DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A RAZÃO E O CORAÇÃO SE COMPLETAM E PRECISAM CAMINHAR JUNTOS

O texto a seguir é de uma sabedoria incrível e não importa de onde tenha vindo ou quem seja seu autor, pois é a mais sublime inteligência e sabedoria traduzida para que o leitor compreenda que para alcançar a vida plena, ou seja, a sua melhor versão é necessário unir a razão ao coração, pois só assim conseguirás desenvolver o seu infinito potencia. Convido você a ler o magnífico texto a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

 

Razão ou coração?

O Espiritismo ensina que todos os Espíritos são criados por Deus em estado de ignorância e simplicidade.

Eles possuem o embrião de todas as virtudes. Mas necessitam das experiências da vida para desenvolver o seu infinito potencial.

No universo não há privilégios ou injustiças. Cada qual ocupa uma posição adequada ao seu estágio evolutivo e as suas necessidades de aprendizado.

Na jornada para a plenitude, as asas do conhecimento e da moralidade gradualmente despontam em toda criatura.

Mesmo quem hoje parece um pervertido adquirirá a máxima pureza. Tudo é uma questão de tempo e de esforço. A criatura que parece privilegiada pela vida, na verdade trabalhou mais o seu interior.

Talvez seja mais velha do que as demais, por ter sido criada antes. Mas certamente já trabalhou muito. Afinal, o mero passar do tempo pouco ensina. É o que ocorre em uma escola. De nada adianta o aluno ser mais velho do que os demais de sua classe. Se não aprende a lição, não é promovido para a etapa seguinte.

A angelitude é um estado de consciência de quem muito conhece e muito ama.

Freqüentemente se ouve falar de embates entre a razão e o sentimento

Em face de determinada situação, a criatura não sabe qual rumo tomar.

Seu coração anseia por determinada solução, mas a razão aponta para outra saída.

Esse gênero de dúvida revela a pouca compreensão que ainda temos da finalidade da vida.

Ninguém nasce a passeio ou apenas para realizar fantasias.

Todos trazemos uma programação a cumprir, que invariavelmente visa a nossa evolução, o nosso aperfeiçoamento.

O objetivo de nossa vida sempre será o desabrochar do anjo que em nós reside.

Esse objetivo identifica-se com a aquisição da sabedoria e do amor. Ocorre que amor não é sinônimo de desejo. Essa sublime energia rege o universo. Ela desperta em nós o ideal de auxiliar o próximo a ser feliz.

Mas a razão nos diz que a felicidade depende do dever bem cumprido. Ninguém pode ser genuinamente feliz com a consciência pesada. Assim, o coração e a razão nunca entram em contradição, para quem compreende o seu real papel em face da vida.

Nossos amores não nos pertencem. Eles são filhos do divino pai, que os criou para uma meta transcendente e maravilhosa. Nosso papel é o de ajudá-los a atingir essa meta tão sublime. Amar não implica ser conivente ou livrar o próximo do trabalho que lhe compete.

Amar não significa manter o ser amado ao nosso lado, quando ele deseja viver outras experiências. Amar é auxiliar a ser feliz, a ser melhor, a crescer para Deus.

A razão lúcida ilumina e dirige o coração. O coração que aprendeu a amar suaviza e dulcifica o raciocínio.

A sabedoria e o amor são duas energias que se complementam, na perfeita harmonia da vida.

Nem determinações duras e implacáveis, nem pieguice e conivência com equívocos.

Quem ama e sabe, educa e ampara.

Acalenta, mas liberta.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FREQUÊNCIA DE CURA ARCO-ÍRIS PARA DESBLOQUEAR A ENTRADA DE BOAS ENERGIAS NO NOSSO CORPO

Neste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL você vai conhecer uma técnica avançada de cura espiritual chamada frequência de cura arco-íris, que a Carla Marçal desenvolveu para neutralizar ou eliminar a camada negativa criada ao redor das células do nosso corpo, causando-nos problemas físicos e psicológicos devido aos nossos pensamentos e às nossas emoções. Convido você a ler o artigo completo a seguir e expandir um pouco mais a sua consciência!

Conheça a frequência de cura arco-íris

Arco-íris em céu azul.
paylessimages / 123RF

A frequência de cura arco-íris foi canalizada por Rodrigo de Aldebaran e é uma das técnicas mais avançadas de cura, tanto para os humanos como para todos os seres vivos do planeta Terra.

Essa é uma técnica avançada e, com ela, é possível romper a camada negativa criada ao redor das células do nosso corpo, uma camada que bloqueia a entrada de boas energias, pois a camada negativa nos prejudica, causando-nos problemas físicos e psicológicos devido aos nossos pensamentos e às nossas emoções. ⠀

O objetivo dessa técnica é neutralizar ou eliminar essa camada negativa, dissolvendo, assim, sentimentos de ódio, raiva, mágoas, frustrações, depressão, doenças celulares, obesidade, traumas, entre outros. Depois de dissolver essa camada, a frequência arco-íris blindará as células com frequência de cura.

No momento em que a frequência de cura arco-íris choca com o genoma humano, ela mexe com os padrões que você convive e está acostumado, pois atingem os padrões holográficos somatizado no corpo, desenvolvendo, assim, a verdadeira transformação.⠀

Mulher sentada em uma pedra à beira de um lago. Ela olha para montanhas.

Andre Furtado / Pexels

Indico essa técnica para dores em geral, para o equilíbrio dos chakras, a insônia, a depressão, a limpeza energética, a limpeza celular bem como a cura emocional, mental e espiritual. ⠀

Esse é um processo quântico/energético, em que o envio das frequências é feito pelas mãos e em conexão mental com o cliente.

Serve para humanos, animais e locais acerca de:

❈ Dores em geral;

❈ Desequilíbrios nos chacras;

❈ Limpeza energética de pessoas, animais e ambientes;

❈ Transmutação e limpeza celular;

❈ Cura emocional, mental e espiritual;

❈ Insônia;

❈ Depressão, entre outros.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FAÇA A PARTE QUE LHE CABE E MUDE O MUNDO

Quando nos conscientizamos que viemos para essa experiência com a missão suprema de aprender a amar fica muito mais fácil sermos proativos e fazermos “a parte que nos cabe” e assim acelerarmos e por quê não dizer, pegarmos o atalho no caminho da evolução espiritual! Quando ajudamos ao próximo despretensiosamente, sem publicidade, nem cobranças estamos praticando o exercício do amor, da gratidão e consequentemente da liberdade. Aparte que nos cabe não é uma obrigação, mas simplesmente o ato mais inteligente que o ser humano pode executar!

Amor ao próximo: 6 atitudes para transformar a vida das pessoas

A Parte Que Nos Cabe

Quando Jesus nos orientou sobre a idéia de que nossa mão direita não deve saber o que faz a esquerda, pretendia ensinar-nos que não deveríamos fazer publicidade do bem que praticamos.

Afinal, quando fazemos algo de bom a motivação por tal atitude não deve ser o orgulho ou o desejo de que sejamos notados ou reconhecidos publicamente por isso.

Essa prática deve ser estimulada pela consciência de que podemos e devemos fazer algo pelos outros.

Mas o que fazer?

Muitas pessoas lamentam não poder fazer todo o bem que desejariam por falta de recursos materiais para tanto.

Porém, há muito a ser feito que dispensa a aplicação de grande soma de recursos financeiros.

Se você não tem disponibilidade econômica para auxiliar os menos favorecidos na vida, quem sabe pode doar seu tempo em prol deles.

Embora não haja muita divulgação na mídia a respeito, sabemos que existem muitos grupos organizados desenvolvendo diversos trabalhos voluntários.

Há grupos de senhoras que semanalmente costuram retalhos que arrecadam para fazer cobertores para famílias carentes.

Há aqueles que ensinam o que sabem para aqueles que não tiveram as mesmas oportunidades, desenvolvendo potenciais adormecidos, descortinando-lhes, assim, novos horizontes.

Isso é promoção humana.

Grupos de voluntários se dispõem a ensinar informática em núcleos carentes a fim de iniciar em tais conhecimentos pessoas que jamais teriam acesso a esses recursos pelos meios usuais.

Há professores de música formando corais e dando as primeiras noções sobre esta arte, para crianças que vivem em favelas em situações de miséria.

Há profissionais de saúde que se organizam e oferecem seu tempo, atendendo gratuitamente em consultórios comunitários, instalados em bairros de extrema pobreza.

Há ainda, aqueles que assumem auxiliar uma criança, ou uma família, oferecendo-lhes o apoio que lhes seja possível, sem nada receber em troca.

Existem inúmeros “bons samaritanos” anônimos espalhados pelo mundo.

São pessoas que oferecem aos irmãos que sofrem, não apenas bens materiais, mas coisas muito mais valiosas: tempo e dedicação.

Se você realmente deseja construir um mundo melhor, faça a sua parte para isso.

Há tanto a ser feito.

Tantos são os que sofrem.

Muitos idosos aguardam por anos a fio, em asilos, a visita de alguém que se disponha a ouvi-los.

Muitas crianças necessitam da orientação segura de alguém que possa ensiná-las e guiá-las por meio de exemplos nobres e dignos.

Muitas são as pessoas que não tiveram chances de aprender um ofício ou mesmo a ler e a escrever, esperando por uma oportunidade nesse sentido.

……………

Temos em nossas mãos tantos talentos e tantos recursos corroídos pela ociosidade e pelo egoísmo.

Quantas horas mal utilizadas passadas diante da TV sem nada se fazer?

Quantos finais de semana passados dentro de carros de um lado para o outro, sem que se vá efetivamente a lugar algum?

Quanta vida passando sem que se faça nada de útil e proveitoso com ela?

Não há motivo, nem sentido, retardar nossa ação efetiva no bem.

Façamos, a partir de agora, a nossa parte, seja ela qual for.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo XIII de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: É IMPERATIVO ENTENDER O CICLO DA VIDA E OS RECOMEÇOS

Em RECOMEÇOS NECESSÁRIOS temos um texto de suma sabedoria para a nossa REFLEXÃO, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL deste domingo. Por isso convido você a ler esse texto maravilhoso que nos oferece esclarecimentos extraordinários sobre a morte, o renascer, o despertar e sobre evolução espiritual. Então não perca essa oportunidade de expandir a sua consciência!

RECOMEÇOS SÃO NECESSÁRIOS - YouTube

Recomeços necessários

A lei dos renascimentos rege a vida universal.

Com alguma atenção poderíamos ler em toda a natureza, como em um livro, o mistério da morte e da ressurreição.

As estações sucedem-se no seu ritmo imponente.

O inverno é o sono das coisas.

A primavera é o acordar.

O dia alterna com a noite.

Ao descanso segue-se a atividade.

O espírito deixa o corpo físico e adentra as esferas espirituais, para retornar e continuar com forças novas a tarefa interrompida.

As transformações da planta e do animal não são menos significativas.

A planta morre para renascer, cada vez que a seiva volta. Murcha para reflorir.

A larva, a crisálida e a borboleta são outros tantos exemplos que reproduzem, com mais ou menos fidelidade, as fases alternadas da vida imortal.

Como seria possível que só o homem ficasse fora do alcance desta lei?

Se tudo está ligado por laços numerosos e fortes, como admitir que nossa vida seja como um ponto atirado, sem ligação, para os turbilhões do tempo e do espaço?

Nada antes, nada depois!?

Não.

O homem, como todas as coisas, está sujeito à lei eterna.

A natureza não nos dá a morte senão para nos dar a vida.

A sucessão das existências se apresenta para todos nós como uma obra de capitalização e aperfeiçoamento.

Depois de cada existência terrestre a alma ceifa e recolhe as experiências e os frutos dela decorridos.

Todos os seus progressos ficam registrados em sua essência.

Assim, o ser, em todas as fases de sua ascensão, encontra-se tal qual a si mesmo se fez.

Nenhuma aspiração nobre é estéril.

Nenhum sacrifício é vão.

A alma deve conquistar, um por um, todos os elementos, todos os atributos de sua grandeza.

Para isso precisa de obstáculos que possam lhe oferecer lições, provocando seus esforços e formando suas experiências.

É indispensável a luta para tornar possível o triunfo e fazer surgir o herói.

Só se conhecem e se apreciam os bens que se adquirem com os próprios esforços.

Para apreciar a claridade dos dias é necessário ter atravessado a escuridão das noites.

A dor é a condição da alegria e o preço da virtude.

Através de sucessivas existências, o ser vai construindo sua individualidade, escalando os caminhos da felicidade.

E assim, nessas contínuas peregrinações, segue à procura das perfeições divinas.

Somente quando alcançar as regiões superiores, estará livre da lei dos renascimentos, porque, então, o corpo físico não será mais para ele uma necessidade.

Pense nisso!

A doutrina da reencarnação explica a desigualdade das condições, a variedade das aptidões e dos caracteres.

Dissipa os mistérios perturbadores e as contradições da vida e resolve o problema do mal.

Aproxima os homens, dizendo que entre eles não há deserdados nem favorecidos.

Esclarece que cada um é filho de suas próprias obras, senhor do seu próprio destino.

A justiça deixa de ser transferida para um domínio distante e desconhecido.

E assim, não há como ignorar que a vontade ativa de cada ser gera efeitos, imediatos ou não, bons ou maus, que recaem sobre o seu responsável, formando a trama de seu próprio destino.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo XVIII do livro O Problema do Ser, do Destino e da Dor, de Léon Denis

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O SILÊNCIO É A CHAVE QUE ABRE A PORTA PARA O NÍVEL SUPERIOR DO SER

O caminho para o DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL passa pela meditação, que é forma de interiorização pessoal, a forma de aprendermos a conversar com o nosso subconsciente, o realizador da nossa realidade e o caminho para o aprendizado da meditação é basicamente o exercício do silêncio, a chave, que abre a porta para o nível superior do Ser. Então convido você a ler o artigo completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

O SILÊNCIO CONTÉM O PODER

Existe um nível do Ser onde existe muita Calma.

Mas como acessá-lo? O que nos impede de acessar este lugar sagrado?

O obstáculo, para se chegar à Calma Essencial, é a mente

A mente inquieta, instável e barulhenta, é uma pedra de tropeço para se chegar à mansidão do Mar Azul, dentro. No entanto, existe uma chave para acessar este lugar sagrado. A chave, que abre a porta para este nível do Ser, é o Silêncio, a Contemplação e a Meditação.

O Silêncio é uma dádiva também para ansiosos.

A grande angústia do ansioso é sofrer e lutar contra a desorganização interna, que se reflete como bagunça em seu ambiente externo. A pessoa ansiosa se angustia de ver projetado no seu externo a desordem e a estagnação. Entretanto, no Silêncio e na Meditação existe algo de dinâmico e organizador.

Quando esta dupla entra em ação ela dissolve o torpor mental causado pela ansiedade. Por quê? Algo mágico acontece… a sua respiração muda imediatamente, e você pode agora começar a viver a clareza mental. No Retiro Travessia – de Meditação, Silêncio e Cura Interior – esta prática guiada é muito prazerosa, interessante e fácil de se fazer na exuberante natureza.

Silêncio, Meditação e Contemplação e os 11 extraordinários benefícios

1- Cura do sono.

2- Tranquilidade e disposição ao acordar.

3- Permanência por mais tempo na “Calma Essencial”.

4- Baixa da ansiedade.

5- Melhora da respiração.

6- Mente tranquila e organizada.

7- Memória ativada.

8- Libertação da obsessão dos problemas e conflitos.

9- Resgate da intuição clara e purificada.

10- Presença e conexão.

11- Despertar das capacidades mentais normais e superiores.

 

Os malefícios da falta de silêncio interior

 

“Pensar é algo divino, no entanto, não parar de pensar é algo doentio”.

Pensar compulsivamente é como aquele cachorro que “corre e corre atrás do próprio rabo sem nunca chegar à lugar algum”. O automatismo que criamos vem do nosso “lado” animal fazendo com que a mente fique condicionada à padrões de comportamentos indesejáveis. Esse mecanismo se torna forte, tornando complexo o funcionamento da mente.

Emocionalmente falando, o pensador compulsivo  está sempre aborrecido, insatisfeito e com a alma apertada e apartada de si. Ademais, o ruído mental incessante é um tremendo obstáculo ao autoconhecimento autêntico: a pessoa perde o contato com sua essência, acabando por se sentir “um estranho em sua casa interior”. Tédio, cansaço, ansiedade e respiração alterada compõem o quadro emocional ruim. Parece um paradoxo, mas somente algo simples como a Meditação –  e o silêncio que ela produz – podem tirar a mente de sua complexidade e fazê-la sentir paz e funcionar bem!

Você não é a sua mente e nem o que você pensao pensamento  compulsivo faz com que a pessoa caia na armadilha de se confundir com os próprios pensamentos e de se esquecer quem ela realmente é. O silêncio é a chave para acessar e usar o  potencial ilimitado disponível a todos e a ferramenta por excelência é a Meditação”, lembra sempre o Dr. Toni Luiz a seus pacientes e alunos.

Silêncio, Meditação e Saúde Mental

A Meditação é o remédio natural para quem quer equilíbrio e saúde mental. Quem aprende a silenciar volta ao seu estado natural e será cada vez menos perturbado pelas oscilações da mente. Fazer paradas durante o dia para silenciar e meditar estabiliza a mente porque ajuda a criar “espaço” entre os pensamentos.

Quando isso acontece a pessoa sente uma grande satisfação e já pode comemorar o início da vitória sobre as prisões da mente. Somente silenciando você se torna capaz de transformar o pensamento – colocando de ‘escanteio’ a interferência do ego – e só então determinar o que você quer de fato pensar ou deixar de pensar.

“É muito bom deixar a mente descansando num grande vazio, e pensar somente quando preciso pensar, a prática me ensina a entrar no “modo descanso”.  Isto é uma grande liberdade, uma grande conquista!”, Sarita de Távora Domingues

Se o Silêncio é tão bom assim, por que alguns o temem?

Teme quem desconhece as dádivas do silêncio. A maioria de nós está tão apegada ao sofrimento que esse mecanismo se torna muito forte, a pessoa acaba acreditando que aquela é a sua natureza. Teme o silêncio quem está apegado de forma anormal ao que lhe é “familiar”. Entretanto, somente o que ela teme – o Silêncio – é o que pode libertá-la. O silêncio te ajuda a sair da “ilusão” criada pelos pensamentos caóticos e opressivos. A dinâmica do silêncio coloca ordem em sua casa interior e faz enxergar a realidade com fino discernimento, de forma transformadora.

O Silêncio Meditativo é como uma sala espaçosa, silenciosa e aconchegante, à meia luz,  onde você pode, com tranquilidade, adentrar, tirar seus sapatos e  se permitir descansar. Existe ainda muitas pérolas no silêncio, uma delas é o descanso. Agora que você compreendeu mais sobre o silêncio, eu lhe pergunto: Existe alguma razão para perdê-lo? Sarita de Távora Domingues

Quem consegue aprender sobre o Silêncio?

Quem se interessar por ele,  quem o busca, pratica e o cultiva. Para buscar o Silêncio é necessário um movimento de auto valor e cuidado. Se não fizer isso por si mesmo, por sua mente, ninguém o fará!  A prática requer apenas algum momento do dia e alguns minutos antes de dormir. Impressionantes maravilhas estão reservadas para seus buscadores.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: APRENDER A AMAR É O SENTIDO DA VIDA

Eu costumo dizer que viemos ao mundo com duas missões. Uma é aprender a amar e a outra é desenvolver o seu dom natural, que inerente apenas a você e a mais ninguém. Muitas pessoas passam uma vida inteira e não descobrem e/ou desenvolvem esse dom. Outras já nascem com esse dom aflorando em todas as suas atitudes. Quanto a primeira missão, a mais sublime, as vezes requer dezenas, centenas ou milhares de experiências até conseguirmos aprender. Dai o título do texto a seguir: A destreza e a arte de amar. Então convido você a ler esse magnífico texto, reflita e faça o seu juízo de valor!

Como Aprender a AMAR - Todas as CHAVES

A DESTREZA E A ARTE DE AMAR – por Lazaris

O amor é um estado de consciência.

Muitas vezes, atrás da máscara do seu ego negativo, você quer fazer difícil a arte de amar para poder justificar e racionalizar a carência em sua vida. Depois de tudo, nessa relação tediosa com o seu lado negativo, você está totalmente convencido por ele de que maneja sua vida e é dono de si mesmo.

O ego negativo nunca entrega amor. As coisas que ele entrega são somente promessas nunca cumpridas e rotas variadas para fugir de si mesmo.

Você pergunta: “Onde está o amor?”

E o seu ego lhe diz o quanto é difícil encontrá-lo e quanta lástima você colherá.

Quando você descobre o quanto o amor é realmente disponível, uma parte sua inconscientemente tratará de negá-lo completamente para proteger o seu ego negativo.

Uma parte sua gritará: “Evite a humilhação a todo custo!”

Na verdade, você se sente tão tonto por haver excluído o amor durante tanto tempo, que agora acha que não o merece realmente.

De qualquer modo, você perde (não seu ego).

Quando você descobrir que o amor é real, não corra! Não castigue a si mesmo. Não postergue mais, começa a amar!

Medite nas coisas do amor:

1. COMPARTILHAMENTO: Desenvolva realmente a sua capacidade de compartilhar. Amar é dar!

2. RESPONSABILIDADE: Seja responsável para consigo mesmo e para com os outros.

3. HONRA: Honre os seus sentimentos e os sentimentos daqueles a quem ama.

CONHECIMENTO: Há duas maneiras de conhecer alguém: pela compreensão ou pela dor. Sim, devido ao fato de que muitos temem o amor, infligem dor a si mesmos e aos outros. Porém, você pode desenvolver a destreza de amar buscando a compreensão de si mesmo e dos outros. Você está aqui para aprender a compreender, não para sofrer.

HUMILDADE: Tenha a humildade de ser íntimo. Humildade é a vontade de ver cada dia como algo completamente novo. É a vontade de permitir que as pessoas mudem, em lugar de afirmar que elas nunca conseguirão mudar.

Você cria sua realidade fundamentalmente a partir de sua eleição e crença. Se escolher ver as pessoas em seu pior estado e acredita nisso, então você sempre as observará assim.

Você até poderá ter razão, mas também se sentirá miserável.

Ser humilde é dizer: “Sei que ontem era assim, mas hoje tudo pode ter mudado.”

Seja humilde o suficiente para estar próximo, ser terno e vulnerável consigo mesmo e com aqueles que você se interessa.

COMPROMETIMENTO: Tenha a coragem de comprometer-se. O compromisso é realmente aterrorizante para muitas pessoas. O medo de ser rechaçado ou humilhado é o maior culpado disso.

Há também o medo da responsabilidade (ou melhor dizendo, o medo de não conseguir controlar algo), que contribui bastante com a negativa de comprometer-se. Para muitos, o compromisso é semelhante a uma prisão. Confundem responsabilidade com obrigação.

Por isso, quem quer amar precisa se revestir de coragem. Amar é um ato de coragem.

INTERESSE: Honestamente começa a interessar-se por si mesmo e pela maneira como a sua vida está direcionada. Nada de lástimas. O amor não tem nada a ver com lástimas.

Simplesmente abra o seu coração e a sua mente e começa a amar. Manifeste interesse real por si mesmo e pelos outros.

“AMAR É UM ATO DE CORAGEM! AMAR É DAR!”

– Lazaris –

Esse é um texto que traduzi e distribui para a turma que fez o curso “Toques Vibracionais” (fase 8) em novembro de 2001 aqui no IPPB. É um texto que extraí do livro “El Viaje Sagrada” do mentor extrafísico “Lazaris” (que passa textos pelo médium americano Jack Pursel). É uma tradução livre. Ou seja, não traduzi literalmente. Adaptei-a de forma mais moderna e despojada, porém sem alterar o sentido de suas idéias. Vale a pena ler um texto desses. É um banho no coração!

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O CONHECIMENTO É A CAUSA E A VIDA O EFEITO!

Há muita gente falando da mesma coisa de formas diferentes. Quando faço essa afirmação estou me referindo ao que há de mais importante para o desenvolvimento humano, que é o DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL, pois é através dele que expandimos a consciência e e ampliamos o nosso AUTOCONHECIMENTO. Independentemente de crença ou religião estamos todos sujeitos as leis universais e aos 7 princípios Herméticos. O texto a seguir fala em Transmutação Hermética, que nada mais é do que uma reprogramação mental, a reprogramação do subconsciente que tanto falo nos meus textos, livros e vídeos. O texto fala sobre o maior inimigo do homem: a ignorância e isso está explícito nas palavras, atualmente tão repetidas que Jesus pronunciou há 2000 anos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Portanto o conhecimento é o nosso maior aliado para nos conduzir a tão sonhada liberdade!

Transmutação Hermética é uma Arte Mental

Alquimia Mental, as Leis ocultas do Universo, é a arte milenar que pode transmutar e modificar a sua vida inteira, se você entender que por trás da palavra ocultismo, não existe só medos impostos por crenças limitantes, falácias, dogmas, mas um poder transformador capaz de trazer a realização dos seus sonhos, a prosperidade na palma de suas mãos e tudo o mais que desejar.

Dentro de você existem todos os arquétipos, e uma imensa capacidade de ativar os que você mais desejar, mas para que isso aconteça é preciso se libertar do inimigo instalado no seu subconsciente causador de todo o medo, que faz adormecer todos os poderes existentes dentro de você.

E esse opositor, que se acha o dono da sua existência, da sua realidade, que não te deixa viver a vida dos seus sonhos, é a ignorância. É ela que causa o medo, que não te deixa compreender e nem perceber a luz do conhecimento e da sabedoria das leis transformadoras que despertará o mago que há em você.

O conhecimento das leis ilumina as áreas mais sombrias, que a ignorância sustentava através do medo. E a transmutação mental é a ferramenta principal, o elemento que te fará ser o alquimista da sua própria vida.

E para que isso aconteça é preciso maturidade, aprofundamento do conhecimento das Leis Herméticas, que governam o universo. Um aprendizado que fará você dominar sua mente, fazendo-a te obedecer, transmutando seus estados mentais, criando o que quiser.

E descobre que a mente está sempre vibrando, e sentirá que pode ter o controle de toda a frequência dessa vibração, te levando para perto dos teus sonhos, conforme seus desejos.

A mudança da mente fará com que não precise mais ir atrás de respostas fora de você, o conhecimento hermético não te deixará refém da ignorância dessas leis, e te fará entender que:

O CONHECIMENTO É A CAUSA, E A VIDA O EFEITO!

Lúcia Costa.
Equipe Temporariamente Humana

Baseado no vídeo: A Verdadeira Transmutação Hermética é uma arte mental

Fonte: Temporariamente Humana

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: BUSCAR A PAZ ATRAVÉS DO SILÊNCIO INTERIOR

O texto de hoje da coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL é um chamado para um encontro consigo mesmo, através do silêncio interior que podemos conseguir com a prática da meditação, o caminho para a liberdade  e a paz. Então convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor. 

Tire um tempo para você

 
PAZ
É importante silenciar.
Buscar a paz através de nosso silêncio interno.
Esse silêncio não depende do barulho que está lá fora, mas sim do cessar do barulho que eu mesmo faço aqui dentro…
Nós, através de nossas ansiedades, nossas tristezas não permitimos que o barulho interno pare…
Busque silenciar por dez minutos.
Medite!
Não queira não pensar… Deixe os pensamentos livres, mas sem opinar, só os observe, deixe-os fluir sem julgá-los.
Você perceberá com o tempo que esse tempo vale ouro, pois você está dedicando-se a pessoa mais importante do mundo: Você!
Dê atenção ao seu mundo interior, onde guerras acontecem… Inicie a sua Paz.
Peça um tempo, se não conseguir solucionar agora…
Espere um pouco, mas tente  soltar o que atormenta…
Esquecer um pouco…
Comece a perceber o mundo através de todos os sentidos. Ouça… Observe… Escute… Prove… Sinta…
Nós não estamos encontrando a nossa paz, pois não nos permitimos uma conversa franca conosco mesmo.
Pare! Medite e busque o seu Equilíbrio.
Aprenda a dizer não!
Liberte-se!
E principalmente inicie o seu Silêncio.
Lembre-se : A paz começa com você!
Medite!
Aceite! Agradeça! Perdoe-se! Perdoe!
Reflita!
A paz começa comigo!
A paz começa com você!
Paulo Sérgio Lopes
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: INVARIAVELMENTE SEMPRE VALE A PENA PENSAR POSITIVO

Apostar no positivo ou pensar positivo não é apenas a melhor opção e o melhor caminho quando se leva em consideração o livre arbítrio, o poder de escolher entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas, entre a óbvia e ululante felicidade e o tenebroso caos, mas a escolha mais inteligente, pragmática vantajosa em todos os sentidos. Não entendo como tantas pessoas insistem em escolher o caminho mais espinhoso e tortuoso, quando a reta, o caminho mais curto entre dois pontos está bem ali, há um palmo do nosso nariz e não enxergamos. No pior das hipóteses apostar no positivo nos deixa a um passo da luz no fim do túnel. Por isso convido você a ler o texto completo a seguir “Pensar Positivo”, refletir e fazer o seu juízo de valor! 

Pensar positivo

 

Temos duas escolhas. Pensar positivo ou negativo.
Todos os dias somos chamados a escolha, não importa se você quer ou não quer, você tem que decidir como vai pensar ou agir.
Você é chamado a decidir pensar e agir com otimismo ou com pessimismo.
Quando pensamos criamos campos de energia, essas energias vão se ligando a outros campos energéticos e no final, podemos dizer que essas energias se ligam a um campo energético coletivo que pode ser positivo ou negativo, depende do que você está emanando.
Então, quando pensamos positivo estamos nos conectando a energias benéficas, energias de alto astral, energia de amor, energias que vão nos trazer uma sensação gostosa…
E o contrário também é verdadeiro.
Ser otimista não é esperar o impossível…
É se movimentar na esperança que tudo vai dar certo, utilizando todas as ferramentas que você pode utilizar, sendo altruísta e crendo que tudo vai dar certo.
O bom de ser otimista é que você só vai ficar um pouquinho frustrado quando algo der errado.
Mas já corrige os pensamentos e continua em frente.
Já o pessimista já sofre do início ao fim, e quando dá tudo errado ele ainda diz: “Eu sabia que tudo ia dar errado”, pois ele já faz tudo crendo que vai dar tudo errado. Escolhe sofrer o tempo todo.
Portanto, não é que tudo dá sempre certo para o otimista, mas a maneira como ele age é bem diferente.
Ou seja, ele não causa turbulência em suas emoções, mantém o equilíbrio e esta ciente que a vida é assim, tudo pode mudar a qualquer momento, mas ser pessimista não é uma boa escolha.
A vida pode ter altos e baixos, mas nós temos que viver num horizonte de positividade, podemos manter em foco só os pontos altos, solucionar os baixos, mas lá de cima, não precisa descer.
O Otimista vê o problema e todas as outras coisas boas que estão acontecendo ao mesmo tempo, já o pessimista cola o problema na testa e não enxerga mais nada, tudo é ruim, pois ele só tem olhos para o problema.
Agora é pensar:  Positivo ou negativo? Otimismo ou pessimismo? Agir ou ficar reclamando?
Você decide!
MEDITE!
Aceite! Agradeça! Perdoe-se ! Perdoe!
A paz começa comigo!
A paz começa com você!
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O MOMENTO É DE DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA PARA MUITOS HUMANOS

Uma curta mensagem para você refletir é o destaque deste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL. O curto texto fala sobre o momento de cura e mudanças na Consciência que estamos vivendo neste exato momento em busca da desafiadora e tão sonhada liberdade. Convido você a ler, refletir e fazer o seu juízo de valor! 

O momento de cura e mudanças na Consciência

Mensagem de 31 de Maio de 2021

Estamos em uma janela de tempo que detém um espaço muito poderoso para mudanças reais, tanto interna quanto externamente. Com Mercúrio agora retrógrado, temos a oportunidade de mudar a forma como pensamos, como nos percebemos e, como resultado, como vivemos. Para alguns, este será um momento de maravilhosas percepções e liberdade. Para outros, surgirão percepções dolorosas e desafiadoras. Seja qual for a experiência, este é um momento de cura e mudança de consciência, onde podemos examinar o passado com a mente e o coração abertos.

Durante este Mercúrio retrógrado, você é encorajado a questionar suas maneiras usuais de pensar, perceber e se comunicar. Como tal, você pode esperar ter uma visão mais clara de seu propósito, do significado de sua vida, de suas experiências e de seu passado. Use este tempo para explorar diferentes maneiras de pensar e de ser que lhe permitam obter uma compreensão mais profunda de si mesmo e da nova vida que está sendo incentivado a criar. Preste atenção ao que está caindo e o que está sendo trazido à sua consciência. Esteja ciente de que o eclipse da semana passada ainda está operando em sua consciência e qualquer desconforto, confusão e resistência que você estiver sentindo estará revelando o que ainda precisa ser mudado ou transformado dentro de você.

Muito Amor,

Kate Spreckley © 2020 — Fonte: https://www.spiritpathways.co.za/
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br: Tradução — Marco Iorio Júnior — Editor exclusivo do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A PALAVRA DE JESUS

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira faz uma REFLEXÃO sobre a palavra de Jesus, que apesar de milenar pouca gente a entendeu e a seguiu. Então por que será que,  a maioria das pessoas ao longo dessa caminhada evolutiva da humanidade não segue seus ensinamentos, já que Se Jesus é tão grande e Sua mensagem tão clara? 
De que mais carecemos para que nossas mentes despertem e nossos corações se afeiçoem ao bem?

Jesus Cristo é a Palavra de Deus! - Blog Cristão do PCamaral

A palavra de Jesus

No Seu semblante havia o resplendor do sol. Algo havia em Sua pessoa que emprestava força às Suas palavras.

Ele falava como quem tinha autoridade. Autoridade sobre todos: Espíritos e homens.

Ninguém que a Ele se comparasse. Os oradores de Roma, de Atenas e de Alexandria eram famosos, mas o jovem Nazareno era diferente de todos eles. E maior.

Aqueles possuíam a arte que encantava os ouvidos. Quando Jesus falava, os que O ouviam deixavam vagar o próprio coração por lugares antes nunca visitados.

Ele sabia falar de forma adequada a cada um. Narrava parábolas e criava histórias como jamais haviam sido narradas ou criadas antes Dele.

O Seu verbo desencadeava-se ora doce, ora enérgico, tal como as estações primaveris e as invernosas sabem se apresentar.

Falava das coisas simples, que todos entendiam, para lecionar as Leis Divinas e arrebanhar os Espíritos ao reino de Deus.

Suas histórias começavam assim: Um semeador saiu a semear… E enquanto discursava, os que O fitavam podiam assistir, à semelhança de prodigiosa tela mental, o homem, em plena madrugada indo ao campo, e espalhando as sementes…

Ou então era assim que falava: Um pastor contou seu rebanho, ao cair da tarde, e descobriu que faltava uma ovelha.

E todos lembravam a figura dedicada do pastor solitário, que passa em torno de nove meses, nos campos, com seu rebanho.

Ao anoitecer, coloca todas as ovelhas no aprisco, um abrigo de pedras, e ele mesmo se transforma em porta viva, deitado atravessado na única saída, protegendo-as.

Em Sua fala havia um poder que faltava aos brilhantes oradores da velha Roma e da Grécia.

Quando eles pronunciavam seus discursos falavam da vida aos seus ouvintes. O Nazareno falava da destinação gloriosa do ser, da vida que não perece nunca.

Eles observavam a vida com olhos humanos apenas. Jesus via a vida à luz de Deus e assim a apresentava.

Ele era como uma montanha que se dirigia às planícies. Conhecia a intimidade de cada um e individualmente atingia as criaturas, falando-lhes do que tinham maior carência.

Ninguém que O igualasse. Isto porque Jesus é maior do que todos os homens. Sua sabedoria vinha diretamente do Pai, com quem comungava ininterruptamente. Por isso mesmo, por mais de uma vez, expressou-Se afirmando: Eu e o Pai somos um.

* * *

Se Jesus é tão grande e Sua mensagem tão clara, por que, apesar de mais de dois milênios transcorridos, prosseguimos sem Lhe seguir os ensinos?

De que mais carecemos para que nossas mentes despertem e nossos corações se afeiçoem ao bem?

O tempo urge.

Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Assaf, chamado o orador de Tiro, do livro Jesus, o filho do homem, de Gibran Khalil Gibran, ed. Acigi.

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A CADA UM SERÁ DADO SEGUNDO SUAS OBRAS

Agradeço imensamente ao divino pela graça de ter me encontrado com o texto de profunda sabedoria a seguir, pois é de uma clarividência impressionante quando interpreta as enigmáticas palavras de Jesus, “a cada um será dado segundo suas obras”, e faz uma comparação metafórica da nossa consciência com a “caixa preta” do avião. Um texto que você não pode deixar de ler se está em busca da expansão da consciência!

ESTAMOS EXPANDINDO NOSSA CONSCIÊNCIA – Roda do Arco Íris – Índigo Cristal Diamante

Nossa consciência

Quando os noticiários tratam de acidentes com aeronaves, é comum ouvirmos falar da “caixa preta”, que apesar da destruição do avião, é preservada, porque estruturada com o fim de registrar as causas do desastre. Fazendo um paralelo, podemos dizer que nossa consciência é a “caixa preta” na qual ficam registrados nossos pensamentos e atos, sem que a morte logre apagar, uma vírgula sequer, de tudo quanto fizemos.

Assim, aqueles que não conseguimos conceber o mecanismo do qual se servem as leis divinas para contabilizar os equívocos e acertos cometidos, podemos imaginar, por analogia, de que forma isso acontece.

Ora, se os homens, criados por Deus, têm meios de construir um compartimento numa aeronave, capaz de registrar as ocorrências para posterior análise, por que é que Deus, a inteligência suprema do universo, não teria melhores condições de preservar, em nossa consciência, os registros necessários?

Aqueles que pensam que a morte do corpo físico apagará nossos feitos, estam deveras equivocados.

Se assim não fosse, como entender o dizer de Jesus, que “a cada um será dado segundo suas obras”?

Mas como é que nós responderemos perante as leis, se não as conhecemos?

Os espíritos superiores dizem que as leis divinas estão inscritas na nossa consciência, dessa forma, não poderemos alegar ignorância.

A afirmativa evangélica de que todos os pecados serão perdoados, exceto os que forem cometidos contra o espírito, fala dessa realidade.

Os pecados contra o espírito, são as infrações cometidas contra a consciência, isto é, os equívocos conscientes.

Podemos afirmar, sem medo de errar, que muitas das atitudes equivocadas, não têm o aval da nossa consciência, pois sabemos que estamos agindo mal.

Essa voz interior, que nos acode à mente quando planejamos uma ação má, é a voz da consciência a nos advertir para que não a concretizemos. O que ocorre, na maioria das vezes, é que não lhe damos ouvidos.

Se mesmo na justiça humana, há distinção entre o crime doloso e o culposo, não poderia ser diferente quanto à justiça divina, que julga sempre pela intenção, e nunca pelas aparências.

Não é outro o motivo pelo qual Jesus assevera que mais será cobrado de quem mais tiver. Quem mais sabe, mais responsável é pelos atos.

É dessa forma que cada um responderá, perante as leis divinas, diante do tribunal implacável da própria consciência, por todos os atos praticados.

Assim, é importante que consultemos periodicamente os registros da nossa “caixa preta”, para que na hora da averiguação não nos decepcionemos conosco mesmos.

E não tenhamos dúvidas! Todos teremos nosso momento de prestação de contas à divindade através da nossa consciência.

E tenhamos certeza de que somente responderemos pelos nossos atos, jamais pelos atos dos outros, porque “a cada um segundo suas obras”.

Você sabia?

Você sabia que as leis divinas são de justiça e amor?

E que essas leis não querem a morte do equivocado, mas a eliminação do equívoco?

São também leis de misericórdia, pois nos permitem oportunidades sempre renovadas para o aprendizado das lições da vida, embora as circunstâncias não sejam as mesmas, principalmente para os recalcitrantes, que não querem aproveitá-las devidamente.

Por essa razão, não devemos adiar a hora de fazer o bem na medida das nossas forças, para que nos libertemos de vez por todas, dos grilhões que nos mantêm presos ao sofrimento, e alcemos voos mais altos, na direção da felicidade que nos acena.

Redação do Momento Espírita

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: CONHEÇA A REAL HISTÓRIA DOS DOIS MAIORES AVATARES DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL deste domingo trás um artigo sensacional, que se debruça num estudo científico e minucioso sobre a autenticidade da divindade de dois avatares da história da humanidade, que se tornano artram referência para bilhões de seres humanos. O estudo vai fundo em todas as fontes existentes da literatura, desde a época de vivencia desses avatares aqui na terra até os dias de hoje. O estudo chega a comparar um avatar como o outro. E esses dois avatares são Jesus Cristo e o Buda. Vale a pena mergulhar  nesse estudo maravilhoso e conhecer toda a realidade a respeito de cada, bem como aprender uma forma diferente de interpretação das palavras ditas por esses avatares, sob o olhar da física quântica.

 

Era Dourada com a segunda vinda do “Avatar”

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Era Dourada com a segunda vinda do “Avatar”

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A palavra “Avatar” é na verdade um termo hindu, referindo-se à aparição (reencarnação) de uma divindade, que se mostra em corpo físico humano e que busca unificar e conduzir a humanidade.

Alguns dos “Avatares” mais citados são Krishna na Índia (3 mil anos a.C.); Lao Tse na China (1.300 a.C.); ao mesmo tempo, Moisés no Egito e Oriente Médio (1.291 a.C.), Buda na região do Nepal/Himalaia (600 anos a.C.); pouco depois, Confúcio no Nordeste da China (550 anos a.C.); logo em seguida, Sócrates na Grécia (469 a.C.); o próprio Jesus de Nazaré – O Cristo, na Palestina, como o “Propulsor” mais mencionado da agora “Nova Era”; Maomé (570 d.C.). Também Zoroastro ou Zaratrusta em sua época marcou sua presença orientando seus seguidores.

 

     
De cima para baixo e da esquerda para a direita Krishna, Lao Tse, Moisés, Buda, Confúcio, Sócrates, Jesus Cristo e Zoroastro foram alguns entre outros “Avatares”, que em suas épocas se mostraram como seres iluminados passando conhecimentos aos seres humanos, para que fossem gradativamente construindo sua história e nela dando seus saltos quânticos – Imagens da Internet.

Na história da humanidade sempre surgiu de tempos em tempos um enviado messiânico, para mudar o mundo. Chamaram-lhes de Messias, Mahdi, o Buda Maitreya e Kalki Avatar, entre outros e, o último deles “pelas profecias” unirá todos os povos, depois de ganhar a última batalha contra o mal da ignorância, para que na Terra seja construída a “Idade de Ouro”, com a humanidade vivendo uma ocasião de prosperidade, justiça e paz.

Segundo os cômputos maias, em 2013 começou “o sexto mundo”. E nestas ocasiões de renovação virá como sempre, um enviado especial para auxiliar a humanidade conduzindo-a fazer, o que deve ser feito.

Ele depois de muita peleja, se imporá e trará abundância para a humanidade e também iluminação mostrando Verdadeiro Sentido do Amor, quando criará as bases para uma sociedade mais fraterna – a ideal da “Era de Ouro”. Esta ocasião será marcada por valores já esquecidos, que serão também revividos como a Boa Nova de Cristo e que budismo os associa aos de Buda Maitreya.

Como já foi mencionado, no hinduísmo o “Avatar” é uma encarnação de um Deva (Deus), trazido do Céu e mostrando-se em corpo humano na Terra. Esta sua “descida” à realidade física é geralmente traduzida do Inglês com o sentido mais de “encarnação”, mas deve ser entendida com mais precisão como presença de uma divindade que fisicamente se manifesta. “E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus – Lucas: 1,31.

Este novo “Avatar” marcará a “Era de Paz. Ele indisporá contra o atual sentimento de antagonismos e de disputas, que não devem mais existir neste “Novo e Dourado Ciclo”, com os seres humanos possuindo comportamentos mais fraternos, conduzindo-se por maior senso de cooperação.

