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CRIMINALIDADE: PESQUISA DEMONSTRA DEMONSTRA COMO O CASAMENTO E A GRAVIDEZ REDUZEM A CRIMINALIDADE

Na coluna CRIMINALIDADE desta quarta-feira você vai ver a análise de uma pesquisa que demonstra a conexão entre a incidência de gravidez, partos e casamento e a diminuição na incidência de crimes. A colunista Star Parker que faz a análise conclui que a maternidade e o casamento geram uma sensação de responsabilidade pessoa. Leia o interessante artigo a seguir e tire suas conclusões!

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Como o casamento e a gravidez reduzem a criminalidade

A colunista Star Parker analisa uma pesquisa que demonstra a conexão entre a incidência de gravidez, partos e casamento e a diminuição na incidência de crimes, concluindo que a maternidade e o casamento geram uma sensação de responsabilidade pessoal. Confira trechos do artigo:

Existe uma ideia disseminada no discurso público de que as políticas econômicas e as sociais são universos distintos. Quando uma política econômica é evocada, pensamos em impostos, gastos públicos, empresas, empregos, etc. Quando uma política social é evocada, pensamos em casamento, família, crianças, aborto, etc. Mas na verdade o limite entre as políticas econômicas e sociais é ambíguo, se é que ele existe.

Nos últimos anos, por exemplo, a estrutura familiar chamou a atenção como um fato importante a se considerar nas discussões políticas quanto à pobreza. Agora temos um novo trabalho acadêmico dos economistas Maxim Massenkoff e Evan Rose, ambos doutorandos pela University of California, Berkeley. O trabalho deixa ainda mais claro que aquilo que costumamos ver como política social está contido no reino da análise econômica.

O artigo, intitulado “A Formação da Família e o Crime”, examina a conexão entre a incidência de gravidez, partos e casamento e a incidência de crimes.

A conclusão, nas palavras dos autores, é a de que “nossa análise de caso indica que a gravidez provoca uma queda brusca na criminalidade, maior do que qualquer outra intervenção. Para as mães, o envolvimento com o crime cai drasticamente nos primeiros meses de gestação e se estabiliza a níveis pré-gestação três nãos depois do parto. Os homens mostram uma queda menor, mais ainda importante, de 25% no começo da gestação, embora as prisões por violência doméstica aumentem para os pais logo depois do parto.”

Tabarrok sugere que isso tem a ver com a “socialização e civilização de homens e mulheres”. Eu especularia que é por esse mesmo motivo que, quando uma grávida vê a imagem de ultrassom da criança que se desenvolve dentro dela, ela desiste de abortar o bebê. É um chamado para a maravilha e o mistério da vida que gera uma sensação de responsabilidade pessoal.

Star Parker
Comentarista, colunista do Daily Signal e presidente do Center for Urban Renewal and Education, artigo traduzido publicado na Gazeta do Povo

Fonte:Boletim Coppolla

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