Blog do Saber, Cultura e Conhecimento!

CIÊNCIAS: PESQUISADORES BRASILEIROS DESENVOLVERAM TÉCNICA PARA RECONSTRUIR E PRODUZIR FIGADO EM LABORATÓRIO

Uma metodologia baseada em técnicas de bioengenharia de tecidos desenvolvidas nos últimos anos para a produção de órgãos para transplante, chamadas descelularização e recelularização é o destaque aqui na coluna CIÊNCIAS desta quinta-feira. As técnicas consistem em submeter o órgão de um doador falecido – no caso, o fígado – a sucessivas lavagens com soluções detergentes ou enzimas, para retirar todas as células do tecido até restar apenas a matriz extracelular, com a estrutura e o formato originais do órgão. Leia o artigo completo e saiba dos detalhes desta incrível descoberta!

Cientistas brasileiros criam técnica para produzir fígado em laboratório

Viva a ciência! Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma técnica para reconstruir e produzir fígado em laboratório.

O método foi criado no Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP).

Isso poderá permitir a fabricação em escala do órgão para realização de transplantes.

Os resultados do estudo, apoiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), foram publicados na revista Materials Science and Engineering: C.

Em humanos

A prova de conceito do método foi realizada com fígado de ratos. Na próxima etapa do estudo, os pesquisadores pretendem adotar a técnica para, futuramente, produzir fígados humanos para aumentar a disponibilidade do órgão para transplante.

“A ideia é produzir fígados humanos em laboratório, em escala, com o intuito de diminuir a espera por doadores compatíveis e os riscos de rejeição do órgão transplantado”, diz à Agência FAPESP Luiz Carlos de Caires Júnior, primeiro autor do estudo.

O pesquisador faz pós-doutorado no CEGH-CEL – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela FAPESP.

Como

A metodologia é baseada em técnicas de bioengenharia de tecidos desenvolvidas nos últimos anos para a produção de órgãos para transplante, chamadas descelularização e recelularização.

As técnicas consistem em submeter o órgão de um doador falecido – no caso, o fígado – a sucessivas lavagens com soluções detergentes ou enzimas, para retirar todas as células do tecido até restar apenas a matriz extracelular, com a estrutura e o formato originais do órgão.

A matriz extracelular é recomposta com células derivadas do paciente receptor, para evitar o risco de reações imunológicas e diminuir o risco de rejeição em longo prazo do órgão transplantado.

“É como se o receptor recebesse um fígado recauchutado, que não seria rejeitado porque foi reconstituído usando suas próprias células. Ele não precisaria nem tomar imunossupressores”, explica Mayana Zatz, coordenadora do CEGH-CEL e coautora do estudo.

Por meio dessas técnicas também é possível reconstituir órgãos considerados limítrofes, aumentando a sua disponibilidade para os pacientes na fila de espera.

“Muitos órgãos disponíveis para o transplante não são aproveitáveis porque são provenientes de pessoas que sofreram acidentes de trânsito. Por meio dessas técnicas é possível recuperar esses órgãos, dependendo de sua condição”, afirma Luiz Carlos de Caires Júnior.

O processo de descelularização, contudo, remove os principais componentes da matriz extracelular do órgão, como moléculas que sinalizam para as células que elas devem proliferar e formar vasos.

Dessa forma, compromete a recelularização do tecido e diminui as propriedades de adesão das células à matriz extracelular.

Para solucionar esse obstáculo, os pesquisadores do CEGH-CEL aprimoraram as técnicas de descelularização e recelularização, introduzindo uma nova etapa. Após isolar e descelularizar o fígado de ratos, eles injetaram na matriz extracelular uma solução rica em moléculas, como as proteínas Sparc e a TGFB1, produzidas por células hepáticas cultivadas em laboratório em um meio condicionado.

Essas proteínas sinalizam para as células hepáticas que elas devem se proliferar e formar vasos sanguíneos – funções essenciais para o bom funcionamento do fígado. “O enriquecimento da matriz extracelular com essas moléculas permite que ela se torne muito mais parecida com a de um fígado saudável”, afirma Caires.

Depois de tratar a matriz extracelular do fígado de ratos com a solução, foram introduzidos no material hepatócitos, células endoteliais e mesenquimais – essas últimas produzidas a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS, na sigla em inglês). O método consiste em reprogramar células adultas (provenientes da pele ou de outro tecido de fácil acesso) para fazê-las assumir estágio de pluripotência semelhante ao de células-tronco embrionárias.

“O trabalho mostrou que é possível induzir a diferenciação de células-tronco humanas em linhagens de células que fazem parte de um fígado e usá-las para reconstruir o órgão de modo que seja funcional. É a primeira prova de conceito de que a técnica funciona”, disse Mayana Zatz.

Com o auxílio de uma bomba de seringa, as células hepáticas foram introduzidas na matriz extracelular de fígado de ratos para produzir um órgão com as características do humano.

O órgão cresceu durante cinco semanas em uma incubadora que simula as condições de um corpo humano. As análises indicaram que o enriquecimento da matriz extracelular com a solução rica em proteínas Sparc e TGFB1 melhorou muito a recelularização do fígado produzido.

“As células hepáticas crescem e funcionam melhor por meio desse tratamento. Pretendemos, agora, construir um biorreator para fazer a descelularização de um fígado humano e avaliar a possibilidade de produzi-lo em laboratório e em escala”, diz Caires. Segundo o pesquisador, a técnica também pode ser adaptada para produção em laboratório de outros órgãos, como pulmão, coração e pele.

Fabricação de órgãos

O projeto integra uma das linhas de pesquisa do CEGH-CEL, voltada à fabricação ou reconstrução de órgãos para transplante a partir de diferentes técnicas.

Por meio de um projeto em parceria com a farmacêutica EMS, apoiado pela FAPESP no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE), os pesquisadores do Centro pretendem modificar órgãos de porcos, como o rim, coração e pele, para transplantá-los para humanos.

Como não é possível transplantar fígado de porcos para humanos, os pesquisadores partiram para outras estratégias: a descelularização e recelularização e a produção do órgão por impressão 3D. “Essas diferentes frentes de estudo são complementares. A expectativa é termos, no futuro, fábricas de órgãos para transplante”, afirmou Zatz.


Com informações da Galileu 

Fonte: Só Notícia Boa

Continuar lendo CIÊNCIAS: PESQUISADORES BRASILEIROS DESENVOLVERAM TÉCNICA PARA RECONSTRUIR E PRODUZIR FIGADO EM LABORATÓRIO

CIÊNCIAS: UM ESTUDO CIENTÍFICO CONCLUIU QUE OS GOLFINHOS NARIZ-DE-GARRAFA TÊM TRAÇOS DE PERSONALIDADE SEMELHANTES AOS HUMANOS

Os golfinhos-nariz-de-garrafa têm características semelhantes tanto aos primatas quanto aos humanos, são traços de personalidade semelhantes divergiram de outros mamíferos há 95 milhões de anos, o que permite que os psicólogos evolucionistas localizem a aplicação de 5 grandes personalidades pelo menos até aquele ponto. Este o destaque da nossa coluna CIÊNCIAS desta terça-feira, que você não pode deixar de ler e conhecer os detalhes dessa descoberta!

Golfinhos têm traços de personalidade semelhantes aos humanos, conclui estudo

Se você já olhou para o rosto de um golfinho e sentiu por um segundo que eles sabiam quem você era, é porque eles são naturalmente curiosos e sociáveis ​​de uma maneira semelhante a nós, humanos.

Em um estudo de psicologia da personalidade, descobriu-se que os golfinhos-nariz-de-garrafa têm características semelhantes tanto aos primatas quanto aos humanos (assim como alguns outros que parecem ser próprios), lançando uma nova luz sobre as pressões evolutivas que desenvolvem a personalidade.

Quando não se refere a grandes mamíferos africanos, o ‘Big 5’ se refere a traços de personalidade gerais que tendem a ser compartilhados pela maioria dos animais inteligentes e são definidos como abertura, consciência, neuroticismo, extroversão e simpatia.

O Big 5 foi estudado em chimpanzés, ratos e agora em golfinhos – e todas as criaturas na Terra apresentam algumas variações dessas características – com alguns tendo versões mais demonstrativas do que outros.

No recente estudo com golfinhos, publicado no Journal of Comparative Psychology , os pesquisadores observaram 134 golfinhos diferentes em oito instalações diferentes no mundo. A personalidade foi medida em 49 golfinhos usando um questionário de 42 itens e em 85 golfinhos usando uma versão do questionário que incluía sete itens adicionais.

Quatro traços de personalidade foram determinados pelos questionários, três dos quais são típicos de primatas humanos e não humanos: eles são de alta abertura (amplamente definida como criatividade ou curiosidade), baixa agradabilidade (uma falta de priorizar a felicidade dos outros sobre a sua) e alta extroversão (sociabilidade).

Traços como esse são freqüentemente discutidos em psicologia clínica. Psicólogos da personalidade como Jordan Peterson notariam que a baixa agradabilidade, encontrada nos golfinhos, por exemplo, é típica em pessoas que pedem grandes aumentos no trabalho, enquanto alguém com alta agradabilidade muitas vezes tem dificuldade em escalar escadas corporativas.

O quarto, que os cientistas descreveram como “direcionamento”, era exclusivo dos golfinhos e parecia ser uma mistura de alta consciência, uma característica que tende a ser alta em pessoas como empresários e baixo neuroticismo.

Por último, ao contrário de outros primatas, mas bem como os humanos, os golfinhos não tinham um domínio de dominação forte.

Os pesquisadores não têm certeza de por que os 5 grandes evoluíram, e estender seu campo de estudo para mais e mais animais ajudará os psicólogos evolucionistas a determinar o quanto esses traços evoluíram no passado.

Os golfinhos divergiram de outros mamíferos há 95 milhões de anos, o que permite que os psicólogos evolucionistas localizem a aplicação de 5 grandes personalidades pelo menos até aquele ponto. Eles agora também sabem que a evolução dessas características pode ocorrer apesar das grandes diferenças no ambiente, como viver na terra ou na água, e na organização social.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: UM ESTUDO CIENTÍFICO CONCLUIU QUE OS GOLFINHOS NARIZ-DE-GARRAFA TÊM TRAÇOS DE PERSONALIDADE SEMELHANTES AOS HUMANOS

CIÊNCIAS: PESQUISADORES INDICAM QUE TECNOLOGIA WEARABLE SERÁ SUBSTITUÍDA NO FUTURO POR COGUMELOS OSTRA

Hoje em dia, os fungos estão surgindo como candidatos promissores para a produção de têxteis sustentáveis ​​para serem usados ​​como biocombustíveis ecologicamente corretos. A eletrônica orgânica e a bioeletrônica, especialmente com substratos vivos, oferecem uma grande oportunidade de incorporar recursos de detecção paralela e processamento de informações de sistemas naturais em vestíveis futuros e emergentes. Sensores eletrônicos vestíveis, como aqueles em relógios Fitbit e pedômetros que detectam sinais biológicos, podem ser substituídos no futuro por … cogumelos. Para entender como isso se processa leia o artigo completo a seguir.

Processadores em wearables técnicos como Fitbits podem ser substituídos usando micélio de cogumelo

Sensores eletrônicos vestíveis, como aqueles em relógios Fitbit e pedômetros que detectam sinais biológicos, podem ser substituídos no futuro por … cogumelos.

Não, isso não é um erro de digitação. Em um estudo de prova de conceito, o micélio foi capaz de perceber vários estímulos externos como luz, temperatura e umidade, mas também certos produtos químicos no ambiente e até mesmo sinais elétricos.

O micélio do cogumelo ostra, os tecidos fibrosos do mainframe dos fungos que colonizam sob o solo e de onde os cogumelos brotam, eram capazes de perceber sinais elétricos de forma a replicar essa parte para sensores e processadores, que são legíveis por um computador.

Em outras palavras (fantásticas), as percepções do cogumelo do ambiente se tornariam os dados que fornecem a contagem de batimentos por minuto em seu monitor de frequência cardíaca.

Na natureza, o micélio se organiza em estruturas geométricas dentro e ao longo do solo. Embora o micélio fúngico não tenha muitos motivos para detectar sinais elétricos na natureza que conhecemos, a reprogramação de genes de micélio de cogumelo ostra para formar diferentes estruturas geométricas que otimizariam o poder de detecção de sinais elétricos é a passagem que torna o Prof. Andrew Adamtzky acredito que vale a pena investigar.

“Mostramos que é possível discernir a natureza dos estímulos das respostas elétricas dos fungos”, escreveu Adamatzky, que ficou famoso por utilizar fungos viscosos para resolver labirintos e otimizar o planejamento de estradas em Tóquio e na França, em seu novo artigo de pesquisa.

Fungal wearable incorporado em tecido real – cortesia de A. Adamatzky, Reactive fungal wearables study

“Os resultados abriram um caminho para o design futuro de patches de detecção inteligente para serem usados ​​em vestíveis fúngicos reativos.”

Os remendos mencionados eram tecidos de cânhamo colonizados com micélio e depois ligados a sensores de computador.

Pulverizar diferentes produtos químicos no adesivo, bem como expô-lo aos diferentes estímulos mencionados acima, foi o que deu a Adamatzky a segurança da voz.

Não é nada que tomará o controle dos mercados em breve, mas é outra aplicação fascinante de micélio, que a GNN informou que pode ser usada para fazer tijolos de construção , caixões , canoas e com grande efeito na limpeza de lixo nuclear .

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: PESQUISADORES INDICAM QUE TECNOLOGIA WEARABLE SERÁ SUBSTITUÍDA NO FUTURO POR COGUMELOS OSTRA

CIÊNCIAS: UM ROBÔ DE SEIS RODAS CHAMADO PERSEVERANÇA POUSARÁ HOJE NA SUPERFÍCIE DE MARTE

A primeira missão da NASA, desde a década de 1970, a procurar diretamente por sinais de vida antiga no Planeta Vermelho é o destaque desta edição de sexta-feira, aqui na coluna CIÊNCIAS. O Rover por nome Perseverance está prestes a pousar na superfície de Marte e é o veículo espacial mais sofisticado que a agência espacial já construiu. Por isso você não pode deixar de ler o artigo completo a seguir ever todos os detalhes.

O Rover da Nasa está prestes a pousar em Marte: veja como observar o Perseverance em ação

Em um grande momento para a exploração espacial, a agência espacial americana tentará hoje pousar um novo rover na superfície de Marte.

O robô de seis rodas, chamado Perseverança, será a primeira missão da NASA desde a década de 1970 a procurar diretamente por sinais de vida antiga no Planeta Vermelho.

Alimentado por plutônio, este é o veículo espacial mais sofisticado que a agência espacial já construiu.

NASA / JPL-Caltech 

O rover está direcionado para o ponto de aterrissagem? Um antigo delta de rio na cratera Jezero empoeirada e repleta de pedregulhos – onde as rochas podiam conter sinais de micróbios do que era, 3,5 bilhões de anos atrás, um lago profundo.

Se tudo correr conforme o planejado, o Perseverance está programado para pousar às 3:55 pm EST – ou pelo menos, é quando a NASA vai descobrir se seu rover pousou.

Os sinais de rádio levam cerca de 11 minutos e 22 segundos para viajar entre Marte e a Terra, então haverá um pequeno atraso antes que a NASA saiba oficialmente o sucesso de seu pouso.

A transmissão ao vivo pode ser assistida no canal oficial da NASA no YouTube , começando às 14h15 EST (11h15 PST). Isso significa que é hora de se acalmar, se acalmar e se preparar para um touchdown extremamente emocionante.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: UM ROBÔ DE SEIS RODAS CHAMADO PERSEVERANÇA POUSARÁ HOJE NA SUPERFÍCIE DE MARTE

CIÊNCIAS: CERVEJARIA COM APROXIMADAMENTE 5.000 ANOS É DESCOBERTA POR ARQUEÓLOGOS NO EGITO

O destaque desta quarta-feira, aqui na coluna CIÊNCIAS é a inusitada descoberta feita por arqueólogos no Egito ao desenterrarem a fábrica de cerveja mais antiga conhecida do mundo, que acredita-se ter, pelo menos, 5.000 anos e forneceu milhares de galões dessa substância dourada para rituais reais. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes dessa história!

Arqueólogos no Egito desenterraram a fábrica de cerveja mais antiga conhecida do mundo, que se acredita ser de 5.000 anos atrás

Arqueólogos no Egito descobriram os restos de uma megabrewery de 5.000 anos – que uma vez forneceu milhares de galões dessa substância dourada para rituais reais.

Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito 

Desenterrada no antigo local de Abydos, uma das mais antigas cidades descobertas do antigo Egito, ela está sendo chamada de “a maior fábrica de cerveja do mundo”.

A cervejaria consistia em oito grandes salas, cada uma com 20 metros de comprimento, nas quais havia 40 potes de barro em cisternas decorativas dispostas em duas fileiras, onde grãos e água teriam sido aquecidos para fazer cerveja.

Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito

De acordo com o Conselho Supremo de Antiguidades, a cervejaria provavelmente remonta ao reinado do Rei Narmer, um nome menos conhecido na história egípcia, que, no entanto, deixou uma enorme marca nas terras do Nilo como fundador da Primeira Dinastia e depois. único unificador do país.

A cervejaria “pode ter sido construída neste lugar especificamente para fornecer os rituais reais que estavam ocorrendo no interior das instalações funerárias dos reis do Egito”, co-chefe da missão Matthew Adams, da Universidade de Nova York afirmou .

Abidos em seu apogeu estaria repleto de templos e tumbas, e até hoje, o Templo de Osíris, a necrópole real da Primeira Dinastia e o Templo de Seti I ainda estão intactos e podem ser visitados.

Acredita-se que a cervejaria, uma nova adição a um dos locais culturais mais importantes do Egito, tenha sido capaz de produzir 5.000 galões de cerveja em um único lote, e sem surpresa, “evidências do uso de cerveja em rituais de sacrifício foram encontradas durante escavações em essas instalações ”, disse um comunicado do ministério do turismo egípcio.