Os hindus e maias não foram os únicos mencionarem o final de um ciclo. Outras crenças também esperam por ele e início de outro conduzido por aquele, que “montado em seu cavalo branco” construirá o mundo ideal. – O “Reino dos Céus” na Terra – Imagem da Internet

Este guerreiro do bem que conduzirá a humanidade para a “Era Dourada”, se mostrará liderando a construção de “novo ciclo de vivência e de experiência” na Terra. Ele “montado em seu cavalo branco”, vindo de realidades mais vibráteis/sutis onde as amarras do tempo não as alcançam, se mostrará à humanidade como destruidor das trevas e restaurador da concórdia, aniquilando a ignorância depois de grandes transformações geofísicas na Terra.

“Porque o Filho do Homem no seu dia será como o relâmpago, que brilha e ilumina o céu de um lado ao outro. Mas primeiro ele terá que padecer muitas coisas e ser rejeitado por esta geração.” – Lucas 17:23-25

Forças de eventos regidos por outras leis além as do mundo físico, com elas o que é chamado de “arrebatamento”, acontecerá com aqueles ainda em corpos físicos (vivos) juntos àqueles já sem eles (mortos). Eles em seus campos de energia passarão por “triagem vibracional”, que com ela “medidos em seus corações e em suas mentes e venceram o mundo”, passarão a ter em definitivo seus corpos físicos transmutados/“glorificados”.

Preparando-se para esta ocasião, os que estão ainda em corpos físicos (vivos), devem tê-los já suficientemente sutilizados, para que tenham mais facilmente condições de revivê-los/ressuscita-los em corpos de luz, já totalmente transmutados. E os que já fizeram sua passagem (mortos) devem já estar na frequência dos ascensionados, para a partir dela possam também alcançar planos de realidades ainda mais vibráteis, de mais luz.

Pelas tradições cristãs o Segundo Advento se dará através de um incidente repentino e inconfundível como um relâmpago, com “ele vindo novamente em glória para julgar os vivos e os mortos, e seu reino não terá fim” – Mateus 24:27

A segunda vinda de Cristo se dará através de um incidente repentino e inconfundível como um relâmpago – Imagem da Internet.

Neste novo ciclo civilizatorio que já se esboça, começam a surgir informações que de fato esclarecem oriundas de mundos paralelos, como as da aproximação das ondas moduladoras, que com elas vai paralelamente  aproximando o previsto Segundo Advento ou Parúsia (do grego Παρουσία), com presença na realidade física de forças cósmico-divinas.

Portanto, os pesquisadores e possuidores de informações oriundas das realidades paralelas (dimensionais) sabem, que as referências sobre este evento são mais que menção místico-religiosa. Para eles (com outra interpretação), quase certo será um acontecimento real através de “portais”/vórtices energéticos, que comunicam mundos mais sutis/vibráteis ou “celestiais com o mundo humano e denso da terceira dimensão.


O acontecimento da madrugada do dia 17 para 18 de março de 2019, no Recanto de Havalon, Corguinho/MS, pode ser considerado (pelos pesquisadores de Dakila) início da Era Dourada, quando no meio de grande massa de nuvens sincronizada com o “1º Anel”, viam-se silhuetas, luminosidades e raios finos em direção aos presentes. Um “fenômeno” que foi aparentemente natural, mas não se mostrou dentro de leis físicas para a terceira dimensão, irradiando aos participantes “banho de luz” de intensa energia, principalmente àqueles mais compatibilizados à mutação genética ou, aos mais jovens como “geração dourada” que possuindo objetivo definido neste ciclo, proporcionam-lhes prolongamento eterno de suas vidas através de tecnologias como esta irradiação (salto quântico), que lhes foi enviada – Foto de Dakila Pesquisas.

Algumas correntes esotéricas acreditam que o Segundo Advento se configurará por valores mais profundos da alma com seu sentido mais “espiritual”, metaforicamente sobre ele mencionando-se, como o Sol pode romper a escuridão das nuvens, o significado profundo da ”Palavra” pode também brilhar na mente e no coração das pessoas.

Mas, para os pesquisadores e possuidores de informações dos mundos paralelos, a ocasião associada a esta “segunda vinda” já está gradativamente aproximando, mas com outra percepção e explicação, através de “fenômenos” cósmico-divinos que já estão se mostrando.

Entretanto, independente de interpretações diferentes ambos fazem distinção entre o Jesus de Nazaré – o homem possuidor de habilidades mentais paranormais e o Jesus de Nazaré – O Cristo, com sua Verdadeira e Especial Natureza Multidimensional, inerente a sua Natureza de Ser Sutilizado/Divino.


Jesus de Nazaré – O Cristo, possuidor de natureza divino-humana e multidimensional – Imagem da Internet

As fontes de informação que existem sobre o Jesus de Nazaré histórico como Mensageiro de Deus, superam em muito o que se tem para o “Avatar” Buda. O primeiro com inúmeras fontes pode-se ter dele um retrato mais confiável, como as informações do historiador judeu Flávio Josefo, Tacito, o sátiro grego Luciano de Samósata, o filósofo sírio Mara Bar-Serapion, o historicista samaritano Talo e o autor grego de Caria Flegão, entre outros.

Para a doutrina budista a verdade que nela se insere com seu sentido eterno, não depende da historicidade de Gautama – o Buda. Se ela é verdadeira ou fictícia, isto para os budistas faz pouco para desacredita-la. Portanto, é diferente a historicidade de Jesus de Nazaré – O Cristo, que é intrínseca ao cristianismo, à fé cristã. Sem Jesus de Nazaré não há o cristianismo.

E, a fé cristã tem seus pontos centrais assentados na crença da ressurreição/transmutação e no porquê dela. São estes dois pontos centrais impulsionadores àqueles, que se conduzem suas vidas com estes propósitos.

Não há registro histórico confiável para Buda ou para qualquer outro personagem que se tenha ressuscitado, ou aparecendo densificado depois de sua morte. Somente para Jesus de Nazaré esta singular experiência ficou bem estabelecida desde o início do cristianismo, registrada como fato histórico mencionado também pelos seus apóstolos e pelos seus discípulos, que com ele mais de perto conviveram.

Os escritos do Novo Testamento aparecem cerca de 50 ou 51 depois de sua morte, com os primeiros deixando apenas uma pequena lacuna de 17 a 21 anos a partir do momento de sua crucificação. E o último livro Apocalipse está dentro de um período entre 60 e 65 anos

Gautama – o Buda não insistiu que era um ser divino. Preocupou-se em relação à vida e nela com o sentimento de sofrimento dos seres viventes, ensinando os humanos como elimina-lo. Mencionou que era preciso viver uma vida de moderação e autocontrole e assim, alcançar um estado mental de felicidade e emocional de bem-aventurança (nirvana), sem mais a necessidade de renascer em repetidas vidas de sofrimento.

Jesus de Nazaré- O Cristo já se identificou em sua divindade como o “Filho Primogênito do Pai”, com tarefa de salvar os seres humanos, que deveriam tê-lo como exemplo e como único meio de salvação, amando a Deus e seus semelhantes, já arrependidos dos males feitos.


Jesus de Nazaré – O Cristo diferentemente de Gautama – o Buda, se identificava em sua divindade inserido em uma Trindade Divina e, nela como o “Filho Primogênito do Pai” possuía a tarefa de salvar a humanidade – Imagem da Internet

Jesus de Nazaré um monoteísta reivindicou sua especial condição associada a único Deus, mas fazendo parte de uma Trindade Divina, que com ela convenceu muitos por meio de seus “milagres”. Também enfatizou sua autoridade divina através de seus ensinamentos, visivelmente voltados à ressurreição.

O historiador judeu Flávio Josefo afirmou que Jesus era conhecido pelas maravilhas (“milagres”) que realizava e, tanto pelos seus seguidores, quanto pelos que se opunham a ele e pelas demais pessoas das aldeias circunvizinhas. Isso leva a supor por razões históricas e especialmente devida à extrema precocidade dos relatos, que Jesus de Nazaré era realmente “fonte de milagres”.

“Milagres” que os pesquisadores e possuidores de informações das realidades paralelas (dimensionais) sabem, que Jesus de Nazaré com sua Consciência e Sabedoria Divinas tinha pleno domínio mental do “circuito energético-vibracional” também chamado de “Santíssima Trindade” e ainda conhecido como “Pai/Filho/Espírito Santo”.

Utilizando-se deste circuito energético, ele realizou tarefas voltadas à humanidade através de seu pensamento/desejo/vontade, conduzidos respectivamente pela sua consciência divina/bioplasma/energia crística (kundalini) e respectivamente ainda manipulados aos níveis das frequências da quinta/quarta/terceira dimensões.

Aqueles que já não mais se sujeitam a serem empurrados por crenças com conceitos dogmáticos, se conduzem agora impulsionados com novos conhecimentos, já sabedores que “ter fé”, é ter foco, é se voltar mentalmente para um objetivo, desejando-o profundamente e realiza-lo.  É saber verdadeiramente caminhar com suas próprias pernas.

Para isto eles já sabem, que devem se direcionar mentalmente à frequência da quinta dimensão com a força de seu pensamento, para que possam com ela movidos por desejo profundo na frequência da quarta dimensão ou, já no mundo do bioplasma começarem a plasmar nesta frequência de realidade o que é chamado de “milagre”, para depois já na realidade física (terceira dimensão) possam mostra-lo finalizado, mostra-lo finalmente já materializado pela sua vontade.

Eles entendem a verdade contida em Jesus de Nazaré – O Cristo, ao dizer àquele que o curava, não foi ele que o tinha curado, mas: “tua fé te curou”. De fato, ele apenas potencializava o campo de energia deste doente, para que seus vórtices de energia (chakras) entrassem em funcionamento de maneira harmônica e pudessem energeticamente acelerar, para este enfermo agora ele próprio se potencializando, realizasse seu “milagre”, portanto sua própria cura.

Também, quando ele dizia ao enfermo depois de curado, “vá e não peques mais”, ele mais em sentido energético-vibracional e não em sentido moral de julgamento queria dize-lo, não desalinhe mais seus vórtices (chakras), não saia mais de sua frequência de equilíbrio (Linha B de suas Três Linhas da Vida), para que que não mais adoeça.


Jesus de Nazaré – O Cristo, em seus milagres apenas potencializava o campo de energia do enfermo, para que ele mesmo realizasse seu “milagre” – Imagem da Internet

Como os “relatos milagrosos” referentes a Buda são tardios, muito provavelmente não são históricos mesmo desde os primeiros textos budistas. O Pāli Canon (coleção mais antiga de escrituras sobre a tradição budista) aparece mais de 450 anos depois de sua morte, e este intervalo de tempo permite enfeites imaginados no núcleo histórico da obra.

Diferentemente como dizia o Buda, Jesus de Nazaré deixava transparecer que o problema intrínseco ao ser humano, era mais significativo do que apenas a supressão de desejos e de posses. Para ele o ser humano é intrinsicamente prisioneiro da realidade física.

Prisão pela sua própria estrutura físico-corpórea constituída de átomos com energias/forças opostas nele interiorizadas, impulsionando-o ao antagonismo, “estimulando-o à rejeição instintiva dos caminhos de Deus” ou, da energia que soma, unifica através do Sentimento do Amor. Por isso sua imensa paciência, compreensão e compaixão com o ser humano.

Todos os “Mensageiros Divinos” que vieram à Terra, transmitiram ensinamentos semelhantes com o propósito de melhorar a vida de todos, aconselhando relações humanas mais justas, menos conflitantes.

Mas, entre eles se mostrou (ainda mais se mostrará) o mais iluminado, dotado de sabedoria em sua conduta, conhecedor das leis do universo físico, da multidimensionalidade e como condutor especial dos seres humanos revelou-lhes outras e diferentes verdades com seu sentido de verdade eterna.


Entre os Mensageiros de Deus mostrou-se aquele entre os demais o mais iluminado, o mais divino – Imagem da Internet

Os seres humanos geram em suas mentes e corações energias densas, que não são capazes de dissolvê-las sozinhos, produzindo impasses irremediáveis, que vão contra o plano divino para a Terra, conduzido por Leis Universais.

Assim, tal como os pais zelosos que cuidam de seus filhos, para que cresçam e se conduzam para compromissos formais e não formais na vida, vizinhos e amigos dos seres humanos (dimensionais) em realidades paralelas, por já terem alcançados a síntese entre o real e o ideal e entre o hoje e o amanhã, os acompanham e às vezes esperam “eóns”, para que evoluam e possam por eles mesmos se liberarem e assim se identificarem cosmicamente – se perceberem como seres universais e multidimensionais.

“Se eu não fizesse o meu trabalho, estes mundos seriam destruídos. Se originaria um grande caos e todos os seres se extinguiriam. ” Bhagavad Gita, III, 24

Os seres humanos criam problemas suficientes para si mesmos, que não conseguem deles se livrar e, nem seus vizinhos e amigos em mundos paralelos pretendem fazer isto por eles. De maneira mais constante apenas lhes passam sutis e intuitivas orientações, para com elas possam com mais equilíbrio emocional, seguirem evoluindo no mundo físico.

Passam-lhes orientações para que possam ir abrindo brechas no sectarismo e na competição, que estão neles inseridos pela própria natureza de sua condição humana, que os estimula procedimentos com sentimentos de dualidade, de competividade e que deles não conseguem (emocionalmente) se libertar, às vezes se escudando em utopias como sonhos irrealizáveis.

Conhecimentos e poderes que são passados aos seres humanos, mas que os afastam de sua Fonte Original Propulsora, vão moldando para eles poderosa sombra, que vai contribuindo para seus inevitáveis ciclos civilizatórios de reciclagem.

O budismo ao analisar o aparecimento da “Nova Raça” e o hinduísmo ao avaliar o surgimento da “Nova Era”, são duas percepções que se afunilam direcionadas em um mesmo sentido, que se mostra hoje mais definido como um “novo tempo” sem tanto mais de estagnação mental. Aqueles que se acham nele inseridos, mostram-se mentalmente com mais dinamismo, são mais criativos e mais propícios à realização da “Era Dourada”.

As crianças deste “novo tempo” em frequência mental sintonizada à “Energia Dourada”, vieram com a tarefa de ajudar a remover a miséria no mundo em todos os sentidos, agindo com sabedoria, informação, inteligência, companheirismo, honestidade e também, com o sentido de prolongamento eterno de suas vidas.

Estas sementes douradas que agora germinam e crescem em terra fértil”, já têm gravada em seu subconsciente a tarefa, de construir uma nova civilização marcada por sentimentos e procedimentos de nobreza, que mudarão conceitos e valores, desfazendo paradigmas. E nesta ocasião (março de 2019) já são três gerações com genética modificada: os jovens que hoje tem entre 18/20 anos; crianças que estão entre 8/9 anos; os que estão nascendo agora.


As crianças que agora nascem já têm registrado em seu subconsciente, que formarão uma nova civilização, como novos conceitos e valores – Imagem da Internet

Não só o budismo menciona a “Nova Raça” e o hinduísmo a “Nova Era” para os tempos atuais, também a Teosofia cita neste recomeço para a humanidade junto com a vinda do “Avatar”, os surgimentos da “Sexta e Sétima Raças” que florescerão respectivamente no Norte e no Sul do Continente americano.

A “Sexta Raça” caracterizará pelo seu desenvolvimento espiritual, pela aquisição do sexto sentido, clarividência e por suas tendências unitárias. Ela emergirá onde atualmente se acha a América do Norte.

A Sétima Raça caracterizará pela sua completa sutileza mental/”espiritual”, pela aquisição do sétimo sentido/clarividência e pela sua profunda e intuitiva percepção do Pleno Sentido de Unidade. Ela florescerá onde se acha atualmente a América do Sul, centrada principalmente no Brasil.

O hinduísmo acredita na proximidade de Deus  com os humanos. Ou, Deus manifestando si mesmo em forma humana e mesmo em outras formas, para direcionar e proteger a humanidade.

Para esta crença do hinduismo o termo advaita significa a não-dualidade, portanto este termo é simbolicamente usado para indicar a íntima unidade entre o Absoluto (“Ser”) e os seres viventes e, que estes não existem  fora do “Dele”. Portanto, o “Ser” e os seres viventes  não são dois, mas  também não são um. Estão intimamente relacionados, mas sendo eles próprios.

Assim, é mais facil para o hinduismo entender como uma relação advaita o sentimento cristão, quando Jesus de Nazaré disse: “O Pai e Eu somos um” (João 10,30). Nesta sua menção está subtendida a relação advaita entre ele, e o “Pai”, que também se estende aos demais quando menciona: “Como Tu, Pai, estás em mim e Eu estou em Ti, possam também eles estar em nós  – João 17,20.

Para os cristãos Jesus de Nazaré em sua forma humana é possuidor de Consciencia Cristica Divina e, em seu desejo profundo (“fé”)  buscam nele Deus em forma humano- divina. Portanto, para os cristãos existe esta experiência mental (e emocional), compreendendo Jesus de Nazaré ao mesmo tempo humano e divino ou, como Deus que se tornou parte do mundo unindo-se à matéria através de seu corpo fisico.

Hoje o progresso da ciência e da tecnologia trazem novas informações e conhecimentos, consequentemente trazendo também  expansão da consciencia. Neste nivel evolutivo seres humanos especiais, mentalmente criativos e “posicionados em cena”, chamados para ela por eles mesmos, conduzem-se com clareza de sentimentos no intuito de “construirem um novo céu e uma nova terra” -. Apocalipse 21,1-5.

O homem vivo é a glória de Deus” quando participa, soma e age ajudando a construir a coletividade sem amarras da ignorancia – por conhecer, por saber. Aquele realmente vivo mostra-se em harmonia e fraternidade, agindo com a verdadeira percepção do Sentido de Unidade. “O Filho do Homem não perguntará sobre a fidelidade ao ritual religioso, mas sobre como as pessoas ajudam os necessitados”- Mateus 25:31-46.


O Segundo Avento será solene e glorioso. Ele virá para colher o que plantou na glória de seu Pai com os santos anjos”, “com todos os seus santos” , “com grande poder e majestade” “em uma chama de fogo”, “no trono da sua majestade” – Imagem da Internet

“Ouvireis falar de guerras e de rumores de guerras. Olhai, não vos turbeis; porque importa que estas coisas aconteçam, mas não é ainda o fim. Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá pestilências, e fomes, e terremotos em diversos lugares. E todas estas coisas são o princípio das dores” – Mateus 24:6.

O “velho tempo” já está em seu final, para dar inicio ao “novo tempo” , que nele se mostrarão “os que se escolheram” para a tarefa de dar vida a “Era Dourada”, de construi-la com firmeza e  persistencia, tendo foco no que pensa, para realiza-la como ideal cósmico-divino.

A mentalização é importantemente eficiente quando se pensa de maneira positiva, para que materialize o que se almeja. Aquilo que alguem colhe na vida, é o reflexo  persistente do que ele pensa e age ou, da energia que gera/mentaliza em seu campo e que agindo como um imã,  atrai resultados ao seu favor ou contra.

Aquele que consegue materializar o que pensa, sabe direcionar sua vida, controlando  situações que o levam a viver de maneira mais plena sem perda de energia ou, sem sentimentos de sofrimento pelos objetivos alcançados.

Entretanto, a mentalização quando não corretamente gerada e direcionada magnetiza e fortalece o eu individual – o “ego”, formando quadros mentais, que magneticamente atraem mais realizações de desejos materiais e, se conduzidos de maneira egocêntrica, não permitem a assimilação de sentimentos mais amplos e verdadeiros de realização.

A meditação em seu real processo (mental) de interiorização, não é se deixar conduzir pelo relaxamento físico prazeroso, muitas vezes confuso e até mesmo ocioso. É se deixar conduzir de fato pela oração – ou, pela ação mental vibrátil/celerada de um cocriador momentaneamente em sintonia direta com a Fonte Consciente Universal e Criadora.


Conduzir-se de fato pela oração, é se conduzir pela ação mental vibrátil/celerada de um cocriador – Imagem da Internet

Tanto a mentalização quanto a meditação possuem maneira de se chegar a elas. No primeiro caso o corpo e a mente estão não só despertos, mas também estão acelerados e, no segundo caso apenas o corpo está relaxado, mas não a mente. Nestes dois momentos devem estar sempre presentes os sentimentos e vibrações de alegria, satisfação e realização, entre outros sentimentos positivos.

A vida do ser humano e suas necessidades físicas não se manifestam apenas no plano físico, estão paralelamente em sintonia vibracional (mental-emocional) com outros planos de realidade através de seus outros corpos, para que sua caminhada vá acontecendo de maneira mais completa, mais inteira.

A verdadeira caminhada é aquela que seu condutor a realiza sem medo, movendo-se pelo autoconhecimento, que com ele percebe suas verdadeiras possibilidades, pesa defeitos e qualidades em uma aceitação de si mesmo, livrando-se do que nele não é autentico, do que não é de sua essência.

Aquele que já possui consciência de sua condição de um cocriador, já começa (mentalmente) a projetar seus desejos e a cria-los a partir de si mesmo. Está mais dinamicamente inserido em sua caminhada, buscando-se cada vez mais evoluir. Ele já está realmente caminhando com suas próprias pernas.

Ele já percebe com sua mente e coração, que viver mais próximo à plena harmonia, é na vida se aceitar amorosamente e seus semelhantes. É preservar a autoestima para poder seguir sua caminhada, corrigindo rotas se necessário e se fortalecendo pelo sentimento do Amor, que é receptivo ao perdão.

Ele já tem noção que o Amor sem cobranças é a conexão com a Verdadeira Vida. É o elo constituído de energia divina, unindo um ao outro e unindo todos à Energia Suprema/Deus.


Ao se buscar, se perceber como cocriador através da mentalização tanto o corpo e a mente estão acelerados, enquanto através da meditação o corpo está relaxado, mas não a mente – Imagem da Internet.

“Deus não joga dados, Ele é a Lei e o Legislador do Universo. A religião cósmica é o móvel mais poderoso e mais generoso da pesquisa científica, ela no futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia. O homem erudito é um descobridor de fatos que já existem, mas o homem sábio é um criador de valores que não existem e que ele faz existir. A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original. Tudo aquilo que o homem ignora, não existe para ele, por isso o universo de cada um se resume ao tamanho de seu saber” – Albert Einstein

“Penso noventa e nove vezes e nada descubro, então deixo de pensar e mergulho em profundo silêncio – e eis que a verdade se me revela. Conhecimento auxilia por fora, mas só o amor socorre por dentro. Triste época, é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando os criámos. A distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente. Se os fatos não se encaixam na teoria, modifique os fatos” – Albert Einstein


Albert Einstein (Ulm/Alemanha, 14 de março de 1879 — Princeton/EUA, 18 de abril de 1955) – Físico idealizador da Teoria da Relatividade –  Imagem da Internet

Os pesquisadores de Dakila preparam-se para esse “novo tempo”, inserindo-se pelo coração e mente em um novo ciclo – “Era Dourada”, associado à vinda do “Avatar” por eles já percebido como o momento do “Acordo”, que a partir dele puderam acontecer suas interações com 49 dirigentes das realidades paralelas, recebendo e assimilando de alguns deles informações, conhecimentos e tecnologias.

A partir deste momento estes pesquisadores começaram a vivenciar “novo tempo”, assimilando informações da Boa Nova de Cristo e com elas procedendo.


“A Pedra da entrega” sobre ela foi colocado o “Livro da Aliança” na presença de Divindades. Este local foi definido depois de longa e inicial busca pelos “ultras” e com a sinalização final dos “elementais”. Nesta pedra aconteceu a realização do “Acordo”, no dia 30 de março de 2013, entre 03h00min e 04h30min e, nele através do “Livro da Aliança” foram inseridas verdades originadas da Pura Essência Divina como novos direcionamentos adaptados à realidade humana, que nortearão os seres humanos nos próximos 5.125 anos, trazendo-lhes ainda reflexos para um longo período de 26.800 anos. Mais informações no texto: Entrega do Livro da Aliança, neste Site – Foto de Antônio Carlos Tanure

Os pesquisadores de Dakila terão à sua disposição uma nova tecnologia (quântica), para análise não só de sua saúde, mas também para demais averiguações. Por enquanto continuam utilizando a máquina que fotografa a sua aura externa. Estas analises são importantes, porque “medem” seu padrão evolutivo através de suas Três Linhas ABC da Vida.

A Linha A relacionada à intensidade da energia representa tudo o que não se quer, mas nela mentalmente se posicionando no sentido de se reciclar frente ao não desejado. Neste caso a quantidade de energia armazenada como potência (intensidade) do pensamento que se emite, é que determina o resultado de um fato ou, do que foi programado como “tecnologia mental”. Nesta Linha que se encontra a capacidade em manipular as habilidades mentais e paranormais, o que não é comum.

A Linha B, Linha do Meio ou da Neutralidade está relacionada à velocidade do pensamento ou, ao tempo que se gasta para realizar o que se deseja. Representa a capacidade mental que se possui para manipular as energias de pensamentos negativo e positivo, respectivamente nas Linhas A e C. Esta Linha traz a vibração, que em sua frequência realiza-se os desejos, como tarefas, projetos, etc.

A Linha C relacionada como a mente atua na matéria, representa o positivo, portanto o que satisfatoriamente se deseja no mundo físico.

As Linhas A e C identificam pelo filtro da Linha B os senhores/as de seus próprios destinos.

E, a intensidade da energia, velocidade do pensamento e como a mente atua na matéria no instante do que foi pensado e desejado – Linhas ABC, que determinam o sucesso (ou não) do que foi mentalizado.


Os pesquisadores de Dakila na passagem da “Nave GNA”, precisam agora só pressionar por cinco segundos suas têmporas com os dedos indicador e médio, para potencializarem sua energia/força mental, que com ela através de seus pensamentos a direcionam para o que desejam – Imagem de Dakila Pesquisas

Como já foi mencionado, a intensidade da energia (Linha A) e mais a velocidade do pensamento (Linha B) geram a frequência de cocriadores (semideuses), que muitos em Dakila já a possuem. Mas, o ideal são as Três Linhas vibrando ao mesmo tempo, portanto junto com a Linha C que incorpora os sentimentos positivos de alegria e de felicidade, entre outros.

Com estas três linhas vibracionalmente destacadas, fica ainda mais fácil, se estabilizar emocionalmente na frequência de kundalini em espiral (sublimada), que é a frequência sexual ativa gerada através dos sentimentos de cumplicidade/carinho/amor entre polaridades opostas. Casais em harmonia (marido/mulher), mas também sem necessariamente envolver sexo, como pai/filha, mãe/filho, irmão/irmã, amigo/amiga, etc.

A partir do momento que alguém estiver em sintonia mental com as Três Linhas da Vida destacadamente estabilizadas, ele já emana uma intensa onda que produz e modula fluorescência corpórea.

E, se ele for pesquisador de Dakila já executando de fato suas tarefas e se necessitar de informações especiais, terá sincronicidade com os mundos paralelos para obtê-las em qualquer lugar, às vezes de maneira até mesmo física e não só de forma mental-intuitiva.

O pesquisador de Dakila está agora em um novo ciclo energético-evolutivo, está sendo ajustado pelos mundos paralelos, para que já tendo uniformizadas suas atividades cerebrais, possa auto modular e manipular seu próprio campo energético, inclusive, para que se favoreça em suas habilidades mentais de efeitos físicos (fenômenos).

Ele está também agora, direcionando seus estudos principalmente aos corpos celestes Sol e Lua não só pelo enfoque astronômico, mas também se conduzindo por informações dos mundos paralelos, que procuram comprova-las no Centro Tecnológico Zigurats (CTZ), muitas delas associadas à mudança de ciclo que por ele está passando a humanidade e a Terra.


Observatório do Centro Tecnológico Zigurats (CTZ), em Zigurats – Imagem da Internet

Os pesquisadores de Dakila com conhecimentos da ciência paralela sabem, que a Lua influencia os homens e o Sol as mulheres, daí a Era Dourada representada por elas.

A energia da Lua e a do Sol são dois extremos, portanto a “luz” dela é diferente da “luz” dele, mas não como a ciência astronômica diz, que ela ilumina refletindo a “luz” dele. Estrelas, Sol, Lua, e “planetas” não são o que normalmente se sabe deles.

O “2º Anel” através da Lua é a entrada e saída desta dimensão e o Sol (Vórtice) é entrada e saída não só dela (3ª dimensão), mas de outras infinitas dimensões.

Outros corpos celestes comandam “2º, 3º e 4º Anéis”, mas através da Lua que acontece o teletransporte ou, que se adquire “o passaporte” para “1º e 2º Anéis”. Por isso, por ela (sua energia/frequência) passam aqueles que já perderam seus corpos físicos (faleceram), para que aconteçam sua “purificação” e sua destinação. Também pela sua energia que se dá a entrada das projeções mentais, astrais e físicas”.

   
A real energia/luz do Sol e da Lua e de outros corpos celestes é do conhecimento da “ciência paralela”, mas não sendo ainda da ciência oficial, estimula sentimentos de encantamento e de magia, como os na presença de Stonehenge/Amesbury, Inglaterra – Imagens da Internet

A ciência oficial apenas aceita como verdade, o que os cientistas com seu raciocínio logico também a aceitam, induzidos e conduzidos pelos seus sentidos normais, próprios à realidade física com suas leis que as vivenciam em condição humana.

Portanto, eles não aceitam como verdade cientifica a ciência de outras e paralelas realidades com suas leis, que não são mais alcançáveis pelo seu raciocínio logico voltado à realidade física, que nela experienciam limitados pelo auxilio apenas de cinco sentidos, entre outros milhares que possuem.

O que está fora de sua análise cientifica vista/medida/conduzida pelo seu raciocínio, é desqualificado como imaginação, fantasia, ficção cientifica e outras desqualificações, apesar de ultimamente a mecânica quântica vem lançando indagações sem respostas, sobre o que até então era verdadeiramente sólido para a ciência tradicional.

De um outro tempo e de um outro ciclo civilizatório existem inúmeros sítios arqueológicos em ruinas espalhados por toda a Terra. Registros da presença de seres inteligentes de outras realidades, de outros mundos possuindo uma ciência mais avançada que a humana mesmo a de hoje, o que fazia os nativos destes locais naquela ocasião, sem possuírem a correta compreensão de suas presenças, os terem como deuses e o uso de suas tecnologias como manifestações divinas.

 

Inúmeros sítios arqueológicos em ruinas por toda a Terra registram em outros tempos e em outros ciclos civilizatórios, presenças de seres não humanos possuidores de uma ciência tecnologicamente mais avançada, que com ela foram considerados deuses – Nove primeiras imagens da Internet e as duas últimas de Antônio Carlos Tanure

Uma “ciência paralela” com novo patamar de investigação da realidade multidimensional, além da ciência convencional (chamada também de paraciência), dela têm conhecimento os pesquisadores de Dakila através de informações recebidas de realidades paralelas, que lhes fornece vasto conteúdo investigativo, podendo até ajudar a desvendar, o que é ainda obscuro para ciência oficial.

Muitas Informações da paraciência que eram do conhecimento de antigas civilizações a muito desaparecidas, agora começam a ser resgatadas. Algumas delas através de Dakila Pesquisas serão passadas no formato de quatro documentários: 1) A Terra Convexa (já transmitido), o Sol, a Lua e os Astros; 2) Origem da Humanidade, por que as raças, as cores de pele, etc.; 3). Jesus Cristo; 4) Deus.

Os efeitos das ondas moduladoras já estão se intensificando, que com eles vão se somando as presenças e atuações da Lua e do Sol, ajudando a provocar mudanças já esperadas para a Terra e para a humanidade. Mudanças que sempre estiveram também presentes através de “narrações profetizadas”, em conteúdos quase sempre místico-esotéricos.

Em consequência destas mudanças se encaixam em parte as dos efeitos climáticos, que estão também cada vez mais se intensificando, mas ainda não de forma globalizada. Entretanto, nos locais onde acontecem os estragos, eles são intensos.

Aqueles que estão cientes desta ocasião devem ter cautela, precisam precaver em todos os sentidos. Devem através da alimentação saudável armazenar minerais em seu corpo, para se resguardem de radiações vindas do espaço, que poderão lesar as membranas de suas células.

Devem cuidar de seus corpos físicos também com exercidos, mas cuidar ainda de seus “outros corpos” mental, emocional e “espiritual”, pensando e agindo em sintonia às Leis Universais.

Devem remover mentalmente pensamentos e atitudes incorretos/desarmônicos por serem “poluentes” à sua alma e dispersores de sua energia.

E, em Dakila a ocasião é especial para os grupos Luz, Alquimia Sublimação e Propagação vivenciarem e constatarem o valor de compreender, se conduzir pelo entendimento, respeitar e agradecer. Sentimentos que mentalmente reforçam o proceder sem interferências motivadas por diferenças, preconceitos e disputas.

Com este pensar e agir é o momento de todos arregaçarem as mangas e mostrarem mais participativos consigo mesmos e com os de fora. Todos se mostrarem mais verdadeiramente inteiros.

Especialmente devem voltar mais atenção à “Perola do Universo” –  à Cidade Zigurats, que precisa ter suas estradas melhor preparadas, possuir suficientemente agua e energia elétrica, para que tenham mínimas condições de viver os que nela já residem e receber melhor aqueles que a visitam.


Zigurats precisa que tenha suficientemente agua e energia elétrica, dando condições mínimas àqueles que lá já fixaram residência e receber melhor aqueles que a visitam – Imagem da Internet

A tecnologia do magnetóide entre outras já passadas pelos mundos paralelos aos pesquisadores de Dakila, deve ser utilizada com responsabilidade ao objetivo almejado. A sua frequência fica em seu plasma sanguíneo, ajudando-os no desenvolvimento de suas habilidades extra-sensoriais, portanto com possibilidade de irem potencializando as mais de quatro mil habilidades mentais que possuem.

Esta tecnologia ingerida por eles e assim inserida em seu campo energético, transforma-se em “ferramenta”, que neles fisicamente interiorizada os potencializa. Portanto, é muito importante que estejam em estado mental de neutralidade, gerando equilíbrio emocional ou, conduzindo-se por sentimentos de tranquilidade e de harmonia, não geradores de conflitos.

Salientando-se, precisam ainda ficar mais zelosos com seus corpos, ingerindo o menos possível toxinas, para que possuindo mais carga elétrica, se tornem literalmente mais iluminados.

Este deve ser o foco, para que entrem na tecnologia mental da Boa Nova de Cristo, que com ela a matéria vai se transformando em energia, como Jesus de Nazaré – O Cristo deu o exemplo, ao alcançar a vida eterna através da ressurreição – ou, o reviver de seu corpo.


Jesus de Nazaré – O Cristo deu o exemplo como alcançar a vida eterna, ao reviver seu corpo – Imagem da Internet

A energia do magnetóide estimula o pesquisador de Dakila à fusão com o Plano A, que serve para lhe trazer através do entendimento a abundância e a prosperidade. “Dinheiro traz dinheiro, inteligência traz facilidade” e sabedoria traz iluminação“Daí, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” – Mateus 22:21.

Aquele que está em sintonia à frequência mental do Plano A, “tem tudo”, porque com ela traz uma gama de outras frequências, principalmente à Energia Feminina que é a frequência da “Era Dourada”.

Com este Plano a solução está ao alcance de cada um através do entendimento mais correto, mais universal, diferente daquele por interesse pessoal. Com este discernimento voltado ao Plano A ele já sabe, que “a solução está em suas mãos”, podendo alcançar a condição (frequência) de contribuinte ou, outra mais além de investidor e outra indo ainda mais distante de multiplicador.

Inicia-se para os pesquisadores de Dakila um novo ciclo com novas maneiras de interagir com as realidades paralelas, independente se nestas interações as conversações se deem às vezes de forma direta-verbal ou de forma mais constante mental-intuitiva.

E, paralelamente com este ciclo que para eles inicia, vivenciarão a experiência mental da “comunhão dos santos” ou, aquela quando só um olhar no olhar do outro, os dois sabem o que tem de ser ou, o que um precisa do outro, para o que ainda vai ser.

É a ocasião da sincronicidade da atividade cerebral, da conexão direta entre aqueles que já atingiram certa frequência mental para assim agirem e poderem fazer a leitura (mental) do campo um do outro. Principalmente é o momento, daqueles que já podem melhor se mostrar como fagulhas/faíscas divinas da Criação – como “pedacinhos” da Frequência Criadora.

A Energia Suprema é Todos e Tudo. Está nos seres vivente e inanimados, no contexto geral está como A Manifestação, regendo Leis Universais.

Em corpo físico Jesus de Nazaré – O Cristo, foi a partícula de vibração mais intensa enviada à Terra para conviver entre os seres humanos e lhes passar sua tecnologia mental, ensinando-a como a Boa Nova.

Jesus de Nazaré – O Cristo, veio à Terra para passar sua tecnologia mental aos seres humanos. Ensinando-os a sua Boa Nova, que com ela podem reviver (ressuscitar) seus corpos físicos, já transmutados literalmente iluminados – Imagem da Internet

O momento é ir em frente sem medo. Se ele existe é pela falta de conhecimento ou do não seu entendimento. E se ainda existe medo, o objetivo que se almejou ainda não foi entendido. Coragem, quando começa uma coisa, é fácil termina-la, o difícil é começa-la. Portanto, nada é difícil depois que ela já começou a ser feita. Quando não se alcança com as mãos, vai-se com os pés, o importante é termina-la, realiza-la, com cada um em sua frequência. Cada um com sua habilidade mental removendo aborrecimentos/empecilhos em busca do sucesso” – Sinalização das realidades paralelas.

Fontes de consulta:
mankindgreatshift.blogspot.com/p/o-segundo-avatar.html
Segunda vinda de Cristo – Wikipédia, a enciclopédia livre.
https://www.jmnoticia.com.br/…/o-surgimento-do-anticristo-sera-visto-pela-igreja-ante…
https://verdademundial.com.br › História
www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article…
https://www.personare.com.br/existe-diferenca-entre-meditar-e-mentalizar-2-m3187
https://institutomindfulness.com.br/as-diferencas-entre-meditar-e-mentalizar/
www.citador.pt/frases/citacoes/a/albert-einstein
Apostila de Dakila Pesquisas de março de 2019

Fonte: Portal Pégasus

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O QUE PENSAMOS SER O FIM É SÓ UM INÍCIO

Escolhemos um texto muito especial para REFLEXÃO na publicação da coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira. O tema “A senda de luz” aborda os meandros, labirintos, ilusionismo, percalços e enganos, pelos quais passamos nessa caminhada evolutiva, que ao contrario do que, a princípio, possamos imaginar é muito mais longa exaustiva, a ponto de o autor estabelecer metas para nos fazer entender que o que pensamos ser o fim é só um início, pois a nossa existência é cíclica. Então convido você a ler o texto completo a seguir, refletir e fazer o seu juízo de valor!

A senda de luz

Devemos alcançar a meta apenas para descobrir que o que pensamos ser o fim é só um início. A luz do sol ilumina o caminho – o sol físico e o sol interior – até o infinito

Wayne Gatfield*

SENDA DE LUZ

“O crepúsculo  possui uma magia indefinível. É um momento em que o véu entre os mundos parece fino; se o sentimos, uma grande beleza penetra nosso coração e colore tudo com ternura.”

No artigo “O Farol do Desconhecido”, Blavatsky escreveu: “O farol da verdade é a natureza sem o véu ilusório dos sentidos. Ele só pode ser alcançado quando o Adepto se tiver tornado o mestre absoluto de seu eu pessoal, capaz de controlar todos os sentidos físicos e psíquicos com o auxílio de seu ‘sétimo sentido’, através do qual ele é dotado também da verdadeira sabedoria dos deuses.”

“O farol sobre o qual os olhos de  todos os verdadeiros teósofos estão fixos é o mesmo, rumo ao qual, em todas as idades, a alma humana aprisionada tem lutado. Esse farol, cuja luz não brilha sobre nenhum mar terreno, mas que se reflete nas profundezas sombrias das águas primordiais do espaço infinito, é chamado por nós, como pelos antigos teósofos de Sabedoria Divina.”

Esta está nas lendas e contos de fadas de todo o mundo. A maioria fala da busca por algo: o Santo Graal, o Velo de Ouro ou a mão de uma princesa, simbolizando a busca de realização da Sabedoria Divina e as provações do caminho para essa meta.

A luz é sempre confortante, seja do sol, da lua, das estrelas ou a suave luz do nosso lar. Mais profunda ainda é a luz interna. A luz é a mesma em todos os níveis, mas difere por suas interações com nossos diferentes veículos; a mais inferior é a luz física.

As diferentes intensidades e tonalidades da luz em diferentes épocas do ano podem ter efeito na consciência da pessoa. Às vezes um dia nublado produz uma luz que causa uma melancolia positiva sobre a mente  as emoções, fazendo perceber aquilo que os japoneses chamam de mono-no-aware, a “pungência e beleza da existência transitória”.

Todos sabemos como um dia de sol aumenta o vigor, mas isso é sutilmente diferente de acordo com o mês. O efeito do sol de primavera não é o mesmo que o do verão ou inverno. Há muita variação, dependendo também da pessoa que o experimenta.

O crepúsculo possui uma magia indefinível. É um momento em que o véu entre os mundos parece fino; se o sentimos, uma grande beleza penetra nosso coração e colore tudo com ternura. George William Russel  escreveu: “Queremos que nessa hora o místico esteja em casa, menos metafísico e científico do que de costume, mais verdadeiramente ele mesmo. É costume, a essa hora, ceder um pouco e sonhar, deixando que as ternas fantasias que o dia suprime entrem na mente. Todas as coisas se tornam estranhamente suaves e unidas. As ruas comuns assumem algo da grandeza dos templos egípcios; as crianças correm atrás das outras e, enquanto fogem, olham para nós com olhares que há muito esquecemos; embalados pelo silêncio, deixamos de lado as duras arestas materiais e lembramos que somos espíritos.”

As crianças olham o mundo maravilhadas, mas são jovens demais para exprimir esses sentimentos em palavras. À medida que crescemos perdemos essa visão e começamos a intelectualizar tudo. Ficamos frios. Mas, se desenvolvemos o lado espiritual e poético da nossa natureza, penetramos numa segunda infância, num nível inteiramente diferente. “A princípio a montanha é apenas uma montanha; depois vemos que não é realmente uma montanha; no fim, é apenas uma montanha novamente”. Este ditado zen expressa o processo de reconquistar a inocência da infância com o acréscimo das nossas experiências. É a jornada da vida: partir da perfeição inconsciente, ter consciência da nossa imperfeição; e finalmente realizar a perfeição conscientemente. Isso se houver perfeição talvez tudo seja relativo.

Assim, temos que reconquistar estado infantil que perdemos, como dizem os ensinamentos espirituais. Estamos procurando a luz que jamais brilhou sobre terra ou mar, mas que ajuda a navegar o vasto oceano da sabedoria divina rumo ao nosso destino, ou, até onde sabemos, aos diferentes estágios de uma jornada sem fim.

Todos os heróis dos mitos alcançaram a meta tornando-a seu único interesse. Venceram dificuldades aparentemente insuperáveis focando a atenção no objeto da busca. Alguns ficaram pelo caminho, mas os mais bravos triunfaram. Krishna diz, na Bhagavad-Gita, que se focarmos a atenção nele chegaremos a ele. A melhor maneira é pensar em Krishna como o Eu Superior.

Devemos assumir a condição de seres imortais – nossos eus vêm e vão, mas nossa essência não muda. Nas palavras de A Voz do Silêncio: “Tenhas paciência, candidato, como quem não teme fracasso, nem corteja o êxito. Fixa o olhar da tua alma na estrela cujo raio és, a estrela chamejante que brilha nas escuras profundidades do ser permanente, nos ilimitados campos do Desconhecido. Tenhas perseverança, como aquele que tem de resistir eternamente. As tuas sombras vivem e desaparecem; aquilo que em ti viverá para sempre, aquilo que e ti conhece (porque é conhecimento não é de vida transitória: é o homem que foi, que é e será, para quem a hora nunca soará.”

As sombras são os nossos eus passageiros. Na vasta escala das coisas, nossos poucos e curtos anos nesta vida em particular são como o ditado Zen: “A vida é como um cavalo galopante que visualizamos através da rachadura na parede.”

Todos  estamos nessa peregrinação interior e devemos encontrar o caminho ao longo de estradas muitas vezes enevoadas, que às vezes nos leva por terrenos belos, às vezes agrestes Encontramos amigos e instrutores; temos aventuras e perigosas provações, mas nossa determinação nos impulsiona para diante e o sol ilumina nosso caminho. Mesmo que ele desapareça por trás das nuvens de nossa própria criação, sabemos que ainda está lá e retornará no tempo devido.

