundo, sem que negligenciemos, ou até mesmo abandonemos, nossos verdadeiros e inadiáveis deveres.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro como Atirar vacas no precipício, de Alzira Castilho, pp. 58/60.

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A APOTEOSE DA REDENÇÃO DO HOMEM É O QUERER-SERVIR PLENO

Sempre me emociono ao ler os textos inconfundíveis e de incrível sabedoria do incomparável filósofo Huberto Hohden. Lavai os pés uns dos outros é um desses textos que não tem como não tocar àqueles que o lê, pois trata-se de um compêndio acerca da evolução espiritual do homem. Com muita clareza e vidência o autor consegue nos convencer de que não existe outro caminho senão o da conversão do ter pelo ser. Por isso convido você a ler esse texto consciencial que pode mudar a sua vida!

Lavai os pés uns aos outros" -Por Huberto Rohden

LAVAI OS PÉS UNS AOS OUTROS – por Huberto Rohden

– Por Huberto Rohden –

A tocante cena do lava-pés encerra o mais profundo mistério da verdadeira redenção do homem. O seu sentido último vai muito além da ética da humildade que estamos habituados a ouvir nos sermões comuns das igrejas.

É a apoteose da redenção pelo querer-servir.

A humanidade está dividida em dois grupos nitidamente distintos: os que querem ser servidos – e os que querem servir. A primeira parte é enorme, a segunda é pequena em quantidade, embora grande em qualidade.

Para que um homem passe da doença crônica do querer-ser-servido para a vigorosa sanidade do querer-servir, é necessário que deixe de ser profano e se torne um homem sacro. No homem profano, devido à sua cegueira, predomina o pequeno ego físico-mental – no homem sacro, graça à sua vidência, triunfa o grande Eu espiritual.

O homem profano se sente bem, importante, poderoso, quando está sentado sobre um trono, dando ordens, e muitos de seus semelhantes jazem ao pé do trono, cumprindo ordens. Nisto é que ele vê força, riqueza grandeza – quando, na realidade, tudo isto é sintoma de fraqueza, pobreza, pequenez.

Quem pode alegremente servir mostra que é forte, rico, pleno, exuberante.

Deus não tem necessidade de receber nada, mas dá tudo porque é inesgotável Plenitude.

Quanto mais o homem se aproxima da Divindade doadora, tanto mais gosta de dar e servir e tanto menos se interessa por receber e ser servido.

Em última análise, toda a redenção consiste em que o homem extinga em si todo e qualquer desejo e necessidade de querer-ser-servido e eleve ao máximo a jubilosa vontade de querer-servir; porque aquilo é sinal de egoísmo estreito, ao passo que isto é prova de vasto universalismo e amor. Ora, todo egoísmo é irredenção, como todo amor é centralização unitiva.

No plano do ego personal domina a política de “ter”, e está ausente a filosofia do “ser”. O profano considera reais os objetos que ele tem ou pode ter, e por isso gasta a vida toda a correr atrás desses objetos, que, devido ao seu inerente pendor centrífugo, fogem do homem profano, por ser negativo. Na verdade, porém, nenhum objeto tem realidade intrínseca em si mesmo; todos eles são apenas realizados, isto é, possuem realidade extrínseca, vinda de fora deles. Nenhum objeto tem realidade original, autônoma, mas apenas um reflexo no espelho, heterônomo. Ora, ninguém pode agarrar e possuir solidamente um reflexo no espelho.

É absolutamente impossível que eu tenha hoje o que não tive ontem e não terei amanhã. Um “ter” entre dois “não-teres” é intrinsecamente impossível, porque contraditório em termos. Só tenho de fato o que posso ter para sempre. Esse “ter-para-sempre” porém, não faz parte dos objetos quantitativos, dominados pelas ilusórias categorias de tempo e espaço. O único “ter” verdadeiro é o “ser”. Em última análise, eu só “tenho” o que “sou”; só posso “ter” o meu verdadeiro “ser” com todos os atributos a ele inerentes, como verdade, justiça, amor, benevolência, ou seus contrários.

O profano é um caçador de sombras e sonhador de sonhos; corre sem cessar atrás de grandes e pequenos nadas, como se fossem algo, e, enquanto não se curar dessa estranha alucinação, não será liberto da sua velha escravidão, porque só a verdade é que é libertadora.

É esta ilusão a última razão por que o profano tem a irresistível necessidade de receber e de ser servido, porque isto dá uma força ilusória à sua fraqueza real, assim como álcool, cocaína, maconha e outros estimulantes e entorpecentes geram a sensação de uma força que, de fato, não existe nesses indivíduos viciados. Todo profano é um viciado, porque sedento e ébrio de objetos. Querer receber e ser servido é vício. Só a experiência da verdade é que cura o homem dessa doença crônica e aguda e lhe dá vigorosa saúde.

* * *

Quando Jesus ajoelhou aos pés de seus discípulos para lavá-los e enxugar com uma toalha, prestou-lhes, segundo a opinião humana, serviço de escravo. No Oriente, onde se usam, geralmente, sandálias em vez de sapatos fechados, o viandante entra em casa com os pés cobertos de pó; imediatamente, um dos servos acorre com uma bacia de água, desata o calçado e lava os pés do hóspede, enxugando-os com uma toalha. As sandálias ficam do lado de fora.

Para a humanidade profana dos nossos dias, esse servir é um sinal de inferioridade – assim como o ser-servido é considerado quase universalmente como prova de superioridade. Entre verdadeiros iniciados e homens sacros reina a ordem inversa, porque eles se aproximaram tanto do Servidor Doador Universal que refletem espontaneamente os atributos de mesmo.