Imagem apresentada: site da cervejaria – Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito; Cerveja – Pradnyal Gandhi

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: CERVEJARIA COM APROXIMADAMENTE 5.000 ANOS É DESCOBERTA POR ARQUEÓLOGOS NO EGITO

CIÊNCIAS: CIENTISTAS DESCOBREM QUE UMA MAÇÃ POR DIA PODE REDUZIR RISCO DE ALZHEIMER

Cientistas descobrem propriedades incríveis na maçã capazes de reduzir o risco de desenvolver Alzheimer e outras formas de demência. O estudo mostrou que quando quercetina ou DHBA foram adicionados às culturas em laboratório, nos cérebros de camundongos adultos, geraram mais neurônios e foram protegidas da morte celular. Uma descoberta para conhecer os detalhes e celebrar!

Uma maçã por dia pode reduzir risco de Alzheimer, diz ciência

Compostos naturais encontrados na casca e na polpa das maçãs podem reduzir o risco de desenvolver Alzheimer e outras formas de demência.

Foi o que constatou uma pesquisa feita por especialistas do Centro Alemão de Doenças Neurodegenerativas (DZNE) em Bonn, Alemanha.

Eles descobriram que altas concentrações de compostos existentes em maçãs, conhecidos como fitonutrientes, estimulam a criação de neurônios – células responsáveis pela nossa memória – em um processo denominado neurogênese.

Dois compostos – quercetina na casca da maçã e ácido diidroxibezóico (DHBA) na polpa da maçã – geraram neurônios no cérebro de camundongos, em testes de laboratório.

“Uma maçã por dia mantém o médico longe – pode haver alguma verdade nessa frase”, dizem eles no artigo, publicado na revista científica Stem Cell Reports.

“Neste estudo, demonstramos que as maçãs contêm compostos pró-neurogênicos, tanto na casca quanto em sua polpa”.

Estudo

O estudo mostrou que células-tronco cultivadas em laboratório, de cérebros de camundongos adultos, geraram mais neurônios e foram protegidas da morte celular quando quercetina ou DHBA foram adicionados às culturas.

Testes subsequentes em ratos mostraram que em estruturas distintas do cérebro adulto associadas ao aprendizado e à memória, as células-tronco se multiplicaram e geraram mais neurônios, quando os ratos receberam altas doses de quercetina ou DHBA.

Os efeitos na neurogênese foram comparáveis ​​aos efeitos observados após o exercício físico, que é um estímulo conhecido para a neurogênese.

Isso sugere que compostos naturais em frutas, não apenas quercetina e DHBA, mas potencialmente outros, podem atuar em sinergia para promover a neurogênese e a função cerebral quando administrados em altas concentrações.

Suco não funciona

Os pesquisadores também examinaram efeitos do suco de maçã concentrado em ratos e constaram que suplementação em 3 semanas não teve efeito sobre a neurogênese.

“Dado que a concentração de quercetina no suco de maçã é muito baixa (abaixo de 2 mg / litro) … concluímos que esta é provavelmente uma concentração insuficiente de fitoquímico ativo para modular a neurogênese”, disse a equipe.

Outros benefícios

Embora se saiba que uma maçã por dia faz bem, duas maçãs por dia podem ser melhores para reduzir o risco de sofrer um ataque cardíaco ou derrame, descobriram os especialistas em 2019.

Quando 40 pessoas com colesterol ligeiramente alto comeram duas maçãs grandes por dia durante oito semanas, isso reduziu seus níveis de colesterol “ruim” em quase quatro por cento.

Duas maçãs por dia podem ajudar também a reduzir o risco de derrame ou ataque cardíaco, que pode ser causado pelo endurecimento das artérias pelo colesterol.

“Parece que o velho ditado de um dia de maçã estava quase certo”, disse a autora do estudo, a professora Julie Lovegrove, da Unidade de Nutrição Humana Hugh Sinclair da Universidade de Reading, na época.

‘Acreditamos que as fibras e os polifenóis nas maçãs são importantes, e a maçã é uma fruta popular entre todas as idades”, lembrou a pesquisadora.

Dois compostos - quercetina na casca da maçã e ácido diidroxibezóico (DHBA) na polpa da maçã - geraram neurônios no cérebro de camundongos em testes de laboratório
Dois compostos – quercetina na casca da maçã e ácido diidroxibezóico (DHBA) na polpa da maçã – geraram neurônios no cérebro de camundongos em testes de laboratório

Com informações do Daily Mail

Fonte: Só Notícia Boa

Continuar lendo CIÊNCIAS: CIENTISTAS DESCOBREM QUE UMA MAÇÃ POR DIA PODE REDUZIR RISCO DE ALZHEIMER

CIÊNCIAS: O ANTICORPO VOLOCIXAMAB BLOQUEIA A METÁSTASE ÓSSEA APÓS O TRATAMENTO DO CÂNCERDE MAMA

Cientistas chegaram a um anticorpo monoclonal chamado Volociximab. Ele bloqueou a metástase óssea após o tratamento do câncer de mama. Essa é a ótima notícia deste domingo, aqui na coluna CIÊNCIAS. A proteína alfa5 foi identificada pelas diferentes equipes de pesquisa, através de uma triagem realizada no genoma de pacientes com câncer de mama e que a tal proteína pode ser bloqueada pelo anticorpo monoclonal Volociximab. Então convido você a ler o artigo completo a seguir para entender como isso ocorre!

Italianos descobrem anticorpo que impede que câncer se espalhe

Pesquisadores italianos descobriram um anticorpo que impede que o câncer se espalhe.

O resultado da pesquisa, publicado na revista científica Oncogene no mês passado, mostra que os cientistas chegaram a um anticorpo monoclonal chamado Volociximab. Ele bloqueou a metástase óssea após o tratamento do câncer de mama.

O estudo internacional foi conduzido pelo Dr. Francesco Pantano, na Unidade de Oncologia Médica do Hospital Universitário Campus Bio-Medico  da Universidade de Roma.

Alta eficácia

A alta taxa de eficácia da ação do anticorpo foi comprovada por meio de testes em laboratório.

As diferentes equipes de pesquisa identificaram, por meio de uma triagem realizada no genoma de pacientes com câncer de mama, a proteína alfa5.

Ela representa um dos fatores mais envolvidos na criação de metástases ósseas, que podem levar ao reaparecimento do câncer, anos após o fim do tratamento do câncer de mama.

Os pesquisadores descobriram que a proteína alfa5 pode ser bloqueada pelo anticorpo monoclonal Volociximab.

A descoberta do grupo internacional, liderado pela Universidade Campus Bio-Medico de Roma, abre caminho para uma nova perspectiva terapêutica que afeta um aspecto do processo de metástase nunca explorado até agora.

Francesco Pantano, da Unidade de Oncologia Médica do Hospital Universitário Campus Bio-Medico, falou da segurança do tratamento.

“A proteína alfa 5 é o ‘gancho’ com o qual a célula cancerosa se liga à fibronectina, que está altamente presente no microambiente ósseo. Ele é bloqueado pelo Volocixamab, que fica no caminho das duas moléculas e impede que o tumor se espalhe para o osso. O resultado é muito promissor também porque o medicamento a partir do anticorpo é seguro, já foi testado e não é tóxico ”.

Grupo Internacional

Os resultados foram alcançados graças ao trabalho de grupos de pesquisas da qual fazem parte os professores Giuseppe Tonini e Daniele Santini em colaboração com o prof. Philippe Clézardin do Inserm de Lyon e graças ao trabalho dos grupos de pesquisa do Institut Curie de Paris e da Universidade de Hamburgo.

“Nosso esforço é entender melhor os diferentes mecanismos biológicos para oferecer aos pacientes tratamentos cada vez mais direcionados”, disse o Dr. Francesco Pantano.

A entrevista com o professor:

Com informações da Pozitizie e Unicampus.it

Fonte: Só Notícia Boa

Continuar lendo CIÊNCIAS: O ANTICORPO VOLOCIXAMAB BLOQUEIA A METÁSTASE ÓSSEA APÓS O TRATAMENTO DO CÂNCERDE MAMA

CIÊNCIAS: NEUROLOGISTAS QUE PROCURAM ENTENDER COMO O OUVIDO ABSOLUTO AFETA O CÉREBRO FAZEM IMPORTANTE DESCOBERTA

Estudo científico feito por neurologistas que procuram entender como o ouvido absoluto afeta o cérebro chegou a conclusão que tanto o tom perfeito – a habilidade de identificar uma nota simplesmente pelo som – e o treinamento musical em geral levaram a uma maior conectividade funcional entre as regiões do cérebro, especialmente em uma idade precoce. Vale a pena ler o artigo completo a seguir e conhecer os meandros dessa pesquisa!

O treinamento musical dá ao cérebro uma vantagem crucial – especialmente em uma idade precoce, afirma um novo estudo

Neurologistas que procuram entender como o ouvido absoluto afeta o cérebro encontraram uma conclusão totalmente diferente e inspiradora sobre música e função cerebral.

Eles descobriram que tanto o tom perfeito – a habilidade de identificar uma nota simplesmente pelo som – e o treinamento musical em geral levaram a uma maior conectividade funcional entre as regiões do cérebro.

A afinação perfeita é algo associado ao gênio musical e é um talento possuído por titãs como Mozart, Pavarotti, Tchaikovsky, Jimi Hendrix e Mariah Carey.

Usando métodos de última geração para avaliar a atividade sincronizada entre hemisférios e regiões cerebrais, Simon Leipold e os outros pesquisadores descobriram “efeitos robustos da musicalidade na conectividade inter e intra-hemisférica em redes estruturais e funcionais”.

O julgamento consistiu em 153 participantes do sexo feminino e masculino; 52 músicos de pitch perfeito, 51 músicos de pitch não perfeito e 50 não músicos.

“Crucialmente, a maioria dos efeitos era replicável em músicos com e sem tom absoluto quando comparados a não músicos”, escrevem os autores do artigo correspondente, que são neurologistas na Universidade de Zurique e em Stanford. “No entanto, não encontramos evidências de um efeito de pitch [perfeito] na conectividade funcional ou estrutural intrínseca em nossos dados: os dois grupos de músicos mostraram redes surpreendentemente semelhantes em todas as análises.”

Eles também descobriram que o treinamento musical em uma idade jovem produz conexões estruturais mais fortes – como, conexões que ajudam áreas distintas do cérebro a trabalharem juntas para realizar tarefas cognitivas complexas – o que tem implicações importantes fora da educação musical.

Leipold e a equipe, sem saber, produziram um caso muito forte para a educação musical nas escolas, já que sua descoberta de conexões estruturais não é nada trivial. Em vez disso, é uma das métricas mais importantes da saúde e do desenvolvimento do cérebro.

O artigo é um grande caso de descobertas inesperadas na ciência: como estabelecer estudos para examinar um efeito hipotético pode às vezes levar à descoberta de um efeito totalmente diferente, com implicações amplamente diferentes.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: NEUROLOGISTAS QUE PROCURAM ENTENDER COMO O OUVIDO ABSOLUTO AFETA O CÉREBRO FAZEM IMPORTANTE DESCOBERTA

CIÊNCIAS: UMA CONJUNÇÃO PLANETÁRIA OCORRERÁ NOAMANHECER DESTA QUINTA-FEIRA

No alvorecer desta quinta-feira será possível ver uma conjunção planetária se formando no céu entre os planetas Vênus e Júpiter. O espetáculo poderá ser observado a olho nu, mas binóculos ou um telescópio básico são sempre úteis ao observar eventos celestes. Então se prepare, durma cedo nesta quarta-feira e acorde cedo para observar esse lindo fenômeno!

Procure a conjunção Vênus-Júpiter no céu noturno desta semana

Muita coisa vai acontecer no céu no dia 11 de fevereiro. Não só estará especialmente escuro graças à lua nova, mas na quinta-feira de manhã, um pouco antes do nascer do sol, olhe para cima e verá Vênus se aproximando de Júpiter.

Você deve ser capaz de ver essa conjunção planetária acontecer a olho nu, mas binóculos ou um telescópio básico são sempre úteis ao observar eventos celestes.

Como identificar essa conjunção rara? De acordo com o Farmer’s Almanac , cerca de 30 minutos antes do nascer do sol parece baixo no horizonte sudeste. Nesse ponto, os planetas deveriam ter subido o suficiente acima do horizonte para serem vistos. O sol ainda não começou a iluminar o céu, e você deve ser capaz de ver Júpiter e Saturno brilhando muito próximos – apenas 0,4 graus de diferença.

Se você está em uma quinta-feira nublada, tente olhar na manhã de sexta-feira – os planetas também aparecerão juntos.

E se você não tiver um mapa celeste de papel ou mapa para se orientar? Não se preocupe. Você pode usar um aplicativo útil como o Star Walk 2 para encontrar facilmente esses dois gigantes gasosos, exatamente onde você estiver.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: UMA CONJUNÇÃO PLANETÁRIA OCORRERÁ NOAMANHECER DESTA QUINTA-FEIRA

CIÊNCIAS: PESQUISADORES DE MELBOURNE NA AUSTRÁLIA UNEM O ÚTIL AO AGRADÁVEL AGREGANDO MÁSCARAS DESCARTADAS NA COMPOSIÇÃO DE PAVIMENTO ASFÁLTICO

Pesquisadores de Melbourne na Austrália descobriram que mascaras usadas descartadas no lixo podem se transformar em insumo para a fabricação de pavimento asfáltico. Ao mesmo tempo que adicionar milhões de máscaras descartadas a misturas de pavimentação de estradas reduz o custo da estrada, enquanto desvia bilhões delas dos aterros. Literalmente unir o útil ao agradável. Veja os detalhes dessa incrível descoberta lendo o artigo completo a seguir!

Usamos 6 bilhões de máscaras faciais por dia, mas os cientistas têm um jeito genial de transformá-las em estradas

 

A ideia de bilhões de pessoas passando por algumas máscaras por semana durante esta pandemia definitivamente soa o alarme, mas uma equipe de pesquisadores em Melbourne, Austrália, pode ter a solução.

Eles descobriram que adicionar milhões de máscaras descartadas a misturas de pavimentação de estradas reduziria o custo da estrada, enquanto desvia bilhões delas dos aterros.

Apenas um quilômetro de estrada precisaria de três milhões de máscaras, e o plástico de polipropileno usado para fazer máscaras cirúrgicas de uso único também aumentou a flexibilidade e durabilidade da estrada.

Jie Li e outros cientistas do Royal Melbourne Institute of Technology e Melbourne Technical College publicaram um artigo na revista Science of the Total Environment descrevendo o desenvolvimento.

O novo material composto é uma mistura de cerca de 2% de máscaras trituradas com agregado de concreto reciclado (RCA) – um material derivado de resíduos de concreto e outros minerais de edifícios demolidos.

Este material ultra-reciclado foi considerado no estudo ideal para duas das quatro camadas geralmente necessárias para criar estradas. A pavimentação de um quilômetro de estrada de mão dupla com o RCA e três milhões de máscaras faciais resultaria no redirecionamento de 93 toneladas de resíduos de aterros.

Estradas de plástico

As estradas também ganharam maior flexibilidade, já que o polipropileno ajudou a reforçar a aderência das partículas de entulho, além de dar um pouco de elasticidade aos agregados das partículas.

O produto final, então, é mais resistente ao desgaste do que o asfalto normal, além de ser mais barato, desde que haja método de coleta das máscaras.

Li e sua equipe fizeram uma análise de custos e descobriram que, a US $ 26 por tonelada, o RCA era cerca de metade do custo de mineração de materiais virgens de pedreiras e até um terço do custo de envio das máscaras usadas para um aterro sanitário.

A ampliação seria ideal para grandes projetos de infraestrutura. Por exemplo, Washington, um estado notavelmente progressista, tem as 11ª piores estradas em termos de reparos sem solução nos EUA

Se a porcentagem de estradas danificadas no estado de Washington fosse reparada com a mistura RCA / máscara de Li, isso reutilizaria quase 10 bilhões de máscaras, poupando aterros americanos de centenas de milhões de toneladas de lixo.

De acordo com a Fast Company, Li e sua equipe estão procurando parceiros da indústria privada ou governos dispostos a dar à sua estrada de máscara de plástico uma oportunidade para um teste em grande escala.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: PESQUISADORES DE MELBOURNE NA AUSTRÁLIA UNEM O ÚTIL AO AGRADÁVEL AGREGANDO MÁSCARAS DESCARTADAS NA COMPOSIÇÃO DE PAVIMENTO ASFÁLTICO

CIÊNCIAS: A CIÊNCIA SE APROXIMA A PASSOS LARGOS DE COMPROVAR A TEORIA DA 5ª DIMENSÃO

Segredos ainda imperceptíveis pela ciência humana podem estar, aos poucos, sendo desvendados. Cientistas estão prestes a  descobrir a existência de uma nova partícula que comprovaria a existência de uma dimensão extra além das familiares três dimensões espaciais e do tempo – que na física são combinadas em um espaço-tempo quadridimensional. Ficou curioso? Então, leia o artigo completo a seguir e entenda essa teoria!

Teoria da quinta dimensão facilita busca da matéria escura

Descoberta na física teórica, que prevê a existência de uma nova partícula, pode ajudar a desvendar os mistérios da matéria escura e revelar segredos do início do universo

Matéria escura assinalada em azul em imagens do Hubble de seis diferentes aglomerados galácticos: novo modelo teórico significa uma revolução no estudo sobre essa elusiva forma de matéria. Crédito: Nasa, ESA, D. Harvey (École Polytechnique Fédérale de Lausanne, Switzerland), R. Massey (Durham University, UK), the Hubble SM4 ERO Team, ST-ECF, ESO, D. Coe (STScI), J. Merten (Heidelberg/Bologna), HST Frontier Fields, Harald Ebeling(University of Hawaii at Manoa), Jean-Paul Kneib (LAM)and Johan Richard (Caltech, USA)

Físicos teóricos do PRISMA + Cluster of Excellence da Universidade Johannes Gutenberg em Mainz (Alemanha) estão trabalhando em uma teoria que vai além do Modelo Padrão da física de partículas e pode responder a perguntas que esse modelo não cobre – por exemplo, com respeito às hierarquias das massas de partículas elementares ou a existência da matéria escura.