Na escuridão a lua pede emprestada a luz do sol e nos dá conforto, até que o amanhecer lança seu feitiço sobre o mundo e nossa esperança se fortalece. Então chega o momento em que ouvimos o ímpeto do rio da vida e alcançamos a ponte que devemos atravessar. Sentiremos a emoção de saber que esta é a consumação dos nossos  esforços ao longo de muitas vidas, e que logo sonhos e pesadelo passarão; enfrentaremos uma grande escolha que por fim terminará na nossa libertação e na elevação de toda a humanidade. Luz no Caminho nos diz: “Porque em ti está a luz do mundo, a única luz que pode ser projetada sobre o caminho. Se és incapaz de percebê-la dentro de ti, é inútil que a procures em outra parte. Está fora do teu alcance, porque, quando chegares a ela, já não te encontrarás a ti mesmo. É inatingível, porque retrocede sempre. Estarás no seio da luz, mas nunca tocarás a Chama.”

Devemos alcançar a meta apenas para descobrir que o que pensamos ser o fim é só um início; até onde sabemos, não existe fim na busca. A luz do sol ilumina o caminho – o sol físico e o sol interior – até o infinito.

No caminho ajudamos uns aos outros; entendemos as limitações humanas e desejamos perdoar “não sete vezes, mas setenta e sete”, o mais gentilmente possível para com quem erra. Aprendemos que a jornada não é solitária, mas feita com nossos companheiros peregrinos, e que temos o bem da humanidade em nossa mente à medida que seguimos. E, de um  certo modo, o progresso é uma ilusão, porque já estamos lá – precisamos apenas afastar as nuvens que nos impedem de ver o sol sempre brilhante do nosso ser interior.

Todas as vidas podem ser uma aventura em busca do Santo Graal– as lutas, os desapontamentos e as alegrias são grãos para o moinho. Se  desenvolvemos a correta atitude, todas as experiências ajudam no caminho. Quando olhamos para o mundo devemos imaginar que estamos numa montanha olhando para baixo, para tudo que se passa – a mente inferior cria divisões entre países, religiões, partidos, famílias, mas internamente somos todos  o mesmo. Essas diferenças são apenas “a cruel  heresia da separatividade  que nos afasta dos demais”, como diz A Voz do Silêncio.

Permitimos que a ilusão nos separe; construímos muralhas em vez de pontes e olhamos os outros através dos nossos próprios equívocos; não fazemos concessões  à limitada natureza humana; esquecemos de tirar a venda dos nossos olhos antes de criticar os olhos do outro. “Que aquele sem pecado atire a primeira pedra.”

Se queremos que as pessoas amem umas às outras, devemos mostrar o caminho da melhor maneira possível. Assim, terminarei com uma citação de “O Novo Ciclo”, de Blavatsky: “Ninguém está tão  ocupado ou é tão pobre que não possa cria um nobre ideal e segui-lo. Por que então hesitar em limpar a senda rumo a este ideal, através de todos os obstáculos, de cada pequeno impedimento da vida social, para marchar diretamente em frente até a meta a ser alcançada? Aqueles  que fizesse este esforço logo descobririam que a ‘porta estreita’ e a ‘senda espinhosa’ levam aos amplos vales de horizonte ilimitado, àquele estado onde não mais existe morte, porque a pessoa se sente voltando a ser um deus! É verdade que as primeiras condições exigidas são absoluto desapego, ilimitada devoção ao bem-estar dos outros e completa indiferença ao mundo e suas opiniões. Para dar o primeiro passo nessa senda, o motivo deve ser absolutamente puro; nenhum pensamento deve afastar os olhos do objetivo, nenhuma dúvida deve agrilhoar os pés. Existem homens e mulheres qualificados para isto, cujo único objetivo é residir sob a égide de sua natureza divina. Que eles tenham coragem para viver a vida sem ocultá-la aos olhos dos outros! A opinião de ninguém deve ser considerada superior à voz de sua própria consciência. Que essa consciência, portanto, desenvolvida ao seu mais elevado grau, nos guie em todos os atos comuns da vida. Quanto à conduta de nossa vida interna, concentremos toda a atenção no ideal que estabelecemos, e olhemos para além, sem prestar atenção à lama sob nossos pés.”

“Na escuridão a lua pede emprestada a luz do  sol e nos dá conforto, até que o amanhecer lança seu feitiço sobre o mundo e nossa esperança se fortalece. Então ouvimos o ímpeto  do rio da vida e alcançamos a ponte que devemos atravessar.”

Fonte: Revista Sophia -ano 19-nº 89

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: CONHEÇA OS REGISTROS AKÁSHICOS OU “LIVRO DA MEMÓRIA DE DEUS”

Na Live desta sexta-feira com a psicóloga e especialista em Constelação Familiar Selma Rodrigues, ao ser perguntado sobre o meu conceito de “Evolução”, afirmei com muita convicção que não há de se falar em evolução da consciência humana sem imaginarmos e/ou acreditarmos que a Consciência é única e permanente, que sempre existiu e sempre existirá, que está numa caminhada evolutiva e que o invólucro ao qual estamos envolvidos nada mais é do que casulos emprestados a essa consciência em cada fase de sua evolução. Essa caminhada evolutiva é registrada passo a passo. Portanto, não há de se falar em evolução sem falar de reencarnação. O texto a seguir, do extraordinário Edgard Cayce, explica como é feito esse registro através dos “Registros Akáshicos”. Convido você a ler e entender!

EDGAR CAYCE NOS REGISTROS AKÁSHICOS

 

Quando questionado sobre a fonte de suas informações, Edgar Cayce respondeu que havia essencialmente dois. O primeiro era o subconsciente do indivíduo para quem ele estava fazendo a leitura e o segundo eram os Registros Akáshicos.

Os Registros Akáshicos, também conhecidos como “O Livro da Vida” ou “Livro da Memória de Deus”, podem ser comparados ao sistema de supercomputador do universo – ou talvez o que hoje seria chamado de computação em nuvem. Eles são o depósito central de todos informações para cada pessoa que já viveu na Terra. Esses registros contêm todos os nossos pensamentos, ações, palavras, sentimentos e intenções. Eles têm uma enorme influência em nossa vida cotidiana, nossos relacionamentos, nossos sentimentos, nossos sistemas de crenças e as realidades potenciais que atraímos para nós. Edgar Cayce referiu-se aos registros da seguinte maneira:

Sobre o tempo e o espaço estão escritos os pensamentos, as ações, as atividades de uma entidade – como nas relações com seus arredores, sua influência hereditária; conforme direcionado – ou julgamento elaborado por ou de acordo com o que é o ideal da entidade. Consequentemente, como tem sido frequentemente chamado, o registro é o livro de recordações de Deus; e cada entidade, cada alma – como as atividades de um único dia de uma entidade no mundo material – faz o mesmo bom ou mau ou indiferente, dependendo da aplicação do eu da entidade …

– Edgar Cayce Reading 1650-1

Quando Cayce acessou os Registros Akáshicos de um indivíduo, ele teve a capacidade de selecionar as informações que seriam de maior ajuda para aquela pessoa naquele momento específico de sua vida. Frequentemente, uma leitura pode sugerir que apenas uma seleção do material disponível estava sendo fornecida, mas que o indivíduo estava recebendo aquilo que seria “mais útil e esperançoso”.

Ao discutir o Livro da Vida, ele afirmou que era, “O registro de Deus, de ti, da tua alma interior e do conhecimento da mesma.” (281-33) Quando questionado sobre a diferença entre o Livro da Vida e os Registros Akáshicos, ele explicou:

P. [O que significa] O Livro da Vida?
A. O registro que a própria entidade individual escreve sobre a meada de tempo e espaço, por meio da paciência – e é aberto quando o eu está sintonizado com o infinito, e pode ser lido por aqueles que estão em sintonia com essa consciência …
P. O Livro das Lembranças de Deus ?
A. Este é o Livro da Vida.
P. Os Registros Akáshicos?
A. Aquelas feitas pelo indivíduo, conforme indicado.

– Edgar Cayce Reading 2533-8

Cayce indicou que esses registros são mais do que apenas um depósito do passado quando afirmou:

Sim, temos o corpo aqui, e o registro como foi feito e como pode ser feito com a vontade quando exercida, e a condição independente da influência ou efeito da vontade que foi criada. Temos condições que poderiam ter sido, que são, e que podem ser. Não confunda ou cruze os três propósitos de nenhum dos dois.

– Edgar Cayce lendo 304-5

Por que e como nossas vidas são afetadas pelos Registros Akáshicos? Esses registros conectam cada um de nós uns aos outros. Eles contêm a essência de cada símbolo arquetípico ou história mítica que já tocou profundamente os padrões de comportamento e experiência humanos. Eles têm sido a inspiração para sonhos e invenções. Eles nos atraem ou nos repelem uns dos outros. Eles moldam e dão forma aos níveis de consciência humana. Eles são uma porção da Mente Divina. Eles são o juiz imparcial e o júri que tentam orientar, educar e transformar cada indivíduo para se tornar o melhor que pode ser. Eles incorporam uma gama em constante mudança de futuros possíveis que são colocados em potencial à medida que interagimos e respondemos às circunstâncias de nossas vidas.

As leituras de Cayce sugerem que cada um de nós escreve a história de nossas vidas por meio de nossos pensamentos, nossas ações e nossas interações com o resto da criação. Esta informação tem um efeito sobre nós aqui e agora. Na verdade, os Registros Akáshicos têm um impacto tão grande em nossas vidas e nos potenciais e probabilidades que atraímos para nós que qualquer exploração deles não pode ajudar, mas nos fornece insights sobre a nossa natureza e nosso relacionamento com o universo.

Há muito mais coisas em nossas vidas, nossas histórias e nossa influência individual sobre nossos amanhãs do que talvez tenhamos ousado imaginar. Ao acessar as informações dos Registros Akáshicos, o banco de dados do computador do universo, muito pode ser revelado para nós. O mundo como o percebemos coletivamente é apenas uma sombra tênue da realidade.

Saiba mais sobre os Registros Akáshicos de Edgar Cayce nos Registros Akáshicos  de Kevin J. Todeschi.

Fonte: EdgardCayce.org

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: MENTE_ É A SOMA DO ESTADO DE CONSCIÊNCIA, PENSAMENTO, VONTADE E SENTIMENTO

O estudo sem o serviço e a meditação é infrutífero. Assimilar conhecimento sem repassá-lo aos outros, não só nos oprimi, como não serve para a nossa evolução espiritual. O verdadeiro instrutor não se coloca acima  dos seus alunos, pois a vida é umeterno aprendizado e temos sempre muito a aprender com o outro. Com o tempo o verdadeiro aprendizado se torna sabedoria, que está além do intelecto. O texto aseguir fala acerca disso. Então leia eexpanda sua consciência!

Estudo,  meditação e serviços

Todos nós podemos contribuir para o bem da humanidade. Não demore – liberte a criança espontânea dentro de você, em toda a sua inocência. A vida não espera; o futuro do mundo depende de nós, então vamos criar um bom futuro para nossos filhos e netos

Margaret Bove*

Meditação: estudo da Universidade de Harvard | Pura Energia Positiva

O manas (mente) concreto e inferior provê um veículo para o aprendizado, e o manas abstrato e superior absorve a essência do aprendizado. A mente superior (Manas) é caracterizada pela criatividade do Eu Superior. Mente é a soma dos estados de consciência: pensamento, vontade e sentimento. Cada vez mais pessoas evoluem em consciência e passam para níveis mentais superiores. Os átomos da mente estão despertando como nunca antes; milhões de neurônios que acreditávamos inativos estão agora em atividade.

Quando nos concentramos no estudo, facilitamos a intuição. Blavatsky disse que partes de A Doutrina Secreta só podiam ser lidas com a intuição. Quando a intuição tiver se desenvolvido e a consciência tiver se elevado com o estudo e a meditação, teremos paz e união entre todas as pessoas. Será o fim de todos os graus de ódio, de todas as barreiras que nos dividem.

Nos ensinamentos dos grandes mestres o positivo sempre supera o não positivo; a vingança não obtém êxito. Somos todos um e não importa a nossa crença ou filosofia, pois viajamos rumo ao mesmo ideal. Como estamos unidos nos níveis sutis, ligados aos outros e a todas as coisas através do etérico, quando ferimos os outros, ferimos também a nós mesmos.

Estudo, meditação e serviço estão ligados e só são completos juntos. O estudo sem o serviço e a meditação é infrutífero. Absorver conhecimento sem oferecê-lo aos outros pode nos oprimir. O verdadeiro instrutor não faz diferença entre ele mesmo e seus alunos; um aprende com o outro.Com o tempo o verdadeiro aprendizado se torna sabedoria, que está além do intelecto.

À medida que progredimos nesse caminho e começamos a distinguir  real do irreal, nosso desejo é ajudar e servir. A razão da nossa encarnação é retornar à residência do espírito puro, aprender a servir, com a experiência e a purificação do nosso ser, para auxiliar o plano divino onde cada um tem seu papel a desempenhar. Começamos a abraçar o amor, a compaixão, a compreensão, a disponibilidade, a inofensividade, o desapego e o perdão incondicionais. Errar é humano e perdoar é super-humano. Todo ser humano tem uma fonte de bondade; se nos concentrarmos nisso, e não no lado negativo, o positivo surge com facilidade. Para deixar para trás traumas passados devemos perdoar os outros e nós mesmos.

Ao longo do caminho espiritual encontramos uma lembrança do bom, do verdadeiro e do belo. Somos compelidos pelo Eu Superior a prosseguir, embora o eu inferior possa mostrar resistência. Edwin Arnold disse: “No coração de cada homem vive um Mestre que, por meio de fios sutis, faz suas ações dançarem segundo a canção que Ele quer.” A Doutrina Secreta e a Sabedoria Antiga nos ensinam que a raiz sem raízes da nossa origem é o amor total, sem distinção entre raça, credo, sexo ou qualquer outra. Em um nível profundo de consciência existe total unidade e paz; o muçulmano cuida do hindu, o hindu ama o sikh, os shias estão em harmonia com os sunnis, os iranianos com os sírios e os palestinos, o árabe com o judeu – a verdadeira unidade fraternal. Brahman, Atma, tudo é um. Om e Jeová são dois pilares do mesmo portal – símbolos do corredor único da vida. Por meio do serviço abrimos o coração e sabemos que todos  somos um. O coração representa o centro do nosso ser. O Santo Graal é um símbolo do coração. Para os maçons o coração representa o Mestre Perfeito. Para os sufis é o ponto de conexão entre o humano e o divino. Quando os místicos se encontram, seus corações batem juntos.

O verdadeiro serviço é nos doar e estar disponíveis com simplicidade e humildade. O mestre Koothumi disse: “Tentai.” Não é preciso ser heroico. O que realmente importa não é o que fazemos, mas a boa vontade com que fazemos. Às vezes basta um sorriso, uma mão reconfortante sobre o ombro ou uma palavra encorajadora. Nada é grande ou pequeno na economia divina. O ato de um presidente para com uma nação não é maior do que o ato de uma mãe com seu  bebê. Todo serviço é necessário e todo ato é uma parte da grande unidade. Uma gentileza que pode parecer insignificante é um diamante na imensa joia da iluminação, e nos lembra da brilhante luz do amor.

O espírito está em toda parte, em cada pássaro que canta, cada animal que anda sobre a Terra e cada criança que ri. O grande mistério está dentro de cada um de nós. Não há separação – somos um com toda a criação e fomos feitos para servi uns aos outros.

É inútil tentar alcançar a fraternidade universal mudando a política ou as pessoas. Primeiro devemos trabalhar em nós mesmos e purificar nosso coração. A regeneração espiritual da humanidade começa com o indivíduo. A meditação e a auto-observação abrem o caminho. Cada pessoa que analisou honestamente seus pensamentos, palavras e ações e tornou-os inofensivos é uma pérola preciosa na cadeia da existência e um forte elo da fraternidade humana.

A essência divina

A paz mundial começa com a paz interior, que é facilitada pela meditação. Meditação é a dissolução da personalidade individual e o desvendar da realidade. É um modo de vida que permite que conheçamos a nós mesmos; assim, somos muito mais valiosos no serviço. A meditação leva a um estado de existência onde compreendemos que não somos o corpo, as emoções nem a mente; somos centelhas da mesma grande chama. Po demos ver a essência divina em toda parte, no amigo e no inimigo, e em tudo ela é a mesma. Não existem inimigos reais, porque eles também auxiliam nossa evolução. Os monges budistas cantam agradecendo às pessoas e situações difíceis, pois sabem que desse modo o seu karma se dissolve.Tudo está no plano divino. Quando somos provocados por situações difíceis e permanecemos calmos, pensando positivamente, ocorre um salto na consciência. A meditação ajuda a penetrar esse estado de consciência, e cada fase desse estado é gloriosa. Todo alento meditativo é uma abertura do coração. Edwin Arnold descreveu isso em Song Celestial: “Aqueles que fazem um sacrifício  silencioso inalam o alento para alimentar a chama do pensamento e o exalam para soprar o coração às alturas, governando cada entrada de ar para que não passe nenhum suspiro que não ajude a alma.”

Em outras palavras, a meditação não se destina ao desenvolvimento pessoal; ela é um auxílio para a alma fazer o seu trabalho, plantando sementes de ações poderosas no jardim da eternidade e cultivando flores de vários matizes, que desabrocham em toda sua beleza. Estudamos e meditamos com o objetivo de servir. O verdadeiro serviço com a doação de

si mesmo é um exemplo da dedicação dos mestres iluminados, cujo único desejo é auxiliar e guiar a humanidade. O grande Sanat Kumara não seguirá para outras dimensões até que cada folha de capim tenha alcançado a iluminação. Façamos a nossa parte e ajudemos a elevar o planeta, auxi liando os grandes seres na realização do plano divino.

A mais famosa escola filosófica da Antiguidade usava as palavras “conhece-te a ti mesmo”. Krishnamurti costumava dizer: “Olha  para dentro. Conhecer a nós mesmos nos ajuda a servir porque nossas emoções e pensamentos podem ser semelhantes às dos outros; assim é mais fácil compreender seus problemas, que podem ter sido os nossos problemas. A meditação ajuda a reconhecer nossas fraquezas e modificá-las.

Não é necessário revelar nossos pensamentos aos outros, mas reconhecê-los no silêncio interno e tentar torná-los altruístas. Assim fortalecemos nosso caráter para o serviço – um serviço silencioso, que nada busca para o eu individual. Quando o objetivo do trabalho é uma recompensa, ele traz prazer, dor ou ambos, no tempo devido; mas, quando uma pessoa trabalha na eternidade, a eternidade é a sua recompensa.

Todos nós podemos, a nosso modo, contribuir para o bem da humanidade. Não demore – liberte a criança espontânea dentro de você, em toda sua inocência. A vida não espera; o futuro do mundo depende de nós, então vamos criar um bom futuro para nossos filhos e netos. Vamos nos tornar servidores altruístas, para que aonde quer que sigamos sejamos como raios de sol que trazem calor, amizade e gentileza.

Margaret Bove é membro da Sociedade Teosófica, em Nova Iorque, desde 1986, e profissional de medicina alternat

Fonte: Revista Sophia ano 19-Nº 89

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: UM HERÓI ANÔNIMO CHAMADO MAGO ABEL

Neste domingo, na nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL temos uma bela história sobre altruísmo, abnegação, doação, generosidade e amor ao próximo. Uma singela homenagem de um cidadão movido pelas boas lembranças e pela Gratidão a um herói anônimo que salvou a sua querida mãe da morte por afogamento. O advogado Maurício Filho relembra uma passagem triste, mas com final feliz graças a esse abnegado herói anônimo cuja identidade o autor da história veio a descobrir muitos anos depois. Ele se chama Abel Tinoco e é amigo querido de longa data, desde os tempos de colégio e da nossa meninice. O autor narra dois fatos ocorridos que demonstram o desprendimento, a coragem, a solidariedade e a compaixão oriundos desse cidadão que não mede esforços na hora de ajudar alguém que precisa. Então convido você a ler o texto completo a seguir e conhecer esse personagem ímpar que tenho o orgulho e prazer de dizer: É meu amigo!

*Mago Abel – Um herói anônimo_*

Muitos anos atrás caminhava pela beira da praia de Pirangi um jovem junto com dois outros amigos, era cedo, poucas pessoas estavam na praia naquela hora, Pirangi ainda era um recanto calmo de veraneio aonde as pessoas se conheciam pelo nome, as portas estavam sempre abertas e as redes nas varandas, a tranquilidade reinava.
Chegando já próximo do trapiche ele avista uma pessoa dentro d’água se afogando, sem pensar direito ele resolve entrar na água e, sem avaliar o risco da própria vida socorreu a senhora que se afogava, conseguindo trazer ela para a beira mar, e prestar os socorros para ela expelir a água engolida.
Após se recuperar, a quase afogada, uma senhora baixinha, agradeceu muito, e disse que era natural de Acari e acostumada a tomar banho de açude, mas que havia sido surpreendida com um “buraco” água, e sido arrastada pela correnteza , termina agradecendo muito e diz que por toda a vida vai rezar por ele, que segue seu caminho e não teve mais notícias daquela senhora.
Se passaram muitos anos e o então jovem, se inscreve como um dos voluntários para os testes da vacina desenvolvida pela universidade de Oxford e aqui no Rio Grande do Norte coordenados pelo CePCLIN. Em uma das muitas “_consultas/entrevistas_”, que os voluntários participam, entre as perguntas a médica lhe indaga de onde ele é, na conversa menciona que é de Natal, e que passa o verão em Pirangi, no seguir da conversa descobre que possuem conhecidos em comum e ele recorda do quase afogamento e conta a história .
Neste momento a médica diz, está senhora que vc salvou é a minha mãe. Hj ela tem 88 anos, é lúcida e ativa , e ele pergunta, será que ela lembra da história?
Quando chega em casa, médica vai ao apartamento da mãe e pergunta se ela recorda do fato? E a mãe diz que sim e conta a história da mesma forma que ela havia ouvido na consulta, inclusive a parte da oração , falando que até hj rezava por aquele homem .
Resolve então gravar um áudio aonde a mãe dela conta a história e envia para o “jovem “, que, ao ouvir, fica emocionado ao saber que aquela senhora ainda estava vida e que se recordava e rezava por ele.
Está é a história contada de forma impessoal e sem mencionar os nomes dos personagens, em especial sem identificar quem foi o herói .
Pois bem, os personagem da história são: (a) o herói tem nome e apelido, o nome é Abel Tinôco, mas por nós conhecido como “Mago Abel” , um amigo meu de longas datas, que conheci exatamente na praia de Pirangi do Norte e que até recentemente eu desconhecia ser ele o herói; (b) a senhora é Dona Rosa, minha mãe; e  (c) a médica é a minha irmã Vitória.
Por que contar esta história, conto, pela curiosidade do ocorrido e por vermos que, naquele dia, Abel agiu sem pensar, eis que não sabia quem era aquela pessoa que estava se afogando, ele simplesmente entrou na água e socorreu, sem esperar recompensa ou agradecimentos.
Somente com o tempo, e muito tempo mesmo, é que ele descobre que aquela senhora era mãe de um amigo, e a descoberta deu-se quanto Abel mais uma vez é um herói anônimo, pois como um dos muitos voluntários, ou cobaias como foram chamados no início, se prontificou a receber a vacina para atestar a sua segurança e permitir que a população pudesse ser vacinada.
São ações e pessoas como _Mago Abel_ que nos fazem acreditar na humanidade, crer que existe esperança de que vamos conseguir superar os momentos de dificuldades, pois se não fosse a atitude corajosa e impensada dele, muito provavelmente no próximo domingo eu não poderia comemorar o dia das mães com Dona Rosa viva, e se não fosse a atitude altruísta dele e de muitos outros voluntários, muitas e muitas pessoas domingo também não teriam suas mães para comemorar a data.
Então, para os heróis anônimos como Mago Abel, meu muito obrigado por permitir que muitos tenham o que comemorar no Dia das Mães.
Um abraço amigo !!
*Mago Abel – Um herói anônimo_*
Muitos anos atrás caminhava pela beira da praia de Pirangi um jovem junto com dois outros amigos, era cedo, poucas pessoas estavam na praia naquela hora, Pirangi ainda era um recanto calmo de veraneio aonde as pessoas se conheciam pelo nome, as portas estavam sempre abertas e as redes nas varandas, a tranquilidade reinava.
Chegando já próximo do trapiche ele avista uma pessoa dentro d’água se afogando, sem pensar direito ele resolve entrar na água e, sem avaliar o risco da própria vida socorreu a senhora que se afogava, conseguindo trazer ela para a beira mar, e prestar os socorros para ela expelir a água engolida.
Após se recuperar, a quase afogada, uma senhora baixinha, agradeceu muito, e disse que era natural de Acari e acostumada a tomar banho de açude, mas que havia sido surpreendida com um “buraco” água, e sido arrastada pela correnteza , termina agradecendo muito e diz que por toda a vida vai rezar por ele, que segue seu caminho e não teve mais notícias daquela senhora.
Se passaram muitos anos e o então jovem, se inscreve como um dos voluntários para os testes da vacina desenvolvida pela universidade de Oxford e aqui no Rio Grande do Norte coordenados pelo CePCLIN. Em uma das muitas “_consultas/entrevistas_”, que os voluntários participam, entre as perguntas a médica lhe indaga de onde ele é, na conversa menciona que é de Natal, e que passa o verão em Pirangi, no seguir da conversa descobre que possuem conhecidos em comum e ele recorda do quase afogamento e conta a história .
Neste momento a médica diz, está senhora que vc salvou é a minha mãe. Hj ela tem 88 anos, é lúcida e ativa , e ele pergunta, será que ela lembra da história?
Quando chega em casa, médica vai ao apartamento da mãe e pergunta se ela recorda do fato? E a mãe diz que sim e conta a história da mesma forma que ela havia ouvido na consulta, inclusive a parte da oração , falando que até hj rezava por aquele homem .
Resolve então gravar um áudio aonde a mãe dela conta a história e envia para o “jovem “, que, ao ouvir, fica emocionado ao saber que aquela senhora ainda estava vida e que se recordava e rezava por ele.
Está é a história contada de forma impessoal e sem mencionar os nomes dos personagens, em especial sem identificar quem foi o herói .
Pois bem, os personagem da história são: (a) o herói tem nome e apelido, o nome é Abel Tinôco, mas por nós conhecido como “Mago Abel” , um amigo meu de longas datas, que conheci exatamente na praia de Pirangi do Norte e que até recentemente eu desconhecia ser ele o herói; (b) a senhora é Dona Rosa, minha mãe; e  (c) a médica é a minha irmã Vitória.
Por que contar esta história, conto, pela curiosidade do ocorrido e por vermos que, naquele dia, Abel agiu sem pensar, eis que não sabia quem era aquela pessoa que estava se afogando, ele simplesmente entrou na água e socorreu, sem esperar recompensa ou agradecimentos.
Somente com o tempo, e muito tempo mesmo, é que ele descobre que aquela senhora era mãe de um amigo, e a descoberta deu-se quanto Abel mais uma vez é um herói anônimo, pois como um dos muitos voluntários, ou cobaias como foram chamados no início, se prontificou a receber a vacina para atestar a sua segurança e permitir que a população pudesse ser vacinada.
São ações e pessoas como _Mago Abel_ que nos fazem acreditar na humanidade, crer que existe esperança de que vamos conseguir superar os momentos de dificuldades, pois se não fosse a atitude corajosa e impensada dele, muito provavelmente no próximo domingo eu não poderia comemorar o dia das mães com Dona Rosa viva, e se não fosse a atitude altruísta dele e de muitos outros voluntários, muitas e muitas pessoas domingo também não teriam suas mães para comemorar a data.
Então, para os heróis anônimos como Mago Abel, meu muito obrigado por permitir que muitos tenham o que comemorar no Dia das Mães.
Um abraço amigo !!
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O CAMINHO PARA A UNIÃO COM BRAHMA É O AMOR

Na sabedoria do Buda o verdadeiro caminho para chegar a união com Brahma, ao contrário do que muita gente pensa é muito simples, singelo e algo que viemos a esse mundo para aprender: o Amor! Convido você a ler o texto fantástico a seguir e aprender um pouco mais sobre o amor!

Brahma - Mitologias Textos

A UNIÃO COM BRAHMA – por Martin Claret

(A Sabedoria do Buda)

Tendo dois brâmanes perguntado ao Buda qual o verdadeiro caminho para chegar à união com Brahma, respondeu o Bem-Aventurado:

– Qualquer dentre os brâmanes versados no estudo dos Vedas já viu Brahma face a face?

– Não, responderam os dois brâmanes.

– Mas algum mestre versado no estudo dos Vedas, ou qualquer dos autores dos Vedas, já viu Brahma face a face?

– Não, responderam os dois brâmanes.

– Então, retrucou o Buda, acaso deveriam dizer os brâmanes: “Indicamos o caminho para chegar a uma união com aquilo que não conhecemos, que nunca vimos?” Se tal é a substância da tradição dos brâmanes, bem vã é a sua missão. É exatamente como uma fila de cegos agarrados uns aos outros: o primeiro não vê, o do meio não vê, os últimos não podem ver.

– Imaginai agora, disse ainda o Buda, que um homem chega à margem deste rio e quer atravessá-lo. Julgais que se ele rogasse à outra margem que se aproximasse dele, ela, com efeito, viria por virtude de suas orações? É isso, no entanto, o que fazem os brâmanes. Negligenciam na prática das qualidades que realmente fazem um brâmane, e dizem: “Indra, nós te imploramos; Varuna, nós te imploramos, Brahma, nós te imploramos!” Mas não é possível que só por força dessas invocações possam eles jamais chegar à união com Brahma.

Mas, se um homem penetra sucessivamente os quatro quartéis do mundo com pensamentos de amor; se ele enche o mundo de pensamentos de um amor crescente, incessante e sem medida; se, como a trombeta que se faz ouvir facilmente em todas as direções, não deixa esquecido ente algum, no mundo, que tenha forma e vida, e a todos envolve em sentimentos de amor, de piedade, de simpatia e de serenidade crescente, incessante e sem medida, então, na verdade, esse homem conhecerá o caminho que leva à união com Brahma.

(Extraído do livro “Buda – Aquele que Despertou”; Editora Martin Claret).

Fonte: IPPB
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A ORAÇÃO QUÂNTICA DO AGRADECER E DO SENTIR

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL deste domingo trás um texto muito breve, porém de uma sabedoria profunda. Uma sabedoria milenar da cultura indígena que, infelizmente não é observado e não foi aprendida pelos desbravadores ocidentais na época das grandes conquistas: a forma correta de se rezar. Aprendemos a forma mais errada de orar com o cristianismo: o pedir. Ao passo que os indígenas americanos aprenderam a oração do sentir. E é tão curta e simples! Convido você a ler o texto de sabedoria a seguir e entender como é a verdadeira oração quântica.

AGRADECER E SENTIR COMO SE JÁ FOSSE REAL

Conta-se que em um de seus documentários, o físico quântico Gregg Braden conta que na década de 90 ele morava perto de um deserto em Los Angeles e naquela época a região passava por uma das maiores secas da história. Então um amigo dele, nativo-americano, o chamou para ir em um local sagrado no meio do deserto para rezar pela chuva. Eles foram. .
Chegando lá, Gregg observou que havia um círculo de pedras no chão, onde as pessoas rezavam. Seu amigo ficou descalço e entrou no círculo, fechou os olhos e saudou seus ancestrais. Ficou lá por 20 segundos, depois olhou para Gregg e disse: “Vamos comer alguma coisa! Está com fome?” Gregg então respondeu: “Mas pensei que você iria rezar pela chuva!” Seu amigo então disse: “Se eu rezar pedindo pela chuva, nunca choverá! Porque quando se reza pedindo algo, se está apenas constatando que não se tem aquilo e aquilo nunca chegará”. Gregg então perguntou: “Mas então o que você fez nos 20 segundos que esteve no círculo?” Seu amigo disse: “Eu senti o que sinto quando piso descalço na lama, e a lama está lá porque choveu muito. Senti o cheiro da chuva nas paredes de barro de nossa vila, senti o que sinto quando ando em meio às plantações e elas estão altas porque choveu. Foi isso o que fiz”. .
O Universo não entende palavras, somente frequências e para PEDIR eu preciso necessariamente sentir a ausência. Se há ausência, essa é a vibração e é isso que será atraído à você. .
A verdadeira oração quântica é baseada em AGRADECER E SENTIR COMO SE JÁ FOSSE REAL. Sentir como se já tivesse no agora – e, por isso, ser grato! É uma oração de ABUNDÂNCIA e não de escassez! 🔮 .
O título desse post também poderia ser “COMO É FEITA A DANÇA DA CHUVA”, pois é exatamente assim que os indígenas fazem, dançam sentindo felicidade e gratidão como se a chuva já tivesse caído e não pedindo, implorando por ela.

 

Esta é a melhor forma de oração, é baseada no sentir e não no pedir.

Sentir como se já tivesse no agora!

Assim é a Lei da Atração. 🦋🙏
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: VOCÊ É CAPAZ DE CRIAR SUAS PRÓPRIAS SOLUÇÕES. POR ISSO É UMA OBRA DE ARTE RARA

Deus lhe capacita e orienta na opção de cada escolha que fizer! É por isso, que você é capaz de criar suas próprias soluções, pois tens o livre arbítrio, seja o seu senhor! Saiba, você é o único e 100% responsável pela sua realidade. Essa é a mensagem do texto esclarecedor a seguir, que você precisa ler, refletir e fazer o seu juízo de valor!

Você é uma obra de arte rara

Harmonize-se nobre amigo, o equilíbrio interior, é fundamental no enfrentamento dos percalços exteriores, Deus lhe capacita e orienta na opção de cada escolha que fizer!

Ninguém está abandonado por Deus, você está sendo agraciado com uma nova oportunidade hoje, isto representa, que seus objetivos necessitam ser reiniciados, e neste momento, você está no direcionamento deles, porquê há escolhas que somente o seu idealizador é capaz de suprir!

Há partes deste processo, que são de sua competência e somente você, tem a permissão para explorar e fazer conforme o seu intuito. A fórmula para concretizar seus objetivos, são efetivadas por sua força de vontade e determinação, o ritmo do seu progresso e estabelecido por você!

Os sonhos de algumas pessoas podem até coincidir com o seu, entretanto, cada um possui uma experiência de vida e por isso, o confrontamento das adversidades, terão soluções diferenciadas para cada pessoa. É por isso, que você é capaz de criar suas próprias soluções, foi para isso, que Deus te concedeu a inteligência e o livre arbítrio, seja o seu senhor!

Você é único em todo o planeta terra, a sua essência é bela e repleta de pérolas preciosas, quanto vale a criatividade que está dotado? Ou a incrível memória que possui! E ainda, qual é o valor do amor próprio e da sabedoria que está contemplado? Desconheço uma cifra para estas capacidades, porém, posso te afirmar com muita certeza, é INCOMENSURÁVEL!

A pintura de uma obra de arte, possui um valor e fica exposta no museu, porém, as obras de Deus, são de valor incalculável e possuem a liberdade de viver como e onde bem desejarem.

Tens o poder para redefinir e recomeçar quantas vezes desejar, podem fazer suas escolhas e explorar novos horizontes sempre que desejar, as obras de Deus possuem vida e são livres, podem pensar, arquitetar, imaginar, sentir, visualizar a melhor faceta do amor, restaurar-se a todo momento, transformar o difícil em possível,  irradiar sua luz interior, ser um terreno fértil para as oportunidades, cultivar a benevolência a si e ao seu próximo, cuidar e aflorar suas potencialidades, regando com a energia do otimismo e adubando com a positividade que lhe é relevante. Por isso, sou grato por você existir.

Como é bom, compartilhar este maravilhoso dia com uma pessoa tão extraordinária e especial como você, o meu dia está abençoado e magnífico com sua presença, e eu saúdo sua presença, você é um ser humano importante para mim e para Deus! Você é um ser de luz, que abrilhanta nosso mundo!

Vamos extrair o máximo e o melhor possível deste momento? Juntos, você, eu e com Deus a frente, formamos um trio de incomensurável luminuosidade para este dia, que brilhe a sua luz interior! Sorria e Harmonize-se! Seja a divindade do Amor, seja a luz do seu dia!

Autor: Reginaldo Rodrigues
Email: r3.reginaldorodrigues.7@gmail.com

Fonte: Leve Consciência

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DESENVOLVIMENTO PESSOAL: DEVEMOS SEMPRE FAZER O NOSSO MELHOR PARA ALCANÇARMOS A NOSSA MELHOR VERSÃO

Faça o seu Melhor foi o texto escolhido como destaque, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO PESSOAL desta terça-feira. Mais um belíssimo texto, escrito pela  extraordinária psicóloga e escritora Patrícia Gerbrim, que trata do esforço e da vontade que devemos ter em alcançar a nossa melhor versão, sempre tentando evitar a armadilha de sermos sugados por essa ilusão coletiva que diz que o nosso destino está nas mãos de alguém, que não nós próprios. Por isso, convido você a ler o magnífico texto a seguir, refletire fazer o seu juízo de valor!

Faça o seu melhor, sempre… – Tenha um Bom Dia Hoje

FAÇA O SEU MELHOR!

“Estamos vivendo um momento desafiador no mundo.
A sombra veio à tona.
O escondido está sendo revelado, e isso não se refere apenas à situação político-econômico-social, mas a cada um de nós.
A forma como reagimos a esse momento revela também nossas sombras. Isso não é ruim. Só podemos limpar a sujeira que enxergamos.
Mas ouça. Enquanto nos ocupamos em apontar a escuridão lá fora, nos outros, na política, naqueles que atacamos por pensarem diferente de nós, deixamos de agir e transformar o que nos cabe. Nós mesmos.
Pense que cada um de nós tem dons e habilidades que servem ao todo. Uns tem uma mente clara e ótimas ideias, outros são ágeis em encontrar soluções criativas. Uns sabem usar agulhas para curar, outros têm o dom da oratória.
Uns amam estar em grupo e iniciar movimentos que se expandam, outros preferem ficar no jardim cuidando de uma única sementinha.
O momento requer que cada um de nós descubra seu dom e o coloque a serviço do todo.
Existe algo que só você tem a dar, entende?
Precisamos evitar a armadilha de sermos sugados por essa ilusão coletiva que diz que o nosso destino está nas mãos de alguém, que não nós próprios.
Enquanto ficamos aguilhoados pela revolta, reclamando, atacando uns aos outros, alimentando essa onda que causa angústia e medo, deixamos de fazer a única coisa que poderia ser verdadeiramente revolucionária.
Existir.
Ser a luz que somos.
Não importa a sombra que nos rodeie, estamos aqui para manifestar nossa luz. Uma única vela acesa rompe a escuridão.
Se você for alguém influente na política, seja luz.
Se você for influente na educação, seja luz na educação.
Se for dono de um quiosque na praia, coloque amor ao preparar os sanduiches.
Onde quer que esteja, faça o seu melhor.
Pare de desperdiçar sua energia julgando, polarizando, atacando. Isso não resolve.
Apenas aprofunda esse véu de separatividade e cega a todos nós.
Essa é a última tentativa da sombra de nos afastar de nós mesmos.
Não se deixe iludir pelo que vê à sua volta. Respire. Faça o seu melhor. Vibre a luz que você é.
E confie!
Estamos a caminho!
Por Patrícia Gerbrim
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Leniana Herrmann Neuhaus
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: PRECE DO ÍNDIO AMERICANO, POR FALÇÃO AMARELO – CHEFE SIOUX

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL deste domingo trás uma oração, uma prece indígena, que revela toda a sabedoria espiritual do índio americano, que consegue enxergar lições e aprendizado em todas as coisas, em cada folha e em cada pedra. Convido você a ler esse texto maravilhoso, recheado de sabedoria!

Prece Navajo do Belo CaminhoAtualmente as pessoas começam a ter más notícias, a partir do momento que acordam ligando o r… | Tribo indigena, Índio americano, Navajo

PRECE DO ÍNDIO AMERICANO

“OH! GRANDE ESPÍRITO, cuja voz eu escuto nos ventos, e cuja respiração dá vida a todo o mundo – escute-me.
Eu estou perante você, um dos seus filhos. Eu sou pequeno e fraco. Eu preciso de sua Força e Sabedoria. Deixe-me caminhar em sua beleza e faça meus olhos observarem para sempre o pôr do sol vermelho e púrpura.
Faça minhas mãos respeitarem as coisas que você fez, meus ouvidos aguçados para escutar sua voz.
Faça-me sábio, para que eu possa conhecer as coisas que Você ensinou ao meu povo, as lições que Você escondeu em cada folha e em cada rocha.
Eu busco a força não para ser superior a meus irmãos, mas para ser capaz de lutar com meu maior inimigo: “Eu mesmo”. Prepare-me para ir até Você, com as mãos limpas e olhos corretos, então, quando a vida desvanecer-se assim como o pôr-do-sol, meu espírito irá até Você sem nenhuma mancha.
Deixe sua voz sussurrar em nossos ouvidos através do vento oeste no final do dia. Deixe-nos ser confortados com amor por nossos irmãos e irmãs sem nenhuma guerra.
Deixe-nos preservar boa saúde mentalmente e fisicamente para solucionar nossos problemas e realizar algo para as futuras gerações. Deixe-nos ser sinceros com nós mesmos e nossa juventude e fazer do mundo um lugar melhor para viver.”
Prece do índio americano.
Falcão Amarelo – Chefe Sioux
Fonte: Pensador
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: BUSCAR O EQUILÍBRIO ENTRE O SER E O TER É CONDIÇÃO SINEQUANON PARA A EVOLUÇÃO ESPIRITUAL

Nesse mundo tão materialista e efêmero é imperativo darmos atenção ao nosso DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL, já que dessa vida nada levamos quando partimos para uma nova jornada, a não ser o nosso espírito, a nossa essência, a nossa consciência e só conseguimos caminhar rumo a uma dimensão mais evoluída se conseguirmos o equilíbrio entre o ser e o ter. Por isso lhe convido a ler o texto de sabedoria a seguir para que possa expandir sua consciência rumo a essa evolução!

Ser ou Ter? Este é um grande Dilema para muitos » Benito Pepe

O equilíbrio entre o ser e o ter

Vivemos em um mundo que valoriza extremamente os bens materiais. Em sua maioria, as pessoas valorizam ou não o próximo, a partir do que o outro possui e aparenta, e não pela essência de seu ser.

Em um mundo dominado por nações materialistas e ainda sem ter alcançado suficiente desenvolvimento espiritual, grande parte das pessoas dedica sua vida a acumular dinheiro e bens materiais.

Desde cedo as crianças se acostumam a ter o que querem. E passam a valorizar seus amigos por suas aparências.

O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.

Sem dúvida que as posses materiais são uma conquista sócioeconômica do ser humano, ao longo de suas inúmeras jornadas na Terra.

O desenvolvimento material das sociedades é importante, pois gera melhorias na qualidade de vida, incentiva o desenvolvimento da indústria, do comércio, das ciências, das artes.

Todas essas conquistas permitem à Humanidade superar obstáculos de sobrevivência básica e, com isso, a possibilidade de desenvolver seu lado espiritual e moral.

A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.

A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores morais e leva o indivíduo a elevar-se como Espírito.

O risco da posse ou da aquisição da propriedade não está no fato em si, mas da maneira como isto se dá e no que representa emocionalmente.

A aquisição de bens materiais não deve ter como base a avareza, e como objetivo a conquista de posição social passível de inveja ou de submissão de outrem.

A conquista material deve ser resultado do trabalho digno e constante, frequentemente oriundo de uma profissão baseada em estudo e preparo.

A conquista material deve prover conforto e equilíbrio àqueles que a possuem, mas jamais levar ao desequilíbrio das posses supérfluas e do modo de vida de ostentação e prazeres intermináveis.

Quem acumula bens materiais em quantidade superior àquela necessária à sua dignidade bem como de sua família, tem uma obrigação moral: dividir seus bens de uma maneira inteligente e sensata.

Obviamente que a doação àqueles que necessitam é necessária e nobre, mas a verdadeira divisão é baseada na geração de empregos e desenvolvimento.