“Os príncipes deste mundo – disse Jesus – dominam sobre seus súditos, e por isto são chamados grandes; entre vós, porém, não há de ser assim, mas aquele dentre vós que quiser ser grande seja servidor de todos.”

Aqui está o teste da verdadeira iniciação cósmica; dar e servir em vez de querer receber e ser servido. O verdadeiro iniciado, porém, não vê nesse dar e servir algo como virtude ou heroísmo, mas sim como a expressão da mais simples das verdades e realidades. Ele não é “virtuoso”, no sentido usual do termo, mas é “sábio”, por ser um grande “compreendedor” da suprema verdade.

O Nazareno deu a seus discípulos uma ordem simbólica, mandado que lavassem os pés uns aos outros, quer dizer, que prestassem uns aos outros serviço espontâneo e voluntário, impelidos pelo amor compreensivo, e não compelidos por alguma lei externa.

* * *

Mahatma Gandhi tinha entre seus discípulos uma turma que ia de cidade em cidade, de aldeia em aldeia, fazendo limpeza pública nas ruas e até nas privadas. Certo dia, um viajante encontrou um passageiro de trem a lavar a privada; olhou para o desconhecido e disse: “Você, de certo, é da turma de Mahatma Gandhi”. Sorriu-se o servidor espontâneo e continuou a trabalhar. Era de fato da “turma de Gandhi” – porque era Mahatma Gandhi em pessoa, ele, a “grande alma” da Índia.

Para poder servir espontaneamente, sem perigo de criar complexo de heroísmo ou virtuosidade, deve o homem ser, de fato, uma “mahatma”, uma “grande alma”; porque as almas pequenas só querem ser servidas. Quem não é ainda remido da velha escravidão do seu ego não pode entrar na “gloriosa liberdade dos filhos de Deus”.

Jesus, porém, supõe que seus verdadeiros discípulos sejam grandes almas…

”Lavai os pés uns aos outros”…

“Quem quiser ser grande, seja servidor de todos”…

(Texto extraído do livro “O Triunfo da Vida Sobre a Morte” – Huberto Rohden* – Editora Martin Claret).

Fonte: IPPB

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A HONESTIDADE NÃO TEM PREÇO PARA AS PESSOAS ESPIRITUALMENTE DESENVOLVIDA

Um texto curto, mas brilhante e que diz tudo sobre DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL. A honestidade não tem preço para as pessoas espiritualmente evoluídas ou que já entenderam que esse é o único caminho para a liberdade e consequentemente a felicidade. Portanto eu te convido a ler essa obra prima que vai, tenho certeza, te ensinar coisas maravilhosas e depois reflita para fazer o seu juízo de valor!

Ser honesto não lhe trará muitos amigos, mas… – John Lennon | Portal Desistir Nunca

A honestidade não tem preço

A história é comovente. Fala de uma honestidade a toda prova, contada por Vladimir Petrov, jovem prisioneiro de um campo de concentração no Nordeste da Sibéria.

Vladimir tinha um companheiro de prisão chamado Andrey.

Ambos sabiam que daquele lugar poucos saíam com vida, pois o alimento que se dava aos prisioneiros políticos não tinha por objetivo mantê-los vivos por muito tempo.

A taxa de mortalidade era extremamente alta, graças ao regime de fome e aos trabalhos forçados. E como é natural, os prisioneiros, em sua maioria, roubavam tudo quanto lhes caía nas mãos.

Vladimir tinha, numa pequena caixa, alguns biscoitos, um pouco de manteiga e açúcar – coisas que sua mãe lhe havia mandado clandestinamente, de quase três mil quilômetros de distância.

Guardava aqueles alimentos para quando a fome se tornasse insuportável. E como a caixa não tinha chave, ele a levava sempre consigo.

Certo dia, Vladimir foi despachado para um trabalho temporário em outro campo. E porque não sabia o que fazer com a caixa, Andrey lhe disse: “Deixe-a comigo, que eu a guardo. Pode estar certo de que ficará a salvo comigo.”

No dia seguinte à sua partida, uma tempestade de neve, que durou três dias, tornou intransitáveis todos os caminhos, impossibilitando o transporte de provisões.

Vladimir sabia que no campo de concentração em que ficara Andrey, as coisas deviam andar muito mal.

Só dez dias depois os caminhos foram reabertos e Vladimir retornou ao campo.

Chegou à noite, quando todos já haviam voltado do trabalho, mas não viu Andrey entre os demais.

Dirigiu-se ao capataz e lhe perguntou:

“Onde está Andrey?”

“Enterrado numa cova enorme junto com outros tantos prisioneiros.” – respondeu ele. “Mas antes de morrer pediu-me que guardasse isto para você.”

Vladimir sentiu um forte aperto no coração.

“Nem minha manteiga, nem os biscoitos puderam salvá-lo.” – pensou.

Abriu a caixa e, dentro dela, ao lado dos alimentos intactos, encontrou um bilhete dizendo:

“Prezado Vladimir. Escrevo enquanto ainda posso mexer a mão. Não sei se viverei até você voltar, porque estou horrivelmente debilitado. Se eu morrer, avise a minha mulher e meus filhos. Você sabe o endereço.

Deixo as suas coisas com o capataz. Espero que as receba intactas.

Andrey.”

* * *

Ser honesto é dever que cabe a toda criatura que tem por meta a felicidade.

E a fidelidade é uma das virtudes que liberta o ser e o eleva na direção da luz.

Uma amizade sólida e duradoura só se constrói com fidelidade e honestidade recíprocas.

Somente as pessoas honestas e fiéis possuem a grandeza d’alma dos que já se contam entre os espíritos verdadeiramente livres.

Texto da Redação do Momento Espírita, com base em artigo da Revista Seleções do Readers Digest de janeiro de 1950.

Fonte: Momento de Reflexão

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