O elemento central da teoria é uma dimensão extra no espaço-tempo. Até agora, os cientistas enfrentaram o problema de que as previsões de sua teoria não poderiam ser testadas experimentalmente. Eles agora podem superar esse problema, como revela uma publicação na edição atual da revista “European Physical Journal C”.

Já na década de 1920, em uma tentativa de unificar as forças de gravidade e eletromagnetismo, Theodor Kaluza e Oskar Klein especularam sobre a existência de uma dimensão extra além das familiares três dimensões espaciais e do tempo – que na física são combinadas em um espaço-tempo quadridimensional. Se existisse, essa nova dimensão teria de ser incrivelmente pequena e imperceptível ao olho humano.

Renascimento notável

No final dos anos 1990, essa ideia passou por um renascimento notável, quando se percebeu que a existência de uma quinta dimensão poderia resolver algumas das profundas questões em aberto na física de partículas. Em particular, Yuval Grossman, da Universidade Stanford, e Matthias Neubert, então professor da Universidade Cornell (ambas nos EUA), mostraram em uma publicação altamente citada que a incorporação do Modelo Padrão da física de partículas em um espaço-tempo de cinco dimensões poderia explicar os padrões misteriosos até agora vistos nas massas de partículas elementares.

Vinte anos depois, o grupo de Matthias Neubert – desde 2006 no corpo docente da Universidade Johannes Gutenberg em Mainz (Alemanha) e porta-voz do PRISMA + Cluster of Excellence – fez outra descoberta inesperada. Os pesquisadores descobriram que as equações do campo de cinco dimensões previam a existência de uma nova partícula pesada com propriedades semelhantes às do famoso bóson de Higgs, mas uma massa muito mais pesada – tão pesada, na verdade, que não pode ser produzida nem mesmo no colisor de partículas de mais alta energia do mundo: o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), na fronteira da França com a Suíça.

“Foi um pesadelo”, lembra Javier Castellano Ruiz, aluno de doutorado envolvido na pesquisa. “Ficamos entusiasmados com a ideia de que nossa teoria prevê uma nova partícula, mas parecia impossível confirmar essa previsão em qualquer experimento previsível.”

Desvio pela quinta dimensão

No artigo recentemente publicado, os pesquisadores encontraram uma resolução espetacular para esse dilema. Eles descobriram que a partícula proposta mediaria necessariamente uma nova força entre as partículas elementares conhecidas (nosso universo visível) e a misteriosa matéria escura (o setor escuro). Mesmo a abundância de matéria escura no cosmos, conforme observada em experimentos astrofísicos, pode ser explicada por sua teoria.

Isso oferece novas e empolgantes maneiras de pesquisar os constituintes da matéria escura – literalmente por meio de umatéria escura

m desvio pela dimensão extra – e obter pistas sobre a física em um estágio muito inicial na história do nosso universo, quando a matéria escura foi produzida.

“Depois de anos em busca de possíveis confirmações de nossas previsões teóricas, agora estamos confiantes de que o mecanismo que descobrimos tornaria a matéria escura acessível para experimentos futuros, porque as propriedades da nova interação entre a matéria comum e a matéria escura – que é mediada por nossa partícula proposta – pode ser calculada com precisão dentro de nossa teoria”, diz Matthias Neubert, chefe da equipe de pesquisa. “No final – assim esperamos –, a nova partícula pode ser descoberta primeiramente por meio de suas interações com o setor escuro.”

Fonte: Revista Planeta

Continuar lendo CIÊNCIAS: A CIÊNCIA SE APROXIMA A PASSOS LARGOS DE COMPROVAR A TEORIA DA 5ª DIMENSÃO

CIÊNCIAS: GEL CONTRACEPTIVO PROTEGE DE INFECÇÕES E AUMENTA A LIBIDO

Unir o útil ao agradável é o que pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte estão pretendendo ao desenvolver um novo contraceptivo em formato de gel batizado de TNG que contém não só espermicidas, evitando gravidez, como também antivirais e agentes que aumentam a libido. Você precisa ler o artigo completo a seguir e saber os detalhes dessa nova descoberta.

Cientistas criam gel contraceptivo que protege de infecções

Eficaz na prevenção de gravidez e infecções sexualmente transmissíveis, produto promete ainda melhora da libido

Escrito por Redação

Redação Minha Vida

Em 27/1/2021

Existem diversos métodos de prevenção de gravidez disponíveis no mercado: DIUpílula anticoncepcionalpílula do dia seguinte e diafragma são algumas das opções. A forma mais segura de se fazer sexo, no entanto, segue sendo com a camisinha, que além de ser um contraceptivo de alta eficiência também previne contra infecções sexualmente transmissíveis.

A evolução da ciência, porém, pode trazer novidades para o mercado tão eficazes quanto a camisinha. Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte estão desenvolvendo um novo contraceptivo em formato de gel batizado de TNG que contém não só espermicidas, evitando gravidez, como também antivirais e agentes que aumentam a libido.

A ideia dos responsáveis pelo gel contraceptivo foi desenvolver um produto que tivesse eficácia maior que a fornecida pelos géis contraceptivos disponíveis no mercado, considerados de baixa eficácia e sem proteção contra possíveis ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis).

O novo gel contraceptivo tem ainda, segundo pesquisadores, potencial de melhorar a experiência sexual. Para isso, foram adicionados na fórmula do novo produto agentes farmacológicos que aumentam o prazer sexual, fornecem maior segurança e higiene, além de aumentarem a libido.

In vitro, o componente gossipol do gel contraceptivo se mostrou um espermicida bastante eficaz. Quando a concentração de acetato de gossipol era de 10 mg/ml, a capacidade espermicida atingiu 100% após 30s, sendo considerada uma taxa mais alta do que a dos atuais géis contraceptivos existentes.

Para os pesquisadores, a nova fórmula que utiliza substâncias aprovadas pela FDA (agência federal de saúde dos EUA) tem potencial para levar o TNG a ser comercializado em breve no mercado.

Fonte:

Redação

Minha Vida

Continuar lendo CIÊNCIAS: GEL CONTRACEPTIVO PROTEGE DE INFECÇÕES E AUMENTA A LIBIDO

CIÊNCIAS: UMA DESCOBERTA ANTROPOLÓGICA PESO PESADO NA ARGENTINA PODE TER RENDIDO O MAIOR ANIMAL TERRESTRE DA HISTÓRIA DO NOSSOPLANETA

Em um sítio arqueológico descoberto na Argentina arqueólogos informam ter desenterrado o maior animal que já andou sobre a terra. Este é o destaque, aqui na coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira. Essa experiência começou em 2012 e só agora foi possível montar parte do quebra-cabeça para chegar a essa conclusão. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir e tomar conhecimento dos detalhes! 

Dinossauro desenterrado na Argentina pode ser o maior animal que já andou na Terra

Uma descoberta de nove anos em andamento pode ter rendido o maior animal terrestre da história do nosso planeta.

Nobu Tamura, licença CC 

Os ossos, encontrados em 2012 na Argentina, consistiam em 24 enormes vértebras da cauda, ​​bem como partes da cintura peitoral e da pelve, o que indica que eles poderiam ser um novo membro da espécie titanosauria,  um grupo de dinossauros saurópodes que não paravam de crescer .

60-20 milhões de anos antes de um meteoro encerrar seu reinado, dinossauros gigantescos estavam realmente acertando seu passo. Na massa de terra que formou a América do Sul moderna, os titanosauria estavam alcançando alturas e comprimentos nunca antes ou desde então vistos na Terra, já que membros como Patagontitan, que  recebeu o nome da Patagônia onde foi encontrado, podiam atingir até 76 toneladas e crescer até 122 pés do nariz à cauda.

Agora, um titanossauro de 98 milhões de anos atrás, desenterrado na Formação Candeleros na província de Neuquén na Argentina, está ameaçando levar a coroa do maior dinossauro saurópode já encontrado.

“É um dinossauro enorme, mas esperamos encontrar muito mais do esqueleto em futuras viagens de campo, então teremos a possibilidade de abordar com confiança o quão grande ele era”, Alejandro Otero, paleontólogo do Museo de La da Argentina Plata, disse à CNN por e-mail.

CTyS-UNLaM Science Outreach Agency 

Ossos que suportam carga, como o fêmur ou úmero realmente ajudariam a lançar luz sobre o quão grande era este monstro comedor de plantas, mas enquanto os cientistas são normalmente reservados em seus escritos, o estudo correspondente da descoberta diz que “provavelmente excede Patagotitan no tamanho.”

O outro titanossauro da Formação Candeleros é o  Andesaurus,  que é apenas um filhote pequeno em comparação com a nova descoberta, atingindo apenas 49-59 pés de comprimento. No entanto, é útil para os cientistas poderem dizer com certeza que durante esse período específico, 98 milhões de anos atrás, havia mais de um titanossauro andando por aí.

Por maior que seja esse novo dinossauro, ele não se compara ao maior filos da história da Terra, que surpreendentemente ainda está aqui conosco – a boa e velha baleia azul, que pode pesar até 173 toneladas.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: UMA DESCOBERTA ANTROPOLÓGICA PESO PESADO NA ARGENTINA PODE TER RENDIDO O MAIOR ANIMAL TERRESTRE DA HISTÓRIA DO NOSSOPLANETA

CIÊNCIAS: HOJE É DIA DE ESPETÁCULO LUNAR, A “LUA DO LOBO”

Você não pode perder o super espetáculo da natureza que vai acontecer amanhã. Uma super lua, a “Lua do Lobo”, com um brilho tangerina vai desbotar para amarelo, então para um branco tão brilhante que vai doer olhar a olho nu. Então, nesta quinta-feira não perca de maneira nenhuma esse grande fenômeno celestial!

A ‘Lua do Lobo’ desta quinta-feira dá início a um ano de três Supermoons, incluindo uma ‘Lua de Sangue’

Amanhã à noite, olhe para o céu assim que o sol começar a se pôr – e você verá a lua brilhando em laranja ao se elevar acima do horizonte leste.

Como a lua cheia de janeiro continua a subir na noite de quinta-feira, aquele brilho tangerina vai desbotar para amarelo, então para um branco tão brilhante que vai doer olhar a olho nu.

Enquanto em 2020 havia 13 luas cheias, este ano haverá 12 no total: incluindo três super luas – a Lua cheia de rosa em abril, a lua cheia de flores em maio e a lua cheia de morango em junho.

A Full Flower Moon será, na verdade, um “Total Super Blood Flower Moon Eclipse”. Isso significa que, em 26 de maio, se você estiver na costa oeste, deverá ver a superfície lunar ficar profundamente carmesim por cerca de 15 minutos.

A Lua do Lobo de janeiro – um nome que se acredita ser originário do povo Algonquin – não é conhecido como tal por todas as culturas. De acordo com a NASA , ao redor do mundo também é conhecida como Lua das Velas, Lua do Festival de Thaipusam, Lua do Festival do Pagode de Ananda, Duruthu Poya e Lua Cheia de Tu B’Shevat.

Para novos começos

Para muitos, a Lua cheia pode ser vista como uma chance de começar do zero – olhar para trás em nossas escolhas e trilhar um novo caminho.

Se você perder a oportunidade de ver a Lua cheia na própria quinta-feira? Não se preocupe. A Lua realmente parecerá estar cheia por cerca de três dias, da manhã de quarta-feira até o início da manhã de sábado.

ASSISTA o vídeo do Almanaque do Fazendeiro abaixo para saber mais sobre a Lua do Lobo.)

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: HOJE É DIA DE ESPETÁCULO LUNAR, A “LUA DO LOBO”

CIÊNCIAS: DONANEMAB, UM GRANDE AVANÇO NO TRATAMENTO DO ALZHEIMER

CIÊNCIAS: DONANEMAB, UM GRANDE AVANÇO NO TRATAMENTO DO ALZHEIMER
Woman holding senior woman's hand on bed

Donanemab é a mais nova vedete da grande farmacêutica Eli Lilly no combate ao Alzheimer apresentada como uma promessa real na redução do declínio da cognição, em testes clínicos de fase 2 em humanos. Um grande avanço para o tratamento da doença, capaz de reduzir significativamente o declínio clínico em 32% ao longo de 18 meses, visando um tipo de beta-amilóide conhecido como N3pG. O artigo a seguir vai esclarecer todas as suas dúvidas sobre a matéria!

Novo tratamento de Alzheimer mostra uma promessa real na redução do declínio da cognição usando anticorpos em testes em humanos

A grande empresa farmacêutica Eli Lilly acaba de demonstrar a eficácia do seu medicamento para Alzheimer, donanemab, em testes clínicos de fase 2 em humanos.

Os resultados são um grande avanço para o tratamento de uma doença que atualmente afeta seis milhões de americanos, mas que quase não tem métodos de alívio.

O mal de Alzheimer é causado pelo acúmulo de estruturas da proteína tau chamadas placas. Uma dessas placas, chamada beta-amilóide, é a principal culpada da doença neurodegenerativa.

O anticorpo experimental Donanemab foi mostrado em um ensaio com 272 pacientes com Alzheimer em estágio intermediário para reduzir significativamente o declínio clínico em 32% ao longo de 18 meses, visando um tipo de beta-amilóide conhecido como N3pG.

Vários marcadores, como cognição e melhor função cerebral, foram considerados positivos, embora outros não tenham mostrado melhora.

Os pacientes foram trocados de donanemab por um placebo depois que os níveis de beta-amilóide voltaram aos de uma pessoa saudável, um processo que levou apenas alguns meses em alguns participantes.

“Estamos extremamente satisfeitos com essas descobertas positivas para donanemab como uma terapia potencial para pessoas que vivem com a doença de Alzheimer, a única causa principal de morte sem um tratamento que retarda a progressão da doença”, disse  Mark Mintun, MD, vice-presidente de dor e neurodegeneração, Eli Lilly and Company.

Um efeito colateral de inchaço do cérebro, conhecido como ARIA-E, ocorreu em 27% dos pacientes tratados com donanemab, disse a empresa. No entanto, o Alzheimer não tem cura e é fatal, então geralmente esses efeitos colaterais são mais tolerados pelas regulamentações do FDA, uma vez que não há outras opções para os pacientes.

“A doença de Alzheimer é uniformemente fatal … Acho que esse perfil de segurança combinado com esse perfil de eficácia é algo que nos deixa entusiasmados”, disse Daniel Skovronsky, diretor científico da Lilly, à Reuters .

Um segundo ensaio com 500 participantes está sendo organizado com a esperança de que os efeitos possam ser replicados.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: DONANEMAB, UM GRANDE AVANÇO NO TRATAMENTO DO ALZHEIMER

CIÊNCIAS: CIENTISTAS PODEM TER FEITO A MAIOR DESCOBERTA DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

Um grande avanço da astronomia e da ciência como um todo é o destaque desta terça, aqui na coluna CIÊNCIAS. Os cientistas do Observatório Nanohertz de Ondas Gravitacionais da América do Norte (NANOGrav) detectaram o ‘zumbido’ do universo, ou seja, a presença de ondas gravitacionais de baixa frequência, que pode ser a prova da onda gravitacional pano de fundo, uma descoberta mais importante do que qualquer coisa na história recente. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa sensacional descoberta!

Os cientistas podem ter detectado o ‘zumbido’ do universo que pode mudar a astronomia para sempre

Os astrofísicos que tentam detectar a presença de ondas gravitacionais de baixa frequência estão no caminho certo, e pode ser uma das maiores descobertas da história da humanidade.

Em colaboração de um lado ao outro da Terra, apareceu um sinal nos dados de um projeto que usa o ritmo do movimento das estrelas para detectar essas ondas intergalácticas verdadeiramente gigantescas, e os cientistas acham que pode ser a prova da onda gravitacional pano de fundo, uma descoberta mais importante do que qualquer coisa na história recente.

Os pesquisadores, vindos do Observatório Nanohertz de Ondas Gravitacionais da América do Norte (NANOGrav), são cautelosos, sabendo que os aspectos macro e micro de seus dados podem enganá-los.

Seu trabalho envolveu o monitoramento constante de 45 pulsares durante um período de 12 anos. Pulsares são estrelas superdensas que giram em velocidades incrivelmente rápidas, gerando um fluxo contínuo de luz, radiação e até mesmo som.

Sendo que eles estão tentando medir uma das maiores forças do universo, os pulsares trabalham para expandir o equipamento de monitoramento dos cientistas para grandes trechos da Via Láctea, ao invés de apenas um laboratório no Colorado.

Seu recente artigo revelou que o giro contínuo dos pulsares parecia ser interrompido por alguns nanossegundos de uma forma que era replicada em cada uma das 45 estrelas, exatamente o tipo de efeito que as ondas gravitacionais de baixa frequência que viajam pelo universo teriam. .

“É incrivelmente empolgante ver um sinal tão forte emergir dos dados”, disse Joseph Simon, da Universidade do Colorado, que liderou o jornal . “No entanto, como o sinal de onda gravitacional que procuramos abrange toda a duração de nossas observações, precisamos entender cuidadosamente o nosso ruído.

“Isso nos deixa em um lugar muito interessante, onde podemos excluir fortemente algumas fontes de ruído conhecidas, mas ainda não podemos dizer se o sinal é realmente de ondas gravitacionais. Para isso, precisaremos de mais dados ”.

Um universal

Quando em 2015, pesquisadores que trabalhavam no Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory (LIGO) detectaram evidências de uma única onda gravitacional, uma ondulação no tecido do espaço-tempo causada pela colisão de dois buracos negros, ela ganhou o Prêmio Nobel de Física.

A onda detectada por sua matriz de laser era equivalente a uma batida de tarola – um evento de segundos, após o qual o silêncio reinou novamente.

Em contraste, o projeto NANOGrav dos Estados Unidos e Canadá está tentando medir ondas gravitacionais que levam meses, ou até anos para passar sobre a Terra.

Essas ondas seriam geradas por uma força teórica conhecida como onda gravitacional de fundo (GWB), o equivalente ao zumbido baixo e contínuo de vozes em uma lanchonete ou festa, gerada por milhões de eventos cataclísmicos saturando o universo com ondulações no espaço-tempo .

Como muitas descobertas, especialmente aquelas relacionadas a partículas subatômicas ou matéria escura, o método de observação envolve o efeito, não o objeto real. Portanto, a sensibilidade do método detetive deve ser requintada, considerando que o objeto é invisível e tão lento e maciço que requer milhões de anos-luz de espaço de detetive e décadas de foco sem piscar para ver seu efeito no ambiente cósmico.