Para ter tal lucidez é preciso que o indivíduo já tenha maior evolução espiritual a fim de que possa perceber que de nada serve uma fortuna acumulada em instituições financeiras e transformada apenas em bens de uso próprio.

É preciso ter equilíbrio, é preciso pensar no próximo, é preciso ser mais do que ter.

A felicidade, na Terra, independe do que se tem, mas se constitui naquilo que o ser cultiva interiormente em termos de amor sincero, ilimitado e em simplicidade.

Redação do Momento Espírita com base no cap. Propriedade, do livro Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco,ed. Leal

Fonte: Momento de Reflexão

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O EMPODERAMENTO ESPIRITUAL SE DÁ QUANDO COMEÇAMOS A ENXERGAR ALÉM DOS 5 SENTIDOS

O texto deste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL aborda as limitações da 3ª dimensão a qual estamos inseridos  enfatizando que o medo e a separação sempre estarão presentes neste nível evolutivo porque a energia da terceira dimensão consiste na crença em dois poderes que sempre se expressarão como dualidade e separação. Aqueles que conseguem ler e compreender um texto como esse não estão mais totalmente na consciência tridimensional e isso se chama “empoderamento espiritual”. Ao ler esse magnífico texto a seguir você irá entender o que isto significa!

Caros leitores, nós, juntamente com muitos das dimensões superiores, estamos trabalhando para assistir, lembrar e ajudar as pessoas da Terra a compreender que algo profundo está acontecendo que excede em muito as aparências e a compreensão da maioria.

O medo e a separação sempre estarão presentes na terceira dimensão, independentemente de quantas “guerras contra” algo ocorram, porque a energia da terceira dimensão consiste na crença em dois poderes que sempre se expressarão como dualidade e separação. Lembrem-se, a consciência é a substância da forma porque a consciência é tudo o que existe.

Pessoal e globalmente, a mente atrai automaticamente da consciência para formar o material. A mente é matéria. Com o tempo, os mestres ensinaram que o mundo é uma ilusão, mas isso não foi entendido corretamente pela maioria. O mundo não é ilusão, é uma expressão espiritual perfeita da Fonte. É a falsa sensação hipnotizada do universo espiritual que constitui a ilusão.

Vocês superaram a vida tridimensional. Vocês não estariam lendo ou mesmo compreendendo essas mensagens se ainda estivessem totalmente na consciência tridimensional. Isso pode tornar difícil estar perto da família, amigos, empregadores e os chamados especialistas que estão totalmente envolvidos na energia da terceira dimensão. Haverá momentos em que vocês devem “jogar o jogo”, mas ao manter silenciosamente a verdade em cada situação, vocês trarão Luz a ela.

Ao longo de muitas e muitas existências, todos experimentaram medo, perda, tortura e, ocasionalmente, felicidade. Vocês experimentaram pobreza e riqueza, doença e saúde, mataram e foram mortos. Vocês foram tanto um pacificador quanto um guerreiro. Vocês foram ensinados que eram melhores e mais valiosos do que os outros e agiram de acordo, mas depois voltaram a experimentar vidas em que eram considerados e tratados como inúteis.

As religiões ensinaram e continuam a ensinar que todos nascem contaminados pelo pecado até serem “salvos” por meio de certas ações, palavras ou cerimônias tridimensionais.

Muitas e variadas experiências constituem a jornada de cada um para a realização. Mesmo as menores experiências de vida expandem a percepção e tornam-se o estado de consciência da pessoa. Cada um está em seu próprio lugar ao longo da jornada em direção à realização, então as experiências negativas que vocês podem querer remover de outra pessoa podem muito bem ser as mesmas experiências de que a pessoa precisa e escolheu antes de nascer para o seu crescimento espiritual.

Isso nunca significa ignorar o sofrimento enquanto grita “É apenas uma ilusão”. Em vez disso, significa que vocês fazem o que são intuitivamente orientados a fazer, enquanto mantêm em mente que há algo mais do que as aparências externas indicariam estar ocorrendo. Sempre permitam que sua intuição os orientem nessas questões porque, para alguns, a experiência do fracasso total pode ser parte integrante do plano de sua alma. Sempre respeitem o livre arbítrio dos outros, mesmo quando vocês podem facilmente ver um caminho melhor.

Vocês estão preparados para irem além das velhas formas tridimensionais de aprendizado e não precisam mais de experiências de dor e sofrimento para aprenderem o que estão prontos para aprender. No entanto, velhas experiências dolorosas do passado frequentemente formam bolsões de energia densa que são carregados com vocês por longos períodos de tempo. Vocês pagaram suas dívidas, aprenderam, evoluíram e estão prontos para passarem para a fase do emponderamento espiritual, se quiserem, mas para a maioria, isso inclui um período de liberação e limpeza de bolsões remanescentes de velha energia.

O empoderamento espiritual traz uma sensação de liberdade não experimentada quando se vive como um ser humano tridimensional. É a capacidade de aceitar ou rejeitar sem medo, novos fatos, crenças sociais de certo e errado, doutrina religiosa, etc. junto com as centenas de outros conceitos considerados verdadeiros que foram impostos à humanidade. É se libertar de ações que surgem unicamente de obrigação, culpa ou porque os outros consideram seu “dever”.

Liberdade é abrir mão de conceitos que atribuem certos empregos, características e “deveres” a um gênero ou outro. É saber que está tudo bem escolher quem amar ou ter em parceria e parar de guerrear com as pessoas simplesmente porque suas crenças podem ser diferentes. É a liberdade de escolher sua vida, crenças e ações através da compreensão de que vocês não são um ser humano impotente que deve agradar a algum velho no céu.

A liberdade espiritual não é licença para fazer o que quer que se tenha vontade de fazer às custas do outro, mas, ao contrário, permite que a pessoa execute ações fortalecidas no amor.

Vocês fizeram o trabalho e estão preparados para aceitarem totalmente que existe apenas UM e, portanto, porque não há nada mais, vocês só podem ser esse UM. Chega de dançar em torno da verdade, continuando com aulas, rituais e cerimônias destinadas a chamar a atenção de um Deus separado de vocês.

A maioria de vocês fez essas coisas e foram uma faceta importante e necessária de suas jornadas. Elas ajudaram vocês a evoluirem para onde vocês estão agora, mas vocês não precisam mais das ferramentas metafísicas. Vocês alcançaram o lugar onde vocês sabem que VOCÊS JÁ SÃO aquilo que estavam procurando por meio delas e até que possam realmente aceitar isso, vocês permanecem na energia da dualidade e da separação.

Há muito ainda por vir, queridos. Estes são os tempos de mudanças tremendas que vocês esperavam, oravam e ansiavam, embora possa não parecer assim ou ser o que vocês esperavam. A crescente presença e integração de alta energia ressonante está afetando os corpos físico, emocional, mental e espiritual de todos – tanto aqueles que entendem o que está acontecendo quanto aqueles que não entendem.

As pessoas estão experimentando dores físicas que freqüentemente vêm e vão. Para muitos, emoções profundas e dolorosas estão surgindo aparentemente do nada. Mentalmente, o mundo inteiro está começando a examinar e avaliar os sistemas de crenças pessoais e globais que parecem não estar mais funcionando.

Porque a presença crescente de energia de alta frequência na Terra está expondo energias densas que permaneceram ocultas e adormecidas por existências, alguns dos que vivem plenamente na energia tridimensional estão agindo com violência e tendo ações negativas. Isso ocorre porque, essas energias há muito enterradas, negadas ou mantidas sob controle, podem se alinhar facilmente com os que possuem esse estado de consciência. Eles nem sempre estão cientes do impacto de suas ações porque as energias mais densas parecem novas e válidas para eles.

A maioria das pessoas é incapaz de ver seus guias, seres de dimensões superiores ou amigos e parentes falecidos porque a energia de ressonância superior das dimensões superiores é invisível para a maioria dos olhos físicos. Alguns carregaram a habilidade de ver a energia dimensional mais elevada com eles nesta vida, mas psíquico nem sempre significa espiritual. Estejam alertos para o que aceitam como verdade só porque alguém que tem dons psíquicos o diz. Sempre confiem em sua intuição.

Vocês começam a se alinhar com as energias dimensionais superiores à medida que sua energia pessoal se torna mais elevada e mais leve por meio do crescimento espiritual. A meditação torna-se um modo de vida comovente, em vez de uma parte separada do dia, e vocês podem se descobrir cada vez mais buscando a quietude e a solidão em vez das atividades barulhentas de que antes gostavam.

Permitam que o processo se desenvolva sem intervenção pessoal na crença de que vocês devem pessoalmente (ego) gerenciar e controlar tudo para que estejam certos de acordo com algum conceito de espiritualidade. A jornada e as experiências de cada pessoa são diferentes. Comecem a aceitar verdadeiramente que vocês são Seres Divinos na Terra, e que estão aqui, para trazer e manter a Luz da transformação para um mundo que está quase inconsciente de que está em processo de mudança para um nível de energia dimensional superior.

Sejam pacientes e confiem que tudo está ocorrendo de acordo com o plano, sabendo que as coisas simplesmente não podem mudar em um minuto. A realidade da perfeição Divina está e sempre esteve totalmente presente, mas a maioria coletiva deve atingir um certo nível de consciência antes que possa ser entendida ou experimentada. Em sua maior parte, a consciência coletiva ainda está adormecida, mas a cada dia mais desperta e começa a entender que algo está acontecendo diferente do que as notícias estão relatando.

A maioria das fontes de notícias acredita no que está relatando porque é o que lhes foi dito para relatar. Tornem-se intuitivamente seletivos quanto ao que vocês aceitam na consciência como verdade. Sua capacidade de fazer isso é o motivo pelo qual vocês foram um dos escolhidos para estarem na Terra neste momento. Nem todo mundo que queria vir tinha permissão para vir. Sua força e dons espirituais eram considerações sobre quem estaria na Terra durante esses tempos.

Os tempos atuais não são sobre vírus, política ou regras e tradições obsoletas. Essas coisas são simplesmente facetas do processo de um planeta tridimensional mudando para uma dimensão mais elevada por meio da evolução espiritual coletiva da humanidade.

Não tentem manter o que é antigo e concluído, pessoal ou globalmente, independentemente de quão agradável possa ter sido. Deixar de lado as partes de sua vida que acabaram não significa necessariamente “tomar uma posição” em relação aos amigos e à família. Em vez disso, simplesmente permita que seja a vivência silenciosa e secreta de seu maior senso de verdade enquanto vocês passam o dia fazendo coisas aparentemente comuns.

Ninguém precisa saber o que está acontecendo dentro de vocês, isso é entre vocês e seus Eus Superiores. Aqueles que são receptivos podem sentir sua energia e ser atraídos para vocês em busca do que vocês conhecem ou possuem. Estranhos podem começar a fazer perguntas ou buscar sua orientação e é aí que o discernimento espiritual se torna muito importante.

Sempre sirva aqueles (estranhos ou amigos) que vêm até vocês em busca de conselhos de um nível de compaixão e não de simpatia. Simpatia (“Coitado de você, eu sinto sua dor.”) Fará com que vocês se alinhem com a energia da outra pessoa, enquanto na compaixão vocês permanecerão fortalecidos em sua própria energia. O alinhamento com uma energia mais densa que a sua o deixará exausto e confuso. Isso é especialmente importante para aqueles que trabalham nas áreas de orientação.

Saibam que, em vez de a vida ficar mais fácil, ela pode se tornar mais difícil depois de fazerem a escolha de abraçar e viver a verdade. Isso ocorre porque, ao escolher evoluir, vocês dão permissão para a abertura das portas internas que vocês, ignorantemente, construiram para si mesmos ao longo de suas vidas. Essas portas têm funcionado como bloqueios para a consciência espiritual e devem ser removidas. Abri-las permite a liberação de tudo o que está atrás delas – tudo o que é antigo, acabado e precisa de limpeza.

A vida comum para uma pessoa já desperta e consciente pode desmoronar completamente física, emocional, mental e espiritualmente. Freqüentemente, chegam a um ponto em que simplesmente desejam voltar para onde não tinham conhecimento da verdade e onde a vida parecia muito mais simples e fácil. No entanto, uma vez que a porta que bloqueia alguma faceta da consciência que uma pessoa está pronta para entender é aberta, ela não fecha.

Tentem lembrar que se a luta e o fracasso aparecem aparentemente do nada quando vocês pensavam que sua jornada espiritual estava fluindo bem, na verdade representa uma graduação, um afastamento, a eliminação de falsas crenças que agora se manifestam exteriormente e das quais de outra forma não se dariam conta.

Uma pessoa nunca pode retornar ao seu antigo estado de consciência porque a Consciência Divina é a realidade, tudo o que existe e, portanto, qualquer pequena fenda através da qual ela possa se expressar permanecerá. A sombra não pode se refazer na presença da luz.

A evolução espiritual é a jornada de abrir totalmente todas as portas e janelas, removendo todas as barreiras e levantando todos os escudos de autoproteção já criados para parar a dor, mas que na realidade serviam apenas para se esconder de si mesmos.

Permitam que a realidade de quem e o que vocês são brilhe mais uma vez em toda a sua glória e expressão.

Nós somos o Grupo Arcturiano.

Canal: Marilyn Rafaelle 
Fonte: http://www.onenessofall.com/
Tradução: Sementes das Estrelas / Flávia Grimaldi

Fonte: Portal Arcoiris

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SEPARAR O JOIO DO TRIGO, INTELIGENTES DE IDIOTAS É A MISSÃO DO BICHINHO QUE VEIO ASSOLAR A POPULAÇÃO

A principio você pode achar o texto a seguir lúdico, sem sentido ou até mesmo infantil, mas quando evoluímos na leitura percebemos a linguagem metafórica de grande profundidade. De alguém com uma consciência superior analisou a conjectura atual das sociedades ocidentais e orientais, todas no mesmo barco em meio a uma pandemia global e sabedor de que nada acontece por acaso, percebeu que esse vírus tem uma missão que nos remete, também metaforicamente falando ao dia do juízo final relatado nos livros sagrados. O dia em que o joio será separado do trigo. É quando conheceremos quem é quem, conheceremos a verdade para a nossa libertação final. É  a que se refere o autor quando fala sobre separar INTELIGENTES de IDIOTAS. Então passamos por uma evolução espiritual!

O Dragāo e a Espada – Inteligentes e idiotas

Close em rosto de homem branco com expressão serena.
Emile Guillemot / 123rf

Conversa com Sr. Exu Pinga-Fogo

Estava eu no final do ano em exercício mediúnico, batendo papo (literalmente) com Sr. Exu Pinga-Fogo por meio da psicofonia de uma médium incorporada, ou melhor, ele incorporado nela.

Ele me diz:

– Vamos conversar? (Tipo papo de bar). Pergunte-me o que você quiser. Se puder, lhe responderei.

Perguntei a ele, então, qual seria a perspectiva deste próximo ano de 2021 e se ele poderia dar uma prévia. E ele me respondeu:

  • VAI DAR MERDA! – amo a linguagem simples e direta do Exus.

Logo retruquei:

– Como assim? Mas que desanimador…

Ele me responde:

– Não necessariamente, e vou lhe dar meu ponto de vista. Sabe qual a função do bichinho que veio assolar a população?

E, diante de minha negativa, ele respondeu:

– Separar os INTELIGENTES dos IDIOTAS.

Mulher branca com cabelo curto e ruivo olhando para o lado.

Priscilla Du Preez / Unsplash

Mais uma vez, fiquei chocado, mas rindo da resposta. Pedi então que me explicasse melhor. Ele diz então:

– Cada problemática da vida pode ser encarada como DESAFIO e não como problema. E se encarada como desafio, pode ser instrumento pra exercitar a inteligência e a parte cognitiva/emocional do indivíduo. Idiotas reclamam ou se paralisam diante dos problemas. Inteligentes exercitam a massa encefálica e buscam soluções. Olhem para o bichinho e para os desafios que virão como oportunidades de exercer a inteligência, criatividade e desenvoltura.

Complementa ele:

– Você tem 2 braços, 2 pernas e a média de neurônios igual à maioria da população (quase que totalidade). Então todos têm capacidade, independentemente da cor, gênero, raça, classe social… essa é a beleza Divina, todos são capacitados para…

Ele exemplifica, então, de forma lúdica (amo a capacidade de sintetizar fatos e traduzir para uma linguagem simples que os Exus têm):

– Uns dias atrás, um rapaz veio em um portal (Terreiro) pedir ajuda pra arrumar um emprego. E disse eu: “Claro, vou te ajudar”. Então perguntei ao moço: “Que horas você acorda todo dia?”. E ele respondeu: “Às 10 horas da manhã”. E perguntei: “Quantos currículos você enviou ou envia por dia?”. O moço respondeu: “Nenhum”.

Sr. Pinga-Fogo diz, então, para mim:

– Tá vendo? Este é um exemplo de idiota. Inteligentes acordariam cedo e mandariam currículos para arrumar emprego. Até dá pra ajudar nesses casos, quando a energia do indivíduo está de acordo com a intenção e atitude. Aí, nós, do lado de cá, podemos usar esta energia a favor do mesmo e ligar alguns pontos. Do contrário, nada poderá ser feito.

Pois bem!

Você, este ano, será um idiota ou pretende ser inteligente?

Fabio Nasa
Escrito por Fabio Nasa

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: REINVENTAR O QUE SOU É EVOLUIR ESPIRITUALMENTE

Reinventando o que sou é o tema deste domingo aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL. Como não podia deixar de ser. Anna Bheatriz Nunes, autora do excelente texto a seguir utiliza como pano de fundo a pandemia da Covid-19 para enfatizar que esta é mais do que nunca uma ótima oportunidade para nos reinventarmos, nos interiorizarmos, nos reciclarmos. Enfim, não só devemos, como também podemos aproveitar esse momento para dar um salto quântico em nossas vidas! 

Reinventando o que sou

Mulher com roupas de academia sentada no chão de uma casa meditando usando o laptop
citalliance / 123RF

Para muitas pessoas, acredito que a situação da pandemia tenha causado mudanças de hábitos, padrões no dia a dia e dentro de si mesmas. Diante do caos, é muito comum termos medo e querermos nos agarrar a algo para sentir segurança, seja num relacionamento ou num emprego. E quando, no entanto, esse caos demora mais do que o esperado? E quando o caos parece ser a nova realidade? É porque a entrega deve acontecer e dela nasce a reinvenção do que pensávamos ser.

Dentro da nossa vida, creio que acontecem pequenas mortes e esses choques de realidade, muitas vezes encarados com pesar e tristeza, são finais de ciclos e, depois do fim, sempre há um início. É só depois da tempestade que novos dias podem surgir com mais brilho e cor. E durante o caos? Fomos acostumados a crer no fato de que o que está organizado é bonito e bom e o que está bagunçado é feio e ruim, porém existe, sim, beleza no caos, porque ele significa mudança e, enquanto estamos mudando, é sinal de que estamos vivos.

Mulher sentada no chão mexendo no notebook no meio da bagunça.

Andrea Piacquadio / Pexels

Há muito tempo, li uma passagem em um livro que me marcou profundamente. Uma pessoa reclamava que passava por muitos testes na vida e, então, outra respondia que isso era bom, pois significava que a vida considerava aquela pessoa passível de melhorar e pior seria se nenhum caos acontecesse. Isso significaria, então, que ela não tinha jeito e que pertenceria ao ferro velho das almas. Ler isso me fez olhar para os desafios da minha vida por uma nova ótica, pois antes de eu reclamar sobre as situações que não consigo mudar, posso pensar no que ela vai me trazer de lição. O caos nos dá o presente de aprender que nosso propósito é transformar o nosso mundo interior e, consequentemente, o exterior, além de nos dar a oportunidade de expandirmos o que somos.

Confiar no caos criativo é vivenciar a manifestação por meio da reinvenção do nosso ser, que antes queria buscar segurança em tudo ao redor, mas, durante o caos, aprende que a vida é um rascunho, e não um roteiro a ser seguido. É só quando a vida nos vira do avesso que podemos enxergar novas possibilidades que sempre habitaram em nosso interior.

Por já experienciarmos um desafio coletivamente, quer dizer que somos passíveis de sermos moldados pelo fogo da vida em vez de irmos para o ferro velho das almas. E isso é muito! Mudança é presente, é movimento. E movimento é o sinal de que estamos vivos! É como escreveu o poeta português Fernando Pessoa no seguinte verso de um poema do livro “Poesia Completa de Alberto Caeiro” (p. 103): “Ser real é a cousa mais nobre do mundo.”

Anna Bheatriz Nunes
Escrito por Anna Bheatriz Nunes

 

Fonte: Eu Sem Fronteiras

 

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: ENERGIA KUNDALINI, SAIBA COMO DESPERTÁ-LA

Nesta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL você vai conhecer a energia Kundalini, que todas as pessoas guardam na base da coluna, região conhecida como cóccix, mas que permanece adormecida em nossos corpos, até que uma alma de nível superior a desperte. Então é necessário desenvolver a própria alma, conectando-se com a própria essência e se abrindo para a espiritualidade. Convido você a ler o artigo completo a seguir e entender como isso pode ocorrer!

Kundalini — O que é e como despertar sua energia

Silhueta de uma pessoa meditando em posição de lotus com a representação dos seus 7 chakras
Nikki Zalewski / 123RF

Conforme acumulamos mais conhecimentos sobre a nossa espiritualidade, compreendemos que todos os corpos apresentam centros de energia. De acordo com o hinduísmo, por exemplo, esses centros de energia são chamados de chakras, mas há outras maneiras de interpretá-los.

O fato é que todos os corpos carregam energia e, quanto mais equilibrada ela estiver, melhor uma pessoa se sentirá. Do contrário, ela pode vibrar energias negativas em excesso, o que acarreta problemas na saúde física e na saúde emocional. Sendo assim, é muito importante atentar-se para essa parte de quem somos.

Além disso, também devemos considerar que existem outros planos espirituais que não conseguimos enxergar. Se direcionarmos as nossas energias da maneira correta, poderemos acessá-los e, com isso, experienciar um despertar da própria consciência.

Um dos meios de alcançar esse plano espiritual mais profundo e revelador é a partir da Kundalini. A seguir, você vai entender como esse conceito se relaciona com a energia presente nos nossos corpos e com a capacidade de acessar um conhecimento superior. Confira!

O que é Kundalini?

Kundalini é uma energia que todas as pessoas guardam na base da coluna, região conhecida como cóccix. No entanto, essa energia permanece adormecida em nossos corpos, até que uma alma de nível superior a desperte. Por esse motivo, a palavra “Kundalini” significa, em sânscrito, “enrolada como uma cobra”.

Uma vez que a Kundalini for ativada, ela terá o poder de atravessar os seis chakras que estão acima do centro de energia onde ela reside (o sacro). Isso significa que ela percorrerá os chakras Svadhisthana, Manipura, Anahata, Vishuddha, Ajna e Sahasrara.

Nessa trajetória, a energia Kundalini equilibra os centros energéticos de um corpo, além de se conectar com o poder primordial divino, chamado de Param Chaitanya. Dessa forma, será possível descobrir a existência de Deus no próprio inconsciente, obtendo disciplina e maturidade além da iluminação espiritual.

Como despertar a Kundalini?

Depois de conhecer os benefícios de despertar a Kundalini, como o equilíbrio dos chakras e a iluminação espiritual, é compreensível que uma pessoa queira realizar essa técnica sozinha. Mas será que isso é possível?

Como foi dito anteriormente, somente uma alma evoluída é capaz de despertar a Kundalini. Então o primeiro ponto necessário para que isso ocorra é desenvolver a própria alma, conectando-se com a própria essência e se abrindo para a espiritualidade.

Um pessoa sentada no chão de uma praça meditando em frente ao Sol.

Prasanth Inturi / Pexels

Para que isso ocorra da melhor forma possível, e para que a energia Kundalini seja ativada, basta realizar a prática chamada de Kundalini Yoga. Também conhecida como Yoga de Consciência, ela é considerada uma ciência milenar para a expansão da consciência, o que estimula a subida da energia Kundalini para os chakras que estão acima dela.

Ou seja, se você quer ativar essa energia poderosa e diferente que já está dentro de você, procure um profissional que ofereça a Kundalini Yoga e desperte a sua capacidade de se conectar com o universo, favorecendo a evolução da sua alma!

Os benefícios da Energia da Kundalini

Caso você ainda esteja em dúvida se deve mesmo se dedicar a despertar a sua energia Kundalini, conheça alguns dos benefícios que ela oferece para a sua mente e para o seu corpo!

1) Restauração da harmonia do corpo

Ao ativar a energia Kundalini, é possível promover a harmonia entre os sistemas nervoso e glandular. Dessa forma, os chakras serão alinhados com mais facilidade, trazendo uma sensação de bem-estar.

2) Fortalecimento da musculatura

O fortalecimento da musculatura é outro benefício proporcionado pela liberação da Kundalini. Isso porque, além dos exercícios sugeridos pela prática, é recomendada uma transformação dos hábitos alimentares, favorecendo a saúde física.

3) Aumento da vitalidade física e psíquica

O aumento da vitalidade física e psíquica é uma consequência do fluxo de energia Kundalini pelo corpo. Com ela, uma pessoa tem mais consciência sobre o próprio corpo e sobre a própria mente, tendo a capacidade de se conectar com a própria essência.

4) Relaxamento do corpo e da mente

O relaxamento do corpo e da mente é possível por meio da energia Kundalini porque ela nos leva a um estado de meditação profundo. Assim conseguimos nos desligar das preocupações e dos problemas, dando espaço somente para a iluminação.

5) Sensação de êxtase

A sensação de êxtase proveniente do despertar da energia Kundalini é um dos melhores benefícios desse processo. O indivíduo que o realiza entra em um estado de expansão da própria consciência e consegue perceber a sutileza de cada parte do universo.

A partir de tudo o que foi apresentado sobre a Kundalini, compreendemos que essa forma de energia que existe em todos nós, quando ativada, pode nos transformar. Aproveite o seu dia para buscar um local que realize a Kundalini Yoga e se sinta melhor com os benefícios incríveis dessa prática!

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O SERMÃO DA MONTANHA, POR HUBERTO ROHDEN

É com muito prazer e satisfação que publico, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL o texto a seguir: “Sermão da Montanha”, do renomado e grande sábio Huberto Rohden, que pode ser considerado a obra prima de toda a literatura espiritual já escrita até hoje, já que o não menos sábio MahatmaGandhi expressou: “Se toda a literatura espiritual da humanidade perecesse, e só se salvasse o Sermão da Montanha, nada estaria perdido”. Então, convido você para conhecer através de um olhar diferente o maior ensinamento que Jesus nos deixou.

Sermão da Montanha

“Se toda a literatura espiritual da Humanidade perecesse, e só se salvasse o Sermão da Montanha, nada estaria perdido”. (Mahatma Gandhi)
 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus!
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus!
Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de Mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.
(Mateus, 5:3-12)

O SERMÃO DA MONTANHA

por Huberto Rohden

Parte1

“Bem-Aventurados os Pobres Pelo Espírito!”
“Poucas palavras do Evangelho sofreram, através dos séculos, tão grande adulteração e ludíbrio tamanho como estas. Escritores e oradores de fama mundial, e até ministros do Evangelho, aderem à blasfêmia de que o Nazareno tenha proclamado bem-aventurados e cidadãos do reino dos céus os “pobres de espírito”, isto é, os apoucados de inteligência, os idiotas e imbecis, os mentalmente medíocres.
“Se assim fosse, o próprio Nazareno, riquíssimo de espírito, não faria parte dos bem-aventurados e possuidores do reino dos céus.
“Jesus proclama bem-aventurados, todos aqueles que são pobres, ou desapegados, dos bens terrenos…
“O verdadeiro abandono decorre da libertação interna. A questão é possuir sem ser possuido, pois todo possuído é escravo.
“…Ser rico ou ser pobre são coisas que nos acontecem, de fora — mas a arte de saber ser rico ou de ser pobre, é algo que nós produzimos, de dentro. O que nos faz bons ou maus não é aquilo que nos acontece, mas sim o que nós mesmos fazemos e somos.
“Ser rico não é pecado — ser pobre não é virtude. Virtude ou pecado é saber ou não saber ser rico ou pobre.
“…Bem-aventurados os pobres pelo espírito, os que, pela força do espírito, se emanciparam da escravidão da matéria. Deles é o reino dos céus, que está dentro do homem e esse leva consigo o reino da sua felicidade aonde quer que vá…”

Parte 2

“Bem-Aventurados os Puros de Coração”
“Puro de coração é aquele que se libertou, não só dos objetos externos, mas, também, do sujeito interno, isto é, daquilo que ele idolatrava como sendo o seu sujeito, o seu eu, embora fosse apenas o seu pseudo-eu, o seu pequeno ego físico-mental.
“De maneira que ser puro de coração é ainda mais glorioso do que ser pobre pelo espírito; ser interiormente livre da obsessão do ego vivo é mais do que ser livre da escravidão da matéria morta.
“…Enquanto o pequeno eu não tiver em si suficiente segurança interna, necessita de buscar seguranças em fatores externos; mas a segurança interna torna supérflua as seguranças externas; o pequeno eu fez tantos ‘seguros de vida’ porque não possui segurança. Age sob o impulso da lei da compensação.
“…Ninguém pode ver claramente o Deus transcendente do universo de fora antes de ver nitidamente o Deus imanente do universo de dentro.
“Nas letras sacras — como também nos escritos de Mahatma Gandhi — “impureza” quer dizer egoísmo, e “pureza” significa o oposto, que é o amor universal a solidariedade cósmica.
“Enquanto o homem não ultrapassar as estreitas barreiras do seu ego personal, está com os olhos vendados, separados de Deus por uma camada impermeável à luz, que é a impureza do coração. Por mais que um ególatra ouça falar em Deus, nada compreende, porque com­preender supõe ser. Ninguém pode compreender senão aquilo que ele vive ou é no seu íntimo ser. Entender é um ato mental, mas compreender é uma atitude vital; entender mentalmente é uma função parcial, unilateral do nosso ego humano — compreender é uma vivência total, unilateral, do nosso Eu divino. Quem não é divino não pode saber o que é Deus. O egoísta é antidivino, e por isso não pode compreender o que é divino, não pode ver a Deus, antes de adquirir “pureza de coração”.
“Ver a Deus” “ver o reino de Deus”, são ex­pressões típicas que Jesus usa para designar a experiência direta da Realidade eterna, o contato íntimo com ela. Outros crêem em Deus — mas só o puro de coração vê a Deus. O simples crer, embora necessário como estágio preliminar, não é suficiente para a definitiva redenção do homem, que consiste na vidência ou visão de Deus.”
*
“Se é difícil a “pobreza pelo espírito”, muito mais difícil é a “pureza do coração”. O desapego dos bens externos é o abandono de algo que não fez, nem jamais poderá fazer parte integrante do homem algo que nunca foi nem pode ser realmente “seu” – ao passo que o ego personal faz parte integrante do homem, é “seu”, embora não seja ele mesmo; e por isso a renúncia à sua personalidade físico-mental em prol da sua individualidade espiritual é, incom­paravelmente, mais difícil do que a renúncia à cobiça dos bens externos. Parece ser uma morte para o homem que ainda não descobriu o seu eterno Eu. Mas essa morte é indispensável para a ressurreição. A coragem de arriscar ou não arriscar esse salto mortal do ego humano para o Eu divino é que divide a humanidade em dois campos: em profanos e iniciados, nos de fora e nos de dentro, em cegos e videntes, em inexperientes e experientes, em insipi­entes e em sapientes. É necessário que o homem sofra tudo isso para, assim, entrar em sua glória…”
“O despertar dessa nova vidência, que existe, dormente, em cada um de nós, requer exercício in­tenso, assíduo e prolongado, porque o homem tem de superar barreiras já estabilizadas há séculos e milênios…
“Esse exercício diário é vital consiste, principal­mente, em uma permanente atitude interna de querer servir, servir espontânea e gratuitamente a todos. Esse clima de querer servir, espontânea e gratuitamente, remove os obstáculos que existem entre nós e o Todo (Deus), porque diminui gradualmente o egoís­mo unilateral e exclusivista e aumenta a solidariedade inclusivista, que uns chamam altruísmo, outros amor, outros ainda benevolência universal. Com essas práticas diárias, a muralha opaca que se ergue entre nós e Deus se torna cada vez mais transparente, permitindo-nos a visão da grande Luz.”

Parte 3

“Bem-Aventurados os Mansos…”
“O homem que encontrou o seu Eu divino é necessariamente manso.
“Todos os seres que não atingiram a consciência espiritual recorrem à violência para conseguirem os seus fins. Os irracionais só conhecem violência ma­terial. O homem, depois de intelectualizado, desco­briu outro tipo de violência muito mais eficiente, que é a violência mental… são certos argumentos analíticos de que a inteligência se serve para conseguir os seus fins próprios da personalidade do ego.
“Quando o homem descobre em si as potências di­vinas, desiste definitivamente de toda e qualquer espécie de violência física e mental. Não mais confia em máquinas e aparelhos materiais manobrados pela força do intelecto, nem recorre às energias do mundo astral para conseguir efeitos de magia mental a atuarem sobre o mundo visível.
“O homem auto-realizado descobriu a essência de si mesmo e de todas as coisas, essência essa que é imaterial, e por isso não mais o interessam as aparências periféricas, que os profanos consideram realidades.
“Por isto, não há para o homem manso de coração motivo algum para recorrer à fraqueza da violência brutal, quando ele possui a força da suavidade e benevolência espiritual.”
*
“O que, à primeira vista, causa estranheza nessa bem-aventurança é a promessa de que os mansos possuirão (ou herdarão) a “terra”… A humanidade imperfeita que agora habita esta terra com suas vibrações baixas e pesadas terá de passar por muitos estágios de evolu­ção, em outros mundos, outros planetas ou nos espaços intersiderais, e, após longos milênios de experiências e sofrimentos, voltará ela, purificada e com outras vibrações, a habitar esta terra, transforma­da em um habitáculo de seres puros. Esses homens puros serão “mansos”, isto é, não violentos; nada farão por meio de força bruta, tudo farão com força espiritual. O espírito da força será substituído pela força do espírito
“Violenta non durante*, diziam os antigos pensadores romanos; as coisas violentas não duram — as coisas suaves têm duração garantida, embora a sua atuação inicial seja, quase sempre, lenta e quase imperceptível. Uma bomba atômica destrói uma cidade inteira em poucos segundos, ao passo que uma semente viva leva séculos inteiros para construir uma árvore no seio da floresta. Aqui, a força suave da vida — acolá a força brutal da morte.
“Amar incondicionalmente, é o caminho mais curto e rápido às alturas da compreensão integral e universal.”

Parte4

“Bem-Aventurados os Misericordiosos”
“Misericordioso é aquele que tem coração para os míseros; aquele que com­preende e ama os fracos, os ignorantes, os doentes, todos os necessitados de corpo, mente e alma, e procura aliviar-lhes os sofrimentos.
“O homem meramente profano é ruidosamente , o homem místico é silenciosamente solitário. Mas o homem plenamente crístico é dinamicamente solidário.
“Essa solidariedade dinâmica do homem cristi­ficado não exclui, mas inclui a solidão espiritual do místico. O homem crístico é, por dentro, unicamente de Deus, e, por fora, de todas as creaturas de Deus.
“Quanto mais o homem dá, na horizontal, tanto mais recebe, na vertical. Existe uma lei cósmica que produz infalívelmente o enriquecimento do homem que em si mantém, permanentemente, uma atitude doadora, que está sempre disposto a dar do que tem e a dar o que é, isto é, ajudar a seus semelhantes com os objetos que possui e com o amor do próprio sujeito que ele é. Não basta “fazer o bem” (dar objetos) — é necessário também “ser bom” (dar o sujeito).
“Pode alguém fazer o bem sem ser bom, porque esse ‘bem” é apenas um objeto — mas ninguém pode ser bom sem fazer o bem, porque esse “ser bom” é o próprio sujeito, que, como o próprio vocábulo diz, “subjaz” (jaz por debaixo) como causa a todos os efeitos, que “objazem” (jazem defronte ou de fora). Não são os efeitos que produzem a causa, mas é a causa que produz os efeitos; não são os objetos, o “fazer bem”, que produzem o sujeito, o “ser bom”, mas sim vice-versa, o “ser bom” produz o “fazer bem”.
“Por isso, os misericordiosos que Jesus proclama bem-aventurados não são apenas pessoas eticamente boas, fazedoras do bem — mas são pessoas misticamente perfeitas, experientes de Deus, e, por isto, essencialmente boas.
“Esses homens essencialmente perfeitos pelo imediato contato com Deus são, também, existencialmente bons pela solidariedade com todas as creaturas de Deus. Quem viveu misticamente o Deus do mundo, vive eticamente com todo o mundo de Deus, porquanto a profunda vertical da mística produz necessariamente a vasta horizontal da ética — é esta a grandiosa matemática cósmica da Verdade Libertadora.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.” Esses misericordiosos receberão misericórdia, não dos homens, mas de Deus. A misericórdia que eles fazem a seus semelhantes não é causa, mas condição para que recebam misericórdia de Deus, porque ninguém pode merecer causalmente uma dádiva divina; tudo que é espiritual e divino é es­sencialmente gratuito, é de graça, porque é graça; é, todavia, necessário que o homem crie dentro de si o clima propício para que essa dádiva gratuita lhe possa ser concedida; esse clima propício, ou essa receptividade, é que é a condição, que em hipótese alguma é causa.
Quem espera recompensa, pagamento, pelos benefícios que presta à humanidade é egoísta, mercenário, ainda que essa recompensa consista apenas no desejo de reconhecimento ou gratidão da parte de seus beneficiados. Esse desejo não deixa de ser egoísta e mercenário e tolhe ao homem a “gloriosa liberdade dos filhos de Deus”, tornando-o escravo e prisioneiro de uma prisão muito perigosa, porque sumamente sutil e, aparentemente, justificada, como é o desejo de gratidão. O beneficiado, é certo, tem a obrigação de ser grato, mas o benfeitor não tem o direito de esperar gratidão. Com esse desejo, por mais secreto e bem camuflado, ele inutilizaria a sua ação e tolheria a si mesmo a liberdade.
“O homem crístico está liberto de qualquer espírito mercenário; trabalha inteiramente de graça, nem espera resultado algum externo de seus trabalhos. Trabalha por amor à sua grande missão, pois sabe que é embaixador plenipotenciário de Deus aqui na terra e em outros mundos. E é por isso, que ele trabalha com o máximo de perfeição e alegria em tudo, tanto nas coisas grandes como nas coisas peque­nas. Nunca trabalha para ter público que o aplauda. Por isso, não o exaltam louvores, nem o deprimem censuras; é indiferente a vivas e a vaias, a aplausos e a apupos, a benquerenças e malquerenças, porque se libertou definitivamente de todas as escravidões do homem profano, do “homem velho”, e se revestiu da leve e luminosa vestimenta do “homem novo” liberto pela Verdade.
“Esse homem vive permanentemente na atmosfera serena e sorridente da “gloriosa liberdade dos filhos de Deus”, cujo diploma crístico vem resumido nas seguintes palavras: “Quando tiverdes feito tudo o que devíeis fazer, dizei: “Somos servos inúteis, cumprimos apenas a nossa obrigação, nenhuma recompensa merecemos por isto”…
“São estes os misericordiosos que alcançarão misericórdia — esses bem-aventurados…”

Parte 5

“Bem-Aventurados os que Têm Fome e Sede da Justiça”
“Esta bem-aventurança visa, sobretudo, os insatisfeitos, os descontentes consigo mesmos, os que sofrem o tormento do Infinito, a nostalgia do Eterno, os que vivem ou agonizam em uma estranha inquietude metafísica, os que crêem mais no muito que ignoram do que no pouco que sabem.”
“Antes de tudo convém esclarecer o que aqui se entende pela palavra “justiça”. Esta palavra, toda vez que ocorre nas sagradas Escrituras, significa a relação ou atitude justa e reta que o homem assume em face de Deus. Não se refere à justiça no sentido jurídico, do plano horizontal, como é usada na vida social de cada dia. Justiça é, pois, a compreensão intuitiva de Deus (a mística) e o seu natural trans­bordamento na vida cotidiana (a ética).
“Jesus proclama felizes os que têm fome e sede dessa experiência íntima, os que estão insatisfeitos com o pouco ou muito que alcançaram no caminho árduo da sua cristificação. Sabem que estrada imensa lhes resta ainda a percorrer; mas sabem que é glorioso continuarem a andar rumo a seu grande destino. São como aves migratórias que, à aproxima­ção do outono, percebem em si o tropismo de regiões distantes, nunca vistas, onde a luz e o calor, já em declínio na zona do seu habitat, se acham em plena ascensão. Daí o misterioso magnetismo que as atrai para regiões longínquas.
“Para que o homem sinta em si essa espécie de nostalgia metafísica, deve ele ter ultrapassado certas fronteiras de vivência comum; deve sentir certo can­saço — ia quase dizendo pessimismo — da vida terrestre, deve sentir, com maior ou menor intensidade e nitidez, o anseio de algo que nunca viu, mas de cuja existência tem intuitiva certeza. O homem que ainda vive totalmente engolfado nos afazeres da lufa-lufa comum dos profanos, caçadores de matéria morta e carne viva , esse não está maduro para ter fome e sede de um mundo invisível. Antes de sentir essa fome, terá de experimentar o fastio daquilo de que agora tem fome. “Quem bebe desta água (das coisas materiais) torna a ter sede (das mesmas); mas quem beber da água que eu lhe darei, esse nunca mais terá sede (das coisas materiais)” porque esta água se lhe tornará em uma fonte que jorra para a vida eterna.
“Sendo que as coisas materiais não apagam o desejo; pelo contrário, quanto mais gozadas tanto mais acendem o desejo, porque a posse aumenta o desejo, e o desejo exige novas posses — os profanos têm de intensificar cada vez mais os estímulos para sentirem ainda novos gozos; e, não raro, procuram narcotizar-se com os pequenos finitos de cada dia para não sofrerem a insatisfação de que estas coisas não podem dar definitiva satisfação. Em vez de ultrapassarem a barreira das quantidades e entrarem na zona da qualidade, tentam aumentar as quantidades – assim como quem bebe água salgada para apagar a sede, acendendo-a cada vez mais.”
“O divino Mestre proclama felizes os que sofrem essa fome e sede da experiência de Deus, porque eles serão “saciados”.
“É certo que, um dia, em outros mundos, essa nostalgia será satisfeita, porque a natureza não engana seus filhos, impelindo-os a um alvo fictício. Se existem terras tropicais adivinhadas pelas aves migra­tórias das zonas frias, não pode deixar de existir aquele mundo que os anseios metafísicos dos melhores dentre os filhos dos homens sentem nas profundezas da alma.
“Ainda que o finito em demanda do Infinito tenha sempre diante de si itinerário ilimitado, e jamais chegará a um ponto onde lhe seja vedado progredir ulteriormente — porque não há “luz vermelha” nos caminhos de Deus — é certo que o humano viajor chegará a um ponto em que a sua compreensão e amor de Deus o tornará profundamente feliz.”