Portanto, NANOGrav está planejando adicionar mais pulsares às suas observações através da colaboração com o International Pulsar Timing Array, e estudá-los por ainda mais tempo.

“Os próximos anos serão realmente empolgantes para o NANOGrav, à medida que reunimos o próximo conjunto de dados e procuramos ondas gravitacionais”, disse Sarah Vigeland, professora assistente de física da Uni. de Wisconsin para sua editora universitária .

Implicações do fundo da onda gravitacional

Tão universal quanto a força das marés aqui na Terra, tudo sobre a nossa compreensão do universo teria que estar de acordo com o GWB.

Seu poder é gerado pelos eventos mais cataclísmicos que existem, como uma colisão ou fusão entre dois buracos negros supermassivos, objetos bilhões de vezes maiores que o sol e que teoricamente estão no centro de muitas galáxias.

RELACIONADOS: O mistério dos 50 anos de Hawking sobre a queda em buracos negros foi finalmente resolvido

“Essas primeiras dicas atraentes de um fundo de onda gravitacional sugerem que buracos negros supermassivos provavelmente se fundem e que estamos flutuando em um mar de ondas gravitacionais ondulando de fusões de buracos negros supermassivos em galáxias em todo o universo”, disse Julie Comerford, professora associada de astrofísica e ciências planetárias em CU Boulder e membro da equipe NANOGrav.

CONFIRA: Biggest Bang desde que ‘The Big Bang’ cria um buraco negro que a ciência diz que não deveria existir

O poder do GWB abriria novos campos de estudo, especialmente aqueles relacionados aos buracos negros supermassivos enigmáticos, e um dia se nos tornássemos um povo viajante do espaço, o GWB, como muitas outras forças da natureza que influenciam as viagens na Terra , fator nas viagens espaciais, uma vez que o poder das ondas de baixa frequência pode alterar as posições de planetas, estrelas e potencialmente até galáxias.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: CIENTISTAS PODEM TER FEITO A MAIOR DESCOBERTA DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

CIÊNCIAS: CONHEÇA AS 6 ESPÉCIE DE COGUMELOS QUE PODEM LHE PROPORCIONAR UMA VIDA LONGA E SAUDÁVEL

Os cogumelos, suas propriedades e seus benefícios à SAÚDE humana é o destaque desta coluna, neste sábado. Pesquisadores anunciarem novas intervenções terapêuticas baseadas em diferentes espécies, que oferecem nutrientes muitas vezes difíceis de encontrar nos alimentos mais consumidos. É um alimento pesquisado, estudado e consumido por culturas milenares. Você precisa saber mais sobre eles. Então, lhe convido a ler o artigo completo a seguir.

6 cogumelos maravilhosos e sua miríade de enormes benefícios para a saúde

Os cogumelos têm sido usados ​​como alimento e remédio há milhares de anos e está se tornando mais comum os pesquisadores anunciarem novas intervenções terapêuticas baseadas em diferentes espécies.

Embora seja comum as pessoas dizerem que 80% dos cogumelos são venenosos, aqueles que não oferecem nutrientes que muitas vezes são difíceis de encontrar nos alimentos mais consumidos.

Para a saúde do cérebro, há poucas coisas melhores, e muitos cogumelos são agora transformados em pó e vendidos como suplementos “nootrópicos”, com alegações de que melhoram a memória e o desempenho mental.

Descobriu-se que outros inibem o crescimento e a proliferação do câncer, e outros são estudados para infecções respiratórias.

Pondo de lado o uso tradicional de cogumelos em nossa sociedade – ou seja, para coberturas de pizza e viagens alucinógenas, novos nomes para novos propósitos estão encontrando seu caminho em lojas de alimentos saudáveis ​​e revistas, e aqui estão apenas alguns.

1. Para longevidade: reishi

MyCallOhGee, licença CC 

“Por mais de 2.000 anos, os cogumelos reishi foram reconhecidos por profissionais médicos chineses como um remédio valioso”, diz um estudo do American-Eurasian Journal of Botany . Seu nome chinês significa “potência espiritual”, embora também seja conhecido como “cogumelo da imortalidade” e “remédio dos reis”.

Estudos mostraram que os cogumelos reishi fortalecem e melhoram a “competência” do sistema imunológico por meio de seu conteúdo de triterpenos. Eles podem proteger o fígado, inibir significativamente todos os quatro tipos de reações alérgicas e ativar células imunológicas, especialmente aquelas que matam células tumorais e bactérias invasivas.

Embora não demonstre anti-senescência, alongue telômeros ou aumente os níveis de NAD + – características do entendimento moderno de longevidade – qualquer uma das coisas que ele pode melhorar poderia facilmente terminar uma vida, então, em certo sentido, o “cogumelo da imortalidade ”ganha seu apelido.

2. Para saúde respiratória: agarikon

Paul Stamets com agarikon, Dusty Yao Stamets, licença CC 

“Este cogumelo raro e antigo tem uma história de uso de vários mil anos na Europa”, disse o micologista de renome mundial Paul Stamets a Rochelle Baker no National Observer do Canadá .

Stamets está se referindo a um cogumelo pouco conhecido chamado agarikon, que ele trabalhou para proteger na América do Norte. Ele observa que o antigo médico grego Dioscórides realmente descreveu o agarikon em suas obras, chamando-o de elixir da longa vida – principalmente quando usado para tratar a tuberculose.

Agora Stamets acredita que o agarikon e as florestas antigas nas quais ele se desenvolve devem ser protegidos e cultivados para uso como remédio de saúde pública para coronavírus, bem como outras doenças respiratórias, devido ao seu papel como um potente auxiliar do sistema imunológico.

3. Para o fígado: chaga

Björn S, licença CC 

Tão divertido de dizer quanto bom para você, o chaga foi, na verdade, extensivamente estudado para ser usado como intervenção terapêutica. Na falta de credenciamento apenas como nootrópico, regulador do humor ou para outros efeitos relacionados ao cérebro, há um papel muito importante que o chaga pode desempenhar – como um inibidor de danos ao DNA.

Um estudo sul-coreano descobriu que 40% menos danos ao DNA foram observados em linfócitos humanos quando tratados com compostos produzidos pelo consumo de chaga. Os linfócitos são um tipo de glóbulo branco e uma das principais células imunológicas.

Outro estudo descobriu que o chaga inibiu o crescimento de células tumorais em células de hepatoma humano (câncer de fígado), entre as referências para os quais estavam outros estudos antitumorais, antibacterianos e hepatoprotetores.

4. Para … tudo realmente: juba de leão

Melissa McMasters, licença CC 

Em um estudo do Journal of Agriculture and Food Chemistry que está perto de receber 100 citações, os autores observam que estão sequestrando uma grande e dispersa literatura para apresentar os compostos nutricionais e os efeitos do cogumelo crina do leão.

Os benefícios relatados, de acordo com os pesquisadores, incluem “propriedades antibióticas, anticarcinogênicas, antidiabéticas, antifadiga, anti-hipertensivas, anti-hiperlipodêmicas, antissenescentes, cardioprotetoras, hepatoprotetoras, nefroprotetoras e neuroprotetoras e melhora da ansiedade, função cognitiva e depressão”.

Para os autores, eles observam que são particularmente as propriedades antiinflamatórias, antioxidantes e imunoestimulantes, mostradas em células humanas e animais, que conferem a esse cogumelo um papel protetor em nossa biologia.

5. Para energia e cérebro: shilajit

Licença CC 

Embora muitas pessoas considerem esta substância semelhante ao alcatrão enegrecida encontrada no Himalaia como um fungo, na verdade é um tipo de solo chamado húmus. É composto significativamente por compostos orgânicos, como triterpenos, lipídios fenólicos e pequenos taninoides: três coisas geralmente presentes em grandes quantidades nos cogumelos.

Ainda assim, os antigos índios do norte e habitantes das montanhas lá o usaram por milhares de anos, e seu nome, Divya Rasayan, significa “supervitalizador celestial”.

Estudos foram feitos em shilajit que concluíram os efeitos nootrópicos, e outros que analisaram as propriedades do conteúdo de ácido fúlvico do shilajit , um composto que transporta nutrientes como energia, vitaminas e minerais para as células em quantidades muito maiores do que outros transportadores, como células sanguíneas.

6. Para todo o resto: cordyceps

Jose Ramon Pato, licença CC 

Há pouco debate sobre os benefícios do cordyceps, que um estudo observou que é usado para “manter a vivacidade e aumentar a imunidade”. Esse mesmo estudo observou que a única coisa mal compreendida sobre o cordyceps é se seus nutrientes conferem efeitos protetores, como um suplemento nutricional, ou se são fortes o suficiente para serem administrados na medicina.

Outro estudo observou que seus usos podem ser descritos como “adaptogênicos, antioxidantes, antienvelhecimento, neuroprotetores, nootrópicos, imunomoduladores, anticâncer, hepatoprotetores” e até mesmo, observa o estudo, um afrodisíaco.

Ainda outro estudo o descreveu como “um dos cogumelos medicinais e nutracêuticos mais valiosos da China”. Os pesquisadores citaram outros estudos que mostraram poderosas capacidades antioxidantes e, talvez o mais valioso, uma moderação da liberação de TNF-alfa e IL-1b-beta.

Essas moléculas são conhecidas como citocinas inflamatórias, que, sendo necessárias para a cicatrização de feridas, são um dos principais motores de modelos de envelhecimento não saudável.

Longe de ser marcadores viscosos de morte e decomposição, montados por insetos, cada fungo tem um enorme potencial como algo que faz fronteira com suplementos nutricionais e remédios definitivos, e a incorporação deles em sua dieta pode ser uma ótima ideia.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: CONHEÇA AS 6 ESPÉCIE DE COGUMELOS QUE PODEM LHE PROPORCIONAR UMA VIDA LONGA E SAUDÁVEL

CIÊNCIAS: ESTUDO MOSTRA QUE A RELAÇÃO USO CONTÍNUO DO CELULAR E DEPRECIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL NÃO PROCEDE

Um novo estudo acerca do uso do celular e suas influências na vida e na saúde das pessoas é o destaque da edição desta sexta-feira, aqui na coluna CIÊNCIAS. Desta vez, o estudo avaliou se passar muito tempo no telefone afeta a saúde mental. E a conclusão foi uma boa notícia. Não faz mal passar muito tempo no telefone. Mas os detalhes dessa pesquisa e os parâmetros utilizados você vai saber ao ler a matéria!

Novo estudo mostra que passar muito tempo no telefone não faz mal à saúde mental

O uso geral de smartphones é um indicador pobre de ansiedade, depressão ou estresse, dizem os pesquisadores, que aconselham cautela quando se trata de desintoxicação digital.

O estudo publicado na Technology, Mind and Behavior foi liderado por Heather Shaw e Kristoffer Geyer, da Lancaster University, com colegas das universidades de Bath e Lincoln.  

Eles mediram o tempo gasto em smartphones por 199 usuários de iPhone e 46 usuários de Android durante uma semana. Os participantes também foram questionados sobre sua saúde mental e física, preenchendo escalas clínicas que medem os sintomas de ansiedade e depressão. Eles também completaram uma escala que mede o quão problemático eles percebem o uso de smartphones.

Surpreendentemente, o tempo gasto no smartphone não foi relacionado a problemas de saúde mental.

A autora principal, Heather Shaw, do Departamento de Psicologia da Universidade de Lancaster, disse: “As capturas diárias de smartphones ou o tempo de tela de uma pessoa não previam ansiedade, depressão ou sintomas de estresse. Além disso, aqueles que excederam os ‘pontos de corte’ clínicos para ansiedade geral e transtorno depressivo maior não usaram o telefone mais do que aqueles que pontuaram abaixo desse limite. ”

Em vez disso, o estudo descobriu que a saúde mental estava associada a preocupações e preocupações sentidas pelos participantes sobre o uso de seu próprio smartphone.

Isso foi medido por meio de suas pontuações em uma escala de uso problemática, em que foram solicitados a avaliar afirmações como ” Usando meu smartphone por mais tempo do que eu esperava” e  “Tendo tentado várias vezes diminuir o tempo de uso do meu smartphone, mas falhando o tempo todo” .

Heather Shaw disse: “É importante considerar o uso real do dispositivo separadamente das preocupações e preocupações das pessoas com a tecnologia. Isso ocorre porque o primeiro não mostra relações dignas de nota com a saúde mental, enquanto o segundo sim. ”

Estudos anteriores se concentraram no impacto potencialmente prejudicial do ‘tempo de tela’, mas o estudo mostra que as atitudes ou preocupações das pessoas podem conduzir a essas descobertas.

O Dr. David Ellis, da Escola de Administração da Universidade de Bath, explicou em um comunicado : “As tecnologias móveis se tornaram ainda mais essenciais para o trabalho e a vida cotidiana durante a pandemia COVID-19. Nossos resultados se somam a um crescente corpo de pesquisas que sugere que a redução do tempo geral de tela não deixará as pessoas mais felizes.

“Em vez de promover os benefícios da desintoxicação digital, nossa pesquisa sugere que as pessoas se beneficiariam com medidas para lidar com as preocupações e medos que cresceram em torno do tempo gasto usando telefones.”

Fonte: Universidade de Lancaster

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: ESTUDO MOSTRA QUE A RELAÇÃO USO CONTÍNUO DO CELULAR E DEPRECIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL NÃO PROCEDE

CIÊNCIAS: A DROGA ISRIB REINICIA A PRODUÇÃO DE PROTÍNAS NAS CÉLULAS, RESTAURA A FUNÇÃO DA MEMÓRIA E PROVOCA O REJUVENESCIMENTO DO CÉREBRO

Pesquisadores estão muito animados com o desempenho de uma nova droga, chamada de ISRIB, que provoca a produção de proteínas nas células, podem reverter os declínios relacionados à idade na memória e flexibilidade mental em ratos. Também mostraram uma rápida restauração das habilidades cognitivas da juventude em ratos idosos, acompanhada por um rejuvenescimento do cérebro e das células imunológicas que poderiam ajudar a explicar as melhorias na função cerebral e o melhor de tudo, sem efeitos colaterais observados. Por isso sugiro que você leia o artigo completo a seguir para se inteirar dos detalhes dessa incrível descoberta!

A droga reverte o declínio mental relacionado à idade em alguns dias, sugerindo que a capacidade cognitiva perdida não é permanente

Apenas algumas doses de uma droga experimental que reinicia a produção de proteínas nas células podem reverter os declínios relacionados à idade na memória e flexibilidade mental em ratos, de acordo com um novo estudo realizado por cientistas da UC San Francisco.

A droga, chamada ISRIB, já foi demonstrada em estudos de laboratório para restaurar a função da memória meses após o traumatismo cranioencefálico (TCE), reverter deficiências cognitivas na Síndrome de Down, prevenir perda auditiva relacionada ao ruído, combater certos tipos de câncer de próstata e até melhorar cognição em animais saudáveis.

No novo estudo, publicado em 1º de dezembro no jornal de acesso aberto eLife , os pesquisadores mostraram uma rápida restauração das habilidades cognitivas da juventude em ratos idosos, acompanhada por um rejuvenescimento do cérebro e das células imunológicas que poderiam ajudar a explicar as melhorias na função cerebral – e sem efeitos colaterais observados.

“Os efeitos extremamente rápidos do ISRIB mostram pela primeira vez que um componente significativo das perdas cognitivas relacionadas à idade pode ser causado por um tipo de” bloqueio “fisiológico reversível em vez de degradação mais permanente”, disse Susanna Rosi, PhD, Lewis e Ruth Cozen Chair II e professor dos departamentos de Cirurgia Neurológica e de Fisioterapia e Ciências da Reabilitação.

“Os dados sugerem que o cérebro envelhecido não perdeu permanentemente as capacidades cognitivas essenciais, como era comumente assumido, mas sim que esses recursos cognitivos ainda estão lá, mas foram de alguma forma bloqueados, presos por um ciclo vicioso de estresse celular”, acrescentou Peter Walter, PhD, professor do Departamento de Bioquímica e Biofísica da UCSF e investigador do Howard Hughes Medical Institute. “Nosso trabalho com o ISRIB demonstra uma maneira de quebrar esse ciclo e restaurar as habilidades cognitivas que foram bloqueadas com o tempo”.

Reiniciar a produção de proteína celular é a chave para o envelhecimento

Walter ganhou vários prêmios científicos, incluindo os prêmios Breakthrough, Lasker e Shaw, por seus estudos de décadas de respostas ao estresse celular. ISRIB, descoberto em 2013 no laboratório de Walter, funciona reiniciando o maquinário de produção de proteína das células depois que ele é estrangulado por uma dessas respostas de estresse – um mecanismo de controle de qualidade celular chamado de resposta integrada ao estresse (ISR; ISRIB significa ISR InhiBitor).

O ISR normalmente detecta problemas com a produção de proteínas em uma célula – um sinal potencial de infecção viral ou mutações genéticas promotoras de câncer – e responde travando a maquinaria de síntese de proteínas da célula. Esse mecanismo de segurança é fundamental para eliminar células com comportamento inadequado, mas se ficar na posição “ligada” em um tecido como o cérebro, pode levar a problemas sérios, pois as células perdem a capacidade de realizar suas atividades normais, de acordo com Walter e colegas. .

Em particular, seus estudos recentes em animais têm implicado a ativação de ISR crônica nos déficits cognitivos e comportamentais persistentes observados em pacientes após TCE, mostrando que, em camundongos, o tratamento ISRIB breve pode reiniciar o ISR e restaurar a função cerebral normal quase durante a noite.

Os déficits cognitivos em pacientes com TCE são frequentemente comparados ao envelhecimento prematuro, o que levou Rosi e Walter a se perguntar se o ISR também poderia estar subjacente ao declínio cognitivo puramente relacionado à idade. O envelhecimento é conhecido por comprometer a produção de proteína celular em todo o corpo, à medida que muitos insultos da vida se acumulam e fatores estressantes como a inflamação crônica se dissipam nas células, podendo levar à ativação generalizada do ISR.

“Vimos como o ISRIB restaura a cognição em animais com lesão cerebral traumática, que em muitos aspectos é como uma versão acelerada do declínio cognitivo relacionado à idade”, disse Rosi, que é diretora de pesquisas neurocognitivas no UCSF Brain and Spinal Injury Center e membro do UCSF Weill Institute for Neurosciences. “Pode parecer uma ideia maluca, mas perguntar se a droga poderia reverter os sintomas do próprio envelhecimento foi apenas um próximo passo lógico.”

Os efeitos característicos do envelhecimento desapareceram literalmente da noite para o dia

No novo estudo, pesquisadores liderados pelo pós-doutorado do laboratório Rosi Karen Krukowski, PhD, treinaram animais idosos para escapar de um labirinto aquático, encontrando uma plataforma oculta, uma tarefa que normalmente é difícil para animais mais velhos aprenderem. Mas os animais que receberam pequenas doses diárias de ISRIB durante o processo de treinamento de três dias foram capazes de realizar a tarefa tão bem quanto os ratos jovens – e muito melhor do que os animais da mesma idade que não receberam a droga.

Os pesquisadores então testaram quanto tempo esse rejuvenescimento cognitivo durou e se ele poderia generalizar para outras habilidades cognitivas. Várias semanas após o tratamento inicial com ISRIB, eles treinaram os mesmos ratos para encontrar o caminho para sair de um labirinto cuja saída mudava diariamente – um teste de flexibilidade mental para ratos idosos que, como humanos, tendem a ficar cada vez mais presos em seus caminhos. Os camundongos que receberam um breve tratamento com ISRIB três semanas antes ainda tiveram um desempenho jovem, enquanto os camundongos não tratados continuaram a lutar.

Para entender como o ISRIB pode estar melhorando a função cerebral, os pesquisadores estudaram a atividade e a anatomia das células no hipocampo, uma região do cérebro com papel fundamental no aprendizado e na memória, apenas um dia depois de dar aos animais uma única dose de ISRIB. Eles descobriram que as assinaturas comuns do envelhecimento neuronal desapareceram literalmente da noite para o dia: a atividade elétrica dos neurônios tornou-se mais ágil e responsiva à estimulação, e as células mostraram uma conectividade mais robusta com as células ao seu redor, ao mesmo tempo que mostravam a capacidade de formar conexões estáveis ​​umas com as outras, geralmente vistas apenas em ratos mais jovens.

Os pesquisadores estão continuando a estudar exatamente como o ISR perturba a cognição no envelhecimento e outras condições e a entender por quanto tempo os benefícios cognitivos do ISRIB podem durar. Entre outros quebra-cabeças levantados pelas novas descobertas está a descoberta de que o ISRIB também altera a função das células T do sistema imunológico, que também são propensas a disfunções relacionadas à idade. As descobertas sugerem outro caminho pelo qual a droga pode melhorar a cognição em animais idosos e pode ter implicações para doenças de Alzheimer a diabetes, que têm sido associadas ao aumento da inflamação causada por um sistema imunológico em envelhecimento.

“Isso foi muito emocionante para mim porque sabemos que o envelhecimento tem um efeito profundo e persistente sobre as células T e que essas mudanças podem afetar a função cerebral no hipocampo”, disse Rosi. “No momento, esta é apenas uma observação interessante, mas nos dá um conjunto muito interessante de quebra-cabeças biológicos para resolver.”

O sucesso mostra a ‘serendipidade’ da pesquisa básica

Rosi e Walter foram apresentados pelo neurocientista Regis Kelly, PhD, diretor executivo do centro de inovação biotecnológica QB3 da Universidade da Califórnia, após o estudo de Walter de 2013 mostrando que a droga parecia aumentar instantaneamente as habilidades cognitivas em ratos saudáveis. Para Rosi, os resultados desse estudo implicavam em algum potencial cognitivo bloqueado no cérebro que a molécula estava de alguma forma desbloqueando, e ela se perguntou se esse impulso cognitivo extra poderia beneficiar pacientes com danos neurológicos por lesão cerebral traumática.

Os laboratórios uniram forças para estudar a questão em ratos e ficaram surpresos com o que encontraram. O ISRIB não apenas compensou alguns dos déficits cognitivos em ratos com lesão cerebral traumática – ele os apagou. “Isso nunca tinha sido visto antes”, disse Rosi. “O mantra em campo era que o dano cerebral é permanente – irreversível. Como um único tratamento com uma pequena molécula pode fazê-los desaparecer durante a noite? ”

Outros estudos demonstraram que os neurônios em todo o cérebro de animais com lesão cerebral traumática estão completamente congestionados pelo ISR. Usar o ISRIB para liberar esses freios permite que as células cerebrais voltem imediatamente ao seu funcionamento normal. Mais recentemente, estudos em animais com lesões cerebrais repetitivas muito leves – semelhantes a atletas profissionais que experimentam muitas concussões leves ao longo de muitos anos – mostraram que o ISRIB poderia reverter o aumento do comportamento de risco associado a danos aos circuitos de autocontrole no córtex frontal.

“Não é sempre que você encontra um candidato a medicamento que mostra tanto potencial e promessa”, diz Walter, chamando-o de “simplesmente incrível”.

Sem efeitos colaterais

Pode-se pensar que interferir com o ISR, um mecanismo crítico de segurança celular, certamente causaria efeitos colaterais graves, mas até agora, em todos os seus estudos, os pesquisadores não observaram nenhum. Isso provavelmente se deve a dois fatores. Primeiro, são necessárias apenas algumas doses de ISRIB para redefinir a ativação ISR crônica e não saudável de volta a um estado mais saudável. Em segundo lugar, o ISRIB praticamente não tem efeito quando aplicado a células que empregam ativamente o ISR em sua forma mais poderosa – contra uma infecção viral agressiva, por exemplo.

O ISRIB foi licenciado pela Calico, uma empresa de South San Francisco, Califórnia, que explora a biologia do envelhecimento, e a idéia de direcionar o ISR para tratar doenças foi adotada por muitas outras empresas farmacêuticas, diz Walter.

“Quase parece bom demais para ser verdade, mas com o ISRIB, parece que atingimos o ponto ideal para manipular o ISR com uma janela terapêutica ideal”, disse Walter.

Obtenha mais links para estudos de fundo do artigo original do UCSF News .

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: A DROGA ISRIB REINICIA A PRODUÇÃO DE PROTÍNAS NAS CÉLULAS, RESTAURA A FUNÇÃO DA MEMÓRIA E PROVOCA O REJUVENESCIMENTO DO CÉREBRO

CIÊNCIAS: PLATÃO TINHA RAZÃO, A TERRA É FEITA DE CUBOS!

É impressionante, mas a cada dia, quanto mais a ciência avança nas suas descobertas, mais se aproxima dos modelos, pensamento, ideias e teorias dos estudiosos da antiguidade. Há 2500 anos atrás Platão acreditava que o universo era feito de cinco tipos de matéria: terra, ar, fogo, água e cosmos. Ele descreveu a geometria de cada um e a forma platônica da terra era o cubo. Em pesquisa recente cientistas chegaram a conclusão de que Platão estava certo: a forma média das rochas na Terra é um cubo. Eu te convido a ler o artigo completo a seguir e saber como os pesquisadores chegara a essa conclusão!

Geofísicos confirmam a teoria de Platão – a terra é feita de cubos

Platão, o filósofo grego que viveu no século 5 aC, acreditava que o universo era feito de cinco tipos de matéria: terra, ar, fogo, água e cosmos. Cada um foi descrito com uma geometria particular, uma forma platônica. Para a terra, essa forma era o cubo.

A ciência avançou continuamente para além das conjecturas de Platão, olhando para o átomo como o bloco de construção do universo. No entanto, Platão parece ter descoberto algo, descobriram os pesquisadores.

Em um novo artigo no  Proceedings of the National Academy of Sciences , uma equipe da Universidade da Pensilvânia, da Universidade de Tecnologia e Economia de Budapeste e da Universidade de Debrecen usa matemática, geologia e física para demonstrar que a forma média das rochas na Terra é um cubo.

“Platão é amplamente reconhecido como a primeira pessoa a desenvolver o conceito de um átomo, a ideia de que a matéria é composta de algum componente indivisível na menor escala”, diz Douglas Jerolmack, geofísico do Departamento da Terra da Escola de Artes e Ciências de Penn e Ciências Ambientais e do Departamento de Engenharia Mecânica e Mecânica Aplicada da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas. “Mas esse entendimento era apenas conceitual; nada sobre nossa compreensão moderna dos átomos deriva do que Platão nos disse.

“O interessante aqui é que o que encontramos com a rocha, ou terra, é que há mais do que uma linhagem conceitual que remonta a Platão. Acontece que a concepção de Platão sobre o elemento terra ser composto de cubos é, literalmente, o modelo estatístico médio para a terra real. E isso é simplesmente alucinante. ”

A descoberta do grupo começou com modelos geométricos desenvolvidos pelo matemático Gábor Domokos, da Universidade de Tecnologia e Economia de Budapeste, cujo trabalho previa que rochas naturais se fragmentariam em formas cúbicas.

“Este artigo é o resultado de três anos de pensamento e trabalho sério, mas ele se resume a uma ideia central”, diz Domokos. “Se você pegar uma forma poliédrica tridimensional, cortá-la aleatoriamente em dois fragmentos e, em seguida, cortar esses fragmentos repetidamente, obterá um vasto número de diferentes formas poliédricas. Mas, em um sentido comum, a forma resultante dos fragmentos é um cubo. ”

Domokos puxou dois físicos teóricos húngaros para o circuito: Ferenc Kun, um especialista em fragmentação, e János Török, um especialista em modelos estatísticos e computacionais. Depois de discutir o potencial da descoberta, Jerolmack diz, os pesquisadores húngaros levaram sua descoberta a Jerolmack para trabalharem juntos nas questões geofísicas; em outras palavras, “Como a natureza permite que isso aconteça?”

“Quando levamos isso para Doug, ele disse: ‘Isso é um erro ou isso é grande’”, lembra Domokos. “Trabalhamos ao contrário para entender a física que resulta nessas formas.”

Fundamentalmente, a pergunta que eles responderam é quais formas são criadas quando as rochas se quebram em pedaços. Notavelmente, eles descobriram que a conjectura matemática central une os processos geológicos não apenas na Terra, mas também em todo o sistema solar.

“Fragmentação é esse processo onipresente que está moendo materiais planetários”, diz Jerolmack. “O sistema solar está repleto de gelo e rochas que estão continuamente se despedaçando. Este trabalho nos dá uma assinatura desse processo que nunca vimos antes. ”

Parte desse entendimento é que os componentes que se desprendem de um objeto anteriormente sólido devem se encaixar sem nenhuma lacuna, como um prato que caiu à beira de quebrar. Acontece que as únicas das chamadas formas platônicas – poliedros com lados de igual comprimento – que se encaixam sem lacunas são os cubos.

“Uma coisa que especulamos em nosso grupo é que, possivelmente Platão olhou para um afloramento de rocha e depois de processar ou analisar a imagem subconscientemente em sua mente, ele conjecturou que a forma média é algo como um cubo”, diz Jerolmack.

“Platão era muito sensível à geometria”, acrescenta Domokos. De acordo com a tradição, a frase “Que ninguém ignorante em geometria entre” estava gravada na porta da Academia de Platão. “Suas intuições, amparadas por um pensamento amplo sobre a ciência, podem tê-lo levado a essa ideia sobre os cubos”, diz Domokos.

Para testar se seus modelos matemáticos eram verdadeiros na natureza, a equipe mediu uma ampla variedade de rochas, centenas delas coletadas e milhares mais em conjuntos de dados coletados anteriormente. Não importa se as rochas foram naturalmente desgastadas por um grande afloramento ou dinamitadas por humanos, a equipe encontrou um bom ajuste para a média cúbica.

No entanto, existem formações rochosas especiais que parecem quebrar a “regra” cúbica. A Calçada do Gigante na Irlanda do Norte, com suas altas colunas verticais, é um exemplo, formada pelo processo incomum de resfriamento do basalto. Essas formações, embora raras, ainda são englobadas pela concepção matemática de fragmentação da equipe; eles são apenas explicados por processos fora do comum no trabalho.

Um mundo confuso e fascinante

Pedregulhos na Nova Zelândia, Christoph Theisinger 

“O mundo é um lugar bagunçado”, diz Jerolmack. “Nove em cada 10 vezes, se uma rocha é separada, comprimida ou cortada – e geralmente essas forças acontecem juntas – você acaba com fragmentos que são, em média, formas cúbicas. Somente se você tiver uma condição de estresse muito especial é que terá outra coisa. A terra simplesmente não faz isso com frequência. ”

Os pesquisadores também exploraram a fragmentação em duas dimensões, ou em superfícies finas que funcionam como formas bidimensionais, com uma profundidade significativamente menor do que a largura e o comprimento. Lá, os padrões de fratura são diferentes, embora o conceito central de divisão de polígonos e obtenção de formas médias previsíveis ainda se mantenha.

“Acontece que, em duas dimensões, você tem a mesma probabilidade de obter um retângulo ou um hexágono na natureza”, diz Jerolmack. “Eles não são hexágonos verdadeiros, mas são o equivalente estatístico em um sentido geométrico. Você pode pensar nisso como tinta rachando; uma força está agindo para separar a tinta igualmente de lados diferentes, criando uma forma hexagonal quando ela se quebra. ”

Na natureza, exemplos desses padrões de fratura bidimensionais podem ser encontrados em mantos de gelo, lama secante ou mesmo na crosta terrestre, cuja profundidade é muito ultrapassada por sua extensão lateral, permitindo que funcione como um dispositivo bidimensional de fato material. Já se sabia que a crosta terrestre se fraturou dessa forma, mas as observações do grupo sustentam a ideia de que o padrão de fragmentação resulta de placas tectônicas.

Identificar esses padrões na rocha pode ajudar na previsão de fenômenos, como riscos de queda de rochas ou a probabilidade e localização de fluxos de fluidos, como óleo ou água, nas rochas.

Para os pesquisadores, encontrar o que parece ser uma regra fundamental da natureza emergindo de percepções milenares tem sido uma experiência intensa, mas satisfatória.

“Há muitos grãos de areia, seixos e asteróides por aí, e todos eles evoluem lascando de maneira universal”, diz Domokos, que também é co-inventor do Gömböc, a primeira forma convexa conhecida com o mínimo número – apenas dois – de pontos de equilíbrio estático. O lascar por colisões elimina gradualmente os pontos de equilíbrio, mas as formas não chegam a se tornar um Gömböc; o último aparece como um ponto final inatingível desse processo natural.

O resultado atual mostra que o ponto de partida pode ser uma forma geométrica icônica semelhante: o cubo com seus 26 pontos de equilíbrio. “O fato de que a geometria pura fornece esses colchetes para um processo natural onipresente me dá felicidade”, diz ele.

“Quando você pega uma pedra na natureza, não é um cubo perfeito, mas cada um é uma espécie de sombra estatística de um cubo”, acrescenta Jerolmack. “Lembra a alegoria da caverna de Platão. Ele postulou uma forma idealizada que era essencial para a compreensão do universo, mas tudo o que vemos são sombras distorcidas dessa forma perfeita. ”

Fonte: Universidade da Pensilvânia

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: PLATÃO TINHA RAZÃO, A TERRA É FEITA DE CUBOS!

CIÊNCIAS: TERAPIA GENÉTICA CRISPR É SUCESSO COM PACIENTES DEPOIS DE 18 MESES

Uma vitória e tanto da ciência é o destaque desta edição da coluna CIÊNCIAS deste sábado. Todos os pacientes que participaram  dos primeiros testes clínicos sérios da terapia genética CRISPR para a doença falciforme e beta-talassemia estão sem sintomas e não precisaram de transfusões de sangue. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes desse estudo fantástico!

Cada paciente tratado com terapia gênica CRISPR para doenças do sangue continua a prosperar, mais de um ano depois

18 meses após o início dos primeiros testes clínicos sérios da terapia genética CRISPR para a doença falciforme e beta-talassemia – e todos os pacientes estão sem sintomas e não precisaram de transfusões de sangue.

A doença falciforme (DF) pode causar uma variedade de problemas de saúde, incluindo episódios de dor intensa, chamados de crises vaso-oclusivas, bem como danos a órgãos e derrames.

Pacientes com talassemia dependente de transfusão (TDT) são dependentes de transfusões de sangue desde a primeira infância.

A única cura disponível para ambas as doenças é um transplante de medula óssea de um doador próximo, uma opção que não está disponível para a grande maioria dos pacientes devido à dificuldade de localizar doadores compatíveis, ao custo e ao risco de complicações.

Nos estudos, o objetivo dos pesquisadores é curar funcionalmente as doenças do sangue usando a edição do gene CRISPR / Cas9 , aumentando a produção de hemoglobina fetal, que produz glóbulos vermelhos normais e saudáveis, em oposição às células deformadas produzidas por hemoglobina defeituosa no corpos de indivíduos com os transtornos.

Os testes clínicos envolvem a coleta de células-tronco dos pacientes. Os pesquisadores editam as células-tronco usando CRISPR-Cas9 e infundem as células modificadas pelo gene nos pacientes. Os pacientes permanecem no hospital por aproximadamente um mês após a infusão.

Antes de receber suas células modificadas, os sete pacientes com talassemia beta requeriam transfusões de sangue aproximadamente a cada três a quatro semanas e os três pacientes com SCD sofreram episódios de dor severa aproximadamente a cada dois meses.

Todos os indivíduos com talassemia beta são independentes da transfusão desde o início do tratamento, período que varia entre dois e 18 meses.

Da mesma forma, nenhum dos indivíduos com DF apresentou crises vaso-oclusivas desde a infusão de CTX001. Todos os pacientes mostraram um aumento substancial e sustentado na produção de hemoglobina fetal.

Voando pela primeira vez

Depois de 15 meses, a primeira paciente a receber o tratamento para MSC , Victoria Gray, chegou a embarcar pela primeira vez em um avião.

Antes de receber a terapia genética CRISPR, Gray temia que a mudança de altitude pudesse causar um ataque de dor insuportável durante o vôo. Agora ela não se preocupa mais com essas coisas.