Parte 6

“Bem-Aventurados os Pacificadores”
“A palavra latina pacificare, da qual é derivada pacificus, é composta de dois radicais (e o mesmo acontece em grego): pax e facere, isto é, “paz” e “fazer”. Pacificador (em latim: pacificus) é, pois, aquele que faz a paz, é um “fazedor de paz”, um homem que possui em si a força creadora de estabelecer ou restabelecer um estado ou uma atitude permanente de paz no meio de qualquer campo de batalha.
“A tradução “pacíficos”, em vez de “pacificadores”, que se encontra em muitas versões portuguesas, não corresponde ao sentido do original grego eirenopoíí, nem ao latim pac~fici, porque ambos significam um processo ativo e dinâmico, e não apenas um estado passivo de paz.
“Quem é, pois, verdadeiro pacificador?
“Não é, em primeiro lugar, aquele que restabelece a paz entre pessoas ou grupos litigantes, mas sim aquele que estabelece e estabiliza a paz dentro de si mesmo. Aliás, ninguém pode ser verdadeiro pacificador de outros se não for pacificador de si mesmo. Só um autopacificador é que pode ser um alo-pacificador. A pior das discórdias, a mais trágica das guerras é o conflito que o homem traz dentro de si mesmo o conflito entre o ego físico-mental da sua humana personalidade e o Eu espiritual da sua divina individua­lidade. Se não houvesse conflito interior, entre o seu Lúcifer e o seu Lógos, não haveria conflitos exteriores na família, na sociedade, nas nações, entre povos. Todos os conflitos externos são filhos de algum conflito interno não devidamente pacificado. Por isso, é absurdo querer abolir as guerras ou revoluções de fora, as discórdias domésticas no lar ou no campo de batalha, enquanto o homem não abolir primeiro o conflito dentro da sua própria pessoa.
“O grande tratado de paz tem de ser assinado no foro interno do Eu individual antes de poder ser ratificado no foro externo das relações sociais. Nunca haverá Nações Unidas, nunca haverá sociedade ou família unida enquanto não houver indivíduo unido. Pode, quando muito, haver um precário armistício (que quer dizer “repouso de armas”), mas não uma paz sólida e duradoura enquanto o indivíduo estiver em guerra consigo mesmo. Que é um armistício se não uma trégua, maior ou menor, entre duas guerras? Paz social, segura e estável, supõe paz individual, firme e sólida.”
“Quando o homem é mau e desabrido com os outros é porque não tem paz interior e sente a necessidade de descarregar o exces­so da sua infelicidade — “nervosismo”, na linguagem eufemística de cada dia — em alguém ou em alguma coisa, e os objetos mais próximos servem de para-raios para essa tensão do homem infeliz. Propriamen­te, deveria esse homem ser áspero consigo mesmo, o principal culpado; mas, como o egoísmo não lhe permite semelhante sinceridade, são os inocentes ou os menos culpados não raro, até coisas e animais domésticos alvo dessa irritação do homem intimamente desarmonizado consigo mesmo.
“Quando o homem tolera a si mesmo, graças a uma profunda paz de consciência, todas as coisas e pessoas do mundo são toleráveis; mas, quando o homem, de consciência insatisfeita, não se tolera a si mesmo, nada lhe é tolerável.
“O remédio não está em mudar os objetos, mas em corrigir o sujeito. Isto, porém, supõe uma sinceridade muito difícil e rara.”
“A paz é, pois, um atributo do ser, é algo qualitativo, algo que tem afinidade com o EU SOU do homem. O homem que tem plena consciência do seu divino EU SOU não tem motivo para brigar ou declarar guerra a alguém por causa dos teres, que desunem os homens profanos. Mesmo que os outros o tratem com injustiça por causa dos teres, o homem espiritual sabe que todo esse mundo quantitativo do ter é pura ilusão: ninguém pode ter algo que ele não é, só o nosso ser é realmente nosso.
“Por isso, o homem que chegou ao conhecimento de si mesmo é invulnerável; ninguém pode prejudicá­-lo, ninguém pode ofendê-lo, ninguém pode empobre­cê-lo, ninguém lhe pode infligir perda de espécie alguma, uma vez que ninguém pode obrigá-lo a perder o que ele é, e aquilo que ele tem não o enriquece nem a sua perda o empobrece.
“A paz nasce, portanto, de uma profunda sabedoria, do conhecimento da verdade sobre si mesmo. Quem conhece essa verdade é livre de todo o ódio, tristeza, rancor, senso de perda e frustração.”
“Uma pessoa profundamente harmonizada em si mesma irradia harmonia ao redor de si e satura dessa imponderável e benéfica radiação, todas as coisas.
“As suas auras benéficas envolvem tudo em um halo de serenidade e bem-estar, de fascinante leveza e luminosidade, que atuam, imperceptível, porém, seguramente, sobre outras pessoas receptivas.
“O homem que estabeleceu a paz de Deus em sua alma é um poderoso fator para restabelecer a paz em outros indivíduos, e, através destes, na sociedade. Não é necessário que fale muito em paz, que aduza eruditos argumentos propace — basta que ele mesmo seja uma fonte abundante e um veemente foco de paz.
“O filósofo místico norte-americano Émerson disse, certa vez, a um homem que falava muito em paz, mas não possuía paz dentro de si: “Não posso ouvir o que dizes, porque aquilo que és troveja muito alto.”
“Quem não é pacificado dentro de si mesmo, não pode ser pacificador fora de si.”

Parte 7

“Bem-Aventurados os Tristes”
“… pode haver uma tristeza-­atitude e uma alegria-atitude — como também pode haver uma tristeza-ato e uma alegria-ato. Pode alguém ser triste e estar alegre — como também pode ser alegre e estar triste, o que é decisivo é a atitude interna, permanente, negativa ou positiva. E essa atitude radica, em última análise, em um profundo substrato metafísico, a VERDADE, ou então o seu contrário. Quem tem a consciência reta e sincera de estar na Verdade é profundamente alegre, calmo, feliz, embora externamente lhe aconteçam coisas que o entristeçam — e quem , no íntimo da sua consciência, sabe que não está na Verdade é pro­fundamente triste, ainda que externamente se distraia com toda a espécie de alegrias.
“Quanto mais triste o homem é internamente, pela ausência de harmonia espiritual, tanto mais necessita ele de alegrias externas, geralmente ruidosas e violentas. Esse homem não tolera a solidão, que lhe traz consciência mais nítida da sua vacuidade ou desarmonia interior; por isso, evita quanto possível estar a sós consigo; procura companhia por toda a parte, e, quando não a pode ter em forma de pessoas, canaliza para dentro da sua insuportável solidão parte dos ruídos da rua, por meio do jornal, do rádio, da televisão. Alguns vão mais longe e recorrem a entorpecentes — maconha, cocaína, morfina, etc., para camuflarem, por algum tempo, a sensação da sua triste solidão.
“Quem teme a concentração necessita de toda a espécie de distrações para poder suportar a si mesmo. E, como essas distrações e prazeres, pouco a pouco, calejam a sensibilidade, necessita esse ho­mem de intensificar progressivamente os seus estimulantes artificiais para que ainda produzam efeito sobre seus nervos cada vez mais embotados. Por fim, nem já os mais violentos estimulantes lhe causam mossa e então esse homem chega, não raro, a tal grau de tristeza, no meio de suas “alegrias” que põe termo à sua tragédia por meio do suicídio. Outros acabam no manicômio. É que nenhum homem pode viver sem uma certa dose de alegria.
“Enquanto o homem não descobrir a bela tristeza da vida espiritual, tem de iludir a sua fome e sede de felicidade com essas horrorosas alegrias da vida material. Essas alegrias externas, porém, têm sobre ele o efeito da água do mar, que tanto maior sede dá quanto mais dela se bebe.”
“O homem cuja felicidade nasceu da verdade é calmo e sereno em todas as vicissitudes da vida, porque sabe que não precisaria mudar de direção fundamental se a morte o surpreendesse nesse instante. Perguntaram ao jovem estudante João Berchmans, que estava jogando bola, o que faria se soubesse que, daí a cinco minutos, tivesse de morrer; respondeu calmamente: “Continuaria a jogar.” Assim só pode falar quem tem plena certeza de que está no caminho certo, em linha reta ao seu destino, embora distante da meta final.
“Ora, esse caminho não pode deixar de ser es­treito e árduo, uma espécie de tristeza, como é toda a disciplina; mas no fundo dessa tristeza externa dormita uma grande alegria interior. É, todavia, uma alegria anônima, silenciosa, imponderável, como costumam ser os grandes abismos e as grandes alturas. Aos olhos dos profanos, leva o homem espiritual uma vida tristonha e descolorida; o seu ambiente parece monótono e cor de cinza como um vasto deserto. E talvez não seja possível dar ao profano uma idéia da profunda alegria e felicidade que o homem espiritual goza, porque esta felicidade jaz numa outra dimensão totalmente igno­rada pelo profano. O homem habituado a certo grau de espiritualidade tem uma imensa vantagem sobre o homem não-espiritual; não necessita de estímulos violentos para sentir alegria, porque a sua alegria não vem de fora, e sim de dentro. Basta-lhe uma florzinha à beira da estrada; basta o sorriso de uma criança caminho à escola; basta o tanger de um sino ao longe; basta o cintilar de uma estrela através da escuridão — tudo enche de alegria, suave e pura, a alma desse homem, porque ela está afinada pelas vibrações delicadas que vêm das luminosas alturas de Deus. E as fontes da sua alegria brotam por toda a parte; nem é necessário que saia de casa para encontrar motivos de alegria, porque a sua alegria é de qualidade, que não está sujeita às categorias de tempo e espaço, como as alegrias ruidosas e grosseiras dos profanos. Um único grau de alegria-qualidade dá maior felicidade do que cem graus de alegria-quantidade.
“Por isso a vida do homem espiritual é uma bela tristeza, ao passo que a vida do homem profano é uma pavorosa alegria. Mas o homem espiritual prefere a sua bela tristeza à pavorosa alegria do profano, que ele compreende perfeitamente, porque também ele já passou por esse estágio infeliz — ao passo que o profano não compreende a felicidade anônima do iniciado, porque nunca passou por essa experiência.”
“Geralmente, os homens mais felizes são ignorados pela humanidade que escreve e lê livros e jornais, que fala do alto dos púlpitos e das tribunas, que perde tempo com rádio e televisão ou procura salvar o gênero humano pela política, Os milionários da felicidade são, quase sempre, os grandes anônimos da história, os “não-existentes”. Os poucos homens que aparecem em público são raras exceções da regra. O grande exército dos “bem-aventurados” não aparece em catálogos e cadastros estatísticos. São os irmãos anônimos da “fraternidade branca” que estão presentes em toda a parte onde haja serviços a prestar, mas ninguém lhes percebe a presença, porque sempre desaparecem por detrás das suas obras. Os muitos e os ruidosos que se servem das suas obras como de fogo de artifício e deslumbramento pirotécnico para iluminar a sua personalidade não fazem parte da “fraternidade branca”, porque não se eclipsaram no anonimato da benevolência universal.
“Os verdadeiros redentores da humanidade são tão felizes no cumprimento da sua missão que nunca esperam pelos aplausos de platéias, mas desaparecem por detrás dos bastidores do esquecimento, no mesmo tempo em que terminam a sua tarefa. São igualmente indiferentes a vivas como a vaias, a aplausos como a apupos, a louvores como a vitupérios, porque eles vivem no mundo da silenciosa e profunda verticalidade invisível, incompreendidos pelos habitantes da ruidosa horizontalidade visível.
“Bem-aventurados os que estão tristes — porque eles serão consolados.”

Parte 8

“Bem-Aventurados os que Sofrem Perseguição por Causa da Justiça”
“Justiça” significa a atitude justa e reta do homem para com Deus. O homem “justo”, nos livros sacros, é o homem santo, o homem crístico, o homem que realizou em alto grau o seu Eu divino pela experiência mística manifestada na ética. O homem “justo” é o homem que se guia, invariavelmente, pelos dois grandes mandamentos, o amor de Deus e a caridade do próximo.
“Mas, será possível que alguém sofra perseguição por causa dessa justiça, por causa da sua santidade?
“O Evangelho de Jesus está repleto de afirmações dessa natureza, e a experiência multissecular o con firma. “Por causa do meu nome sereis odiados de todos, e chegará a hora em que todo aquele que vos matar julgará prestar um serviço a Deus. “Arrastar- vos-ão perante reis e governadores e sinagogas; mas não vos perturbeis! Porque o servo não está acima de seu senhor; se a mim perseguiram também vos hão de perseguir a vós. “Os inimigos do homem são os seus companheiros de casa.”
“Estamos habituados a pensar e a dizer que esses perseguidores dos justos são homens maus, perversos, de má-fé; e, de fato, assim acontece muitas vezes. Entretanto, as mais cruéis perseguições que a história humana conhece foram perpetradas por homens sinceros e subjetivamente bons, em nome da verdade e do bem, em nome de Deus e do Cristo. Sobretudo as igrejas e sociedades religiosas organi zadas têm empreendido, e empreendem ainda, cruzadas e “guerras santas”, trucidando infiéis, queimando hereges, torturando homens de elevada espirituali dade, excomungando como apóstatas e perversos muitos dos homens mais puros e santos que o mundo conhece. A maior parte desses perseguidores não tem má intenção nem consciência pecadora; agem por um sentimento de dever.
“Há duas razões fundamentais por que o homem justo é perseguido por outros homens individuais ou por sociedades humanas.
“1 — Um indivíduo persegue outro indivíduo, não só porque este seja mau, mas, também, pelo fato de ser bom.
“Por quê?
“Porque o homem justo aparece como elemento hostil a outro homem menos justo. A simples presença de um homem mais santo do que eu é, para mim, uma declaração de guerra, ou, pelo menos, uma permanente ofensa. O homem espiritual, pelo simples fato de existir, diz silenciosamente a outros: “Vós devíeis ser como eu, mas não sois, e isto é culpa vossa”. Nenhum homem espiritual, é claro, diz isto; mas os profanos interpretam deste modo a presença do homem justo, e atribuem a este a ingrata censura. Ora, ninguém tolera, por largo tempo, a consciência da sua inferioridade. Enquanto não aparece outro homem de elevada espiritualidade, pode o homem menos espiritual viver tranqüilo na sua inferiorida de, porque esta não é nitidamente percebida senão quando polarizada pelo contrário ou por uma espiritualidade superior. Quando o homem pouco espiritual encontra outro ainda menos espiritual, sente-se ele relativamente seguro do seu plano, e tem mesmo a tendência instintiva de fechar os olhos para as virtudes do outro, a fim de poder brilhar mais intensamente, ele só, como aquele fariseu, no templo em face do publicano. E que o homem profano mede o seu valor pelo relativo desvalor dos outros. Quando então a sua luz é, ou parece ser, mais forte que as luzes dos outros, o homem profano ou de escassa espiritualidade experimenta um senso de segurança e tranqüilidade; não tem remorsos da sua pouca espiritualidade nem se julga obrigado a um esforço especial para subir. Entre cegos, diz o provérbio, quem tem um olho é rei.
“Mas ai desse homem complacentemente satisfeito consigo mesmo, se lhe aparecer alguém de maior espiritualidade! Logo começa ele a sentir-se inseguro e inquieto. Em face dessa inquietação, duas atitudes seriam possíveis: a) o vivo desejo de ser tão espiritual como o outro e o esforço correspondente a esse desejo; b) uma atitude de despeito e agressividade.
“A primeira atitude é a dos homens humildes e sinceros; a segunda é a dos homens orgulhosos e insinceros consigo mesmos. Os primeiros se tornam discípulos do homem espiritual, os últimos se tornam seus adversários.
“É doloroso para um pigmeu ver-se eclipsado por um gigante. É desagradável para um impuro ter a seu lado um homem puro. Se o pigmeu não sente em si a capacidade de crescer; se o impuro não dispõe da força de se tornar puro, declarará guerra ao gigante e ao puro.”
“2 — No terreno social das organizações eclesi ásticas acresce ao primeiro, outro fator, aparentemente mais justificável: o homem altamente espiritualizado é sempre uma espécie de exceção da regra, é um pioneiro que abandonou as velhas estradas conhecidas e batidas pela turbamulta dos crentes e rasga caminhos novos, “por mares nunca dantes navegados”, por ignotas florestas, por ínvios desertos que poucos conhecem. Esse homem ultrapassa, quase sempre, os caminhos tradicionais do passado, e até do presente, e abre novas rotas para o futuro. Toda e qualquer inovação, por mais verdadeira, é, no principio, considerada como erro, e até como perigo social.
“De maneira que o fator “massa” e o fator “tradição” nos dão uma espécie de segurança e firmeza, no meio da insegurança e incerteza que, naturalmente, experimentamos por entre as trevas ou penumbras da vida espiritual. E isto nos faz bem.
“Por isso , as sociedades religiosas organizadas, que contam sempre com o fator massa e tradição, dão grito de alerta e de alarme, e previnem seus filhos contra o perigoso inovador, o herege, o demo lidor, o apóstata. Quando as sociedades religiosas possuem suficiente poder físico, eliminam do número dos vivos o perigoso demolidor das tradições, e isto “pela maior glória de Deus e salvação das almas”. Quando não possuem esse poder, procuram neutra lizar a ação do herege matando-o moralmente, isolando-o por meio de campanhas sistemáticas de difamação e calúnia. E como, segundo eles, o fim justifica os meios, e como o fim é (ou parece ser) bom, todos os meios são considerados lícitos e bons, mesmo os maiores atentados à verdade, à justiça, à caridade.
“Donde se segue que o homem espiritual vive em uma relativa solidão. A massa não simpatiza com ele se não lhe é positivamente antipático, mantém pelo menos uma atitude de apatia e desconfiança em face dele.
“Para o homem espiritual, porém, o fator “massa” é sobejamente compensado pelo fator “elite” ou mesmo pelo simples testemunho da sua consciência em plena solidão.
“Existe, aqui na terra, e por toda a parte, a “comunhão dos santos”, isto é, a misteriosa união de todos os que conhecem e amam a Deus, a fra­ternidade branca dos irmãos anônimos formada pelos solitários pioneiros do Infinito. E eles sabem quE é profundamente verdadeiro o que o grande Mestre disse: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles”. Dois ou três — porque nunca serão muitos no mesmo lugar e tempo, os homens cristificados. E mesmo que sejam mais, nunca deixará de imperar a misteriosa lei da polaridade ou da trindade; dentro de um grupo maior haverá sempre essa constelação interna de dois ou três. A grande experiência crística circulará sempre entre dois ou três, e só mediante essa pequena constelação é que ela se comunicará ao resto do céu estrelado e às galáxias do universo espiritual.”

Parte 9

“Vós Sois a Luz do Mundo”
“Sabemos, em nossos dias, que a luz cósmica, não focalizada — o “c” da conhecida fórmula einsteiniana, E = mc2 — é a base e, por assim dizer, a matéria-prima de todas as coisas do mundo material e astral. Os elementos da química, desde o mais simples até ao mais complexo, são filhos da luz invisível, a qual quando condensada em diversos graus, produz os elementos, e destes são feitas todas as coisas do mundo.
“Quer dizer que, no plano físico, a luz é a causa e origem de todas as matérias e forças do universo.
“Ora, o que a luz é no plano físico, isto é Deus na ordem metafísica ou espiritual do cosmos. A luz física é o grande símbolo desse simbolizado metafísico.
“A luz é a única coisa incapaz de ser contaminada, porque a sua vibração é máxima, que não é afetada por nenhuma vibração inferior.
“Todas as coisas do mundo são lucigênitas, e sua íntima essência é luz ou lucidez. E tanto mais incontaminável é uma coisa quanto mais lúcida.
“Toda a tarefa da espiritualização do homem consiste em que ele faça a sua existência humana tão pura e luminosa como a sua essência divina — que essencialize toda a sua existência.
“A lucidez ou luminosidade consiste na intensi dade da nossa consciência divina. No plano da ideologia dualista, em que se move quase toda a teologia e filosofia do ocidente cristão, é difícil o homem convencer-se definitivamente de que a íntima essência do seu próprio ser seja idêntica à essência divina.”
Diz, pois, o divino Mestre:
“Vós sois a luz do mundo… Não pode permanecer oculta uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma lampada e se põe debaixo do alqueire, mas sim sobre o candelabro para que alumie a todos os que estão na casa. Assim brilhe a vossa luz perante os homens para que vejam as vossas boas obras —e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”.
“O homem realmente cristificado não deve ocultar-se debaixo do alqueire do anonimato, mas brilhar no candelabro da mais larga publicidade —deve ser até como uma cidade ou um farol no alto de um monte, para que o mundo inteiro veja os fulgores dessa luz e por ela oriente a sua vida.
“É opinião assaz comum entre os inexperientes que o homem espiritual deva evitar a publicidade e procurar o mais possível a obscuridade da solidão e do anonimato, a fim de não perder a sua sacralidade e cair vítima da profanidade. E, de fato, essa solidão e esse anonimato são necessários, embora num sen tido diferente daquele que os profanos supõem.
O ego físico-mental do homem comum deve desaparecer no anonimato, e o seu Eu divino deve viver em profunda solidão. O homem espiritual deve ser profundamente solitário com Deus, para que possa ser vastamente solidário com todas as creaturas de Deus: assim não há perigo de profanação.
Ai daquele que perder a sua silenciosa sacrali dade em Deus! De nada lhe servirá a sua ruidosa sociabilidade com os homens e o mundo. A profana sociedade tem de ser fecundada pela mística sacrali dade para que resulte em fecunda solidariedade.
“Em suas relações com Deus é todo homem profundamente só e solitário; ninguém o pode acom­panhar a essas alturas e profundezas, envoltas em eterno silêncio. Ninguém poderá saber jamais o que se passou entre a alma e Deus, nas silenciosas alturas do Himalaia ou na taciturna vastidão do Saara onde se dá esse encontro entre Deus e a alma humana. A experiência mística se dá para além das barreiras do tempo e do espaço, no anonimato do “terceiro céu”, e por isso é essencialmente intransferível e incomunicável; o que é dito à alma, nessa luminosa escuridão, são “ditos indizíveis”.
“Essa solidão vertical é necessária e não pode jamais ser substituida pela sociedade horizontal. Esse santuário íntimo do homem é indevassável; nem as relações mais íntimas, de pai a filho, de mãe e filha, de esposo a esposa, de amigo a amigo, podem desvendar esse mistério. Onde não existe e persiste essa solidão cósmica, esse profundo silêncio metafísico , esse indevassável anonimato místico entre a alma e Deus, toda a publicidade é um perigo e uma profanação, é uma apostasia e uma infidelidade cometida contra a sacralidade do Eu divino. O homem que não possua suficiente fidelidade a seu Eu divino não deve arriscar-se à publicidade; não deve colocar-se no alto do candelabro ou no cume do monte; é preferível que fique debaixo do alqueire ou no fundo do vale, onde não há perigo de quedas catastróficas. Quanto mais alto o homem está, mais profundamente poderá cair , se essa altura lhe der vertigens.
“O perigo da vertigem vem da ilusão de que essa sublime posição seja obra do seu ego personal, vem do erro fatal de que a pessoa humana tenha creado essa glória no alto do candelabro ou no cume do monte.
“Duas vezes, diz um grande iniciado oriental, Brahman se sorri do homem, da primeira vez quando o homem afirma: “Eu faço isto, eu faço aquilo”, e da segunda vez quando o homem diz: “Eu vou morrer”.
“Ambas às vezes o homem confunde o seu verdadeiro Eu com o seu pseudo-eu. Quando o homem pensa que é ele — seu ego personal — que fez isto ou aquilo, e não o “pai dos céus” — o seu Eu divino; quando o homem pensa que o seu eterno e imortal Eu divino vai morrer — então se revela totalmente analfabeto no conhecimento de si mesmo.
“Onde há ilusão há possibilidade de queda. Só quando a totalidade da ilusão cedeu à totalidade da verdade é que há segurança absoluta.
“Tem-se dito que a experiência mística torna o homem orgulhoso e desprezador de seus semelhantes, os “profanos” lá embaixo. Quem assim pensa e fala não sabe o que quer dizer experiência mística. Esse orgulho é possível no caso da pseudomística, quando o homem atribui a sua espiritualidade ao mérito de seu ego personal, ignorando que “todo o dom perfeito vem de cima, do Pai das luzes”, e que a iluminação espiritual é obra da graça divina. Mas, ninguém pode orgulhar-se daquilo que é de Deus, só se pode envaidecer de algo que seja do seu ego.
“Um jovem ocultista britânico perguntou a um grande místico da Índia se achava que ele, o ocultista, poderia, um dia, chegar a fazer as “obras de poder”, chamadas “milagres”, que Jesus fazia; ao que o iniciado lhe respondeu calmamente: “Pode, sim, contanto que você não creia que é você que fez essas obras.”
“Quem atribui a seu pequeno ego humano qualquer obra espiritual está no erro; o erro gera o orgulho, e o orgulho prepara a queda. Mas quem compreendeu definitivamente que nenhum efeito espiritual pode provir de uma causa material ou mental, esse está na verdade, e a verdade o libertará de qualquer ilusão e perigo de queda.
“Quando Jesus diz a seus discípulos que devem colocar a sua luz no candelabro ou no alto do monte supõe ele que esses homens possam ultrapassar o estágio da Ilusão sobre si mesmos e adquirir plena clareza e certeza sobre a causa real de todos os efeitos espirituais.
“Não existe, no mundo físico, nenhum elemento incontaminável exceto a luz. Todas as outras coisas aceitam impureza.
“É esta, sem dúvida a mais pura glória do homem crístíco, poder ser puro no meio dos impuros e das impurezas em derredor; purificar as impurezas sem se contaminar com essas impurezas É o máximo de invulnerabilidade.
“Nenhum homem purificado pelo conhecimento da verdade sobre si mesmo se sente ofendido por atos, palavras ou opiniões injustas dos outros, porque sabe que essas ofensas não atingem o seu verdadeiro Eu divino, senão apenas o seu falso eu humano.
“Esta luz divina que em mim está deve ser colo cada no candelabro como uma lâmpada, no alto do monte como um farol. Quem é remido do seu falso eu pode ajudar outros para se redimirem também. Por isso, deve ele fazer brilhar a sua luz, porque essa luz é a luz de Deus que brilha através do homem, como através de um límpido cristal, no caso que o homem renuncie à opacidade do seu egoísmo e aceite a transparência do amor.”
Huberto Rohden
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A TERAPIA CHAMADA COMPAIXÃO,POR OSHO

Um texto fenomenal de bom é o destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira. A terapia chamada compaixão, nos convida a entender porque a Compaixão é a forma mais pura e elevada do amor. Segundo Buda, “sentir compaixão pelo mundo inteiro, compartilhar seu amor, faz você liberar a energia na atmosfera e essa energia pode ser usada pelos outros”. Então convido você a ler o texto completo a seguir e ficar mais iluminado!

A terapia chamada compaixão

Disseram a Osho:

Uma vez ouvi você dizer “Só a compaixão é terapêutica”. Por favor, fale sobre a compaixão.

Sim, só a compaixão é terapêutica – porque tudo que é ruim no homem é devido à falta de amor. Tudo que é errado no homem está em algum lugar associado com o amor. Ele não tem sido capaz de amar, ou não tem sido capaz de receber amor. Ele não tem sido capaz de compartilhar seu ser. Essa é a miséria. Isso cria todo tipo de complexos por dentro.

Esses ferimentos íntimos podem vir à tona de muitas maneiras: podem se tornar doenças físicas, podem se tornar doenças mentais – mas profundamente o homem sofre de falta de amor. Assim como a comida é necessária para o corpo, amor é necessário para a alma. O corpo não pode sobreviver sem comida, e a alma não pode sobreviver sem amor. Na verdade, sem amor a alma sequer nasceu – não existe a questão de sua sobrevivência.

Você simplesmente pensa que tem uma alma; você acredita que tem uma alma devido ao seu medo da morte. Porém, você não sabe a não ser que você tenha amado. Só no amor a pessoa vem a sentir que é mais do que o corpo, mais do que a mente.

É por isso que digo que a compaixão é terapêutica. Que é compaixão? Compaixão é a forma mais pura de amor. Sexo é a forma mais baixa do amor, compaixão é a forma mais elevada do amor. No sexo, o contato é basicamente físico; na compaixão o contato é basicamente espiritual. No amor, compaixão e sexo estão misturados, o físico e o espiritual estão misturados. Amor é o meio caminho entre sexo e compaixão.

Você também pode chamar a compaixão de oração. Você também pode chamar a compaixão de meditação. A mais alta forma de energia é compaixão. A palavra compaixão é bela: metade dela é paixão – de algum modo paixão tornou-se tão refinada que não é mais como uma paixão. Ela tornou-se compaixão.

No sexo, você usa o outro, você reduz o outro a um meio, você reduz o outro a uma coisa. Eis porque num relacionamento sexual você se sente culpado. Essa culpa não tem nada a ver com ensinamentos religiosos; essa culpa é mais profunda do que os ensinamentos religiosos. Num relacionamento sexual como tal você se sente culpado. Sente-se culpado porque você está reduzindo um ser humano a uma coisa, a um produto a ser usado e jogado fora.

É por isso que no sexo você também sente uma espécie de servidão; você também está sendo reduzido a uma coisa. E quando você é uma coisa sua liberdade desaparece porque sua liberdade só existe quando você é uma pessoa. Quanto mais você for uma pessoa, mais livre você é, quanto mais uma coisa você for, menos livre você é.

A mobília do seu quarto não é livre. Se você deixar o quarto trancado e voltar após muitos anos, a mobília estará no mesmo lugar, da mesma maneira; ela não irá se arrumar de uma nova maneira. Ela não tem nenhuma liberdade. Contudo se você deixar um homem no quarto, você não irá encontrá-lo do mesmo jeito – nem mesmo no outro dia, nem mesmo no próximo momento. Você não pode encontrar o mesmo homem novamente.

O velho Heráclito diz: Você não pode pisar no mesmo rio duas vezes. Você não pode encontrar o mesmo homem novamente. É impossível encontrar o mesmo homem duas vezes, porque o homem é um rio, continuamente fluindo. Você nunca sabe o que vai acontecer. O futuro permanece aberto.

Para uma coisa, o futuro está fechado. Uma pedra permanecerá uma pedra. Ela não possui nenhuma potencialidade para crescer. Ela não pode mudar, não pode evoluir. Um homem nunca permanece o mesmo. Ele pode recuar, pode ir adiante, pode ir para o inferno ou para o céu, ele, porém, nunca permanece o mesmo. Continua se movendo, desse ou daquele jeito.

Quando você tem um relacionamento sexual com alguém, você reduziu essa pessoa a uma coisa. E reduzindo-a você reduziu a si mesmo também a uma coisa, porque é um compromisso mútuo que “Eu lhe permito me reduzir a uma coisa, você me permite lhe reduzir a uma coisa. Eu lhe permito usar-me, você me permite usá-lo. Usamos um ao outro. Nos tornamos coisas”.

Eis porque… observe dois amantes: quando eles ainda não estão consolidados. O romance ainda está vivo, a lua de mel ainda não acabou e você vai ver duas pessoas pulsando com vida, prontas para explodir – prontas para explodir no desconhecido. E então observe um casal, o marido e a esposa, e você verá duas coisas mortas, dois túmulos, lado a lado – ajudando um ao outro permanecer morto, forçando um ao outro permanecer morto. Esse é o constante conflito do casamento. Ninguém quer ser reduzido a uma coisa!

Sexo é a forma mais baixa dessa energia “X”. Se você for religioso, chame isso de “Deus”, se você for científico, chame-o de “X”. Essa energia, X, pode tornar-se amor. Quando ela se torna amor, então você começa a respeitar a outra pessoa. Sim, às vezes você usa a outra pessoa, mas você se sente grato por isso. Você nunca diz obrigado para uma coisa. Quando você está apaixonado por uma mulher e faz amor com ela, você diz obrigado.

Quando você faz amor com sua esposa, você já disse alguma vez obrigado? Não, você tem isso como certo. Alguma vez sua esposa já lhe disse obrigado? Talvez, muitos anos atrás, você pode se lembrar algum tempo quando você estava indeciso, estava só tentando, cortejando, seduzindo um ao outro – talvez. Mas uma vez consolidado, ela alguma vez já lhe disse obrigado por alguma coisa? Você já fez tantas coisas por ela, ela já fez tantas coisas por você, ambos estão vivendo um para o outro, a gratidão porém, desapareceu.

No amor, existe gratidão, existe uma profunda gratidão. Você sabe que o outro não é uma coisa. Você sabe que o outro possui uma grandeza, uma personalidade, uma alma, uma individualidade. No amor você concede liberdade total ao outro. É claro, você dá e recebe: é um relacionamento de dar e receber… mas com respeito.

No sexo, é um relacionamento de dar e receber sem nenhum respeito. Na compaixão, você simplesmente dá. Não há nenhuma idéia na sua cabeça em receber alguma coisa de volta; você simplesmente compartilha. Não que coisa alguma venha! Isso retorna um milhão de vezes, mas isso é só dessa maneira, só uma consequência natural. Não há nenhum anseio por isso.

No amor, se você der alguma coisa, bem lá no fundo você continua esperando que isso deve retornar. Se isso não retornar, você fica reclamando. Você pode não dizer isso, mas de mil e uma maneiras pode se deduzir que você está resmungando, que você está sentindo que foi enganado. Amor parece ser uma barganha sutil.

Na compaixão você simplesmente dá. No amor, você fica agradecido porque o outro lhe deu algo. Na compaixão, você fica agradecido porque o outro levou algo de você; você está agradecido porque o outro não lhe rejeitou. Você veio com energia para dar, você tinha vindo com muitas flores para partilhar, e o outro lhe permitiu, o outro foi receptivo. Você é grato porque o outro foi receptivo.

Compaixão é a forma mais elevada do amor. Muito retorna – um milhão de vezes mais, digo – mas isso não é o mais importante, você não anseia por isso. Se isso não vier não há nenhuma queixa quanto a isso. Se vier você fica simplesmente surpreso! Se isso vier, é inacreditável. Se não vier não há problemas – você nunca deu seu coração a alguém por alguma barganha. Você simplesmente derrama porque você tem.

Você tem tanto que se você não derramar você ficará sobrecarregado. Assim como uma nuvem carregada de água de chuva precisa derramar. E da próxima vez quando uma nuvem estiver chovendo observe em silêncio, e você irá sempre ouvir, quando a nuvem derramou a chuva e a terra a absorveu, você irá sempre ouvir a nuvem dizer para a terra “Obrigado”. A terra ajudou a descarregar a nuvem.

Quando uma flor brota, ela precisa compartilhar sua fragrância com os ventos. É natural! Isso não é uma barganha, não é um negócio; é simplesmente natural! A flor está repleta de fragrância – que fazer? Se a flor mantiver a fragrância para si mesma então a flor se sentirá muito tensa, numa profunda angústia.

A maior angústia na vida é quando você não pode expressar, quando você não pode comunicar, quando você não pode compartilhar. O homem mais pobre é aquele que não tem nada para partilhar, ou tem alguma coisa para partilhar, mas perdeu a capacidade, a arte, de como compartilhá-la; assim um homem é pobre.

O homem sexual é muito pobre. O homem amoroso é comparativamente mais rico. O homem compassivo é o mais rico; ele está no topo do mundo. Ele não tem nenhum confinamento, nenhuma limitação. Ele simplesmente dá e prossegue em seu caminho. Ele nem mesmo espera que você diga um obrigado. Com tremendo amor ele compartilha sua energia. Isso é que chamo de terapêutico.

Buda costumava dizer aos seus discípulos, “Após cada meditação, sejam compassivos – imediatamente – porque quando você medita, o amor cresce, o coração fica repleto. Após cada meditação, sinta compaixão pelo mundo inteiro para que você compartilhe seu amor e você libera a energia na atmosfera e essa energia pode ser usada pelos outros”.

Eu também gostaria de dizer isso a vocês: Após cada meditação, quando vocês estiverem celebrando, tenham compaixão. Apenas sinta que sua energia deve ir e ajudar as pessoas de qualquer maneira que elas necessitem. Apenas libere-a! Você ficará descarregado, você irá se sentir bem relaxado, irá se sentir muito calmo e quieto, e as vibrações que você liberou ajudarão a muitos. Termine suas meditações sempre com compaixão.

E a compaixão é incondicional. Você não pode ter compaixão só por aqueles que são amigáveis com você, só por aqueles que estão relacionados a você. Compaixão inclui tudo… intrinsecamente tudo. Assim se você não pode sentir compaixão pelo seu vizinho, então esqueça tudo sobre meditação, porque isso não tem nada a ver com alguém em particular. Tem algo a ver com seu estado interior.

Seja a compaixão! Incondicionalmente, não direcionada, não endereçada. Assim você se torna uma força curativa nesse mundo miserável.

Osho, em “A Sudden Clash of Thunder”
Fonte: Osho.com
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: CONHEÇA A SINCRONICIDADE,UM CONCEITO DESENVOLVIDO POR CARL JUNG

Domingo é dia de reflexão. É o dia da semana que temos mais tempo para pensar na vida e o que estamos fazendo aqui. Por isso trago um artigo superinteressante que fala sobre a sincronicidade, um fenômeno recorrente entre seres humanos, que o icônico psicanalista Carl Jung desenvolveu um conceito sobre tal fenômeno. Por isso convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer mais sobre esse fenômeno tão comum, mas que a maioria das pessoas não entende!

Sincronicidade: entenda esse conceito desenvolvido por Carl Jung

Mulher meditando
Mikhail Nilov / Pexels

Alguma vez você já observou uma série de coincidências acontecendo? Pense na seguinte situação: uma pessoa precisa comprar determinado produto. E, então, esse produto entra em promoção justamente quando ela pensou nele. Depois, essa mesma pessoa descobre que iria ganhar esse produto de alguém querido.

Ainda que a situação apresentada seja muito simples, alguém que se deparasse com ela poderia dizer algo como “é muita coincidência!”. Mas será que uma série de eventos que se relacionam um com o outro são simplesmente uma coincidência? Ou será que existe algo por trás disso?

O conceito de sincronicidade, desenvolvido por Carl Gustav Jung, nos apresenta uma nova perspectiva sobre essa questão. Esse mesmo conceito também é interpretado pela espiritualidade, o que pode ampliar ainda mais os seus conhecimentos sobre esses eventos inexplicavelmente conectados.

A seguir, desvende se existe algo por trás dessas supostas coincidências que o Universo nos apresenta e tire as suas conclusões sobre o assunto. Depois disso, você vai descobrir que há mais de uma maneira de analisar os eventos que acontecem em nossas vidas, e todas elas são válidas!

A sincronicidade por Carl Jung

Carl Gustav Jung é conhecido por ter fundado a psicologia analítica. Entre os conceitos desenvolvidos por ele estão o arquétipo, o inconsciente coletivo e a sincronicidade, que será o nosso foco neste artigo.

Homem segurando livro aberto

Lisa Fotios / Pexels

De maneira simples, Jung definiu a sincronicidade como uma coincidência significativa. Porém, se analisarmos de forma mais aprofundada, saberemos que ele propõe que determinados acontecimentos não estão relacionados pelo acaso, e sim por algum outro significado.

Isso significa que, ao presenciar mais de um evento acontecendo em sequência, que coincidem revelando um padrão entre eles, esse padrão é o que indica o significado que está relacionando essas duas situações em um caso de sincronicidade.

Coincidência x sincronicidade

Muitas pessoas podem confundir os conceitos de coincidência e de sincronicidade. Para evitar esse tipo de equívoco, vamos analisar o que é cada um deles.

Em primeiro lugar, coincidência é o nome dado a eventos que apresentam semelhança entre si, ainda que não estejam diretamente relacionados.

Em segundo lugar, a sincronicidade ocorre quando existe uma relação entre os eventos que são semelhantes, como se esses acontecimentos não fossem aleatórios.

Tipos de sincronicidade

Jung ainda definiu que a sincronicidade pode ser classificada em três categorias distintas. Para que você consiga entender cada uma delas de forma simples, adaptamos a explicação de cada uma com termos que costumamos utilizar no cotidiano. Confira!

1) Coincidência de um estado psíquico do observador com um acontecimento objetivo externo e simultâneo

Uma mulher na praia em frente ao pôr sol

Manny Moreno / Unsplash

Nesse caso, o pensamento ou o sonho de uma pessoa está relacionado com algum evento que ainda irá acontecer. Assim, seria impossível estabelecer uma relação de causa e efeito entre eles. É como se você sonhasse com um gato e, enquanto estivesse falando sobre esse sonho, um gato semelhante ao que você viu no sonho aparecesse diante de você.

2) Coincidência de um estado psíquico com um acontecimento exterior correspondente mais ou menos simultâneo

Para essa categoria, uma pessoa tem um pensamento ou um sonho que se relaciona a um fato que está acontecendo no mesmo momento, em um lugar muito distante dessa pessoa. Então, a relação entre ambos só será percebida posteriormente. É como sonhar que está chovendo ao mesmo tempo em que chove em uma cidade distante.

3) Coincidência de um estado psíquico com um acontecimento futuro, distante no tempo e ainda não presente

Finalmente, esse tipo de coincidência ocorre como se a pessoa que está pensando ou sonhando fosse capaz de prever o futuro. Alguma vez você já sonhou que algo iria acontecer e, alguns dias depois, aquilo realmente aconteceu? Esse é o exemplo mais preciso desse tipo de sincronicidade.

Sincronicidade e espiritualidade

Outra forma de analisar a sincronicidade é a partir do ponto de vista espiritual. Nesse caso, devemos compreender que tudo que acontece com uma pessoa tem uma razão de ser. Nada é por acaso, e tudo apresenta um significado por trás, ainda que não sejamos capazes de entendê-lo plenamente.

Dessa forma, a sincronicidade é o que nos traz um novo olhar sobre a vida. Uma vez que sabemos que tudo está acontecendo por um motivo, tanto as coisas boas quanto as coisas ruins, nos tornamos capazes de analisar as lições por trás de tudo isso. Isso significa que precisamos prestar atenção às mensagens espirituais que constantemente são enviadas para nós.

Da próxima vez que algo inesperado ou indesejado acontecer na sua vida, ou quando um plano der errado, reconheça que isso é uma lição que o Universo está lhe enviando. É um indício de que você precisa respirar fundo, compreender o que você está buscando para a sua vida e desenvolver um novo caminho.

A sincronicidade é um conceito desenvolvido por Carl Jung que nos mostra como as coincidências podem ser muito mais do que uma obra do acaso. Se você acredita que tudo que acontece tem um motivo e que é possível interpretar as lições que a vida nos oferece, avalie como esse conceito se manifesta na sua vida diariamente!

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FÉ E ESPERANÇA COEXISTEM HARMONICAMENTE

O destaque desta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL é o tema Fé e esperança do texto a seguir de autoria de Luiz Guimarães, na ótica da doutrina espírita. Na teologia católica o tripé fundamental é: Fé, esperança e caridade. Mas pela doutrina espírita a fé e a esperança coexistem harmonicamente e, se uma delas enfraquece, teremos o reflexo na outra. Integram o cotidiano de todo ser humano nas pelejas da vida. Ocorre que a ‘esperança’, tanto numa como na outra é contextualizada no sentido de esperar, como consta em Hebreus 11:1 – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”. Convido você a ler o texto completo a seguir e refletir se não seria melhor termos a esperança sonhar? Já que o sonho pode ser planejado, executado e celebrado?

Fé e esperança

Mão masculina próxima de plantas. Ao fundo, há a luz solar.
gajus / 123RF

“Se podes? Tudo é possível àquele que crê” Marcos 9:23

Todo aquele que possui fé terá a esperança como porto de chegada. Coexistem harmonicamente e, se uma delas enfraquece, teremos o reflexo na outra. Integram o cotidiano de todo ser humano nas pelejas da vida. Tudo que realizamos tem um objetivo e a vontade de atingi-lo tem por base a fé. Consta em Hebreus 11:1 – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem”.

Contudo a razão não pode estar ausente desse binômio. Sem ela essa estrutura não tem sustentação, pois a consciência do objetivo colimado deve estar presente, já que somos os seres inteligentes da criação e não podemos prescindir do raciocínio lógico.

Temos no Evangelho Segundo o Espiritismo, FEB Ed. 131ª, Capítulo XIX, item 7: “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão em todas as épocas da humanidade”. Por outro lado, a fé cega, que é desprovida do bom senso, pode desaguar nos excessos do fanatismo, que igualmente padece da falta de fundamento. Resulta dessa irreflexão o insucesso do que se almeja, sendo essa irracionalidade prejudicial a todos.

Referimo-nos a Rodolfo Calligaris no livro “Páginas do Espiritismo Cristão”, p. 17, onde consta: “[…] a fé necessita de uma base, base que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer”. Nos caminhos da fé temos de percorrer os degraus da paciência, resiliência e perseverança para que as conquistas que repousam na esperança sejam alcançadas. É um percurso que no dia a dia consolida nossas aspirações, sempre amparadas pela prece e louvor a Deus.

Imprescindível nessa trajetória é a realização de obras. A fé não pode se constituir de sentimento inerte. Tal qual a caridade que é o amor na dimensão dinâmica, ela necessita do labor diário para que não esmoreça a esperança. Corroborando essa assertiva, citamos Tiago 2:18 – “Mas alguém dirá: ‘Você tem fé; eu tenho obras’. Mostre-me sua fé sem obras e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras”.

Nesse contexto devemos entender que é preciso ter mérito naquilo que pretendemos conseguir. Nem sempre o que queremos será o melhor e, não raro, não merecemos. Lembremo-nos de que estamos vinculados à lei do merecimento e que Deus soberano e justo nos proverá daquilo de que necessitamos.

No livro “O consolador”, questão 257, encontramos: “A esperança é a filha direta da fé. Ambas estão uma para a outra como a luz reflexa dos planetas está para a luz central e positiva do Sol. A esperança é como o luar que se constitui dos bálsamos da crença. A fé é a divina claridade da certeza”. Elas são fortalecidas quando concebemos a reencarnação e a imortalidade da alma.

A cada existência renovam-se as oportunidades e aspirações. Temos nas bem-aventuranças o manual perfeito para nortear o nosso sentimento de esperança (quem tem fé está no caminho daquilo que plantou no terreno da esperança).

Luiz Guimaraes
Escrito por Luiz Guimaraes
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: MEDITAÇÃO PARA TERMINAR O DIA E DORMIR BEM, POR CAMILA ZEN

Na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta sexta-feira temos um exercício de meditação para relaxar do estresse da semana que termina. Todo dia é uma nova chance de um novo começo. E toda noite é uma chance de deixar pra trás o que não te serve mais. Essa é uma meditação guiada para você terminar o dia bem e aprender a respirar mais profundamente, pra você poder relaxar e ter uma proveitosa noite de sono. Uma meditação simples e curta, para todos os níveis e iniciantes. Foi gravada no Templo Budista Chagdud Gonpa, em Três Coroas, no RS. Amor e luz, namastê!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O SAGRADO FEMININO AINDA PODE SER RESGATADO

Hoje temos, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL um texto especialíssimo que aborda um tema muito em evidência “O Sagrado Feminino”. O Sagrado Feminino é um movimento muito antigo que busca resgatar o lado Sagrado que existe dentro de cada mulher. Lendo o texto a seguir você saber o que é o Sagrado Feminino, como ele foi perdido ao longo da história da humanidade e como ele pode ser resgatado. 

O QUE É O SAGRADO FEMININO? RESGATE O SEU PODER INTERIOR


Por WeMystic Brasil
TimeTempo de leitura: 5 min

 

mulher contemporânea viu a sua essência ser apagada pelas diversas imposições da nossa sociedade e do mundo moderno: a mulher que tem que ser boa mãe, boa esposa, uma excelente profissional, boa dona de casa, com aparência física em dia, boa amiga, enfim, as pressões para que as mulheres sejam boas em tudo apagou o que elas têm de mais precioso: a sua porção sagrada. Existe um poema muito bonito de autor desconhecido que diz, veja um trecho:

“Houve um tempo, em que todas as mulheres eram sagradas.

Em que eram vistas como Deusas, como senhoras de seu próprio destino.

Houve um tempo, em que o corpo era sagrado, em que o sexo era uma prece.

Em que homens e mulheres respeitavam-se e reverenciavam-se.”

A mulher foi, com o passar dos tempos, sendo diminuída em importância pela sociedade patriarcal, considerada menos inteligente, menos apta, como mera complementação do homem e deixou a sua essência ser apagada. A sua divindade ainda existe, dentro de cada uma delas, o seu poder e a sua energia feminina estão presos dentro da Mulher Interior, e o objetivo do Sagrado Feminino é despertá-los.

 

OS CAMINHOS DO SAGRADO FEMININO

Falar do Sagrado Feminino é trocar conhecimento sobre a sabedoria interna da energia feminina, é abrir os caminhos da intuição nata de cada mulher, despertar a sua essência, o poder da sua feminilidade, o poder de uma força geradora de vida e da sexualidade sagrada.

Essa consciência do poder e valor da mulher é muito antiga, é ancestral, e ao conhecê-la podemos nos reconectar às nossas ancestrais e reconectar à nossa natureza, com todos os seus ciclos. Na busca pelo Sagrado Feminino, as mulheres envolvem-se em uma consciência amorosa para retomar os seus valores no âmbito pessoal, social, cultural, psicológico e religioso, para encontrar dentro de si a plenitude, a sua verdade e sua essência. Ao se conectar consigo mesmo, a mulher passa a se valorizar e honrar o dom sagrado de ser mulher, de ser mãe, esposa, avó ou filha. É uma caminhada de autovalorização e de autoconhecimento que toda mulher deveria fazer para conhecer a força feminina que reside dentro de cada uma delas.

OS MÉTODOS DO SAGRADO FEMININO

Existem, nas reuniões de mulheres que evocam o Sagrado Feminino, diversos métodos específicos de ordem mental, espiritual, física e psíquica para que as mulheres consigam despertar de forma verdadeira a sua essência e encontrar a sua sacralidade. É uma busca lenta e longa pela sua feminilidade para alcançar esta consciência. As metas a nível pessoal e corporal são voltadas ao reequilíbrio do ciclo, purificando e reconectando a mulher ao poder intrauterino que só elas possuem, onde reside a a transformação da sua energia vital em poder mental e consciente. O reequilíbrio busca integrar o poder da alma com a consciência exterior. As práticas buscar realinhar, harmonizar e rejuvenescer a nossa saúde física, sexual, emocional e mental através da reconexão com a Terra, com o Cosmos, com outras mulheres e consiga mesma. As metas específicas podem ser listadas da seguinte maneira:

  • A RECONEXÃO DA MULHER À TERRA

    É o conhecimento da sua origem, dos outros planos dimensionais a que ela faz parte para que ela possa ser a sua própria porta voz, que consiga encontrar os seus propósitos, entender a sua relação com a Terra e com os outros seres e se renovar como mulher.

  • HARMONIZAR E ATIVAR A SUA VIBRAÇÃO

    Todo ser humano possui uma vibração própria, mas todos os dias as mulheres vêm a sua vibração sendo apagada e podada, e por isso muitas vezes a ignoram ou mesmo a anulam. A prática ajuda a desbloquear a energia criadora, geradora e ancoradora, abre a consciência da mulher e a reconecta com aquilo que é importante para ela e para sua missão. Expande sua consciência para seus propósitos e missões para inaugurar um ciclo de evolução.

  • INTEGRAR A ‘FEMINILIDADE SAGRADA’

    Por fim, encontrar e reconhecer a porção sagrada que existe dentro de cada uma. Ancorar a sua nova consciência interior e saber utilizá-la para a evolução, para distribuir luz e despertar a luz dentro de cada mulher que possui a sua consciência apagada ou anulada.

Este despertar do Sagrado Feminino tem sido redescoberto e está se multiplicado em trabalhos desenvolvidos por mulheres empenhadas em divulgar essa sabedoria ancestral com outras. Isso é feito através de círculos de mulheres, terapias individuais, retiros e workshops (formações específicas) onde o trabalho das Deusas femininas são despertados dentro da estrutura psíquica de cada mulher, para a maior compreensão da sua alma, do seu corpo e da sua missão. Procure um grupo de estudo do Sagrado Feminino mais próximo de você e desperte o que há de sagrado na sua mulher interior.

WeMystic Brasil

Fonte: We Mystic

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O MEDO GERADO PELAS CRENÇAS LIMITANTES NOS IMPEDE DE CONHECERMOS A VERDADE

No texto Transcendendo as ilusões a seguir o autor fala da prisão em que vivemos nesse plano 3D, das crenças limitantes que nos impedem de crescer, evoluir e transcender para planos mais elevados, onde a liberdade impera e não há dor nem sofrimento. O medo gerado pelas nossas crenças limitantes nos aprisiona e nos impede de dar esse salto quântico. Portanto, convido você a ler o texto completo a seguir sair do mundo de ilusões para o mundo da verdade!

Transcendendo as ilusões

Nós não conhecemos a liberdade, portanto temos medo de deixá-la florescer; os seres humanos vivem nas trevas de uma prisão, e por isso têm medo da luz do sol que brilha fora das muralhas erigidas por suas próprias mentes, as muralhas da crença e do preconceito ‘

Clemice Petter*

Muita coisa tem sido dita e escrita a respeito da verdade. Muitas pessoas pensam que sabem o que significa viver uma vida espiritual, que sabem o modo, as “práticas” exigidas e o caminho para chegar à verdade. Facilmente esquecemos o que os ensinamentos têm assinalado; está nos Upanishades, foi dito por J. Krishnamurti e por H. P. Blavatsky: “Aqueles que dizem que sabem, não sabem.” A suposição de que sabemos pode ser a maior de todas as ilusões. Se considerarmos a história da humanidade, veremos que aqueles que pensavam que sabiam, que tinham certeza e que criaram fórmulas e moldes para a vida, e assim se colocaram na posição de ditar aos outros como viver, foram as pessoas que trouxeram miséria e corrupção.

Nossa estrutura social está construída sobre moldes de respostas prontas aos desafios da vida. Nossos sistemas educativos estão voltados a moldar a mente da criança numa direção preestabelecida. Pensamos que sabemos qual é o modo correto de vida, e assim, ensinamos aos nossos filhos a serem tão infelizes quanto nós. Nós não conhecemos a liberdade, portanto temos medo de deixá-la florescer; os seres humanos vivem nas trevas de uma prisão, e por isso têm medo da luz do sol que brilha fora das muralhas erigidas por suas próprias mentes, as muralhas da crença e do preconceito, as muralhas do “conhecimento”.

Pelo fato de termos sido moldados segundo um determinado padrão, pensamos que seguir um padrão é um modo de vida. Cada um tem sua própria fórmula a respeito do que os outros devem fazer ou ser. Certamente não aplicamos nossas teorias a nós mesmos, em nossa própria vida; mas queremos que os outros as apliquem em suas vidas. Temos certeza do que há de errado no mundo e de que sabemos como pode ser corrigido, mas somos impotentes no nosso próprio lar. Não sabemos como pôr fim às nossas tristezas, às nossas incertezas diárias e aos nossos medos profundos, nem sabemos como responder aos nossos filhos quando nos fazem as perguntas mais simples e mais inocentes. O fato é que não sabemos como nos relacionar, como vivermos juntos em harmonia e cooperação. Divisão e competição têm sido o modo de vida dos seres humanos neste planeta.

Sendo assim, o que realmente sabemos, e não o que pensamos que sabemos? Lemos muitas coisas em livros e ouvimos as conclusões a que as pessoas chegam, e, portanto, pensamos que sabemos. Quanto mais lemos, mais pensamos que sabemos. Quanto mais pensamos que sabemos, menos entendemos. O conhecimento fecha a porta à compreensão; isso é muito fácil de ver, se realmente quisermos olhar. Portanto, o grande inimigo da humanidade no atual estágio de ignorância é o conhecimento. Isso pode soar um tanto contraditório, mas não é, porque ignorante é aquele que não conhece a si próprio. Não importa quantos livros se tenha lido, se esses livros são sagrados ou mundanos, ou quantos títulos antecedem o nome da pessoa – se não tem autoconhecimento, o ser humano é um ignorante. Se a pessoa percebe o que está ocorrendo no mundo, verá que a atual estrutura social é o resultado da ignorância humana.

A ciência avançou tremendamente no último século, mas foi incapaz de resolver os nossos mais básicos problemas; pelo contrário, eles estão aumentando. Vivemos na era da informação – jamais anteriormente na história da humanidade tivemos tanto conhecimento – e, contudo, estamos enfrentando a maior de todas as crises. Sabemos muito, mas entendemos tão pouco… O conhecimento não está ajudando o ser humano a despertar a natureza humana  gentileza, compaixão e responsabilidade que permanece oculta. Para lidar com isso precisamos compreender a nós mesmos. O autoconhecimento é a chave que abre os portais desta prisão autoimposta, é o caminho para a liberdade, e essa liberdade é o libertar-se do “eu” e do “meu”. Sem liberdade, a aquisição incessante de conhecimento leva inevitavelmente à autodestruição, como podemos ver acontecendo bem diante dos nossos olhos: a insana destruição do meio ambiente, a poluição da água e do ar e o envenenamento deliberado do nosso próprio alimento. Estamos destruindo nosso próprio lar e somos incapazes de ver; consequentemente, não conseguimos mudar isso.

                                                                  Espírito cooperativo

Para ir além da ilusão, precisamos primeiramente entender o mundo por ela criado. O mundo no qual vivemos é um mundo que não conhece a compaixão, que está se tornando cada vez mais violento, brutal e competitivo. Existem aqueles que dizem que a competição é o caminho, que precisamos ser competitivos para progredir. Isso mostra apenas o quão pouco entendemos. Precisamos questionar o que chamamos de progresso e civilização. Ensinar às crianças nas escolas a serem competitivas é um crime contra a humanidade, pois a competição mata o espírito cooperativo; ensinar às crianças uma fórmula para a vida, dizendo-lhes o que devem sentir, como devem amar, é ainda pior. Dizer-lhes o que é o amor é matar a inocência e estupidificar a mente. A verdadeira educação é permitir à criança pensar por si mesma, e não lhe ensinar o que pensar. Até aqui não entendemos ainda este fato simples e óbvio.

Blavatsky nos advertiu a respeito da necessidade de se entender os modos e meios da mente, para não sermos escravos dela. Na primeira página de A Voz do Silêncio, ela escreveu: “A mente é a grande assassina do real. Que o discípulo mate o assassino.” Ela disse que devemos “buscar o rajá [rei] dos sentidos, o produtor de pensamento, aquele que desperta a ilusão.” Blavatsky escreveu isso há mais de cem anos; quantos realmente deram atenção a este ensinamento básico? Muito poucos, parece.

Krishnamurti viajou pelo mundo por mais de sessenta anos explicando, em centenas de locais diferentes, essas afirmações curtas e profundas feitas por Blavatsky. Quantos de nós somos capazes de lhe dar ouvidos? Nenhum instrutor antes de Krishnamurti foi tão profundo e explicou de modo tão detalhado o despertar das ilusões e os meios e modos da mente – a grande assassina do real. Mas, pelo fato de sua linguagem ser simples, de ele não se apresentar
como autoridade e nada prometer, poucos querem ouvi-lo.

Krishnamurti não alega que sabe, ele convida a viajar com ele, a descobrir por si próprio, caminhar juntos como amigos; e caminhar juntos é muito difícil para nós, porque estamos acostumados à autoridade. Nós adoramos autoridade estabelecida pela mente; somos incapazes de ver a natureza destrutiva da autoridade no reino psicológico.

Para ir além da ilusão precisamos sentir o impulso, sermos sérios e capazes de permanecer sós. Assim, a primeira coisa a compreender é a nossa própria ignorância; mais uma vez Blavatsky advertiu sobre isso. Gostamos de pensar que somos grandes e que sabemos. É a vaidade que nos cega; em vez de começar com o primeiro passo pensamos que podemos saltar até o último; em vez de começar a caminhar, pensamos que podemos começar com a chegada. Mas não existem atalhos ou milagres que possam nos fazer entender o mecanismo do nosso criador de ilusões, dessa máquina de pensar chamada mente. Isso pode parecer possível – afinal, a mente é perita em enganar.

      A chave da prisão

Não existe saída desta prisão autoimposta na qual os seres humanos vivem. O autoconhecimento é a chave, e isso foi esclarecido por Blavatsky mo prefácio de A Voz do Silêncio: “O Livro dos Preceitos Áureos – alguns dos quais são pré budistas, ao passo que outros pertencem a uma época posterior – contém uns noventa pequenos tratados distintos. Destes aprendi de cor, há muitos anos, trinta e nove. Para traduzir os outros, teria que recorrer a apontamentos
dispersos entre um número de papéis e notas, acumulados em vinte anos e nunca postos em ordem, demasiado grande para que a tarefa fosse fácil. Nem poderiam eles ser, todos, traduzidos e dados a um mundo demasia- do egoísta e aprisionado aos objeto dos sentidos, para que pudesse estar preparado a receber, com a devida atitude do espírito, uma moral tão elevada. Porque, a não ser que um homem se entregue perseverante ao cultivo do autoconhecimento, ele jamais dará, de bom grado, ouvidos a conselhos de tal natureza.” [itálico acrescentado]

Aqueles que estão estudando A Voz do Silêncio entendem que o autoconhecimento é o início, é o primeiro passo. Sem ele a pessoa é cega e surda em questões espirituais. Portanto, é totalmente inútil continuar lendo livros se não queremos assumir uma jornada interior que revelará as ilusões projetadas pela mente.

Muitos dizem que ir além da ilusão é apenas para poucos, que não é para todos; seria melhor dizer que é para aqueles que são sérios, para aqueles interessados na verdade, não importa o que aconteça. É para aqueles que não mais estão encantados com a doce canção das ilusões despertadas pelo desejo de conforto, seja físico ou psicológico. Assim, a
verdadeira dificuldade nesta questão é de quanto a pessoa está disposta a abrir mão, o quanto está disposta a considerar, a penetrar dentro de si mesma. Os Instrutores disseram que o “eu” é a ilusão primária. Intelectualmente sabemos disso, mas não conseguimos entender ou ver. Não conseguimos entender que esse “eu” seja criação da mente, e, enquanto não entendermos os modos e meios da mente, não conseguiremos ver as ilusões que são os seus subprodutos.

A mente é uma ferramenta cega destinada a ser usada pela inteligência. O problema é que os seres humanos transformaram uma ferramenta cega no rei supremo – um rei cego, adorado por ignorância. A ilusão de que existe inteligência na mente é criada pela falsa impressão de que, pelo fato de termos desenvolvido muita tecnologia, somos inteligentes. Mas tecnologia é basicamente o conhecimento do processo mecânico das coisas, enquanto a inteligência está muito além do mecânico.

Para a inteligência se concretizar é preciso desenvolver a mente e o coração; inteligência significa amor, compaixão e responsabilidade. Responsabilidade no sentido de poder responder – e para isso precisamos primeiramente ser capazes de ouvir. Para ouvir precisamos ser sensíveis; portanto, para a inteligência se concretizar, precisamos trabalhar muito. Não é uma tarefa fácil para uma mente preguiçosa, uma mente que foi colocada para dormir pelas crenças. A mente mecânica, sem a luz da inteligência, está propensa a criar cada vez mais miséria, como atualmente está acontecendo no mundo. nos dividiu em eu e você, meu país e seu país, é o que está destruindo a ca-
sa em que vivemos – a Terra. O poder dessa ilusão é tal que nos torna incapazes de ver que estamos destruindo o próprio ambiente no qual estamos nos desenvolvendo. Nos últimos cinquenta anos, em nome do que orgu-
lhosamente chamamos de progresso, destruímos o meio ambiente com uma velocidade inacreditável. Pensamos que somos inteligentes e civilizados, mas a realidade mostra o contrário; somos bárbaros, como éramos há dois mil anos ou mais. Temos que mudar agora, não no futuro, porque o comportamento humano tornou-se uma ameaça à vida no planeta.

Para transformar a sociedade, precisamos transformar a nós mesmos; isso é muito óbvio. Não podemos ter uma sociedade diferente com o mesmo tipo de mentalidade que criou essa desordem. Para trazer ordem ao mundo precisamos trazê-la a nós mesmos. Pensar que podemos ajudar a humanidade a se livrar dos pensa-
mentos, sentimentos e comportamentos desordenados e conflitantes é a mesma coisa que pensar que podemos limpar uma casa com um pano sujo e uma água suja.

Ir além da ilusão é pôr fim ao “eu”, o local de origem de toda a miséria e degeneração humana.

Fonte: SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A FILOSOFIA INDIANA É UM DOS GRANDES LEGADOS QUE RECEBEMOS DO ORIENTE

                 A FILOSOFIA DO YOGA

“A Filosofia indiana  é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares.”

Cleber Pacheco*

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A Filosofia indiana é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares, e engloba psicologia, ciência e religiosidade  ,em busca da integração interna e da união com o divino.

Os Yoga-Sutras de Patañjali (A Ciência do Yoga, Ed. Teosófica) estabeleceram um sistema, um guia completo que nos auxilia em nossa jornada de autoconhecimento. É como se ele tivesse traçado um mapa muito bem detalhado das diversas etapas do nosso desenvolvimento espiritual, a fim de nos libertarmos da ilusão, de superarmos o irreal para, enfim, atingirmos o real. E isso foi feito de um modo muito mais profundo do que qualquer método da psicologia ocidental. Esta, inicialmente, buscou estudar os aspectos patológicos do ser humano, dando ênfase às doenças psíquicas. Freu visava à cura, mas rejeitava o lado místico e espiritual, pois ele almejava legitimar os seus ensinamentos como estritamente científicos, rejeitando assim o aspecto mais sutil de nossas experiências. Esta é a chamada Primeira Psicologia, limitada ao estudo do inconsciente pessoal.

Foi Jung que ampliou as pesquisas, buscando englobar a memória ancestral da humanidade, chamando-a de inconsciente coletivo e estudando as manifestações artísticas e religiosas, incluindo até mesmo a alquimia em suas pesquisas. A sua além do nível pessoal, alcançando o arquetípico. Mas, a rigor, a Segunda Psicologia ocorreu por meio de Abraham Maslow, Eric Fromm e outros, concentrando-se não apenas no aspecto doentio, mas dando enfoque ao ser humano saudável, dito “normal”, em busca de sua essência.  contribuição  foi levar a psicologia

A Terceira Psicologia volta-se para a Supraconsciência, ou seja, é a psicologia dos seres autorrealizados,  aqueles que já desenvolveram todas as suas possibilidades de crescimento.

Os Yoga-Sutras sistematizara tudo isso muito antes da psicologia ocidental, de modo científico e integrado com a filosofia, sendo, portanto, um caminho completo, que abarca toda a experiência humana na Terra– cuja tarefa é conhecer o mundo manifesto para alcançar o imanifesto, o puro ser, e unir-se a ele por inteiro. Assim, uma vez autorrealizado, o ser humano se torna divino, e, em unidade e totalidade, contribui para auxiliar a todos aqueles que trilham o caminho espiritual.

Trabalhar o ser humano de modo integral é a tarefa proposta pelos Sutras. Cuidar do corpo, lidar corretamente com o prana, a energia vital, trabalhar a mente e libertá-la de to-

dos os seus condicionamentos, a fim de que ela se torne um instrumento adequado para a manifestação de Atma, o nosso eu verdadeiro. O trabalho mais intenso e profundo a ser feito dá-se em nível mental, pois é este o local onde a união proposta pelo yoga deve ocorrer. É a mente que divide; nela reside a dualidade, a ilusão da separatividade, de solidão, gerando desordem.

O conflito só existe na dualidade, onde os opostos lutam entre si, um do yoga A sabedoria Cleber Pacheco* A Filosofia indiana é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares, e engloba psicologia, ciência e religiosidade, em busca da integração interna e da

união com o divino. Os Yoga-Sutras de Patañjali (A Ciência do Yoga, Ed. Teosófica) estabeleceram um sistema, um guia completo que nos auxilia em nossa jornada de autoconhecimento. É como se ele tivesse traçado um mapa muito bem detalhado das diversas etapas do nosso desenvolvimento espiritual, a fim de nos libertarmos da ilusão, de superarmos o irreal para, enfim, atingirmos o real. E isso foi feito de um modo muito maisprofundo do que qualquer método da psicologia ocidental. Esta, inicialmente, buscou estudar os aspectos patológicos do ser humano, dando ênfase às doenças psíquicas. Freudvisava à cura, mas rejeitava o lado místico e espiritual, pois ele almejava legitimar os seus ensinamentos como estritamente científicos, rejeitando assim o aspecto mais sutil de nossas experiências. Esta é a chamada Primeira Psicologia, limitada ao estudo do inconsciente pessoal. Foi Jung que ampliou as pesquisas, buscando englobar a memória ancestral da humanidade, chamando-a de inconsciente coletivo e estudando as manifestações artísticas e religiosas, incluindo até mesmo a alquimia em suas pesquisas. A sua contribuição foi levar a psicologia “A Filosofia indiana  é um dos grandes legados que recebemos do Oriente. É um manancial de ensinamentos essenciais para compreendermos a nós mesmos, e possui uma riqueza espiritual sem precedentes. A prática do yoga é um dos seus pilares.”tentando conquistar e possuir o outro, podendo fazer uso da força, e até mesmo da violência, se achar necessário. A dualidade gera medo. Por sua vez, este produz insegurança e a sensação da necessidade de luta, de fugir da dor para obter o prazer. Uma vez alcançada a unidade, o medo desaparece, assim como a necessita de lutar ou de fugir. Não há mais oscilação de um extremo para outro. O yoga nos ensina que é possível ir ainda além da reconciliação dos opostos. Ele nos possibilita uma integração total. Os obstáculos mentais são removidos e a iluminação enfim ocorre.

Afirma um dos Sutras: “Falta de percebimento da realidade, o senso de egoísmo, atrações erepulsões  emrelação a objetos e o forte desejo de viver são as grandes aflições ou causas de todas as misérias da vida.” A capacidade de dizer muito com um mínimo de palavras é característica dos Sutras, que exigem um estudo sério por parte dos aspirantes e, com isso, levam cada um a vencer suas próprias limitações a fim de alcançar a compreensão da riqueza de significados neles existentes.

Explicar e analisar detalhadamente todas as etapas necessárias para chegar à autorrealização é tarefa mais importante e prodigiosa que o sistema do yoga nos traz. É um verdadeiro tesouro legado a todos, indicando, com grande sabedoria, como podemos cumprir o autêntico objetivo de nossas vidas.

Fonte: SOPHIA • NOV/DEZ 2020

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: ENTENDER O CONTEXTO QUE O CARNAVAL ESTÁ INSERIDO E TER A VISÃO ENERGÉTICA DA FESTA

Uma visão geral sobre o carnaval, sua origem, significado e o contexto sob o qual essa grande festa profana está inserida é o destaque deste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL. A energia do carnaval e dos atos cometidos, leva em torno de seis meses para serem limpos da atmosfera espiritual. Por isso, precisamos ter consciência do que realmente acontece quando estamos no meio de tudo isso, pois não estamos sozinhos, nem fisicamente, nem espiritualmente. Se entregar a isso sem a consciência, é sem dúvida absorver para o seu campo energético todas essas vibrações densas, que depois irão lhe custar caro. Sendo assim lhe convido a ler o conteúdo completo do texto a seguir para entender as energias que estão envolvidas nessa festa e saber se defender  da parte negativa associada a ela.

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* CARNAVAL – O QUE OS OLHOS FÍSICOS NÃO PODEM VER! *

A visão energética da festa.

Carnaval: A festa que antecede a quaresma.
É importante entendermos o contexto que o carnaval está inserido e a origem obscura dessa festa.
A origem ainda é bastante discutida pelos historiadores, mas o Carnaval é uma festa pagã que teve início na Grécia por volta de 600 à 400 anos antes de Cristo, através da qual os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.
É uma festa marcada pelo “adeus a carne” que a partir dela se fazia um grande período de abstinência e jejum, em latim “carnis levale”, significado  “retirar a carne”.
A palavra “Carnaval” está relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne.
Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-Feira de Cinzas.
Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados “gordos”, em especial a terça-feira (Terça-Feira Gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras). O termo mardi gras é sinônimo de Carnaval.”
Para a preparação do Carnaval, havia uma grande concentração de festejos populares.
Cada lugar e região brincava a seu modo, geralmente de uma forma propositadamente extravagante, de acordo com seus costumes.
Era uma festa marcada pelo impulso sexual desenfreado (bacanal), reverenciando ao Deus Baco.
Tinha também sacrifícios de seres humanos para agradar aos Deuses pagãos.
Além do uso indiscriminado de álcool e drogas de todos os tipos.
As pessoas comiam carne até vomitar e bebiam até cair, se entregavam à liberação geral dos costumes, cometendo todo tipo de atos, principalmente sexuais.
Conforme a igreja cristã foi ganhando força por volta de 590 depois de cristo, o Papa Gregório incorporou o Carnaval e essa festividade passou a fazer parte do calendário cristão, que era sempre comemorada no período que antecede a quaresma.
A quaresma é o período de 40 dias que Jesus ficou no deserto, e que a igreja determinou ser um período de recolhimento, (recomposição energética). É um período em que não se come carne, e evita-se os excessos de toda natureza.
Então a quaresma é um período de 40 dias de jejum e santificação entre a quarta-feira de cinzas e a páscoa, o Carnaval foi oficializado como uma festa que se realiza antes da Quaresma.
Devido ao fato de que, no período seguinte, eles não poderiam comer carne, tudo seria consumido nos dias antecedentes, era uma espécie de “despedida da carne”, em latim “carnis levale”, significado  “retirar a carne”.
Então, o carnaval era uma forma de liberar todo o impulso reprimido, e abusar da liberdade.
É a festa em que tudo é permitido, para extravasar, e depois enfrentar o período de quaresma.
Carnaval é, de fato, uma festa espiritual. Uma época de uma energia muito densa, onde várias religiões e estudiosos dizem que são abertos muitos portais, e espíritos de todos os tipos vem para a Terra.
Alguns para auxiliar as pessoas e outros para aproveitarem os exageros e extravasar seus desejos carnais, que não morrem com o corpo e “reviverem” as experiências terrenas.
Tudo que existe tem um campo de energia. Este campo de energia, nos estudos é conhecido como aura, é o que os gregos chamam de “psicossoma” e na Bíblia é citado como “campo de luz ou corpo de luz” ou ainda “corpo espiritual”, segundo Paulo de Tarso.
Cada um dos seus pensamentos e sentimentos qualificam o seu campo de energia lhe protegendo das invasões energéticas.
Este campo de luz não pode ser visto a olho nu, mas é uma energia extrafísica, ou seja, ela extrapola o limite físico do seu corpo e se mantém como um invólucro ao seu redor.
Existem vários portais energéticos, e cada portal é aberto através de uma vibração, uma frequência.
Quando existe um conglomerado de energias vibrando na mesma frequência, forma-se uma egrégora, e esse portal é aberto, sintonizando com o que se pensa, o que se fala e o que se sente, nesse inconsciente coletivo.
Quando falamos sobre o carnaval, precisamos observar a energia que esse nome carrega.
O que as pessoas sentem, pensam e falam no período que antecede essa data.
Isso pode nos afetar e seres de baixa vibração podem chegar até nós, através das nossas vibrações.
Se estamos em paz, bem e alegres, esses espíritos não nos afetam.
Mas se estamos com a vibração mais baixa, eles vão se aproximar e vão nos influenciar.
Não há mal algum em se divertir, celebrar, comemorar, sorrir, cantar, dançar, tudo isso pode elevar seu espírito. O cuidado que se deve ter sobre o carnaval, é aquele momento que você deixa de estar no controle.
É muito sutil, difícil de perceber.
Mas o poder de atuação, a capacidade de influenciar você é enorme.
As EGRÉGORAS, o PSIQUISMO são entidades vivas, formada pelos pensamentos e sentimentos do coletivo. Nós criamos uma atmosfera astral com a mesma frequência, e se você estiver participando, com certeza irá receber a influência dessa energia poderosa, que pode ser positiva ou negativa.
O período do Carnaval brasileiro pode ser considerado sombrio, já que alimenta o psiquismo da promiscuidade, da hiper sexualidade,  de muita bebedeira, muitas drogas de todo tipo para alimentar qualquer vício, muita violência, muitos acidentes, muitos crimes, etc…
Estimula a profanação, gerando grandes ondas de alienação, futilidade, que abastecem a atmosfera extra-física da terra de um padrão que muitas vezes demora seis meses para ser transmutado.
Esse psiquismo promove um rebaixamento no padrão moral e espiritual do país, afetando todo o planeta.
No plano espiritual, as zonas umbralinas são abastecidas com fluidos perniciosos, que dão vida à maldade e tornam os homens indefesos contra os ataques obsessivos de ordem espiritual.
Em resumo, a energia do Carnaval alimenta o umbral, assim como nossos resíduos domésticos alimentam os esgotos e aterros sanitários.
Assim como nossas orações purificam os ambientes, os fluidos densos do carnaval escurecem a aura do nosso país.
As festas em geral são regadas a muita bebida, drogas e promiscuidade, que contribuem para a formação de um ambiente desregrado espiritualmente, onde os fluidos mais sutis são densificados.
A energia do carnaval e dos atos cometidos, leva em torno de seis meses para serem limpos da atmosfera espiritual. Imagine o quanto compactuamos para que isso piore a cada ano, quando participamos e usufruímos de tudo que é disponível em termos de inferioridades.
Nós escolhemos entre o bem ou o mal, entre a luz e a escuridão.
Podemos até pensar que uma festinha não fará nada conosco e que podemos nos proteger, mas precisamos ter consciência do que realmente acontece quando estamos no meio de tudo isso, pois não estamos sozinhos, nem fisicamente, nem espiritualmente.
Se entregar a isso sem a consciência, é sem dúvida absorver para o seu campo energético todas essas vibrações densas, que depois irão lhe custar caro.
Precisamos Orar e Vigiar, mas nesse período precisamos aumentar nossa proteção energética, existem variadas formas: Reiki, oração, visualização e criação etérica de campos de proteção, como a pirâmide ou o ovo dourado que ensino nos cursos de reiki, meditação, yoga, etc…
Use qualquer ritual que você conheça e acredite e estará protegido.
Cuide-se 😉
Namastê
Gratidão
Ana Tom
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O SEGREDO DOS CRISTAIS

O Segredo dos CRISTAIS é o destaque desta edição da nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL com o Professor Laércio Fonseca. Ele fala sobre a importância e a influência desses minerais na vida humana e ensina como podemos tirar proveito de suas propriedades, energia e dessa relação. Portanto, assista ao vídeo completo a seguir e descubra o poder da energia dos cristais!

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SAIBA O QUE É DUPLO ETÉRICO, QUAL A SUA FUNÇÃO E IMPORTÂNCIA NO FENÔMENO DA PROJEÇÃO

O texto deste domingo, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL trata de projeção da consciência e nos esclarece um pouco mais sobre o duplo etérico. Ao ler esse texto você vai saber quase tudo sobre esse filtro das energias que chegam e saem do físico, protegendo o ser de cargas negativas, fazendo a ligação entre o perispírito e o corpo carnal. Então, se você tem curiosidade em se aprofundar nessa ciência leia o texto completo a seguir.

Duplo Etérico: Conceito Espírita ou Não? - Associação Espírita Allan Kardec

O DUPLO ETÉRICO

Sua função primordial é servir de ligação entre o perispírito e o corpo carnal, funcionando como um filtro das energias que chegam e saem do físico, protegendo o ser de cargas negativas.

– Por Edvaldo Kulcheski –

 

Quando os elementos espiritual, perispiritual e físico se contactaram, observou-se a necessidade de haver um filtro que absorvesse e reciclasse as energias vitalizadoras que passariam a percorrer essas três entidades. Assim, criou-se o filtro conhecido como “duplo etérico”, que é a sede dos centros de captação de energia, o elo mais tênue, que liga o corpo ao seu perispírito, ou o mais denso, que une o perispírito e o espírito ao seu corpo físico momentâneo.

O duplo etérico, composto por energias bastante densas, quase materiais, mas ainda ocultas da visão humana, é o responsável pela repercussão vibratória direta do perispírito sobre o corpo carnal. Sua atividade principal é filtrar, captar e, por isso mesmo, canalizar para o corpo físico todas as energias que deverão alimentá-lo. Esta comunicação é realizada por meio dos chacras, que captam as vibrações do espírito e as transferem para as regiões correspondentes na matéria física.

As obras complementares, sobretudo as de autoria de André Luiz, trouxeram mais dados sobre a especificação dos invólucros dos espíritos. Ele afirma que o corpo mental é o envoltório sutil da mente e que o corpo vital ou duplo etérico é a duplicata energética que reveste o corpo físico do homem. Diz ainda que o corpo mental preside a formação do corpo espiritual, que, por sua vez, comanda a formação do corpo físico juntamente com o corpo vital.

Natureza e Características

O duplo etérico é permanentemente acoplado ao corpo físico, sendo responsável por sua vitalização. Portanto, morrendo o corpo físico, imediatamente morrerá o correspondente corpo etérico. É constituído por éter físico emanado do próprio planeta Terra e funciona com êxito tanto no limiar do plano espiritual como do plano físico. Sua textura varia conforme o tipo biológico humano, ou seja, será mais sutil e delicado nos seres superiores e mais denso nas criaturas primitivas.

Ele funciona como um mediador na ligação entre o corpo físico e o perispírito, não sendo, portanto, um veículo separado da consciência. É um campo mais denso que o perispiritual, condensando as energias espirituais que seguem para o físico, mas, ao mesmo tempo, recebe os impulsos físicos, converte-os e direciona-os aos arquivos perispiríticos, mentais, inconscientes e espirituais. Atua como uma proteção natural contra intensas investidas de habitantes menos esclarecidos do plano espiritual, defendendo-o também do ataque de bactérias e larvas que podem invadir não só a organização física na encarnação, mas a própria constituição perispiritual.

No entanto, o duplo etérico é a reprodução exata do corpo físico do homem e se distancia ligeiramente da epiderme, formando uma cópia vital e de idênticos contornos. Apesar dele ser um corpo invisível aos olhos carnais, apresenta-se aos videntes e aos desencarnados como uma capa densa e algo física. De aparência violeta-pálida ou cinza-azulada, o duplo etérico, em condições normais, estende-se cerca de 6mm além da superfície do corpo denso correspondente.

As energias que entram no organismo físico, como o fluido vital, passam pelas regiões do duplo etérico responsáveis pela absorção e circulação destas: os centros de força conhecidos como chacras. Os chacras do duplo etérico são temporários, durando o tempo que este existir, ao contrário dos chacras perispirituais, que são permanentes. Cada chacra conta com uma localização e função principal, correspondente a uma região de plexos nervosos do corpo físico. São sete os principais chacras, ligados entre si por condutos conhecidos como meridianos, por onde flui a energia vital modificada pelo duplo etérico.

Sensibilidade do Duplo Etérico

O duplo etérico acusa de imediato qualquer tipo de hostilidade ao corpo físico e ao perispírito, através dos centros sensoriais correspondentes na consciência perispiritual e física. Por sua vez, o perispírito, como um equipamento de atuação nos planos sutilíssimos do espírito imortal, ao manifestar seu pensamento, seus desejos ou sentimentos em direção à consciência física, também obriga o duplo etérico a sofrer os impulsos bons e maus, tal qual os espíritos desencarnados quando atuam no mundo oculto, inclusive acusando aos sentidos físicos os ataques dos espíritos malfeitores.

Algumas criaturas que sofreram mutilação de um ou mais membros de seu corpo se queixam de dores nesses órgãos físicos amputados. Essa sensibilidade ocorre porque a operação cirúrgica não foi exercida sobre o duplo etérico, que é inacessível às ferramentas do mundo material. Assim, é comum as pessoas sem pernas ou braços ainda conservarem uma certa sensibilidade reflexa por algum tempo, transmitida para sua consciência através de seus correspondentes membros etéricos.

Apesar do duplo etérico ser desprovido de inteligência e não apresentar sensibilidade consciente, ele não é apenas um intermediário passivo entre o perispírito e o organismo carnal, reagindo de forma instintiva às emoções e aos pensamentos daninhos que perturbam o perispírito e, depois, causam efeitos enfermiços no corpo carnal. Este automatismo instintivo lhe possibilita deter a carga deletéria dos aturdimentos mentais que baixam do perispírito para o corpo físico, pois, do contrário, bastaria o primeiro impacto de cólera para desintegrar o organismo carnal e romper sua ligação com o perispírito, resultando no desencarne do ser.

Deve-se considerar que os pensamentos desatinados provocam emoções indisciplinadas, gerando ondas, raios ou dardos violentos que se lançam da mente incontrolada para o cérebro físico por meio do duplo etérico, destrambelhando o sistema nervoso do homem nesse mar revolto de vibrações antagônicas. Em seguida, perturba-se a função delicada dos sistemas endócrino, linfático e sanguíneo, podendo gerar consequências físicas na forma de patologias, como apoplexia, decorrente do derrame de sangue vertido em excesso pela cólera, síncope cardíaca, em virtude da contenção súbita da corrente sanguínea alterada pelos impactos do ódio, ou a repressão violenta da vesícula, devido a uma explosão de ciúme.

Algumas emoções afetam o duplo etérico em sua tarefa de mediador entre o perispírito e o corpo físico. No entanto, quando ele é submetido a impactos agressivos do perispírito perturbado, baixa seu tom vibratório, impedindo que os raios emocionais que partem da consciência perispiritual afetem o corpo carnal, promovendo uma espécie de barreira vibratória. Assim, o duplo etérico faz com que haja uma imunização contra a frequência vibratória violenta do perispírito, contraindo sua densidade no sentido de evitar o fluxo dessas toxinas mortíferas, deixando o impacto psíquico de ódio, cólera ou ciúme impossibilitado de fluir livremente e atingir o sistema fisiológico do corpo físico.

Alastramento Compulsório

Entretanto, quando o duplo etérico não consegue reagir com seus recursos instintivos de modo a proteger o corpo físico contra uma explosão emocional do perispírito, ele recebe um impulso de afastamento compulsório. Neste caso, a vitalidade orgânica do homem cai instantaneamente, fazendo com que desmaie ou tenha o que chamamos de “ataques”.

Diante dos impactos súbitos e violentos do perispírito, o chacra cardíaco é o centro de forças etéricas que mais sofre os efeitos dessa descarga, por ser responsável pelo equilíbrio vital e fisiológico do coração. É por isso que, nestes casos, há o risco de enfartes cardíacos de consequências fatais. No entanto, o duplo etérico, com seu instinto de defesa, mobiliza todos os recursos no sentido de evitar que os centros de força etérica se desintegrem por completo.

Agora, caso a descarga violenta do perispírito não consiga atingir o corpo físico devido à reação defensiva do duplo etérico, as toxinas emocionais sofrem um choque de retorno e voltam a se fixar no perispírito, ficando nele instaladas até que sejam expurgadas na atual ou em uma futura encarnação. Isto porque a única válvula de escape para esses venenos psíquicos é o corpo físico, que, para propiciar essa “limpeza”, sofre o traumatismo das moléstias específicas inerentes às causas que lhes dão origem.

Aliás, os desajustes morais são uma fonte crescente de distúrbios psíquicos, gerando um número cada vez maior de pessoas neuróticas, esquizofrênicas e desesperadas, tudo isso como consequência da intensa explosão de emoções alucinantes que destrambelham o sistema nervoso. Isto resulta em um aumento cotidiano do índice de vítimas, uma vez que o duplo etérico se torna impotente para resistir ao bombardeio incessante das emoções tóxicas e agudas vertidas pela alma e alojadas no perispírito até que sejam transferidas ao corpo físico. Se a carga deletéria acumulada em vidas anteriores for aumentada com desatinos da existência atual, essa saturação pode gerar afecções mórbidas mais rudes e cruciantes, como o câncer e outras enfermidades.

O transe mediúnico, a anestesia total, os passes, os ataques epilépticos, a hipnose, a catalepsia e os
acidentes bruscos são fatores que afastam o perispírito do duplo etérico. Quando este se separa do corpo carnal, provoca uma redução de vitalidade física e queda de temperatura no homem, pois o corpo físico se mantém com uma reduzida cota de fluido vital para se nutrir, esteja adormecido ou em transe.

Epilepsia e Hipnose

O epiléptico é uma pessoa cujo duplo etérico se afasta com frequência de seu corpo físico. O ataque epiléptico e o transe mediúnico do médium de fenômenos físicos apresentam certa semelhança entre si, com a diferença de que o médium ingressa no transe de forma espontânea, enquanto o epiléptico é atirado ao solo assim que seu duplo etérico fica saturado dos venenos expurgados pelo perispírito e se afasta violentamente, a fim de escoá-los no meio ambiente sob absoluta imprevisão de seu portador. Em certos casos, verifica-se que o epiléptico também é um médium de fenômenos físicos em potencial, já que a incessante saída de seu duplo etérico pode lhe abrir uma brecha pela qual fica sensibilizado para a fenomenologia mediúnica.

Todo ataque epiléptico é um estado de defesa do corpo físico, que expulsa o duplo etérico e o perispírito para que estes se recomponham energeticamente, trocando energias negativas por positivas. Os epilépticos são pessoas que tiveram ação com energias muito densas em encarnações passadas. Assim, os psicotrópicos utilizados pelos médicos dificultam o desprendimento do duplo etérico, evitando os ataques.