Ela contou à NPR sobre sua viagem a Washington, DC: “Era uma daquelas coisas que eu estava esperando para ter a chance de fazer … Foi emocionante. Eu tinha uma janela. E eu tenho que olhar pela janela e ver as nuvens e tudo. ”

Em dezembro deste ano, o  New England Journal of Medicine  publicou  o primeiro artigo de pesquisa revisado por pares  do estudo – ele se concentra em Gray e o primeiro paciente TDT que foi tratado com uma infusão de bilhões de células editadas em seu corpo.

“Há uma grande necessidade de encontrar novas terapias para a talassemia beta e doença falciforme”, disse  Haydar Frangoul , MD, Diretor Médico de Hematologia Pediátrica e Oncologia do Sarah Cannon Research Institute, TriStar Centennial Medical Center da HCA Healthcare. “O que pudemos fazer por meio deste estudo é uma grande conquista. Ao editar o gene das células-tronco do próprio paciente, podemos ter o potencial de tornar esta terapia uma opção para muitos pacientes que enfrentam essas doenças do sangue. ”

Por causa da maneira precisa como a edição do gene CRISPR-Cas9 funciona, o Dr. Frangoul sugeriu que a técnica poderia potencialmente curar ou melhorar uma variedade de doenças de origem genética.

Conforme relatado pelo GNN, os pesquisadores já estão usando o CRISPR para tentar tratar o câncer , Parkinson , doenças cardíacas e HIV também.

Fonte: American Society of Hematology 

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: TERAPIA GENÉTICA CRISPR É SUCESSO COM PACIENTES DEPOIS DE 18 MESES

CIÊNCIAS: UMA INCRÍVEL EXPLICAÇÃO SOBRE TÚNEL QUÂNTICO É PREMIADA COM UMA BOLSA DE $250 MIL A UMA ADOLESCENTE DE 17 ANOS

Aparentemente, pelo que está publicado no artigo a seguir, não há nada de extraordinário na descoberta da adolescente Maryam Tsegaye de Fort McMurray, no Canadá. Entretanto, ninguém ganharia o prêmio máximo no sexto desafio internacional  Breakthrough Junior, de uma bolsa de $ 250 mil, se a explicação sobre o túnel quântico não tivesse um fundamento plausível. A sua incrível descoberta pode se tornar realidade antes do que você possa imaginar. Então, lei o artigo completo a seguir e saiba o que essa jovem descobriu!  

Adolescente de Wildfire-Hit Town ganha bolsa de $ 250.000 por uma incrível explicação sobre o túnel quântico

Uma adolescente canadense acabou de ganhar o primeiro lugar em uma competição científica global por sua brilhante explicação sobre o tunelamento quântico.

Maryam Tsegaye mora em Fort McMurray – uma cidade que virou manchete por motivos devastadores em 2016, quando 88.000 pessoas foram forçadas a deixar suas casas devido a um incêndio florestal.

Agora, graças à sua habilidade de explicar a complicada teoria da física quântica com facilidade, esta jovem de 17 anos ganhou.

O desafio é um concurso de vídeos científicos onde os jovens mostram seus conhecimentos de princípios científicos em vários campos.

Em uma explicação de três minutos, Maryam comparou o comportamento dos elétrons a como seu irmão trapaceia enquanto joga jogos online:

“Então, eu estava assistindo meu irmão jogar este videogame e ele usou um código de trapaça que permitia que seu personagem fizesse um hack do caminho através das paredes”, diz ela no vídeo. “Ele se empurrou contra uma barreira no jogo, apertou alguns botões e bum, seu personagem apareceu do outro lado”, diz ela em seu vídeo.

“Imagine se você pudesse atravessar paredes na vida real – e acontece que você pode, em um nível quântico.”

A política de Alberta Rachel Notley falou por muitos quando twittou seus parabéns ao adolescente.

Maryam ficou em primeiro lugar entre mais de 5.600 outros candidatos de 124 países.

Ela ganhou uma bolsa de estudos pós-secundária de $ 250.000, um prêmio de $ 50.000 para seu professor de ciências e um laboratório de ciências de $ 100.000 para sua escola.

ASSISTA o explicador brilhantemente simples de Maryam no vídeo abaixo.)

Fonte: Good News Network 

Continuar lendo CIÊNCIAS: UMA INCRÍVEL EXPLICAÇÃO SOBRE TÚNEL QUÂNTICO É PREMIADA COM UMA BOLSA DE $250 MIL A UMA ADOLESCENTE DE 17 ANOS

CIÊNCIAS: MEDICINA NATURAL AVANÇA NO TRATAMENTO DA PSORÍASE

A medicina natural avança com soluções práticas, saudáveis e baratas, como é o caso do destaque, aqui da coluna CIÊNCIAS desta segunda-feira. Cientistas na Índia desenvolveram um gel de ervas para o tratamento eficaz e acessível da psoríase leve a moderada. Psoríase é um distúrbio inflamatório da pele que causa coceira e irritação por erupções vermelhas e escamosas. Esse mal já afeta milhões de pessoas em todo o mundo e os números podem aumentar durante a pandemia. Ao ler o artigo completo a seguir você vai conhecer esse novo produto e como está sendo o tratamento com ele!

Este gel natural em breve poderá ser uma resposta holística – e barata – à base de ervas para problemas de psoríase

 

 

Usando uma variedade de cominhos, cientistas na Índia patentearam seu inovador gel de ervas para o tratamento eficaz e acessível da psoríase leve a moderada.

O distúrbio inflamatório da pele que causa coceira e irritação por erupções vermelhas e escamosas já afeta milhões de pessoas em todo o mundo e os números podem aumentar durante a pandemia.

Os tratamentos estão disponíveis no mercado hoje, mas as opções de tratamento existentes, incluindo esteróide e terapia de radiação UV, tendem a ser caras, com possíveis efeitos colaterais.

Ainda não há cura para a psoríase, mas os cientistas da Universidade Shoolini desenvolveram um gel à base de plantas, que contém um composto químico antiinflamatório natural que pode ser consideravelmente mais barato.

A invenção dos cientistas da universidade de Himachal Pradesh contém timoquinona, uma substância química farmacologicamente ativa encontrada nas sementes da planta Nigella sativa – comumente conhecida como cominho preto e amplamente utilizada na culinária asiática e na medicina herbal.

Nigella sativa

O Dr. Poonam Negi, Charul Rathore e Ishita Sharma aproveitaram os efeitos terapêuticos conhecidos da timoquinona em um gel que pode fornecer alívio instantâneo das erupções cutâneas e, assim, melhorar a qualidade de vida do paciente.

Planta Nigella sativa da AndreHolz e suas sementes de cominho preto da Mountainhills – licença CC 

O óleo de sativa é tradicionalmente usado para tratar problemas de pele, incluindo erupções psoriáticas. Mas, Dr. Negi diz, “Este óleo contém baixos níveis de timoquinona, o que força os pacientes a aplicarem grandes quantidades dele. Nosso gel desenvolvido, no entanto, mantém concentrações terapeuticamente eficazes de timoquinona nas lesões psoriáticas. ”

O produto mostrou-se mais eficaz do que o óleo e foi testado pré-clinicamente quanto à eficácia e segurança, com ensaios clínicos ainda não concluídos.

Maior importância durante a pandemia

É importante notar que muitas opções convencionais de tratamento para a psoríase, como os esteróides, atuam suprimindo o sistema imunológico. Este é um assunto de grande preocupação, dada a disseminação atual do COVID-19, que requer um sistema imunológico forte e equilibrado para combater a infecção. O gel de Shoolini alivia as erupções psoriáticas sem comprometer o sistema imunológico.

O gel patenteado à base de água também é atraente agora devido ao seu preço acessível.

As vendas globais de tratamentos para psoríase estão crescendo cerca de 7% ao ano e devem chegar a US $ 13,1 bilhões em 2025.

Dr. Negi prevê que sua terapia custaria menos de US $ 7 por mês em casos de psoríase leve e menos de US $ 15 para casos de psoríase moderada a grave.

Eles estão no estágio 2 de desenvolvimento do produto e disseram à GNN que estão procurando um parceiro para a indústria e esperam colocá-lo no mercado nos próximos 2 anos. Teremos certeza de postar uma atualização quando eles fizerem.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: MEDICINA NATURAL AVANÇA NO TRATAMENTO DA PSORÍASE

CIÊNCIAS: O SONHO DE PODER ENXERGAR MAIS PRÓXIMO DO QUE NUNCA

Uma excelente novidade da ciências para aqueles que perderam a visão é o destaque, aqui na coluna CIÊNCIAS deste domingo. Pesquisadores da Harvard Medical School restauraram com sucesso a perda de visão e reverteram os danos induzidos pelo glaucoma em ratos. Em breve esses testes chegarão aos humanos. Portanto, aproveite e leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes desta fantástica descoberta!

Ratos cegos com glaucoma enxergam novamente por meio de uma técnica simples que promove a expressão gênica juvenil

 

 

Alguns dos itens abaixo foram reimpressos com permissão da World at Large , um meio de comunicação com foco em espaço, saúde, conservação, meio ambiente e política externa e viagens .

Pesquisadores da Harvard Medical School restauraram com sucesso a perda de visão e reverteram os danos induzidos pelo glaucoma em ratos.

Nos camundongos, as células ganglionares da retina, uma célula principal que permite a visão, foram restauradas a um estado jovem em casos de glaucoma, bem como quando o nervo óptico, outro componente-chave da visão, foi danificado. Ambos foram alcançados por meio da expressão de certos fatores de transcrição – proteínas que ativam e desativam genes.

“O estudo lança luz sobre os mecanismos do envelhecimento e identifica novos alvos terapêuticos potenciais para doenças neuronais relacionadas à idade, como o glaucoma”, diz um comunicado de pesquisadores da Harvard Medical School.

O novo estudo, publicado na Nature , foi conduzido pelo Dr. David Sinclair, um dos maiores especialistas do mundo em pesquisas relacionadas ao envelhecimento em ratos.

Junto com a pesquisa genética, Sinclair também examinou como compostos prontos para suplementos como o resveratrol e a metformina afetam o envelhecimento, e seu livro, Lifespan: Why We Age and Why Don’t Have to, é um best-seller do New York Times.

Reparando um CD arranhado

A ciência por trás do novo artigo de Sinclair  envolve o curioso processo de metilação. Governados pela epigenética – isto é, mudanças na expressão genética da célula ao longo do tempo – os pesquisadores descobriram que a metilação em tecidos de mamíferos impede as células de replicar proteínas adequadamente enquanto codificam simultaneamente um tipo de história genética.

Pode-se imaginar isso como arranhões no fundo de um CD. Se os arranhões puderem ser removidos, o registro da função adequada ainda estará lá e poderá ser lido pelo laser em um CD player.

Em seu livro, Sinclair detalha a teoria moderna do envelhecimento, segundo a qual mudanças na epigenética e danos às células e tecidos impedem o corpo de ler genes que codificam proteínas de maneira adequada, resultando em genes defeituosos e menos funcionais, ou seja, genes mais antigos sendo transcritos ou as proteínas não estão sendo substituídas.

Aqui, os autores descobriram que quando os neurônios do rato estavam se recuperando de danos relacionados ao glaucoma, os grupos metil que se acumularam com o tempo foram embora, como os arranhões sendo removidos de um disco.

Isso resultou em um processo chamado desmetilação. A desmetilação foi associada à expressão genética mais jovem, ou seja, os genes do camundongo lembraram como ser jovem novamente, somente após a desmetilação ter ocorrido.

“Esses dados indicam que os tecidos dos mamíferos retêm um registro das informações epigenéticas da juventude – codificadas em parte pela metilação do DNA – que podem ser acessadas para melhorar a função do tecido e promover a regeneração in vivo”, escrevem os autores em seu resumo.

Resta saber se os registros da expressão genética juvenil estão contidos em outros tecidos de mamíferos, o fígado para um exemplo aleatório, por metilação, e se eles podem ou não ser acessados ​​por meio de desmetilação.

Se for verdade que simplesmente alterar alguns fatores de transcrição é suficiente para limpar a poeira do livro de regras sobre como construir proteínas jovens, Sinclair está para fazer um grande avanço.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: O SONHO DE PODER ENXERGAR MAIS PRÓXIMO DO QUE NUNCA

ARQUEOLOGIA: NOVOS CORPOS DESCOBERTOS EM ESCAVAÇÃO EM VILA NOS ARREDORES DE POMPEIA

Arqueólogos descobrem dois corpos quase perfeitos, do que aparenta ser um senhor e um escravo em uma vila (residência de campo) nos arredores da cidade romana de Pompeia. Acredita-se que as mortes tenham sido provocadas por choque térmico. Convido você a lero artigo completo a seguir e conhecer os detalhes desta descoberta arqueológica.

Encontrados corpos ‘quase perfeitos’ de moradores de Pompeia

Os dois homens, aparentemente senhor e escravo, foram mortos no dia seguinte ao da fase inicial da erupção que destruiu a cidade romana em 79 d.C.

Os dois homens teriam sobrevivido à primeira fase da erupção do Vesúvio. Crédito: Luigi Spina/Parco Archeologico di Pompei

Funcionários do Parque Arqueológico de Pompeia informaram na sexta-feira (20 de novembro) que, durante escavações em uma vila (residência de campo) nos arredores da cidade romana, foram encontrados os corpos do que se pensa ser um homem rico e seu escravo, noticiaram órgãos de imprensa como o jornal “The Guardian” e o site BBC News. Os dois homens teriam morrido tentando fugir da erupção do Monte Vesúvio, em 79 d.C., que destruiu a cidade. Os corpos estavam quase perfeitamente preservados, segundo os funcionários.

Deitados próximos um do outro, o senhor e seu escravo teriam escapado da fase inicial da erupção, quando a cidade foi coberta por cinzas vulcânicas e pedra-pomes. Mas não resistiram a uma explosão ocorrida no dia seguinte.

No mesmo local, já havia sido descoberto um estábulo de onde foram desenterrados, em 2017, os restos mortais de três cavalos atrelados. Os corpos recentemente descobertos foram objeto da criação de moldes.

Choque térmico

De acordo com especialistas, o homem mais jovem tinha provavelmente entre 18 e 23 anos. Como várias de suas vértebras estavam comprimidas, deduziu-se que ele era um trabalhador braçal ou escravo. Ele estaria usando uma túnica plissada, possivelmente de lã. O homem mais velho, com idade entre 30 e 40 anos, tinha uma estrutura óssea mais forte, principalmente na região do peito, e também usava túnica. Os dois morreram deitados no que teria sido o corredor da vila.

“É uma morte por choque térmico, como também demonstrado por seus pés e mãos cerrados”, disse Massimo Osanna, diretor do parque, a repórteres.

Segundo funcionários do parque, investigações a serem feitas nos próximos meses poderão revelar para onde os homens estavam indo e os papéis que desempenhavam na residência.

A descoberta foi “verdadeiramente excepcional”, definiu Osanna. Dario Franceschini, o ministro da Cultura da Itália, destacou a importância de Pompeia como local de estudo e pesquisa.

A violenta erupção de 79 d.C. enterrou Pompeia em cinzas, congelando a cidade e seus residentes no tempo. O incidente tornou a cidade romana na Baía de Nápoles uma rica fonte para estudos arqueológicos.

Escavações em andamento

A descoberta dos dois corpos é a mais recente de uma série proporcionada pelas escavações em Pompeia nos últimos anos. Em outubro de 2018, os corpos de duas mulheres e três crianças haviam sido encontrados amontoados no quarto de uma vila na área Regio V. Ali mesmo, uma semana antes, pesquisadores haviam achado uma inscrição de carvão que sugeria que o Vesúvio entrou em erupção em outubro de 79 d.C., e não em agosto daquele ano, como se pensava antes.

Em maio de 2018 foram encontrados os restos mortais de um homem de cerca de 30 anos que, como os dois corpos achados mais recentemente, também teria sobrevivido à primeira parte da erupção. Suas pernas e torso se projetavam de um grande bloco de pedra. Os arqueólogos consideram, porém, que não foi o bloco que o matou, mas os gases letais das fases posteriores da erupção. A vítima levava consigo um pequeno saco com 20 moedas de prata e duas de bronze, quantia equivalente hoje a cerca de 500 euros.

Descobertas no século 16, as ruínas de Pompeia começaram a ser escavadas em 1748. Mais de 1.500 das 2.000 vítimas estimadas foram encontradas ao longo dos séculos. Os trabalhos de escavação prosseguem ali durante a pandemia, enquanto o parque segue fechado a visitantes.

Fonte: Revista Planeta

Continuar lendo ARQUEOLOGIA: NOVOS CORPOS DESCOBERTOS EM ESCAVAÇÃO EM VILA NOS ARREDORES DE POMPEIA

CIÊNCIAS 1: MUITAS DÚVIDAS E MÁ INFORMAÇÃO ESTÃO TOMANDO CONTA DA OPINIÃO PÚBLICA SOBRE AS VACINAS

A guerra para desenvolvimento de vacinas contra a covid numa velocidade considerada absurda para desenvolvimento de vacinas pode causar um grave problema na população mundial, já que está se levantando muitas suspeitas em torno da idoneidade dessas vacinas e talvez muita gente de deixe de se vacinar por medo ou por falta de informação. Então, sugiro que leia o artigo completo a seguir para entender o que realmente está acontecendo!

Desinformação pode levar pessoas a rejeitar vacinas contra covid-19

Pesquisa com britânicos e americanos mostra que um número menor de pessoas do que seria preciso para atingir a imunidade de rebanho tomaria uma vacina contra a doença

Do repertório contra a covid-19, a opção vacina é a mais promissora – mas as pessoas precisam estar dispostas a tomá-la. Crédito: Bicanski/Pixnio

Teorias conspiratórias e desinformação alimentam a desconfiança e poderiam deixar a inoculação com vacinas contra covid-19 abaixo dos níveis necessários para proteger comunidades da doença nos Estados Unidos e no Reino Unido, revelou pesquisa divulgada nessa quinta-feira (12).

O estudo, com 8 mil voluntários nos dois países, mostrou que menor número de pessoas “certamente” receberia uma vacina contra a covid-19 do que os 55% da população que cientistas estimam ser preciso para proporcionar a chamada “imunidade de rebanho”.