Já o hipnotizador atua pela sugestão na mente do hipnotizado, induzindo-o ao estado de transe hipnótico. Resulta daí o afastamento parcial do duplo etérico, que fica à deriva, permitindo a imersão no subconsciente. Com isso, o hipnotizado abre uma fresta no plano espiritual que lhe permite até mesmo manifestar e dar vivência aos estágios de sua infância e juventude ou mesmo de alguns acontecimentos e fatos de suas vidas pretéritas.

Quando o duplo etérico se afasta por alguns centímetros do corpo físico, a ação física diminui e se amplia a abertura para a atuação do perispírito, tornando-se um catalizador de energias espirituais. Por isso, favorece o despertar de seu subconsciente e a imersão ou exteriorização dos acontecimentos arquivados nas camadas mais profundas do ser.

As anestesias operatórias, os anti-espasmódicos, os gases voláteis, as drogas e sedativos hipnóticos, o óxido de carbono, o fumo, os barbitúricos, os entorpecentes, o ácido lisérgico e certos alcaloides como a mescalina são substâncias que operam violentamente nos interstícios do duplo etérico. Embora a necessidade obrigue o médium a se utilizar, por vezes, de algumas destas substâncias em momentos imprescindíveis, é sempre imprudente exagerar sob qualquer pretexto ou motivo. O médium que abusa de entorpecentes que atuam com demasiada frequência em seu duplo etérico se transforma em um alvo muito mais acessível ao assédio do mundo inferior.

Rompimentos do Duplo Etérico

A estrutura íntima do duplo etérico fica seriamente afetada quando, por meio de desregramentos e vícios, a pessoa utiliza substâncias corrosivas como álcool, fumo, drogas em geral e medicamentos cujos componentes químicos sejam inegavelmente tóxicos. Neste caso, ocorre um bombardeio à constituição do duplo etérico, que queima e envenena as células etéricas e forma buracos semelhantes às bordas queimadas de um papel, criando brechas por onde penetram as várias comunidades de larvas e vírus do subplano espiritual, normalmente utilizados por inteligências sombrias como uma maneira de facilitar seu domínio sobre o homem.

Acontece que, sem a proteção dessa tela, que os mantém naturalmente afastados dos habitantes dos subplanos espirituais, os médiuns começam a perceber formas horripilantes, criadas e mantidas pelos seres infelizes que estagiam nas regiões mais densas do plano umbralino, ocorrendo os mais diversos distúrbios que comprometem o equilíbrio físico-psíquico do ser humano. Falta aos médiuns a proteção etérica que violentaram pelo uso de substâncias químicas tóxicas, as quais lhes destruíram parte do escudo que a natureza os dotou para sua segurança, a fim de impedir a abertura prematura da comunicação entre o plano espiritual e o físico. Embora a destruição não seja completa, criando apenas rasgos ou brechas, sua falta é verdadeiramente nociva, já que o duplo etérico é de suma importância para o equilíbrio do ser humano.

As lesões do duplo etérico são difíceis de se recompor. Para restabelecer seu equilíbrio em tais situações, deve-se lançar mão, além dos recursos terapêuticos utilizados com frequência nos centros espíritas, da doação e da transfusão de fluido vital citoplasmático, suprindo a falta ou revitalizando as partes afetadas do duplo etérico.

O QUE DIZ O LIVRO NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE

Cap. 11 – Desdobramento em serviço

(…) Era, agora, bem ele mesmo, sem qualquer deformidade, leve e ágil, embora prosseguisse encadeado ao envoltório físico através do laço aeriforme, que parecia mais adelgaçado e mais luminoso à medida que Castro-espírito se movimentava em nosso meio.

Enquanto Clementino o encorajava com palavras amigas, nosso orientador, certamente assinalando-nos a curiosidade, teve pressa em esclarecer:

– Com o auxílio do supervisor, o médium foi convenientemente exteriorizado. A princípio, seu perispírito ou “corpo astral” estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos em seu conjunto como sendo o “duplo etérico”, formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração tanto quanto ocorre ao instrumento carnal por ocasião da morte renovadora. Para se ajustar melhor ao nosso ambiente, Castro devolveu essas energias ao corpo inerme, garantindo o calor indispensável à colmeia celular. (…)

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: A IMPORTÂNCIA DO KUNG-FU E TAI-CHI CHUAN

Nesta quinta-feira, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL trago um PODCAST do professor Laércio sobre a importância das artes marciais do Kung-fu e do Tai-Chi Chuan para o nosso crescimento evolutivo espiritual. Ao praticar essas artes ou, pelo menos, uma delas, você vai começar a despertar o espírito do guerreiro da luz e encontrar as suas respostas e compreender o significado da sua existência. É um facilitador para se alcançar a sua melhor versão. Então, não perca essa oportunidade!

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: CONHEÇA O JAPAMALA E O SIGNIFICADO DO NÚMERO 108

Quando comecei a falar sobre exercícios de mentalização e meditação para a minha audiência sugeri que cada frase ou mantra fosse repetida, pelo menos 30 vezes, duas vezes ao dia. Ao despertar pela manhã e a noite, antes de dormir. Algumas pessoas questionaram como eu havia chegado a esse número de repetições. Na ocasião eu justifiquei, afirmando que, na verdade não existe um número de repetições definida. Pessoalmente, repito muitas vezes mais, pois é uma forma de o nosso subconsciente gravar mais rápido aquele mantra como uma verdade e materializar aquele desejo. Eu sugeri um mínimo de 30 vezes para que as pessoas não tivessem preguiça de começar a fazer ou desistissem, até mesmo antes de começar se a quantidade de repetições fosse muito alta. O ser humano é naturalmente muito preguiçoso devido a força do seu ego. Como eu sempre repeti inúmeras vezes, independentemente de haver um número mágico, sempre obtive bons resultados nos meus exercícios de mentalização e obtive muitas curas. Mas, na verdade, existe um número mágico sim, através do qual se consegue uma mudança de padrão mental. É o número 108. Por isso selecionei o artigo a seguir que fala tudo sobre esse número e também sobre o JAPAMALA, uma espécie de colar de contas semelhante ao terço da igreja católica que possui 108 contas. Então, convido você a ler o texto completo a seguir, que está repleto de conhecimento e sabedoria!

SAIBA O QUE É JAPAMALA, SEU SIGNIFICADO E SUAS FUNÇÕES

6 minutos para ler

Um japamala é uma guirlanda espiritual usado em práticas meditativas para contar mantras, orações ou intenções da pessoa. O artefato tem uma simbologia importante para os indianos, que o enxergam como um objeto sagrado.

Utilizado por muitos praticantes de yoga e hindus, o japamala vem se popularizando também no ocidente. Atualmente, é possível encontrá-lo facilmente para venda em lojas, que comercializam as contas em diferentes anatomias e materiais.

Continue acompanhando e saiba o que é e quais são os maiores benefícios do japamala. Confira a seguir!

O que é japamala?

O japamala é um cordão de contas utilizado nas práticas de meditação indiana para contar mantras, desejos, intenções ou apenas orações de quem manuseia o objeto. Na religião católica, por exemplo, o objeto é similar aos terços.

A palavra “japa” significa rezar, sussurrar, enquanto que “mala” significa terço, cordão. Já em sânscrito, “mala” apresenta o significado de guirlanda. Apesar da variedade de formas de uso do japamala, ele é considerado um item sagrado para diferentes religiões.

Existe uma crença de que o cordão é capaz de reunir as energias espirituais de quem o carrega. Sua origem baseia-se, sobretudo, na religião hinduísta e no budismo, que consideram o japamala uma ferramenta eficiente para manter a mente focada e livre de pensamentos negativos.

São diversas as técnicas de manuseio de um japamala, por exemplo, a pessoa pode usá-lo para fazer a contagem das pedras ao mesmo tempo que entoa um mantra. Ou ainda intercalar o japamala com uma meditação de respiração clássica, um método que ajuda a diminuir a taxa de respiração e concentração, promovendo maior relaxamento para a mente.

Quais são as partes do japamala?

O japamala pode ser feito de inúmeros materiais, sendo que os mais comuns são de madeira, sementes ou pedras. A depender do tipo de elemento, as propriedades das contas também promove efeitos energéticos na pessoa que o manuseia.

Na Índia, por exemplo, as contas são feitas principalmente de sementes de sândalo, tulsi e rudraksha. Já no Nepal e no Tibete, os cordões são feitos com bodhi, lótus e osso. Para segurar as pérolas de contagem, geralmente utilizam-se fios de algodão ou nylon, mas também é comum encontrar japamalas em fios trançados e revestidos para que tenha maior durabilidade.

Uma curiosidade é que o objeto tem sempre 108 contas. Este número, nos costumes indianos, tem um significado importante e bastante poderoso. O primeiro deles é que existem 108 letras no alfabeto sânscrito. Do mesmo modo, a deusa Krishna do hinduísmo apresenta 108 nomes diferentes.

Já na yoga de linha tântrica, são relatadas 108 linhas de energia por todo o corpo humano, sendo que todas convergem e se conectam ao chakra do coração. Assim, acredita-se que a repetição de 108 vezes entoando um mantra ou uma oração pode potencializar os benefícios da meditação.

Quais são os benefícios do japamala?

Embora existam diversas tradições e estilos para ter uma vida mais saudável e equilibrada, o uso do japamala, de fato, diferencia-se devido às suas vantagens para o praticante regular. Isso porque o cordão de pedras ou sementes transmite poderes de cura que beneficiam seu corpo, mente e coração.

De certo modo, é preciso fazer uso do japamala com intenção e propósito, tendo conhecimento e acreditando em seus efeitos curativos para todo o corpo. Veja, a seguir, outra funções do artefato para a saúde.

Auxilia no controle do movimento respiratório durante a meditação

Realizando a contagem com o japamala durante a meditação, é possível ter um melhor controle dos seus batimentos cardíacos, diminuindo, com isso, a pressão arterial e a frequência cardíaca. A técnica de meditação é simples. No entanto, é preciso ter foco e concentração redobrada para conseguir respirar, entoar o mantra, tocar o objeto e movimentar as contas na mão.

É utilizado na prática de contemplação de gratidão

O Ho’ponopono é uma prática de contemplação e gratidão que se utiliza do japamala para a repetição da oração. O mantra é um conjunto de frases que desenvolve a aceitação, o perdão, a gratidão e o amor em quem o entoa, e deve-se repetir 108 vezes com as contas do cordão.

A mão direita deve segurar o objeto entre os dedos médio e polegar. O polegar movimenta as contas e deve-se evitar ao máximo tocar o dedo indicador no cordão, pois na tradição yogi o indicador representa o ego.

Gera emoções positivas

Praticando com frequência a meditação, a pessoa tem mais propensão a elevar seu nível de compaixão e empatia do que não praticantes, gerando emoções positivas. Muitas áreas do cérebro estão associadas diretamente com tais emoções e a meditação é capaz de favorecer a mente, os bons pensamentos e, também, a paz interior.

Diminui pensamentos negativos e melhora o humor

Você sabia que mais da metade dos nossos pensamentos são negativos? Isso mesmo, a repetição de padrões de pensamentos negativos na mente fortalece e aumenta os sentimentos de tristeza, raiva e solidão. O japamala, por exemplo, é uma ferramenta capaz de trazer novos padrões positivos ao cérebro, por meio de orações ou práticas meditativas orientadas e diárias.

Funciona como acessório

Algumas pessoas também utilizam o japamala como um acessório de proteção, no pescoço ou enrolado no pulso. Estando sempre com o objeto, inclusive, é possível manter a mente mais focada e absorver energias positivas em seu cotidiano.

Quando você exercita bons sentimentos, é possível atingir níveis mais elevados de consciência, eliminando karmas e atraindo mais prosperidade. As palavras devem ser ditas sempre em voz alta, fazendo o seu cérebro assimilar e se conectar mais rapidamente com o seu objetivo.

A Índia tem uma série de costumes interessantes, não é mesmo? O mais bacana disso tudo é que você mesmo pode confeccionar o seu japamala, apenas lembre-se de realizar a limpeza do cordão com um bom incenso após finalizar as orações. Assim, você poderá aproveitar todos os benefícios desse item sagrado!

Fonte: Casa da Índia

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: ANIMAL DE PODER, QUAL O SEU?

Na nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta terça-feira temos um artigo muito interessante sobre “Animal de Poder”. Algo que poucas pessoas se preocupam ou pensam sobre, mas que tem o fulcro num profundo simbolismo em nosso subconsciente. Tais símbolos são capazes de ativar informações existentes no mais profundo do nosso ser. Então, vale a pena tentar descobrir qual é o seu animal de poder no texto a seguir de autoria da May Andrade!

Como descobrir meu animal do Poder?

Como descobrir qual é o seu animal de poder?

Animal de Poder

No curso da existência humana as pessoas desenvolveram uma relação muito específica e especial com os animais, com algumas espécies mais do que com outras. Nós começamos a nos relacionar de forma simbiótica com os animais, por exemplo, nós começamos a viver e a interagir com animais como gatos e cachorros, começamos a montar cavalos e usá-los como um meio de transporte, etc.

Com alguns desses animais desenvolvemos uma relação mais próxima, enquanto que com outros, estabelecemos uma relação mais antagônica por percebê-los como uma ameaça, como cobras e mosquitos.

Em geral, nossos animais favoritos carregam características que mais valorizamos. Por exemplo: o valor que damos ao companheirismo e à lealdade nos fizeram amar os cães. Enquanto que, o valor que damos ao poder nos fizeram, de certa forma, admirar e respeitar os grandes predadores como leões e tigres.

Os animais carregam um profundo simbolismo em nosso subconsciente, esses símbolos são capazes de ativar informações existentes no mais profundo do nosso ser. Muitas culturas, como as indígenas, em especial os indígenas norte-americanos, reconheceram essa ligação dos humanos com os animais num nível inconsciente e até espiritual.

Através da tradição indígena do Xamanismo, pode-se identificar que cada pessoa tem uma relação espiritual com um ou mais animais, e a conexão com o simbolismo desse animal pode nos ajudar no autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.

O animal de poder, em inglês chamado de “spirit animal”, ou animal espiritual, é aquele cuja vibração é a mais parecida com a vibração da sua única e específica essência de ser. Cada pessoa é única, e suas características específicas fazem parte da sua assinatura energética, do seu DNA espiritual contido em sua essência. O animal de poder, ou animal espiritual, é aquele cuja vibração é mais parecida com essas características da sua essência única.

Porque é nossa assinatura energética que define a forma física que assumimos, posto que, as formas materiais são energias não-físicas materializadas. Nas tradições ancestrais, acredita-se também que o animal de poder foi uma de nossas muitas e antigas encarnações, e que alguns desses traços podem ser percebidos em nossas características físicas e comportamentais.

Quando se descobre qual é seu animal de poder, ele pode servir como um guia espiritual e um protetor para a pessoa, conforme a conexão com ele se intensifica. É possível também ativar as qualidades do animal de poder na pessoa, ajudando-a a lidar com as questões da vida cotidiana.

Mas como descobrir qual é seu animal de poder?

Preparamos algumas dicas que podem ser úteis na sua jornada de autoconhecimento e conexão com animal espiritual, são elas:

Sincronicidades: preste atenção em qual animal sempre aparece na sua frente. Você vai perceber que desde sua infância tem um animal que parece estar sempre presente em sua vida e pelo qual você sente alguma ligação.

Estabeleça a intenção: estabeleça a intenção de descobrir qual é seu animal de poder e se conectar com a energia dele. Você pode dizer para o universo algo como: eu desejo descobrir qual é meu animal de poder.

Preste atenção: fique atento nas coisas à sua volta. Seu animal de poder pode aparecer em uma imagem na internet, em um livro, em uma visão ou mesmo na sua frente. Quando aparecer você vai sentir algo especial.

Sonhos: antes de dormir, você pode dar um comando ao seu subconsciente pedindo que te mostre em sonho qual é o seu animal de poder. Você pode dizer antes de dormir: esta noite eu quero sonhar com meu animal de poder.

Medite: durante a prática da meditação, você pode se conectar com a sua Centelha Divina e pedir que ela te indique qual é o seu animal de poder. Nem sempre a resposta virá naquele momento. Fique atento, a resposta pode surgir a qualquer momento do seu dia a dia.

Significado: quando aparecer, pense sobre como se sente conectado a esse animal, quais sentimentos e emoções te vêm à mente. Pesquise o significado e as características que esse animal representa e compare com as suas próprias características.

Animal favorito: Acredita-se que, não somos nós que escolhemos nosso animal de poder, mas é ele que nos escolhe! Então, pense em qual é o seu animal favorito e o porquê você gosta tanto dele. Pode ser que este seja o seu animal de poder e você já foi escolhido por ele.

Por: May Andrade

Fonte: Temporariamente Humana

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SAIBA O QUE É ESPIRITUALIDADE E A DIFERENÇA PARA RELIGIOSIDADE

O texto de hoje, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL é justamente sobre espiritualidade. Você vai saber o que é espiritualidade, o que é religiosidade e quais as diferenças. O fato é que a maioria das pessoas confundem uma com a outra e muitas vezes não sabem mesmo o que significa cada uma. Então, não perca essa oportunidade de esclarecer suas dúvidas e expandir sua consciência!

ESPIRITUALIDADE – O que é; qual a importância; e como desenvolvê-la. – Camila Schmidt

O que é espiritualidade?

Mensagem de 15 de Novembro de 2020

Talvez você já tenha ouvido falar de espiritualidade, mas não tem certeza do que é. Bem, é diferente da religião, e você pode praticá-la mesmo que não seja religioso. Descubra sobre diferentes tipos de espiritualidade e as razões pelas quais algumas pessoas decidem viver vidas espirituais.

Isto pode ajudar se:

Você está se perguntando o que significa espiritual
Você está curioso sobre os diferentes tipos de espiritualidade
Você quer saber como você pode ser espiritual, mas não religioso.
Garota lendo livro em uma biblioteca

O que é espiritualidade?

Espiritualidade é algo muito falado, mas muitas vezes mal compreendido. Muitas pessoas pensam que espiritualidade e religião são a mesma coisa, e por isso trazem suas crenças e preconceitos sobre religião para as discussões sobre espiritualidade. Embora todas as religiões enfatizem o espiritualismo como sendo parte da fé, você pode ser ‘espiritual’ sem ser religioso ou membro de uma religião organizada.

Qual é a diferença entre religião e espiritualidade?

Há algumas formas bastante claras de diferença entre religião e espiritualidade.

Religião: Este é um conjunto específico de crenças e práticas organizadas, geralmente compartilhadas por uma comunidade ou grupo.

Espiritualidade: Esta é mais uma prática individual, e tem a ver com ter um senso de paz e propósito. Também está relacionado ao processo de desenvolvimento de crenças em torno do sentido da vida e da conexão com os outros, sem nenhum valor espiritual definido.

Organizado vs. forma livre

Uma maneira de entender a relação entre espiritualidade e religião é imaginar um jogo de futebol. As regras, árbitros, outros jogadores e as marcas de campo ajudam a guiá-lo enquanto joga o jogo de uma forma semelhante à que a religião pode guiá-lo a encontrar sua espiritualidade.

Chutar a bola em um parque, sem ter que jogar no campo ou com todas as regras e regulamentos, também pode lhe dar realização e diversão e ainda expressar a essência do jogo, semelhante à espiritualidade na vida.

Você pode fazer um ou ambos

Você pode identificar como sendo qualquer combinação de religioso e espiritual, mas ser religioso não o torna automaticamente espiritual, ou vice versa.

Por que as pessoas praticam a espiritualidade?

A vida pode ser cheia de altos e baixos, de bons e maus momentos. Muitas pessoas veem a espiritualidade como uma ótima maneira de buscar conforto e paz em suas vidas. Muitas vezes ela pode ser praticada ao lado de coisas como a Yoga, que finalmente se concentra no alívio do estresse e na liberação da emoção.

Espiritualidade é uma forma de ganhar perspectiva

A espiritualidade reconhece que seu papel na vida tem um valor maior do que o que você faz todos os dias. Ela pode aliviá-lo da dependência de coisas materiais e ajudá-lo a compreender o propósito maior de sua vida. A espiritualidade também pode ser usada como uma forma de lidar com as mudanças ou incertezas.

Fonte: https://eraoflight.com/
Rafaella Dourado e Marco Iorio Júnior — Tradutora e Editor exclusivos do Trabalhadores da Luz

Fonte: Trabalhadores da Luz

Continuar lendo DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: SAIBA O QUE É ESPIRITUALIDADE E A DIFERENÇA PARA RELIGIOSIDADE

DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: NEM EM CIMA NO CÉU NEM EM BAIXO NA TERRA NÃO HÁ OUTRO NOME PELO QUAL DEVAMOS SER SALVOS

O texto a seguir tenta decifrar, através de todos os ensinamentos de todas as religiões e sabedoria oriental e ocidental, a existência de mais de uma divindade, aqui no planeta terra, no sistema solar ou no universo e conclui que não há “outro”. Vale a pena ler o texto completo a seguir refletir e fazer o seu juízo de valor!

Não há “outro”

Neste mundo, neste planeta, no vasto sistema solar e no Universo  ilimitado, não há “outro”. Nas palavras daquele grande  mestre construtor, São Paulo, “somos membros uns dos outros”

A história  das religiões presta testemunho das divisões causadas pela apreensão literal dos ensinamentos. Essas divisões baseiam-se na tirania do ‘único ponto de vista válido’.”

Pedro Oliveira*

NÃO HÁ OUTRO EVANGELHO – Celebrando a suficiência da graça de Deus – Igreja Batista Betel de Mesquita

Radha Burnier disse, na Palestra sobre Blavatsky que proferiu na Convenção do Centenário da Seção Inglesa da Sociedade Teosófica em 30 de julho de 1988: “A tradição do yoga, contrariamente à crença geral, não está confinada à Índia, e não é uma atividade esotérica à qual apenas alguns conseguem admissão. Está relacionada a uma corrente universal de investigação e compreensão que flui através das eras nas diversas escolas que tratam da transcendência do homem. No Egito e na Grécia, Na tradição sufi, nos ensinamentos do budistas e taoístas, na tradição cristã, no Tantra e no Vedanta, no âmago dos ensinamentos externos há um modo de vida e um treinamento apropriado à busca e ao direcionamento interiores indicados pela palavra yoga.”

Ela parece sugerir que o verdadeiro ensinamento que brota da palavra sabedoria, e não de especulação, é como uma vasta corrente que sempre se move para frente, renovando-se, jamais permanecendo estática, elevando o estudante para níveis cada vez mais profundos de realização e de verdadeira compreensão. Como sugeriu Orígenes, o ensinamento tem corpo, alma e espírito. O corpo pode ser o significado literal, a alma a compreensão de qual é o propósito da existência humana, e o espírito a dimensão de liberdade coberta de um profundo senso de unidade com tudo que é.

Aqueles que estão tentando entender a Teosofia num nível mais profundo, e que portanto  a vivem, podem estar na posição do samurai que visitou um mestre zen e lhe pediu que mostrasse o caminho para o céu. Na primeira visita, em vez de responder à pergunta do visitante, o mestre lhe ofereceu chá. E também na segunda visita. Não é preciso dizer que o samurai estava ficando impaciente. Diz a tradição, que na terceira visita e posteriormente, o mestre mais uma vez ofereceu chá, e o samurai, por apenas uma fração de segundo, e sem mover a cabeça, olhou para a espada que deixara à porta, como sinal de respeito. Ele não compreendeu, no entanto, que estava na presença de uma pessoa plenamente atenta e sensível. Na segunda vez que ele olhou para a espada, o mestre pousou a cabeça sobre a pequena mesa na frente dele e disse, apontando para seu pescoço: “Este é  o caminho para o inferno. Golpeie.

O choque na consciência do samurai foi tão intenso que ele compreendeu a sua situação e a si mesmo completamente, e atingiu a iluminação. Se permanecermos fixos no que é superficial no ensinamento, e assim desenvolvermos um mero relacionamento intelectual com ele, perderemos muito. A história das religiões e dos movimentos espirituais presta testemunho das infinitas e acaloradas divisões causadas pela apreensão literal dos ensinamentos. Essas divisões baseiam-se essencialmente numa amarga disputa pela fonte da autoridade escritural e na tirania do “único ponto de vista  válido”. Uma atitude assim nunca permite alcançar a viva corrente da verdade, que sempre está acima das representações mentais. Como consta do opúsculo  Madame Blavatsky on How to Study Theosophy, “nenhum quadro jamais representará a verdade”.

O Glossário Teosófico define a palavra psique como “alma animal, terrestre; o Manas inferior”. O âmago do ensinamento tem a ver com princípios e conceitos metafísicos profundos e práticos. Não são conceitos que possam ser considerados atrativos por uma mente mundana. Alguns dos princípios que nos são apresentados estão revestidos de uma linguagem paradoxal. No artigo “O Grande Paradoxo”, Blavatsky adverte que “os paradoxos  do Ocultismo devem ser vividos, não apenas enunciados. Aqui mora um grande perigo, pois é simplesmente fácil demais se perder na contemplação intelectual da senda, e ao assim fazer esquecer que a estrada só pode ser conhecida ao ser trilhada.” pois é simplesmente fácil demais se perder na contemplação intelectual da senda, e ao assim fazer esquecer que a estrada só pode ser conhecida ao ser trilhada.

” O risco inerente a esse nível mais profundo do ensinamento é que a mente pode ficar tão completamente satisfeita e deslumbrada com conceitos que não consiga, por isso, compreender que os conceitos são oferecidos ao estudante para que ele possa assimilar a essência libertadora dos mesmos, que reside nas profundezas da Mente Universal. O estudo da Teosofia, sugeriu Blavatsky, é uma forma de Jnana-Yoga, uma investigação transformadora que leva do Será Existência. Há mais de vinte anos, numa palestra em Adyar, Radhaji disse: “Aspiramos trilhar a senda porque ouvimos um chamado. E trilhá-la significa nos aproximarmos cada ver mais da  fonte desse chamado, para que ele possa governar nossas vidas completamente.”

Porém, o svarupa da Teosofia, ou a sabedoria em sua forma essencial, está numa dimensão completamente livre de representação, ideação e conceitualização. Todos os genuínos instrutores teosóficos, desde a infância da humanidade até os dias de hoje, enfatizaram que o incriado Espírito da Teosofia é a indivisa Unidade de toda a existência; nas palavras de HPB, “aquilo que une não apenas todos os homens, mas também todos os seres e todas as coisas em todo o universo num grande todo”.

Vejamos como várias tradições, infundidas com o verdadeiro espírito teosófico, descrevem a senda que leva àquela experiência fundamental, a que o idioma sânscrito refere-se como sakshatkara, “ver com os próprios olhos” – uma compreensão direta sem mediação, intraduzível de que toda a ilimitada existência é Una.

A tradição mística cristã fala da via purgativa, via iluminati e via unitiva. O primeiro estágio é purgar a consciência das formas grosseiras de autoapego, autoilusão, autoimportância, separatividade. O segundo estágio é clarear a mente ponderando sobre as verdades essenciais, universais. No terceiro estágio, a mente, fundida à consciência maior, torna-se um vaso puro para a verdade das verdades – a Unidade de toda a vida.

A tradição budista menciona shila, samadhi, prajña – conduta harmoniosa e responsável, a educação e purificação da mente, e a sabedoria. Em todas as tradições a real atitude pessoal é o ponto de partida. Não pode haver outro. Um antigo Shankaracharya de Kanchipuram, Swami Chandrasekharendra Saraswati Mahaswamigal, escreveu: “O autoconhecimento é a viagem mais longa para o local mais próximo.” A jornada é longa porque muito amiúde nos perdemos no labirinto de nossa própria mente. O Visvasara Tantra enuncia a mesma verdade de modo diferente: “O que está aqui está lá: o que não está aqui não está em lugar algum.”

Nesse estágio, a harmonia é um imperativo para se seguir adiante. Quando isso é feito com algum sucesso pode-se seguir em frente a fim de entender todas as correntes e hábito mentais e começar a educar a mente rumo à percepção tranquila. O último estágio está lindamente descrito no Terceiro Fragmento de A Voz do Silêncio: “O portal de Dhyana é como um vaso de alabastro, branco e  transparente; no interior arde um firme fogo dourado, a chama de Prajña que irradia de Atman. É difícil encontrar uma definição de meditação mais precisa e eloquente: “como um vaso de alabastro, branco e transparente”. Nas profundezas da verdadeira prática meditativa dificilmente é deixado algo pessoal; todas as reações cromáticas desaparecem.

Os Upanishades afirmam que para conhecer Atman, o verdadeiro Eu, que é idêntico a Brahman, a Realidade Ilimitada, deve-se prosseguir através de três estágios: sravana, manana, nididhyasana – audição, reflexão, meditação. Nós mesmos podemos ver a verdade de que o verdadeiro ouvir produz tanto ordem quanto sensibilidade em nossa consciência, já que ela tem a capacidade de pôr fim a toda forma de ruído produzido pela mente pessoal, em sua desatenção. Refletir num sentido mais profundo é buscar contato com o significado essencial daquilo sobre o que ponderamos. Quando uma reflexão assim alcança um nível de maturidade e quietude interior, ela se funde num estado de percepção meditativa que pode ser um pré-requisito para seguir adiante, rumo à verdade da existência.

A fonte de ensinamentos tão exaltados, poderíamos com hesitação dizer “Os paradoxos Ocultismo devem ser vividos,  não apenas enunciados. Aqui mora um grande perigo, pois é fácil demais se perder na contemplação intelectual da senda, e ao assim fazer esquecer que a estrada só pode ser conhecida ao ser trilhada.” dizer, está na consciência repleta de sabedoria e compaixão. Pois ela parece reconhecer plenamente o fato de que a mente sofre de velhas limitações, a que a evolução espiritual segue muito lentamente, embora as tradições falem de almas avançadas que podem mover-se rapidamente através desse estágios para um campo de percepção e insight incondicionados.

O ensino da Sabedoria aborda a condição humana com olhos objetivos, embora compassivos, e coloca perante nós uma senda que começa na nossa vida diária e que eventualmente nos ajuda a vê-la novamente– não como um campo de prazer, realização, busca de poder, auto engrandecimento ou orgulho, mas com* Pedro Oliveira é coordenador educacional da Sociedade Teosófica na Austrália e ex-secretário internacional da ST.

Um dos Guardiões da Teosofia verdadeira, perene, não sectária, compartilhou conosco seu insight sobre o fato extraordinário que é a vida: “Acredite-me,  chega um momento na vida de um Adepto quando as dificuldades por que passou são mil vezes recompensadas. Para adquirir mais conhecimento, ele não mais tem de passar por um minucioso e lento processo de investigação e comparação de várias questões, mas lhe é proporcionada uma visão instantânea e implícita de cada verdade básica.”(Cartas dos Mahatmas para A. P. Sinnett, Ed. Teosófica).mo campo de aprendizado, de serviço constante, de múltiplas oportunidades de sermos úteis.

Nos Mistério de Elêusis, na Grécia antiga, o estágio final era chamado epopteia, “ver as coisas como elas são”. Outra definição da mesma palavra é “a visão da verdade, da bondade e da beleza eternas”. Essa descoberta é, na verdade, uma redescoberta, uma lembrança, na linguagem de Platão, daquilo que sempre soubemos no âmago da nossa consciência: que neste mundo, neste planeta, no vasto sistema solar e no universo, não há “outro”. Nas palavras daquele grande mestre construtor, São Paulo, “somos membros uns dos outros”.

Fonte: SOPHIA • SET/OUT 2020

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: ANJOS SÃO SERES ESPECIAIS QUE NOS ACOMPANHAM E CONTRIBUEM PARA EXECUÇÃO DO PLANO DIVINO

                Os anjos e o

              plano divino

Anjo significa mensageiro ou enviado. Na língua hebraica o termo é malach, “aquele que tem um trabalho a fazer”. São seres especiais que nos acompanham e contribuem para a execução do plano divino.

Marcos Queiroz*

A “Anunciação do Senhor” como início cronológico do plano divino

Quase todas as pessoas que acreditam em Deus creem também nos seus mensageiros, responsáveis pela construção e manutenção do mundo, que possuem a missão de auxiliar o reino humano em seu plano evolutivo. Se estendermos esta classificação a todo o reino ao qual eles pertencem, os anjos também auxiliam a natureza e os seres vivos que a compõem, mas nesses casos podemos chamá-los pelo nome mais específico de elementais. Ou seja, os seres que protegem a natureza pertencem à mesma linha evolutiva dos anjos, sendo estes, contudo, os seus representantes mais elevados na hierarquia espiritual.

Essa linha evolutiva, segundo muitas culturas religiosas, não é a mesma linha evolutiva humana, mas segue paralelamente, em uma espécie de coevolução. Cada conquista de um anjo sobre um humano representa também alguns passos em direção à sua evolução. Geoffrey Hodson, um dos teósofos que mais estudou sobre os anjos, autor do livro A Fraternidade dos Anjos e Homens e O Reino dos Deuses, recém-publicados pela Editora Teosófica, afirma, em um livreto intitulado Anjos e a Nova Raça:

“Como  cristãos, fomos levados a pensar nos anjos como mensageiros enviados por Deus ao homem somente em ocasiões muito importantes, e que são, normalmente, separados do homem e invisíveis para ele. Embora eu deseje manter essa concepção, quero também estendê-la, e dizer que os anjos estão sempre ao nosso alcance.” Eles podem se fazer visíveis mesmo para quem não é clarividente, e muitas vezes são confundidos com espíritos desencarnados, na designação dos espíritas.

A palavra “anjo”, derivada do grego antigo ângelus, significa mensageiro ou enviado. Na língua hebraica o termo usado para anjo é malach, que significa “aquele que tem um trabalho a fazer”. Ambos significados representam muito bem a função desses seres especiais que nos acompanha e que contribuem para a execução do plano divino.

Para os judeus cabalistas, Deustem mil nomes e cada nome corresponde a um ser angelical que trabalha para Ele. Os cristãos reconhecem que todos nós temos um anjo da guarda, e que o Criador não necessita, por exemplo, dos pais e de parteiros para fazer crianças nascerem, pois a natureza e seus auxiliares se incumbem da missão de fazer a vida ser preservada. Eles podem falhar, mas estão sempre de prontidão. Os hinduístas chamam esses seres de devas e os consideram criaturas absolutamente necessárias para a estruturação do universo e dos seres vivos. Annie Besant, em The Evolution of the Life and the Form, afirma (em tradução livre): “Ao meu entender,  a falta de fé nos anjos é muito nociva à evolução espiritual, porque o conceito de Deus Anjo significa mensageiro ou enviado. Na língua

Annie Besant, em The Evolution of the Life and the Form, afirma (em tradução livre): “Ao  meu entender, a falta de fé nos anjos é muito nociva à evolução espiritual, porque o conceito de Deus se degrada e antropomorfiza quando, por desconhecimento dos agentes intermediários, se submete à direta ação de Deus nos mais minuciosos assuntos da vida humana.” Portanto, segundo Besant, não acreditar nos anjos é como subestimar Deus em sua capacidade de criar arautos de sua grande obra.

Mais adiante, ela completa: “Não morre um homem na Terra sem que um deva fira o corpo cuja obra tenha terminado. Não ocorre nenhum dos chamados fenômenos naturais sem que um deva presida sua execução. Não recebe auxílio o necessitado sem que um deva o guie com sua mão invisível e protetora. Toda resposta aos clamores do afligido é a resposta de um deva à tristeza humana. Em qual quer lugar atuam os devas. Em qualquer lugar executam o labor que, ao homem vulgar, parece cega e mecânica obra da natureza. Todo fenômeno é o véu de um deva, e nada se faz sem que um deva participe.” Assim, está claro que desconhecemos o alcance da ação dos anjos.

Os ocultistas e os cientistas falariam a mesma linguagem se não existisse preconceito por parte da ciência acadêmica em admitir a existência de seres transcendentes capazes de gerenciar e produzir forças por eles estudadas apenas como matéria morta e sem alguma consciência sobre o que ocorre com elas. O ocultista francês Michel Coquet, no livro O Mundo dos Anjos e os Devas, afirma que “quando  falamos de força ou de energia, é preciso lembrar que esses termos são apenas interpretações intelectuais para os corpos de miríades de vidas a que chamamos de anjos no Ocidente e de devas no Oriente. Consequentemente, quaisquer que sejam nossas ações, agimos constantemente através do corpo dessas vidas e as influenciamos também.”

O biólogo inglês Rupert Sheldrake, no livro que escreveu como teólogo Mathew Fox, A Física dos Anjos, chegou a uma conclusão que nos permite encontrar uma justificativa “mais acadêmica” da ciência para a interferência transcendente dos seres angelicais no mundo físico: “Ao contrário da ideia de que a natureza, em sua totalidade, seria logo compreendida em termos de física e matemática, a verdade é que mais de 80% da matéria no cosmo é ‘matéria escura’, completamente desconhecida para nós. É como se a física tivesse descoberto o inconsciente cósmico.”

Para Sheldrake, os anjos podem, inclusive, ser responsáveis pelos campos que dão forma e evolução para os seres vivos – chamados por esse autor de “campos morfogenéticos; eles pos suem uma diversidade tão grande que  é capaz de atender a todas as forças e formas existentes na natureza. Cada um de nós evoluiu por si mesmo, mas o procedimento físico que faz nossa natureza energética passar de um estágio de vibração para outro se deve aos anjos. Estes se encontram, e sua diversidade, em uma hierarquia entrelaçada, muito similar aos emaranhamentos registrados nas partículas da física quântica, recebendo de Sheldrake a denominação de “holoarquia”. Trata-se de uma hierarquia holística, em que cada anjo se conecta a um arcanjo superior e este com uma potestade, e assim por diante, até alcançar o nível mais alto da holoarquia, o dos serafins, os portadores do amor divino que induzem os seres humanos a amarem uns aos outros e a amarem a Deus – ou seja, os anjos da presença divina que servem de intermediário do Altíssimo para todas as atividades, inclusive as dos outros anjos. Este grupo elevadíssimo de anjos é liderado por Metatron, cujo nome resulta de palavra meta (acima de) e throno (ordem elevada de anjos); seriam os anjos que se situam acima dos tronos, que acompanham lado a lado a presença de Deus. Cada ordem angélica possui seu arcanjo líder, e todo o coro de anjos que a ele é subordinado segue uma função específica na senda dévica evolutiva. Deus, faz uma analogia muito elucidativa com a eletricidade para entendermos a nossa conexão com o ser supremo ou com o nosso próprio eu maior: “Um contato direto com a eletricidade pode ser fatal, pois ela é uma energia de prodigiosa potência. Para que ela chegue até nós e possamos utilizá-la com menos riscos, é necessário atenuar seu formidável poder por meio de transformadores. Estas são as inúmeras entidades luminosas que povoam os céus e que a tradição chamou de hierarquias angélicas. É por meio delas que  recebemos a luz divina, e através delas é que conseguimos estabelecer uma relação com Deus.”

Essa conexão divina promovida pelos anjos é o que nos faz ascender, superando nossas limitações e vencendo as barreiras que nos impedem de evoluir. Nossos altos e baixos provam que, quando caímos, temos sempre um deva nos ajudando a levantar. Esclarecendo essa importante função dos anjos em sua fraternal colaboração com os homens, Jean-Yves Leloup, no livro O Anjo Como Mestre Interior, cita Khalil Gibran, que diz: “Todos os homens são dois homens; um está acomodado na escuridão e outro está dormindo na luz.” E ele mesmo completa afirmando: “A presença do anjo nos vem despertar e erguer nos momentos em que somos tentados a ficar dormindo para sempre; há um alimento que nos é dado, um alimento exterior e um alimento interior, para que continuemos o nosso caminho.”

FONTE: Revista SOPHIA • SET/OUT 2020

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: TEMOS QUE TIRAR O MELHOR APRENDIZADO NESSAESCALADA EVOLUTIVA

O texto a seguir nos trás uma grande reflexão sobre o nosso aprendizado aqui nessa caminhada evolutiva. Que pode ser longo ou menos longa de acordo com o grau de empenho e de despertar da alma de cada um. Você pode abreviar substancialmente essa caminhada se fizer bom uso do livre arbítrio, mas também pode ficar patinando em várias encarnações desnecessárias se usar mal essa liberdade. Então lhe convido a ler o texto completo a seguir para entender como isso funciona!

A grande escola

Imagem ilustrativa remetendo a vida depois da morte
Lightwise / 123rf

A passagem dos espíritos (somos espíritos num corpo perecível) pela vida corporal é necessária para que possamos cumprir por meio de uma ação material os desígnios cuja execução Deus nos confia. É necessária para o nosso bem, visto que a atividade que somos obrigados a exercer nos auxilia no desenvolvimento da inteligência.

Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas a encarnação, para todos os espíritos, é apenas um estado transitório. É uma tarefa que Deus nos impõe, quando iniciamos a vida, como primeira experiência do uso que faremos do livre-arbítrio.

Os que desempenham com zelo essa tarefa transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a sua marcha e, tal seja a obstinação que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação, e é quando se torna um castigo. S. Luís. (Paris, 1859)

Uma comparação vulgar fará com que se compreenda melhor essa diferença. O escolar não chega aos estudos superiores da ciência, senão depois de haver percorrido a série das classes que até lá o conduzirão. Essas classes, qualquer que seja o trabalho que exijam, são um meio de o estudante alcançar o fim e não um castigo que se lhe inflige. Se ele é esforçado, abrevia o caminho, no qual, então, menos espinhos encontrará. Outro tanto não sucede àquele a quem a negligência e a preguiça obrigam a passar duplamente por certas classes. Não é o trabalho da classe que constitui a punição; esta se acha na obrigação de recomeçar o mesmo trabalho. Assim acontece com o homem na Terra. Para o espírito do selvagem, que está apenas no início da vida espiritual, a encarnação é um meio de ele desenvolver a sua inteligência; contudo, para o homem esclarecido, em quem o senso moral se acha largamente desenvolvido e que é obrigado a percorrer de novo as etapas de uma vida corpórea cheia de angústias, quando já poderia ter chegado ao fim, é um castigo, pela necessidade em que se vê de prolongar sua permanência em mundos inferiores e desgraçados.

Aquele que, ao contrário, trabalha ativamente pelo seu progresso moral, além de abreviar o tempo da encarnação material, pode também transpor de uma só vez os degraus intermédios que o separam dos mundos superiores. Pergunta: não poderiam os espíritos encarnar uma única vez em determinado globo e preencher em esferas diferentes suas diferentes existências? Semelhante modo de ver só seria admissível se, na Terra, todos os homens estivessem exatamente no mesmo nível intelectual e moral. As diferenças que há entre eles, desde o selvagem ao homem civilizado, mostram quais os degraus que eles têm de subir. A encarnação, aliás, precisa ter um fim útil.

Fonte: Eu Sem Fronteira

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: NENHUM SER HUMANO PODE SABER O QUE É A VERDADE

Eis ai um compêndio, um estudo profundo, retirado da mais refinada sabedoria oriental para explicar o que é a “Verdade”. Então, lhe convido a ler o texto completo a seguir, refletir, interpretar  e fazer o seu juízo de valor!

 O que é a verdade?

Somos interna e instintivamente inclinados a aceitar, ou pelo menos a contemplar, a existência do Absoluto. Por quê? Porque temos experienciado em nossas próprias vidas a natureza da incondicionalidade sob certas formas e em certos momentos ‘

C.V. Agarwal

Estigmatizados, solteiros sofrem para provar que não são solitários, infelizes e encalhados - 15/08/2012 - UOL Universa

Nenhum ser  humano pode saber o que é a verdade. Aquele que sabe, há muito deixou o estágio humano. Ao se deparar com o lema da Sociedade Teosófica, as pessoas naturalmente pensam que temos algo de positivo a dizer a respeito da verdade; isso  coloca uma enorme responsabilidade sobre nós. Cada investigador tem que ser tratado no seu próprio nível. Se as pessoas não conseguem entender o que é a verdade, por que discutir um assunto como este? Por que deve alguém ir em busca da verdade?

P. Blavatsky escreveu: “A verdade Absoluta é o Símbolo da Eternidade e nenhuma mente finita pode jamais apreender o Eterno; por isso, nenhuma Verdade em sua plenitude jamais consegue nela surgir.” Os seres humanos estão engajados na busca de inúmeras metas, todas transitórias, perecíveis. É preciso voltar a atenção numa direção diferente.

A natureza e o problema da busca da verdade foram esclarecidos por um homem santo, em sua simplicidade. Ele contou o caso de uma mãe que corria pela aldeia, de casa em casa, procurando em vão o seu bebê. O bebê estava o tempo inteiro grudado ao seu seio. Da mesma forma, correr de um instrutor para outro ou memorizar escritura após escritura não nos levará à verdade.

Algumas pessoas podem dizer que eu estou me desviando do tema. Deixe-me então abordá-lo por um ângulo diferente. Os atributos que algumas culturas dão ao Supremo são Sat, Chit, Ananda. Aqui Sat significa aquilo que é. Assim, a verdade é. É interessante saber que a palavra “verdadeiro”,  que em latim é verus, também significa “aquilo que é”

Embora o Supremo esteja muito além da compreensão humana, muitas religiões consideram seus livros sagrados, como os Vedas ou o Alcorão, como palavras que vieram diretamente Dele. Um grande sábio, SriShankaracharya, disse serem falsas todas as religiões e filosofias. Ele talvez tenha pretendido dizer que elas não corporificam as verdades últimas. Então, como devemos proceder com a nossa busca? Onde devemos buscar ajuda e orientação?

Shankara e alguns Acharyas budistas simplificaram nossa procura quando postularam dois níveis de verdade: Paramarthic Satya, ou Verdade Absoluta, e Vyavaharic Satya, ou verdade relativa ou empírica. Esclareçamos, entretanto, que não existem dois tipos de verdades, uma verdade pura e a outra que seja uma mistura de verdade e falsidade – uma ideia que está muito difundida no mundo hoje em dia. Na realidade, existe apenas uma única verdade.

P. Blavatsky escreveu, em A Doutrina Secreta, que “o homem, incapaz de formar um conceito simples, a não ser em termos de coisas empíricas, é impotente desde a constituição do seu próprio ser para levantar o véu que oculta a majestade do Absoluto”. Sendo assim, vamos deixar de lado todas as considerações a respeito da verdade absoluta?

Sri Ram disse: “Todavia, somos interna e instintivamente inclinados a aceitar, ou pelo menos a contemplar, a existência do Absoluto. Por quê? Porque temos experienciado, em nossas próprias vidas, a natureza da incondicionalidade sob certas formas e em certos momentos.”

Blavatsky classificou assim nosso relacionamento com a verdade empírica: “Fora de um  certo estado de mente altamente espiritual e elevado, durante o qual o homem está de acordo com a Mente Universal, ele nada consegue obter na Terra, a não ser a verdade relativa, ou as verdades, de qualquer que seja a filosofia ou religião.”

Ela escreveu ainda que “não existe espaço para a Verdade Absoluta sobre algum tema, qualquer que seja ele, num mundo tão finito e condicionado como o é o próprio homem. Mas existem verdades relativas, e temos que aproveitá-las da melhor maneira possível”

Seguindo o conselho de Blavatsky, tentemos fazer o melhor que pudermos das verdades relativas. Tomemos a simples verdade empírica do nascer do sol. Quando alguém diz que o sol nasce no leste, está dizendo a verdade? Este é um fenômeno observável do qual ninguém pode duvidar. No entanto, os astrônomos, estribados em sólida evidência, nos dizem que o sol não se move. A Terra gira no seu eixo e orbita em torno do Sol.

Esta é a verdade? Então, onde está o observador? Não é ele parte integrante dessa vastidão, dessa unidade? Com uma experiência assim as barreiras e escravidões imaginárias ou intelectuais começam gradualmente a desaparecer – “a gota dentro do oceano”, como disse Blavatsky em A Voz do Silêncio.

Voltemos às realidades do dia a dia, no nível ao qual nossa   personalidades funcionam e formam conceitos mentais, jamais esquecendo que esses conceitos não são verdades. I. K. Taimni nos fez lembrar, com o auxílio de diagramas, que um número incontável de círculos podem ser desenhados  em torno de um centro sobre um plano. Como podem existir inúmeros planos em interseção, pode existir um número infinito de círculos com um centro comum. E não apenas isto: pode haver qualquer número de esferas com o mesmo centro. Cada ciclo ou esfera pode considerar o seu centro como sendo separado, distinto e único.

Como um ponto geométrico não tem dimensões, ele só pode ser imaginado. Taimni assinala que, em toda a manifestação, existe apenas Um Centro, e qualquer um, mergulhando profundamente dentro de si mesmo, pode alcançar esse centro. E esse centro é a verdade, pois somente ela existe. Todos os outros centros separados são imaginários, ilusórios. Mas como podemos mergulhar profundamente dentro de nós mesmos para contactá-lo?

Devemos viver uma vida tão pura quanto possível. Assim, inconscientemente seremos canais para a irradiação da luz da verdade. Blavatsky afirmou: “Embora a verdade geral abstrata seja a mais preciosa de todas as bênçãos para muitos de nós (…), temos, entrementes, que nos contentar com as verdades relativas. Quanto à Verdade Absoluta, a maioria de nós a vê como chegando à lua de bicicleta.” Ela está certa. Temos medo de enfrentar até mesmo uma verdade relativa.

Abaixo do emblema nacional da Índia estão inscritas as antigas palavras Satyameva Jayate: “Somente  a Verdade Triunfa.

Vivendo neste mundo e seguindo várias ocupações, ganhando nosso sustento, frequentemente ocorrem situações nas quais nos sentimos perdidos quanto ao modo de agir que devemos adotar. O livro de bolso Aos Pés do Mestre dá um conselho muito prático. Quando se está em dúvida a respeito do modo de ação a ser adotado, deve-se pensar em como um Ser Perfeito agiria, ou reagiria sob  circunstâncias semelhantes. Isso nos deve guiar. Nossas vidas diárias, então, refletirão a verdade, e não haverá necessidade de perguntar a ninguém o que a verdade é.

Um número incontável de círculos podem  ser desenhados em torno de um centro. Também pode haver qualquer número de esferas com o mesmo centro. Cada  ciclo ou esfera pode considerar o seu centro como sendo separado, distinto e único.”

Fonte:  Revista Sophia  set/out/2020

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: O PROPÓSITO DA EVOLUÇÃO É PERMITIR A CONSCIÊNCIA ALCANÇAR A PERFEIÇÃO NA MANIFESTAÇÃO HUMANA COMO SERES ALTRUÍSTAS

Em a Mente Compassiva, artigo a seguir, na nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta quinta-feira você vai mergulhar numa REFLEXÃO que mescla o pensamento de Buda, Mahavira, Malala e Nelson Mandela para falar de não violência, igualdade e o poder que todos temos para brilhar. Por que será que isso não acontece pra todo mundo?

A mente  compassiva

Nelson Mandela disse: “Quem sou eu para ser tão brilhante, talentoso e famoso? Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Brincar de ser pequeno não serve ao mundo

Bhupendra Vora*

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O propósito da evolução é permitir à consciência alcançar a perfeição na manifestação humana como seres altruístas, com as qualidades de amor e compaixão, à imagem da divina inteligência que é a fonte de toda a vida. O amor dessa inteligência é visível em toda a sua criação, criada com infinita compaixão. Isso fica evidente nas miríades de espécies de vida com as habilidades especiais que lhes foram fornecidas pela natureza para sua sobrevivência.

Mahavira, o grande instrutor e reformador do Jainismo, declarava que não bastava a não violência como credo. Ele estendia esse princípio à solidariedade e ao auxílio a outros seres vivos, para se viver naturalmente, de acordo com as leis da natureza. A Nova Era exige sensibilidade e compaixão, mantendo em mente a interconexão e interdependência da vida em todos os níveis.

No Nobre Caminho Óctuplo de Buda, o primeiro passo, Reta Visão, é considerado de vital importância. Isso significa a compreensão da unidade da vida e das leis que governam o universo. Buda ensinou que trishna ou desejo, é a causa do sofrimento. Os seres humanos se prendem Ao ciclo de vida e morte por meio de desejos incessantes que causam um imenso sofrimento. A ignorância do propósito da vida mantém as pessoas escravizadas.

A mente humana, condicionada por coisas como raça, religião, classe social, etc., está encurralada num modo preconceituoso  de considerar o A mente compassiva mundo. Para compreender esse condicionamento é necessário sabedoria para descobrir suas causas. Os preconceitos a respeito das pessoas são as causas da divisão que cria conflito e sofrimento. Com a percepção, esse condicionamento pode ser reconhecido e a pessoa pode se libertar dele.

J. Kaalam, ex-presidente da Índia, falando perante o Parlamento Europeu, citou o antigo poeta tâmil Kaniyan Pungudranar: “Eu sou um cidadão do mundo e todos os cidadãos do mundo são meus parentes e amigos. Onde há retidão no coração há beleza no caráter. Onde há beleza no caráter há harmonia no lar. Onde há harmonia no lar há ordem na nação. Onde há ordem na nação há paz no mundo.”

São necessários, portanto, corretos valores e corretas formas de educação que resultem em indivíduos responsáveis e compassivos. Há muita coisa errada numa sociedade baseada apenas em valores materiais. Não deveria haver sensibilidade e compaixão para compartilhar os limitados recursos do mundo com aqueles que são menos afortunados que nós?

A extrema ganância de políticos, patrões e outros, com suas práticas ardilosas é responsável por muita iniquidade no mundo Essa doença é visível nos níveis individual, social e nacional do mundo. Há muito sofrimento no continente africano, que é explorado por seus recursos naturais e vida selvagem. O tráfico de “diamantes de sangue” e outras pedras preciosas abastece as indústrias de armamento que fornecem armas para milícias e tribos inimigas. Essas práticas nefastas são responsáveis por assassinatos, estupros e saques.

Em diversas partes do mundo há extrema crueldade contra cães e outros animais, que são cozidos vivos para deleite de pessoas que apreciam esse tipo de culinária. Radha Burnier escreveu: “Viver  de maneira compassiva no mundo moderno dificilmente parece ser um ideal, já que atrapalha grandes e imediatos lucros de negócios e entra em conflito com a procura de novos prazeres e satisfações.”

Outra causa de conflito é a doutrinação religiosa, que cria sociedades intolerantes. No discurso que fez nas Nações Unidas, a jovem Malala Yousufzai enfatizou a necessidade da educação promover um pensamento liberal e a não violência, citando os exemplo de Buda, Cristo, Maomé, Gandhi e Pashtun Badshah Khan.

Para o mundo mudar, o indivíduo precisa mudar. Uma mente que tenha preocupação compassiva com o bem-estar global deve estar envolvida em ações proativas. Nelson Mandela disse: “Nosso medo  mais profundo não é de sermos inadequados. É de sermos poderosos além da conta. É  luz, e não as trevas que nos assusta.‘ Quem sou eu para ser tão brilhante, talentoso e famoso?’ Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Brincar de ser pequeno não serve ao mundo… Nascemos para tornar magnífica a glória de Deus que está dentro de nós.”

Fonte: Revista Sophia • SET/OUT 2020 nº 87

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AUTOCONHECIMENTO: O QUE É PROJEÇÃO OU VIAGEM ASTRAL CONSCIENTE

Nesta sexta-feira você vai conhecer, aqui na coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL tudo sobre Projeção ou Viagem Astral Consciente, num curso online ministrado pelo professor Laércio Fonseca em 9 aulas que você pode acompanhar através do link http://espacocaminhodaluz.com.br/inte… Assista ao pitch de venda do curso no vídeo a seguir e conheça os detalhes. Abaixo do vídeo, veja o conteúdo do curso. Então não perca essa oportunidade de aprender a se projetar conscientemente!

Curso Completo com 9 Aulas. DATA DAS AULAS: 09, 10, 11, 12, 13, 14, 16, 17 e 18 de Novembro as 20:30 LINK PARA AQUISIÇÃO: http://espacocaminhodaluz.com.br/inte…

TEMAS ABORDADOS NAS AULAS: – O que vem a ser a Projeção Astral;

– Projeção Astral inconsciente, consciente e involuntária;

– A Projeção Astral na história:

– A projeção astral do profeta Enoch, João Evangelista e outros;

– Projeção Astral na Índia, Tibete e China;

– As diferenças entre Sonho e Projeção Astral;

– Os benefícios da Projeção Astral

– Onde se pode ir e onde não se pode ir em projeção astral;

– Cordão de Prata:

– suas funções, comprimento e como se liga ao corpo físico;

– 1ª série de exercícios práticos.

– A natureza bioenergética do homem;

– Os 7 chakras e suas ligações com a projeção Astral consciente. Alimentação e Projeção Astral;

– As 7 dimensões esotéricas do Universo e os 7 corpos do homem;

– A vida no Plano Astral; – Umbral ou Inferno?

– Cidades e colônias astrais, hospitais, escolas;

– Os relacionamentos afetivos nos planos astrais:

– paixões e romances;

– Os planos superiores, divindades e anjos;

– O tempo e espaço nas dimensões espirituais;

– A física dos planos superiores;

– 2ª série de exercícios práticos.

– A mediunidade e os projetores naturais;

– Nossos guias espirituais, nossos anjos da guarda;

– Contatos com nossos mentores kármicos:

– os responsáveis pela nossa reencarnação;

– O Registro Akáshico

– um encontro com os registros do passado e nossas vidas anteriores;

– Uma viagem astral através do tempo:

– passado e futuro;

– O encontro com o Reino dos Devas:

– os elementais da natureza. A vida espiritual das plantas, insetos, animais, peixes, etc.;

– Os mistérios da morte:

– como são recepcionadas as almas logo após suas mortes sobre a Terra;

– 3ª série de exercícios práticos.

– A experiência humana na terra:

– O projeto Terra (Projeto Shan). O significado oculto da experiência humana na Terra;

– O comando Asthar

– O comando espiritual da Terra: humanos ou extraterrestres?

– A viagem astral a outros planetas e estrelas da Galáxia;

– Os planos espirituais de outros mundos e planetas;

– A projeção mental

– Viagens às dimensões superiores

– A saída do corpo mental do corpo astral;

– Encontros com espíritos e seres de outros planetas aqui no astral da Terra;

– Os portais dimensionais e estelares:

– tecnologias avançadas para transportes nas dimensões superiores;

– As transmigrações estelares:

– Encarnações de almas ascencionadas na Terra em outros mundos e planetas;

– A Fraternidade Branca e os mestres ascencionados:

– como atuam no Projeto Terra;

– 4ª série de exercícios práticos.

* Todo vídeo adquirido em nosso site pelo sistema online, ficará disponível em sua conta por tempo indeterminado, você poderá assisti-lo quantas vezes desejar, apenas sendo necessário acesso a internet, você pode assisti-lo em qualquer dispositivo com acesso a internet, sem restrições ou tempo determinado. * Estas aulas serão disponibilizadas para compra futura, então caso não tenha assistido no dia, não se preocupe, ele ficará disponível após o término para acesso e compra, todos os vídeos ficam gravados em sua conta para assistir posteriormente caso não consiga assistir no dia.

Fonte:

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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: EVOLUÇÃO ESPIRITUAL SEGUNDO OS CONCEITOS HINDU E BUDISTA

A nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL desta terça-feira nos trás um artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo nº 28, páginas 44-50, que trata da evolução do espírito de forma concisa, clara e científica para facilitar a compreensão do leitor leigo o que é espírito, utilizando os conceitos hindu e budista, ou seja, a sabedoria oriental. Esclarece o que é karma, sansara e prisão espiritual. Portanto uma excelente oportunidade de se aprofundar no AUTOCONHECIMENTO e na busca incessante do conhecimento para a expansão da consciência. Então lhe convido  a ler o texto completo a seguir e dar esse importante e necessário salto quântico! 

A IMPORTÂNCIA DA DOR NA EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO

ESPÍRITO E EVOLUÇÃO

Uma pequena análise segundo os conceitos hindus e budistas.

Por Eliane Moura Silva

O espiritismo, ao surgir na segunda metade do século XIX, firmou-se como doutrina espiritualista, filosófica e científica centrada na relação com a morte, contato sistemático e regular com os espíritos dos mortos, nas manifestações conscientes desses mesmos espíritos e nos ensinamentos por eles transmitidos. Foi um novo influxo segundo os princípios positivos da ciência de sua época. O espiritismo sempre incentivou o estudo, a aquisição de novos conhecimentos, o aprimoramento intelectual e moral e a transformação do homem, enfatizando a realidade e a permanência da vida espiritual, bem como a sua continuidade antes e depois da morte do corpo físico, revestimento adensado constituído por matéria grosseira, vista como decorrência natural condicionada por fatores e limitações biológicas, vivenciais e cármicas; é o corpo material que reveste o corpo espiritual.

E justamente a crença convicta e absoluta nesses pressupostos que permite manter e aprofundar o diálogo com seres que, em algum período, estiveram nesta terra encarnados.

Provavelmente, devido ao fácil acesso às sociedades e instituições dedicadas à prática e ao estudo, aos centros espíritas, hoje em número crescente, e à farta literatura encontrada facilmente nos mais variados pontos, locais e livrarias (Literatura esta de valor freqüentemente questionável), pode o leitor iniciante curioso ou o ocasional observador deixar-se levar, iludido pela aparente simplicidade advinda de “palestras” e “literatura”.

O espiritismo, na sua essência, hoje, tal qual na época do seu surgimento, é matéria por demais complexa, recheada de filosofia e ciência, testada pelo tempo que lhe conferiu ativa e importante participação histórica em causas e movimentos sociais, haja vista as perseguições surdas e implacáveis a ele movidas, frutos da incompreensão cega e intolerante das forças conservadoras que viam nele, assim como na maçonaria, na homeopatia, nos libertários, nos livres-pensadores etc., a ameaça do “novo”, lançando-os na vala comum do preconceito e do apriorismo.

Quanto mais se desenvolve o homem em todas as áreas do conhecimento, mais se aprofunda a ciência espírita, não inventando nada de novo, não aceitando dogmas, pressupostos rígidos nem “verdades estabelecidas” que não possam ser livremente examinadas pela clara luz da razão, rediscutindo e atualizando verdades antigas por vezes mal compreendidas, quando não totalmente desconhecidas e oferecendo-as de forma mais adequada à compreensão ocidental moderna. E nesse sentido que apresento, procurando adotar a forma mais simplificada e resumida possível, este estudo sobre os corpos sutis, segundo os milenares ensinamentos hindus e budistas, que acredito, poderão ser de valia para ampliar os limites e os conhecimentos sobre a natureza espiritual daquilo a que chamamos de existência, tanto “encarnada” como “desencarnada”.

Evidentemente, como é característica na “fala sagrada”, principalmente na oriental, o estilo freqüentemente adotado é de fundo poético, profético, oculto, cabalístico, místico, reservado aos sábios, eruditos e iniciados, propositalmente vedado aos leigos que não vêem nele sentido.

Certamente existe aí mais um mérito da filosofia espírita, que procura colocar o conhecimento espiritual de forma mais acessível aos interessados.

SABEDORIA ORIENTAL

De acordo com a tradição hindu transmitida pela tradição filosófica religiosa a partir dos Upanishads, no centro de cada alma individual existe a centelha divina, o atman (alento vital), uma noção equivalente ao que chamamos de alma. Quando o atman encontra-se envolvido em limitações morais, mentais e físicas, as uphadis ou as limitações naturais da alma encamada, temos, então, jiva, um indivíduo, uma reunião de energias que se adensam em corpos físicos, dos mais sutis ao mais denso. Este é o princípio da encarnação num corpo físico: o atman vai revestindo-se de corpos de paixões, emoções, sentimentos e desejos, ganhando uma dimensão cada vez mais material até chegar a um corpo físico, tornando-se jiva atman, a alma individual de um ser encamado.

Segundo essa concepção, o atman está localizado no olho ou no coração, uma forma de mostrar que tudo o que move, impulsiona, emociona, mas também prende e detém a libertação, situa-se entre o olho e o coração, a razão e a emoção.

A união e a separação entre o corpo e o atman são processos repletos de tensões que antecedem o nascimento e não ocorre de forma normal e tranqüila nem mesmo após a morte. Há uma transição vibratória contínua entre a matéria e os planos psíquicos e espirituais, entre os quais reside o sentido da personalidade e da individualidade, assim como entre o corpo físico, sutil e o espiritual, seja na existência encarnada, seja após a morte do corpo físico. Assim, o ser humano é composto de elementos densos, sutis, mistos, espirituais e divinos, ou seja, corpos de diferentes naturezas, densidades e escalas vibratórias, adequado, cada um, a habitar um diferente Loka, Planeta ou Plano.

O primeiro corpo, material e visível, é formado de diversos elementos e nele estão localizados os órgãos físicos de percepção e ação. Este primeiro corpo material, que é afastado da alma no momento da morte, é chamado Sthula sharira, a matéria física.

Esse afastamento e a conseqüente destruição da matéria não significam a libertação da alma, o retomo de atman a Brahman. Corpos sutis da natureza mais densa continuam envolvendo a alma e nele estão as emoções, os sentimentos, a mente racional e a mente emocional, o intelecto e as resperições vitais. Todos os elementos psicológicos da vida humana ficam nesses corpos. As imagens após a morte são, portanto, projeções da mente e da consciência que permanecem nesses corpos de natureza sutil, os sukshma sharira, de natureza astral, onde situam-se os chacras, os centros de energia que são os canais de comunicação entre corpos físicos, mentais e espirituais. Esses “cascões” podem obstruir as relações e o contato entre os corpos individuais, o meio ambiente e o corpo universal, tudo isso com graves conseqüências.

E por isso que, ao invés de encontrar a liberação e a conscientização de sua essência criadora, o atman, como num sonho, vaga através do labirinto de mortes e renascimentos, sempre ligado a esses corpos sutis, de acordo com suas ações, reações e pensamentos, imaginando, por desconhecimento, sua separação de outras almas e da Alma Primordial.

Temos, também, um “corpo” ou nível mais sutil, o chamado corpo causal, karana sharira, a existência individual. É a parte composta por todas as coisas que fazem o ser humano diferente de animais e da matéria inanimada. Confere a individualidade em todos os aspectos possíveis. E o corpo da diferença entre iguais, desde as físicas até a personalidade, emoções etc.

Essa concepção de corpos de diferentes naturezas reflete um conjunto de doutrinas e sabedoria que vê a vida, a existência material dentro de um universo, como uma grande vibração, uma profusão de energias exprimindo-se numa variedade inimaginável. A matéria, a vida e a existência psíquica são modulações, freqüências vibratórias da mesma energia primordial e essencial, manifestações mais sutis ou condensadas, que vão compondo corpos de diferentes densidades e natureza extrafísica, todos sujeitos ao ciclo de metamorfoses, a vida e a morte. Isso é uma lei primordial, base da teoria do karma.

TEORIA DO KARMA

A palavra karma deriva da raiz sânscrita Kr’ma e significa “efeitos do fazer, efeitos do que se faz, reação à ação e conseqüência”, em suma, as conseqüências das ações movidas pelos desejos de qualquer natureza. É uma lei eterna e imutável. invisível e absoluta, que afeta a alma e os corpos sutis e materiais, obrigando ao renascimento numa forma humana determinada pela qualidade e natureza dos atos, pensamentos e intenções de todo o passado.

A idéia de karma na tradição hindu e, posteriormente, na budista, não possui o sentido de castigo ou punição. É uma lei universal que coloca em equilíbrio todas as ações, pensamentos, sentimentos, palavras, desejos e paixões praticadas durante a vida. É o outro lado da moeda, da constatação de que “a toda ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário”. Karma é uma força imensa, inexorável, completamente cega, sem sabedoria ou discernimento próprios. É uma força que obedece a uma das muitas leis. Sua compreensão e aceitação geram sabedoria, compreensão, entendimento e poder de superar a condição humana. Em linhas gerais, a lei do karma deixa, entre outras, uma lição: “Nós somos os construtores de nosso destino na vida e na morte, no passado, presente ou futuro”.

O karma, como uma lei universal, afeta toda forma de existência, inclusive os “deuses”, pois todo o universo reflete ação e tudo o que nele está sofre o movimento eterno e a lei fundamental do karma, da qual ninguém pode fugir. Tanto a matéria como os planos mentais e emocionais sofrem as conseqüências das ações, num eterno ciclo de ações e reações. Tudo que age sobre o universo age sobre os seres. As coisas, os seres e as situações aparecem e desaparecem na tela da nossa consciência. Cada ação, seja ela positiva ou negativa, grandiosa ou sórdida, espelha uma imagem da existência.

Diante da falta de compreensão dessa lei, o quadro da existência humana afigura-se necessariamente decepcionante, cercado de tensões, avidez e sofrimento permanente. Somos o que desejamos, pensamos, acreditamos, falamos, fazemos e sofremos. Somos as causas e os resultados de nosso próprio destino, tanto na vida e na morte, como após a morte. A doutrina do karma, dentro dessa concepção, traz a responsabilidade para o indivíduo, retirando da divindade o papel de juiz e verdugo das ações humanas.

SAMSARA, A RODA DA VIDA

O termo samsara (divagação, preambulação) aplica-se ao ciclo de mortes e renascimentos em muitas formas e condições diferentes de existência. É o apoio necessário à doutrina do karma. A comparação mais tradicional dessa doutrina da transmissão indefinida dos seres em diferentes tempos, formas e situações está simbolizada na imagem de uma roda que gira sem cessar.

A alma, após a morte e um período determinado de existência num plano espiritual, regressa à Terra com os “cascões”, resíduos de carma produzidos em sua vida vital material, somados aos das vidas anteriores ainda não desfeitos, resíduos estes que determinam e subordinam as condições em que se darão o seu renascimento. A maioria dos homens morre com um cem número de desejos insatisfeitos, de temores não apaziguados, ambições não consumadas, necessidades físicas e afetivas irrealizadas, sonhos e, como no pano de fundo, a obscura lembrança das ações praticadas e ocasiões perdidas. A própria condição da morte, se violenta ou calma, na juventude ou na velhice, aponta para o destino tanto da existência após a morte como da futura reencarnação.

Disso tudo resulta um conjunto de impressões residuais poderosas e indeléveis, de aspirações latentes, que se deseja realizar ou apaziguar através de um novo renascimento num contexto material, familiar, social e psicológico. É esse o fator determinante de uma nova reencarnação para a realização dessas ações e desejos.

Cada encarnação é um elo da roda dos renascimentos e mortes, sinal de um atman que ainda não alcançou a sua liberação e imortalidade na consciência de Brahman, por estar preso, envolvido em condição carnal, aprisionado em vestes grosseiras da matéria densa e sutil. A existência encarnada na matéria é um aspecto provisório, acidental e frágil, sujeito tanto à deterioração e corrupção como os caminhos do conhecimento e da libertação. O corpo físico morre, porém, a verdadeira vida do espírito transcorre eterna, indestrutível.

Para chegar a essa essência doutrinária da impermanência e do papel da mente na construção da “realidade”, surge uma inovação filosófica e doutrinária no budismo: a concepção de que toda a forma de existência no mundo está classificada em cinco categorias de “agregados”, conhecidos como skandhas. Essa concepção é definitiva pois traça a anatomia, a fisiologia, a mecânica de funcionamento dos pensamentos, sentimentos e suas relações com a vida, com a existência encarnada, a sua qualidade e relações com as futuras reencarnações.

Os skandhas são agregações, aderências, conjuntos de elementos físicos, mentais, emocionais e espirituais interpenetrados que compõem e formam a percepção física e sensorial das coisas e também o estabelecimento das relações, de idéias, as associações entre formas, sentidos e a construção de projeções mentais objetivas e subjetivas. De forma bastante simples e resumida, os cinco skandhas são definidos da seguinte maneira:

Rupa-Kandha – É o agregado que distingue; a percepção física que permite distinguir coisas e sua natureza material, vegetal, animal, humana, mineral, elemento, imagem ou qualquer outra coisa.

Vedana-Kandha – É o agregado de sensações desencadeadas pelo contato do objeto tal qual é percebido e captado pelos órgãos dos sentidos, por exemplo: leve, pesado, quente, frio, duro, mole, liso, áspero, perfumado, nauseante, claro, escuro, doce, salgado etc.

Sanna-Kandha – É o agregado da elaboração mental, o conhecimento obtido a partir do contato das percepções físicas e sensoriais produzidas pelos agregados anteriores. É o conjunto de elementos, de conhecimentos transmitidos ao campo mental pelo Rupa-Kandha e Vedana-Kandha, o que se apreende através das sensações. Por exemplo, o “fogo é quente, queima e dói”, “comida estragada é ruim e faz mal”, “bebida alcóolica deixa tonto e faz mal”. É o princípio do que chamamos experiência acumulada. Há quem afirme que produz as sensações de prazer, dor etc., desde que oriundas de fatores materiais, por exemplo, comida, sexo, carícias, machucaduras etc.

Skankara-Kandha – É o agregado das associações mentais, das produções psíquicas. É dele que parte a imaginação com toda a gama de possibilidades. É onde realidade e suposição se mesclam podendo apresentar-se até com distorções. Há quem afirme que partem daqui os pensamentos, sentimentos de prazer ou sofrimentos ligados a lembranças de situações, fatos, momentos, pessoas ou coisas, que podem ou não ter ocorrido.

Vinnana-Kandha – É o agregado equilibrador, harmonizador, organizador e integrador das sensações, dos sentimentos, das emoções das experiências, da imaginação, das memórias dos vários skandhas. Talvez por isso se atribua a ele, também, a capacidade de produzir prazer, dor, sofrimento ou qualquer outra forma de sentimento. É evidente que, peta sua capacidade de gerar pensamentos, deve sempre tentar conduzir e fazer prevalecer o impulso que lhe pareça mais proveitoso e agradável. Seria, também, neste caso, as formas de se proporcionar prazer a si próprio, resultantes da ação prevalecente desse agregado. Evita, ou miniminiza, que a excessiva preponderância de qualquer dos outros agregados predomine sobre o conjunto desarmonizando a estrutura interior. Tenta dividir a carga de força e influência. Possibilita a aprendizagem e, possivelmente, a realimenta. Desenvolve conceitos de lógica, abstração etc. É como o cérebro e o coração funcionando harmoniosamente; de outra forma, seria um verdadeiro caos. Daí pode-se te
r ações devidamente equilibradas.

Sendo os skandhas corpos formados por agregação, não possuindo em si por si consistência e materialidade, são construções que produzem construções que produzem construções…

É como se estivéssemos constantemente acumulando karma ao mesmo tempo em que o dissolvemos e o produzimos. Vida após vida tentamos reverter essa situação, dissolvendo mais que produzindo. Se o conseguimos, gradativamente, à custa de grande esforço, vida após vida, chamamos a isso evolução, senão…

No Oriente ensina-se que as voltas dos ciclos dessa “roda” podem ser paradas e a “roda” extinta, dissolvida em si mesma. E a isso que chamam de Nirvana, Nibbana, a Suprema Libertação, a Grande Extinção, que ocorre, também em conjunto com o Samadhi, Satori, a Suprema Beatitude, o Divino Êxtase, a Suprema Fusão, a Perfeita Reabsorção em Deus, O Princípio Criador. Uma vez atingindo tal estado, todos os skandhas são automaticamente dissolvidos, desintegrados, sendo a sua “matéria”, corpo de energia e estrutura energética desfeitos e reincorporadas à massa da “matéria” cósmica universal.

PRISÃO ESPIRITUAL

Porém, ocorre que, na maioria das vezes, quase sempre após o desencarne, a alma permanece aprisionada, encarcerada, envolvida pelos seus skandhas, retornando a este plano com os mesmos impulsos, sentimentos e desejos. Neste caso, cabe à alma fazer “evoluir” os skandhas, tornando-os mais tênues, suaves e sutis, para diminuir-lhes a aderência, tornar mais fácil a sua liberação tirando proveito da sua força e energia. Note-se que, sendo a alma “parcela” do Criador, já que é perfeita em Si, não lhe cabendo evoluir, mas, sim, aos agregados, que são construções da mente iludida pela falsa idéia de ser uma personalidade individual separada de Deus.

Se a alma conseguir libertar-se de um ou mais agregados, ainda que não os tenha extinguido de todo, podem, esses agregados, expulsos, porém livres, ficarem atraídos e absorvidos por outros agregados de densidade, carga, estrutura e energia semelhantes ou maior, com atração mútua, formando, então, um grande skandha que pode, depois, repetir o processo, vindo a se constituir num imenso agregado que pode repetir tudo novamente, tornando-se um superagregado.

As correntes mágicas e místicas, tanto do hinduísmo como no budismo, que afirmam a real existência dessas forças, nos falam, também, da possibilidade desses agregados virem mesmo a tomar forma, influenciar, possuir ou habitar um corpo animal, vegetal ou mineral, ainda que momentaneamente, pois, na maioria das vezes, tentam, sempre que possível, reunir-se num corpo humano.

Construções da mente? Temos aí um verdadeiro “ser” sem matéria densa, sem fisiologia estabelecida, sem alma, porém, capaz de, literalmente, arrasar com todas as formas possíveis de vida. Pode, também, ser considerada uma das piores formas de obsessor, entre a humana, a animal, a elemental, a mental-emocional, a imaginária, a mitológica, figura resgatada pelo moderno espiritismo, porém comum a muitas religiões antigas, ainda que com particularidades de visão. Todos os pensamentos, sentimentos, emoções, e paixões adquirem forma e também uma materialidade semi-densa ou sutil. Trata-se da materialização, em forma aparente, dos sentimentos e emoções fortes, intensas ou violentas. Tais imagens, materializadas em diferentes graus e sutilezas, são formadas por pura concentração de energia, sem racionalidade, ética ou senso comum. Podem ser objetos, alimentos, animais variados, inclusive formas lendárias ou monstruosas, extintas, os mais diferentes seres em várias condições de tamanho, forma, altura e até mesmo sexo.
Podem também nem ter forma definida, apresentando-se como nuvens, redemoinhos, vendavais, ciclones etc.

São pura energia condensada em diferentes intensidades, altamente destrutivas, podendo prejudicar, desorganizar, adoecer, enlouquecer, matar ou até absorver a energia da vítima. Tudo isso é freqüentemente gerado por emoções de encarnados e desencarnados e passível de ser “incorporado” por algum ser desencarnado sob forte carga emocional de ódio, vingança, remorso etc. Pode também produzir um tipo de “efeito fantasma”, poltergeist etc.

Pelo sim pelo não, o que os antigos mestres orientais nos ensinam é: cuidado com os sentimentos; cuidado com os desejos; cuidado com os pensamentos; cuidado com as palavras; cuidado com as ações.

Esse conjunto de concepções dotadas de forte carga espiritual, filosófica e transcendental é de suprema importância para tentarmos entender tanto a vida como a morte. Assim, é possível pensar que a transição chamada de “morte” apenas dissolve o agregado de matéria física e as formas. Não constrói realmente uma nova união mas apenas novos elementos de diferentes densidades que se agregam às antigas estruturas das existências, sejam elas doces ou amargas, boas ou más, agradáveis ou desagradáveis.

Evidentemente, este pequeno artigo não tem, nem de longe, a menor pretensão de esgotar um assunto tão vasto, sério, profundo e de grande conseqüências filosóficas e morais para todos os que de fato pretendem aprofundar-se em temas relevantes e capazes de alterar o sentido da vida. É apenas uma tentativa de contribuir para a ampliação dos estudos espíritas sugerindo que, em diferentes culturas e tempos históricos, um rico e importante conhecimento foi estruturado e a sua divulgação poderá contribuir para os importantíssimos estudos desenvolvidos pelos espíritas de “boa vontade”, estudiosos, sérios, dedicados e criteriosos, nos moldes de Allan Kardec e seus seguidores.

(Extraído da Revista Cristã de Espiritismo nº 28, páginas 44-50)

Fonte: IPPB
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DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: FAMÍLIAS DE VÍTIMA E DE ASSASSINO SE TORNAM AMIGAS

Uma história emocionante é o destaque da nossa coluna DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL deste domingo. Um exemplo raro de como através da não violência se alcança estágios bem mais elevados de espiritualidade e que este é o caminho para um mundo mais pacífico e melhor. Não é fácil, mas é possível e é o único caminho. Por favor, leia o artigo completo a seguir, reflita e tire suas conclusões.

A surpreendente amizade entre as famílias de um assassino e de sua vítima

Após a morte do filho, Azim Khamisa iniciou uma campanha educativa contra a violência armada – e se juntou a um aliado improvável, Ples Felix, o avô do assassino

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

 

Azim Khamisa e Ples Felix são hoje grandes amigos

Azim Khamisa ficou devastado quando perdeu o filho de forma trágica, morto em uma tentativa de assalto por um jovem de apenas 14 anos, membro de uma gangue nos EUA.

Após a perda do filho, ele iniciou uma campanha educativa contra a violência armada, junto a um aliado improvável: Ples Felix, o avô do assassino.

Mais de 20 anos depois, os dois são hoje melhores amigos.

Em entrevista ao programa de rádio Outlook, do serviço mundial da BBC, Azim e Ples contam como a tragédia deu origem a essa amizade.

Aos 20 anos, Tarik Khamisa era aluno da Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia, e trabalhava como entregador de pizza às sextas e sábados.

“Ele era uma grande alma, eu diria um espírito antigo em um corpo jovem. Abençoado com um grande senso de humor, era uma alegria estar perto dele. Ele tinha a habilidade de descontrair qualquer situação com uma piada”, recorda o pai.

Na noite de 21 de janeiro de 1995, ele saiu para entregar uma pizza em um bairro de classe média da cidade. Mas não podia imaginar que havia sido atraído para um endereço falso por uma gangue juvenil.

“Deram o endereço certo, mas o número do apartamento errado. Ele bateu em várias portas tentando descobrir quem tinha pedido a pizza, mas claro que ninguém tinha pedido”, conta Azim.

Quando voltou para o carro, Tarik foi abordado por um grupo de quatro jovens: três de 14 anos e um de 18. Era uma tentativa de assalto, mas ele se recusou a entregar as pizzas.

O mais velho, apontado como o líder da gangue, entregou então uma arma a um dos menores, no que seria parte de um ritual de iniciação, e pediu que atirasse.

“Quando meu filho estava tentando dar ré com o carro, o jovem de 14 anos puxou o gatilho. Foi uma única bala, que entrou pela janela do motorista e acertou meu filho.”

“Tariq morreu alguns minutos depois, afogado em seu próprio sangue por causa de uma mísera pizza, aos 20 anos”, diz o pai.

Infância conturbada

O menor de idade que matou Tariq foi identificado como Tony Hicks. Ele morava com o avô, Ples Felix, a quem considera até hoje como pai.

“(Tony) foi criado como filho de uma menina de 14 anos, minha filha. E sempre foi o tipo de criança que era levada de um lado para o outro, ora estava na casa da minha mãe, ora na casa da avó, e sempre tinha um monte de gente lá. Os primos da minha filha eram todos envolvidos com gangues”, conta Ples.

Quando o primo favorito de Tony foi brutalmente assassinado por uma gangue rival, a família decidiu que o menino, com sete anos na época, deveria sair de Los Angeles e ir morar com o avô em San Diego.

“Ele era um garoto traumatizado, precisando de toda ajuda e apoio que nunca havia tido. E eu realmente não estava em condições de dar toda a ajuda que ele precisava, mas com certeza eu tentei”, diz.

Más companhias

Apesar da dificuldade de se adaptar a San Diego, Tony se esforçava para ser um bom aluno na escola e corresponder às expectativas do avô. Mas, à medida que foi crescendo, as amizades começaram a ter uma influência cada vez mais forte sobre ele.

Até que, no dia do crime, Tony fugiu de casa.

“Tony era um caso clássico de juventude transviada por andar com pessoas que ele pensava que eram seus amigos.”

“(Os colegas) o levaram até um rapaz de 18 anos que ofereceu álcool e drogas a eles. E depois de consumirem álcool e drogas, esse rapaz convidou Tony e outros dois meninos de 14 anos para participarem de um assalto a um entregador de pizza”, revela.

Ples estava assistindo ao telejornal quando viu a notícia do assassinato.

“Um sentimento muito ruim tomou conta de mim naquele momento, porque era a primeira vez que Tony não estava na cama àquela hora da noite. E eu sabia que ele estava pelas ruas em algum lugar.”

Até então, Ples não tinha feito nenhuma conexão entre Tony e a morte de Tariq. Só ficou sabendo do envolvimento do neto quando recebeu um telefonema da polícia avisando que ele tinha sido preso como principal suspeito do crime.

Azim Khamisa também recebeu a notícia da morte do filho pelo telefone.

“Perdi a força em ambas as pernas, desabei no chão, todo encolhido, bati a cabeça na geladeira. Não tenho palavras para descrever o quão insuportavelmente dolorosa essa experiência foi para mim.”

“Foi literalmente como uma bomba nuclear que detonou dentro do meu coração”, descreve Azim.

De quem é a culpa?

Em um discurso emocionado, Tony confessou no tribunal ter matado Tariq. E pediu perdão à família Khamisa. Após se declarar culpado, foi condenado a 25 anos de prisão.

“Essa audiência aconteceu dois anos e meio depois (do crime). Obviamente é fácil ver que meu filho foi vítima de um jovem de 14 anos. Mas eu também vi que o jovem de 14 anos foi vítima da sociedade”, afirma Azim.

“Quer dizer, quem é o inimigo aqui? É o jovem 14 anos ou é a sociedade que força muitos jovens, especialmente jovens com um histórico como o de Tony, que foram negligenciados, a escolher uma vida de gangues, drogas, álcool e armas?”

Com isso em mente, nove meses após a morte do filho, Azim fundou a Tariq Khamisa Foundation, uma organização educacional com a missão de “impedir que crianças matem crianças, quebrando o ciclo da violência juvenil”.

“Decidi honrar a memória do meu filho. Minha família e eu lidamos com essa tragédia muito negativa em nossas vidas de uma forma positiva”, diz ele.

“A Tariq Khamisa Foundation ensina essencialmente os princípios da não violência, responsabilidade, empatia, compaixão e perdão. E o mais importante, a construção da paz”, explica Azim.

O início da amizade

Mas como nasceu a amizade entre Ples e Azim?

“Meu foco na meditação e oração sempre foi conseguir uma chance de me encontrar com a família de Tariq. E soube pelo advogado de Tony que Azim gostaria de se encontrar comigo”, relembra Ples.

“Eu queria manifestar meu apoio, expressar minhas condolências, e foi realmente algo especial.”

Durante o encontro, Azim contou sobre a fundação que tinha criado. E convidou Ples para participar de uma reunião em sua casa, junto com sua família, para discutir a iniciativa.

A recepção foi mais calorosa do que ele podia imaginar dadas as circunstâncias. E foi só o começo.

Ples se tornou membro do conselho da Tariq Khamisa Foundation. E hoje os dois dão palestras para jovens sobre formas de acabar com a violência armada.

“Quando vamos às escolas, somos apresentados como ‘o neto deste homem matou o filho deste homem, e eles estão aqui no espírito de compaixão, perdão e fraternidade’. E isso é algo que as crianças normalmente não vivenciam, porque o que elas basicamente veem em nossa cultura é que a violência gera mais violência”, diz Azim.

Cara a cara com o assassino do filho

Já o encontro de Azim com Tony só viria a acontecer alguns anos depois

“Eu só conheci o Tony cinco anos depois da morte de Tarik, pois não sabia como reagiria. Mas sabia que, para completar minha jornada de perdão, em algum momento teria que ficar cara a cara com ele”, conta Azim.

Os dois conversaram por uma hora e meia.

“Olhei nos olhos dele tentando encontrar um assassino, mas não consegui (encontrar). Não esperava isso.”

A Justiça americana concedeu liberdade condicional a Tony em novembro de 2018, quase 24 anos após o crime. Ele foi solto em abril de 2019.

Parceria além do trabalho

O fato é que a amizade de Azim e Ples vai muito além do trabalho.

“Ples e eu somos solteiros e saímos para jantar com frequência, ambos gostamos de comida apimentada. Por isso, sempre pedimos tabasco para acompanhar nossos pratos”, diz Azim.

Ples complementa: “Azim me ajudou a perceber o equilíbrio dos sabores, o valor de um vinho para complementar uma refeição. Agora tenho um apreço notável por vinho.”

Segundo Azim, a cumplicidade entre os dois é evidente. “Quando estamos juntos numa palestra, em que somos apresentados como ‘o neto deste homem matou o filho deste aqui’, mesmo se não dissermos uma palavra, é possível sentir o amor, o respeito e a confiança que temos um no outro.”

Fonte: R7

 

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