“Vacinas só funcionam se as pessoas as tomam. A desinformação atua sobre os receios e incertezas existentes a respeito de novas vacinas [contra covid], além das novas plataformas que estão sendo usadas para desenvolvê-las”, disse Heidi Larson, professora da Escola de Higiene e de Medicina Tropical de Londres, que coliderou a pesquisa.

“Isso ameaça minar os níveis de aceitação de vacinas contra covid-19”, acrescentou ela, que também é diretora da iniciativa internacional Vaccine Confidence Project.

O estudo chega no momento em que um dos maiores esforços de criação de vacinas mostrou resultados promissores nesta semana.

Na segunda-feira, a Pfizer informou que sua vacina experimental contra a covid-19 tem eficácia de mais de 90%. Ela se baseia em dados provisórios de testes de estágio avançado. Os dados foram vistos como um passo crucial na luta para conter uma pandemia que já matou mais de 1 milhão de pessoas.

Fonte: Revista Planeta

Continuar lendo CIÊNCIAS 1: MUITAS DÚVIDAS E MÁ INFORMAÇÃO ESTÃO TOMANDO CONTA DA OPINIÃO PÚBLICA SOBRE AS VACINAS

CIÊNCIAS 2: ESTUDO CONCLUI QUE O CANABIDIOL NÃO PREJUDICA A DIREÇÃO

Essa semana a ONU reclassificou a Cannabis removendo-a da categoria de drogas mais perigosas e viciantes, que inclui a heroína. A mesmo tempo um estudo marcante foi publicado sobre cannabis e capacidade de dirigir, que mostrou que o canabidiol (CBD), um componente da cannabis agora amplamente usado para fins médicos, não prejudica a direção. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer o conteúdo e a conclusão desse prestigioso estudo!

Conforme a ONU reclassifica a Cannabis, o estudo Landmark mostra que o CBD não prejudica a direção

 

As Nações Unidas reclassificaram esta semana a cannabis removendo-a da categoria de drogas mais perigosas e viciantes, que inclui a heroína.

Enquanto isso, um estudo marcante foi publicado sobre cannabis e capacidade de dirigir, que mostrou que o canabidiol (CBD), um componente da cannabis agora amplamente usado para fins médicos, não prejudica a direção.

“Essas descobertas indicam pela primeira vez que o CBD, quando administrado sem THC, não afeta a capacidade de um sujeito de dirigir”, disse o autor principal, Dr. Thomas Arkell. “Essa é uma ótima notícia para aqueles que usam ou consideram o tratamento com produtos à base de CBD.”

Liderado pela Lambert Initiative for Cannabinoid Therapeutics da University of Sydney e conduzido na Maastricht University na Holanda, os resultados do estudo foram publicados esta semana no Journal of the American Medical Association.

Houve um crescimento substancial no tratamento médico com produtos relacionados à cannabis na Austrália e no exterior. Isso inclui o uso crescente de produtos que contêm CBD para doenças como epilepsia, ansiedade, dor crônica e vícios. Muitos produtos disponíveis atualmente também contêm uma mistura de THC e CBD.

A pesquisa também mediu os efeitos de dirigir com THC na corrente sanguínea – o componente tetrahidrocanabinol da cannabis intoxicante – e descobriu que quantidades moderadas produziam distúrbios leves de direção que duravam até quatro horas.

Sydney University

Os participantes inalaram cannabis vaporizada contendo várias misturas de THC e CBD, ou uma cannabis placebo, e então dirigiram 60 milhas (100 km) sob condições controladas em rodovias públicas 40 minutos e quatro horas depois. Cannabis contendo principalmente CBD não prejudicou a direção, enquanto cannabis contendo THC, ou uma mistura de THC / CBD, causou comprometimento leve medido 40 minutos depois, mas não após quatro horas.

“Com as leis de cannabis mudando globalmente, as jurisdições estão lutando com a questão da direção prejudicada pela cannabis. Esses resultados fornecem informações muito necessárias (que) podem ajudar a orientar a política de segurança no trânsito ”, disse o Dr. Arkell. “Esses resultados devem permitir leis e regulamentações baseadas em evidências para pessoas que recebem cannabis medicinal”.

“Os resultados devem tranquilizar as pessoas que usam produtos apenas com CBD de que provavelmente são seguras para dirigir, ao mesmo tempo que ajudam os pacientes que usam produtos com predominância de THC a compreender a duração da deficiência”, disse o Diretor da Iniciativa Lambert , Professor Iain McGregor.

MÉTODO

O teste de direção de uma hora foi conduzido em uma rodovia pública em um carro de controle duplo com instrutor de direção, usando um teste científico bem estabelecido que mede o desvio padrão da posição do veículo (SDLP), incluindo a curva da faixa, desvio e sobrecorreção.

A quantidade de THC vaporizada pelos participantes foi suficiente para causar fortes sensações de intoxicação.

Embora alguns estudos anteriores tenham analisado os efeitos da cannabis na direção, a maioria se concentrou na cannabis fumada contendo apenas THC (não CBD) e não quantificou com precisão a duração da deficiência, disseram os autores do estudo no JAMA .

“Este é o primeiro estudo a ilustrar a falta de efeitos do CBD na direção e também fornecer uma indicação clara da duração do comprometimento do THC.”

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS 2: ESTUDO CONCLUI QUE O CANABIDIOL NÃO PREJUDICA A DIREÇÃO

CIÊNCIAS: O AVANÇO DA ASTRÔNOMIA CONSEGUE MAPEAR 3 MILHÕES DE GALÁXIAS EM 3000 HORAS

“A ASKAP está aplicando o que há de mais moderno em ciência e tecnologia a questões antigas sobre os mistérios do Universo e equipando astrônomos ao redor do mundo com novos avanços para resolver seus desafios”, disse o presidente-executivo da CSIRO, Dr. Larry Marshall. 3 milhões de novas galáxias é muito território a ser explorado, então, presumivelmente, o ASKAP está apenas começando. Leia o artigo completo a seguir e conheça os últimos desenvolvimentos da astronomia.

Austrália explode a mente coletiva da ciência ao mapear 3 milhões de galáxias em 300 horas

Reproduzido com permissão do  World At Large , um site de notícias sobre natureza, política, ciência, saúde e viagens.

O telescópio CSIRO líder mundial na Austrália mapeou todo o céu do sul com detalhes impressionantes e tempo recorde, identificando 3 milhões de galáxias nunca antes vistas em apenas 300 horas.

Anunciada em 1º de dezembro pela agência científica nacional australiana CSIRO, a conquista rapidamente ganhou as manchetes em todo o mundo por produzir um novo atlas do universo.

Levantamentos telescópicos de todo o céu anteriores do cosmos levaram anos e exigiram dezenas de milhares de imagens para serem montados.

O telescópio, conhecido como Australian Square Kilometer Array Pathfinder (ASKAP), é uma coleção de 36 antenas parabólicas no Western Outback espalhadas por 4.000 metros quadrados que trabalham em conjunto para costurar imagens de alta resolução para criar fotos panorâmicas do universo .

A alta resolução é diferente para o ASKAP e para o seu iPhone, e as eventuais 903 imagens necessárias para criar o novo atlas são compostas por 70 bilhões de pixels, totalizando 26 terabytes de dados de acordo com o CSIRO. Essa carga monumental, que começou como 13,5 “exabytes”, foi processada por um supercomputador chamado “Galáxia” no Pawsey Supercomputing Center.

CSIRO

“A ASKAP está aplicando o que há de mais moderno em ciência e tecnologia a questões antigas sobre os mistérios do Universo e equipando astrônomos ao redor do mundo com novos avanços para resolver seus desafios”, disse o presidente-executivo da CSIRO, Dr. Larry Marshall.

3 milhões de novas galáxias é muito território a ser explorado, então, presumivelmente, o ASKAP está apenas começando.

“Este censo do Universo será usado por astrônomos de todo o mundo para explorar o desconhecido e estudar tudo, desde a formação de estrelas até como as galáxias e seus buracos negros supermassivos evoluem e interagem”, disse o autor principal e astrônomo da CSIRO, Dr. David McConnell , em um comunicado .

Ele continuou a sugerir que potencialmente dezenas de milhões de galáxias aguardam descoberta com este novo par de telescópio / supercomputador no futuro.

ASSISTA a um vídeo de lapso de tempo da matriz em ação …

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: O AVANÇO DA ASTRÔNOMIA CONSEGUE MAPEAR 3 MILHÕES DE GALÁXIAS EM 3000 HORAS

CIÊNCIAS: ASTRÔNOMO RASTREIA AS PROFUNDEZAS DO GAIA STAR CATALOG PARA DESCOBRIR MISTÉRIO DE 43 ANOS

N a nossa coluna CIÊNCIAS deste sábado temos uma história que já dura 43 anos sobre sinais alienígenas. Um quebra-cabeça, mas quando o resultado puder revelar se existem ou não civilizações alienígenas inteligentes no universo, vale a pena esperar. Na época, foi levantada a hipótese de ter vindo de uma civilização avançada, e agora 43 anos depois, um cidadão cientista sondou as profundezas do Gaia Star Catalog e determinou o lugar mais provável, até a estrela, o WOW! Então, conheça esse famoso mistério e sua provável solução!

Astrônomo Amador rastreia possível fonte do famoso mistério ‘Uau!’ Sinal

 

 

43 anos é muito tempo para resolver um quebra-cabeça, mas quando o resultado puder revelar se existem ou não civilizações alienígenas inteligentes no universo, vale a pena esperar.

Quando Jerry Ehman, trabalhando na mesa do radiotelescópio no Observatório Big Ears, em Ohio, gravou um sinal de rádio extremamente complicado vindo do espaço, ele escreveu a famosa letra “WOW! ao lado da leitura nas impressões do computador.

Observatório Big Ears 

Na época, foi levantada a hipótese de ter vindo de uma civilização avançada, e agora 43 anos depois, um cidadão cientista sondou as profundezas do Gaia Star Catalog e determinou o lugar mais provável, até a estrela, o WOW! sinal originado de.

PanSTARRS / DR1

 

 

Alberto Caballero afirma que o sinal fez ancoragem de um corpo na zona habitável em torno de uma estrela semelhante ao Sol chamada 2MASS 19281982-2640123, aproximadamente 1.800 anos-luz da Terra na constelação de Sagitário.

Isso foi baseado em dados do Arquivo Gaia, um enorme banco de dados de posições, métricas de massa, velocidades móveis e brilho de 1,3 bilhão de estrelas diferentes montadas pela Agência Espacial Europeia.

Caballero conclui que 2MASS é “portanto, um alvo ideal para conduzir observações na busca de exoplanetas potencialmente habitáveis.”

O Observatório Big Ears olhou mais de 100 vezes para a região do espaço que produzia o longo e complexo sinal de rádio para ver se ele se repetia ou transmitia outros, já que o sinal de rádio ocupava todos os 72 segundos potenciais da capacidade de medição do Big Ears, mas nada como o Wow! o sinal já foi gravado novamente.

Falando um ano depois de se aposentar, Jerry Ehman observou o quanto os rabiscos totalmente distraídos definiram sua carreira, já que toda vez que Big Ears realizava algo importante, jornalistas ligavam e perguntavam sobre ele e seu Wow! momento.

“Eu só queria que, quando falei com jornalistas, houvesse realmente algo mais a dizer sobre isso. Eu gostaria de dizer: ‘Puxa, isso é um sinal da inteligência extraterrestre “, disse Ehman à revista Big Ears em 1994.” Sinceramente, não posso fazer isso. ”

A distância da estrela da Terra significa que é muito longe para enviar qualquer tipo de resposta. Se os cientistas quisessem ver se existiam alienígenas em torno do 2MASS, eles teriam que enviar uma saudação de sinal de rádio por conta própria sob os auspiciosos do imperador romano Adriano para que ele chegasse lá nos dias atuais.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: ASTRÔNOMO RASTREIA AS PROFUNDEZAS DO GAIA STAR CATALOG PARA DESCOBRIR MISTÉRIO DE 43 ANOS

CIÊNCIAS: UMA NOVA TÉCNICA PARA QUEM SOFRE DE ARTRITE GRAVE PODE RECEBER UM ALÍVIO DURADOURO. CONHEÇA!

Uma nova técnica para quem sofre de artrite grave está sendo desenvolvida nos Estados Unidos promete trazer um alívio duradouro da dor graças a uma nova técnica. Da dor para pacientes que sofrem de artrite moderada a grave nas articulações do quadril e do ombro. Então, lhe convido a ler o artigo completo a seguir e entender como tudo isso funciona!

Quem sofre de artrite grave pode receber um alívio duradouro da dor graças a uma nova técnica

 

Um novo procedimento ambulatorial oferece alívio duradouro da dor para pacientes que sofrem de artrite moderada a grave nas articulações do quadril e do ombro.

De acordo com um estudo apresentado na reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte, os pesquisadores disseram que o procedimento pode ajudar a reduzir a dependência de opiáceos aditivos.

Pessoas com dor moderada a intensa relacionada à osteoartrite enfrentam opções de tratamento limitadas. Abordagens comuns, como injeções de anestésico e corticosteroides nas articulações afetadas, tornam-se menos eficazes à medida que a artrite progride e piora.

“Normalmente, com o tempo, os pacientes tornam-se menos responsivos a essas injeções”, disse Felix M. Gonzalez, MD, do Departamento de Radiologia da Escola de Medicina da Emory University em Atlanta, Geórgia. “A primeira injeção de anestésico-corticosteroide pode proporcionar seis meses de alívio da dor, a segunda pode durar três meses e a terceira pode durar apenas um mês. Gradualmente, o grau de alívio da dor torna-se insignificante. ”

Sem alívio da dor, os pacientes enfrentam a possibilidade de cirurgia de substituição da articulação. Muitos pacientes não se qualificam para a cirurgia por motivos de saúde, enquanto muitos outros optam por não passar por uma operação tão grande.

Para esses pacientes, a única outra opção viável podem ser os analgésicos opiáceos, que apresentam o risco de dependência.

Dr. Gonzalez e colegas têm estudado a aplicação de um novo tratamento de radiologia intervencionista conhecido como ablação por radiofrequência resfriada (c-RFA) para alcançar o alívio da dor no cenário de artrite degenerativa avançada. O procedimento envolve a colocação de agulhas onde os principais nervos sensoriais existem ao redor das articulações do ombro e do quadril. Os nervos são então tratados com uma corrente de baixo grau conhecida como radiofrequência que os “atordoa”, retardando a transmissão da dor ao cérebro.

Para o novo estudo, 23 pessoas com osteoartrite foram submetidas a tratamento, incluindo 12 com dor no ombro e 11 com dor no quadril que não responderam ao controle da dor antiinflamatória e às injeções intra-articulares de lidocaína-esteróide.

O tratamento foi realizado duas a três semanas após os pacientes terem recebido bloqueios nervosos anestésicos diagnósticos. Os pacientes então completaram pesquisas para medir sua função, amplitude de movimento e grau de dor antes e três meses após os procedimentos de ablação.

Não houve complicações relacionadas ao procedimento, e ambos os grupos de dor no quadril e no ombro relataram diminuição estatisticamente significativa no grau de dor com aumento correspondente na função dinâmica após o tratamento.

“Em nosso estudo, os resultados foram muito impressionantes e promissores”, disse o Dr. Gonzalez. “Os pacientes com dor no ombro tiveram uma diminuição da dor de 85% e um aumento da função de aproximadamente 74%. Em pacientes com dor no quadril, houve uma redução de 70% na dor e um ganho em função de aproximadamente 66%. ”

O procedimento oferece uma nova alternativa para os pacientes que enfrentam a perspectiva da cirurgia. Além disso, pode diminuir o risco de dependência de opiáceos.

“Este procedimento é o último recurso para pacientes que não conseguem ser fisicamente ativos e podem desenvolver um vício em narcóticos”, disse o Dr. Gonzalez. “Até recentemente, não havia outra alternativa para o tratamento de pacientes no final da via da artrite que não se qualificassem para a cirurgia ou não estivessem dispostos a se submeter a um procedimento cirúrgico”.

Na reunião anual da RSNA do ano passado, o Dr. Gonzalez apresentou resultados igualmente encorajadores de um estudo de um procedimento semelhante para o tratamento da artrite do joelho. Juntas, as articulações do joelho, ombro e quadril são responsáveis ​​por aproximadamente 95% de todos os casos de artrite.

O procedimento pode ter inúmeras aplicações fora do tratamento da dor artrítica, explicou o Dr. Gonzalez. Os usos potenciais incluem o tratamento da dor relacionada a doenças como câncer e síndrome da dor relacionada à anemia falciforme, por exemplo.

“Estamos apenas arranhando a superfície aqui”, disse Gonzalez. “Gostaríamos de explorar a eficácia do tratamento em pacientes em outros ambientes, como trauma, amputações e, especialmente, em pacientes com câncer com doença metastática”.

Fonte: Sociedade Radiológica da América do Norte

Fonte: Good news Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: UMA NOVA TÉCNICA PARA QUEM SOFRE DE ARTRITE GRAVE PODE RECEBER UM ALÍVIO DURADOURO. CONHEÇA!

CIÊNCIAS- AS PESSOAS TENDEM A DAR MAIS ATENÇÃO A INFORMAÇÕES QUE CONFIRMAM SUAS PRÓPRIAS CRENÇAS

Mudar crenças não é fácil, pois as principais crenças que trazemos conosco desde o nascimento são crenças religiosas milenares incutidas nas mentes dos nossos ancestrais e sendo assim se faz necessário fazer uma reprogramação do nosso subconsciente. O estudo a seguir mostra por que e como é tão difícil mudar crenças. Leia e saiba o Porquê!

Estudo mostra por que e como é tão difícil mudar crenças

Segundo pesquisadores europeus, a rapidez das comunicações via internet ajuda a tornar muitas pessoas imunes a argumentos que contrariem suas próprias ideias

Estudo mostra por que e como é tão difícil mudar crenças - Planeta

As pessoas tendem a dar mais atenção a informações que confirmam suas próprias crenças. Crédito: Pikrepo

Conversando com outras pessoas e observando seu comportamento, podemos aprender coisas inovadoras, adquirir novas habilidades e nos adaptar a condições que ainda não conhecíamos. Mas e se as informações fornecidas pelo ambiente social forem inconsistentes ou contraditórias? Em um estudo recente, pesquisadores do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano (Alemanha) e da Universidade de Amsterdã (Holanda) investigaram como as pessoas lidam com informações de diversas fontes sociais e como usam essas informações para formar crenças. O trabalho foi apresentado em artigo na revista “Proceedings of the Royal Society B”.

“A internet, em particular, mudou dramaticamente a estrutura e a dinâmica das interações sociais. A disponibilidade de fontes sociais é até certo ponto controlada por algoritmos – o que vemos é tendencioso em favor de nossas próprias preferências. Ao mesmo tempo, a internet nos dá acesso a pontos de vista potencialmente conflitantes”, diz Lucas Molleman, pesquisador associado do Centro de Racionalidade Adaptável do Instituto Max Planck para Desenvolvimento Humano e pós-doutorando na Universidade de Amsterdã, o autor principal do artigo.

Inicialmente os pesquisadores realizaram um estudo experimental com 95 participantes dos Estados Unidos. Esses participantes completaram uma versão adaptada do Berlin Estimate AdjuStment Task (Beast), que mede de forma confiável o uso de informações sociais pelos indivíduos. Eles viram imagens de grupos de animais e foi-lhes solicitado que estimassem o número de animais. Em seguida, eles viram as estimativas de três outros participantes e receberam a solicitação de fazer uma segunda estimativa. Quanto mais os participantes ajustavam suas estimativas às de seus pares, mais levavam em consideração as informações sociais.

Mais peso à estimativa inicial

Ao longo de 30 rodadas da tarefa, os pesquisadores variaram as condições do estudo. Eles apresentaram aos participantes estimativas que se desviaram em maior ou menor medida de suas próprias estimativas, e que eram mais ou menos extremas. Os resultados mostraram que se os participantes integraram informações do ambiente social em sua segunda estimativa, isso dependia de se e com que intensidade as estimativas de seus pares se desviaram umas das outras e de suas próprias estimativas. Os participantes tinham maior probabilidade de ajustar suas estimativas quando seus pares concordavam entre si e suas estimativas não eram muito diferentes das do próprio participante. A maior variação nas estimativas dos pares reduziu seu impacto no julgamento do próprio participante.

Em geral, os participantes deram mais peso à sua própria estimativa inicial do que às estimativas de seus pares. No geral, três estratégias de ajuste foram identificadas: 1) aderir à estimativa original de alguém; 2) adotar a estimativa de um dos três pares; 3) fazer uma conciliação entre a estimativa original e as estimativas de pares.

Desconto egocêntrico

A frequência relativa dessas estratégias diferiu significativamente entre as condições do estudo. Quando os participantes observaram um único par que concordava intimamente com eles, era mais provável que eles mantivessem sua estimativa original ou adotassem a estimativa do par mais próximo. Quando nenhum dos pares estava de acordo com eles, os participantes tendiam mais a se comprometer ajustando sua estimativa para (mas raramente além) a do par mais próximo.

“Nosso experimento quantifica como as pessoas avaliam suas próprias crenças anteriores e as crenças dos outros. Em nosso contexto, não há realmente nenhuma razão para supor que a estimativa de alguém seja melhor do que a de qualquer outra pessoa. Mas o que vemos aqui é um efeito conhecido em psicologia como ‘desconto egocêntrico’ – ou seja, quando as pessoas colocam mais peso em suas próprias crenças do que nas dos outro”, explica o coautor Alan Noveas Tump, pós-doutorando no Centro de Racionalidade Adaptativa do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano. “Além do mais, nosso estudo revela que esse peso é fortemente impactado pela consistência das crenças dos outros em relação às suas próprias. As pessoas são mais propensas a dar atenção a informações que confirmam suas próprias crenças.”

Bolha de filtro

Com base nessas descobertas, os pesquisadores desenvolveram um modelo que integra as estratégias de ajuste observadas e capta que as pessoas prestam atenção especial às informações sociais que confirmam seus julgamentos pessoais. Usando simulações, eles investigaram como as pessoas se comportariam em situações da vida real.

Por exemplo, eles simularam uma “bolha de filtro” [estado de isolamento social criado por algoritmos usados por sites como Google, Facebook e certos veículos de comunicação ao exibirem a cada usuário conteúdos supostamente alinhados com interesses que a pessoa manifestou no passado – N. da R.] típica, em que as informações sociais tendem a vir de indivíduos com ideias semelhantes. Eles também simularam tentativas típicas de mudar a mente das pessoas, confrontando-as com informações inconsistentes com suas próprias crenças. Finalmente, eles investigaram como as pessoas reagem ao ser expostas simultaneamente a diferentes grupos com crenças extremas. Suas simulações sugerem que os efeitos de confirmação podem levar à recusa de informações sociais divergentes, à exacerbação dos efeitos da bolha de filtro e a uma radicalização maior das pessoas em suas atitudes.

Imunidade a argumentos opostos

“Embora nosso estudo tenha sido experimental em design, nosso modelo ajuda a explicar muitos fenômenos contemporâneos”, diz o coautor Wouter van den Bos, cientista pesquisador adjunto do Centro de Racionalidade Adaptativa do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano e professor associado da Universidade de Amsterdã. “Ele mostra como a maneira pela qual as pessoas processam as informações sociais pode exacerbar as bolhas de filtro na internet e por que os debates públicos muitas vezes se tornam polarizados à medida que as pessoas rapidamente se tornam imunes a argumentos opostos. Como as interações ocorrem cada vez mais on-line, as pessoas podem encontrar informações que confirmam suas crenças existentes, tornando-as menos dispostas a ouvir alternativas.”

Em estudos futuros, os pesquisadores querem integrar outros aspectos da realidade ao modelo para descobrir, por exemplo, se tem relevância se as informações sociais vêm de um amigo, um estranho, um especialista ou alguém com o mesmo viés político ou diferente do receptor. Eles também estão investigando como outras pessoas influenciam as doações altruístas dos indivíduos e a conformidade com as normas sociais.

Continuar lendo CIÊNCIAS- AS PESSOAS TENDEM A DAR MAIS ATENÇÃO A INFORMAÇÕES QUE CONFIRMAM SUAS PRÓPRIAS CRENÇAS

CIÊNCIAS: MAIS DE 12 MIL MOCROORGANISMOS SÃO DESCOBERTOS POR CONSÓRCIO

É incrível como o homem nunca vai poder dizer que sabe tudo, pois em pleno século XXI ainda está descobrindo uma quantidade incrível de microrganismos de uma vez só. Na verdade, nós não sabemos de nada e temos de ter a mesma humildade de Sócrates de dizer: “Só sei que nada sei”. O artigo a seguir é sobre um estudo que concluiu que a diversidade conhecida de bactérias aumentou em 44%.

Vidas ocultas: consórcio descobre mais de 12 mil grupos de microrganismos

Mapeamento feito em diferentes ambientes ao redor do mundo aumenta em 44% a diversidade conhecida de bactérias e arqueas

Mapeamento feito em diferentes ambientes ao redor do mundo aumenta em 44% a diversidade conhecida de bactérias e arqueas. Crédito: Erica Young/Universidade de Wisconsin-Milwaukee

O solo, os oceanos, o corpo humano e dos animais têm em comum o fato de serem habitados por milhões de bactérias, fungos e outros microrganismos. Muitos deles são específicos de um determinado lugar e produzem substâncias com as mais variadas funções. Conhecer essas formas de vida, que podem ainda viver em locais como cavernas, plantas, lixo ou água residual, por exemplo, exige um imenso esforço científico e um passo importante foi dado nesse sentido com a publicação de um estudo na “Nature Biotechnology”.

Fonte: revistaplaneta.com.br

Continuar lendo CIÊNCIAS: MAIS DE 12 MIL MOCROORGANISMOS SÃO DESCOBERTOS POR CONSÓRCIO

CIÊNCIAS: KIT DE RASTREAMENTO DE CÂNCER DOMESTICO DE PROSTATA ESTÁ SENDO TESTADO

Cientistas de duas universidades em Ontário, Canadá estão desenvolvendo o primeiro kit de teste doméstico portátil do mundo projetado para fazer o rastreamento de câncer. O dispositivo permite aos pacientes monitorar seu próprio sangue em busca de biomarcadores exclusivos do câncer de próstata. Esse é uma avanço substancial que vai facilitar a descoberta precoce do câncer em muitos pacientes. Então, leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes dessa excelente notícia.

Novo protótipo portátil está sendo desenvolvido para kit de rastreamento de câncer em casa

 

 

Engenheira biomédica Leyla Soleymani – por Georgia Kirkos, McMaster University

Cientistas de duas universidades em Ontário, Canadá, relataram progresso em seus esforços para lançar o primeiro kit de teste doméstico portátil do mundo projetado para fazer o rastreamento do câncer.

Um kit de rastreamento domiciliar para diferentes tipos de câncer seria uma mudança no jogo na busca por um monitoramento de saúde mais proativo. Para esse fim, pesquisadores das universidades McMaster e Brock estão desenvolvendo um dispositivo que permite aos pacientes monitorar seu próprio sangue em busca de biomarcadores exclusivos do câncer de próstata.

O dispositivo funciona de forma muito semelhante aos monitores que as pessoas com diabetes usam para testar seus níveis de açúcar no sangue.

Normalmente, quando os pacientes enviam amostras de sangue para um laboratório, os médicos procuram biomarcadores específicos que indiquem sinais de que um câncer pode estar presente. Esses biomarcadores são substâncias químicas dentro do corpo que podem indicar condições normais ou anormais se estiverem super ou sub-representadas em uma amostra de sangue.

Um biomarcador para câncer de próstata, por exemplo, pode ser a presença de uma substância química chamada antígeno específico da próstata (PSA). Níveis anormalmente altos desse antígeno são um indicador para os médicos de que o câncer de próstata pode estar se desenvolvendo no corpo do paciente. Amostras de sangue colhidas nos estágios iniciais para encontrar níveis elevados de PSA podem, portanto, fornecer aos pacientes a chance de tratar o câncer mais rapidamente, levando a melhores resultados.

O dispositivo desenvolvido na McMaster and Brock permite aos usuários misturar uma gota de seu sangue em um frasco contendo um líquido reativo preparado pelo laboratório. Os usuários então colocam essa mistura em uma tira e inserem no sistema de leitura do dispositivo. Então, após alguns minutos, o dispositivo mede a presença de PSA e informa o usuário sobre o grau em que o câncer pode estar presente.

Se os usuários puderem fazer um teste como este no conforto de sua própria casa – evitando uma ida ao consultório médico – mais pessoas podem estar verificando sua própria saúde e, possivelmente, detectar doenças em um estágio anterior. Também reduziria o número de vezes que os pacientes precisam sair de casa para fornecer amostras de sangue, uma vez que tenham sido diagnosticados.

Leyla Soleymani, engenheira biomédica da McMaster e presidente de pesquisa do Canadá em dispositivos biomédicos miniaturizados, liderou a equipe responsável pelo hardware do dispositivo, incluindo o chip que lê a amostra.

“Este é mais um passo em direção à medicina verdadeiramente personalizada”, disse ela em uma declaração de McMaster. “Estamos nos afastando de equipamentos centralizados e baseados em laboratório para esse tipo de teste.”

Os pesquisadores também apontam que essa tecnologia pode ser facilmente adaptada para medir outros marcadores, dependendo da forma do câncer ou de outra doença crônica. O dispositivo também permitiria que os pacientes continuassem a monitorar sua saúde após o tratamento.

Dispositivos futuros poderiam pesquisar por biomarcadores adicionais indicando condições anormais de outros tipos de câncer. A equipe também acredita que a tecnologia pode ser facilmente adaptada para medir indicadores de outras doenças crônicas além do câncer. Muitas doenças podem ser identificadas, como a equipe expressou em sua publicação acadêmica de prova de conceito, usando uma abordagem de “código de barras biológico”.

Mais testes, além do estudo de prova de conceito, serão necessários antes que a equipe possa buscar aplicações comerciais. Mas o desenvolvimento seria um grande salto em frente, aumentando a acessibilidade do monitoramento de saúde proativo e personalizado em casa.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: KIT DE RASTREAMENTO DE CÂNCER DOMESTICO DE PROSTATA ESTÁ SENDO TESTADO

CIÊNCIAS: CIENTISTAS CANADENSES ACREDITAM QUE ENCONTRARAM UMA CURA PARA O DIABETES

100 anos após a primeira descoberta sobre o diabetes, cientistas canadenses acreditam que encontraram uma cura

Cientistas da Universidade de Alberta acabaram de curar diabetes em camundongos, abrindo as comportas para pesquisas sobre como adaptar essa cura para humanos.

A cura potencial é um marco na prevenção da crescente prevalência do diabetes em nossa sociedade, doença que, segundo a OMS, pesa 422 milhões de pessoas em todo o mundo.

O processo envolve uma aplicação de células-tronco que faz a engenharia reversa de ilhotas de insulina para fora das células sanguíneas – ratos curados da doença.

“Estamos colhendo amostras de sangue de pacientes com diabetes, retirando essas células do sangue no tempo para que possam ser alteradas e, em seguida, estamos avançando no tempo para que possamos transformá-las nas células que queremos , ” Explica o pioneiro do procedimento, Dr. James Shapiro, para a CTV, que desenvolveu o famoso“ Protocolo de Edmonton ”- outro tratamento para diabetes, na década de 1990.

O protocolo de Edmonton envolvia o uso de células de ilhotas de transplantes de órgãos, mas exigia uma poderosa medicação anti-rejeição. O novo processo de células-tronco usa as próprias células do paciente, de modo que a rejeição é impossível.

Como qualquer bom cientista, Shapiro não vai além da frase “mais pesquisas são necessárias”, mas espera receber apoio de governos se puder provar que a ciência é a mesma em humanos.

“É necessário que haja dados preliminares e, idealmente, um punhado de pacientes que demonstrem ao mundo que isso é possível e que é seguro e eficaz”, disse Shapiro.

A falta de financiamento levou um grupo de voluntários a criar uma campanha “22 por 22” para arrecadar US $ 22 milhões até 2022 , a fim de ajudar a avançar o procedimento para que ele possa estar disponível para humanos o mais rápido possível.

O Canadá não é estranho em fazer descobertas em tratamentos de diabetes – Sir Frederick Banting teve a ideia da insulina há 100 anos, com 2022 marcando o centenário de seu uso inovador. 

Fonte: goodnewsnetwork.org

Continuar lendo CIÊNCIAS: CIENTISTAS CANADENSES ACREDITAM QUE ENCONTRARAM UMA CURA PARA O DIABETES

CIÊNCIAS: VACINA CONTRA CÂNCER 100% EFICAZ É A NOTÍCIA DO ANO

A notícia do ano é o destaque da nossa coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira. Qual é a notícia do ano? Uma vacina criada na Universidade de Harvard, contra o câncer agressivo é 100% eficaz em testes realizados em camundongos. E o melhor ainda é que ela é colocada perto do local do tumor e evita a quimioterapia no corpo todo. É o suprassumo das vacinas! Então, não deixe de ler a reportagem completa a seguir para se inteirar dessa notícia espetacular! 

Vacina contra câncer criada em Harvard é eficaz em 100% dos testes

A notícia do ano! Pesquisadores do Harvard’s Wyss Institute, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, desenvolveram e estão testando uma vacina personalizada e revolucionária contra o câncer agressivo.

Chamada de vacina “implantável”, do tamanho de uma aspirina, ela é colocada perto do local do tumor e evita a quimioterapia no corpo todo. E uma vez aplicada, ela faz uma reprogramação do sistema imunológico para atacar as células cancerosas, não só naquele local, mas no corpo inteiro.

A nova vacina é baseada em biomaterial e combina quimioterapia e imunoterapia para tratar tumores resistentes. Ela foi testada em ratos e “100% deles sobreviveram”, informou nesta quarta, 11, o site da Universidade de Harvard. A pesquisa foi publicada na Nature Communications. (vídeo legendado abaixo)

“100% dos camundongos que receberam a vacina em gel sobreviveram sem metástase, enquanto todos os camundongos não tratados morreram”, afirma a reportagem da universidade.

“A capacidade desta vacina de induzir respostas imunes potentes sem exigir a identificação de antígenos específicos do paciente é uma grande vantagem, assim como a capacidade da administração de quimioterapia local de contornar os graves efeitos colaterais da quimioterapia sistêmica, o único tratamento atualmente disponível para o doença ”, disse Robert P. Pinkas, um dos autores e líder da plataforma de Immuno-Materials no Wyss Institute.

“Esta vacina não apenas ativa as células dendríticas com TAAs específicos do tumor in situ, mas também remodela o microambiente do tumor para permitir ao sistema imunológico um maior acesso ao tumor e cria uma memória imunológica que evita novas recorrências.”

“O câncer de mama triplo-negativo não estimula respostas fortes do sistema imunológico e as imunoterapias existentes não conseguiram tratá-lo. No nosso sistema, a imunoterapia atrai várias células imunológicas para o tumor, enquanto a quimioterapia produz um grande número de fragmentos de células cancerosas mortas que as células imunológicas podem pegar e usar para gerar uma resposta específica do tumor eficaz “, explicou o co-primeiro autor Hua Wang, ex-pós-doutorado em Harvard e atual professor assistente no Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade de Illinois, Urbana-Champaign.

Vacina personalizada

Desenvolvida pela primeira vez em 2009, a vacina injetável contra o câncer tem se mostrado uma grande promessa no tratamento de vários tipos de câncer em camundongos e tem sido explorada em ensaios clínicos para o tratamento de melanoma no Dana Farber Cancer Institute.

“O implante de drogas quimioterápicas dentro da estrutura da vacina cria uma explosão de morte de células cancerosas que libera TAAs diretamente do tumor para as células dendríticas, evitando o longo e caro processo de desenvolvimento de antígenos”, disse o co-primeiro autor Alex Najibi, um estudante de graduação da SEAS no laboratório de David Mooney.

Na formulação original da vacina, moléculas encontradas em células cancerosas – chamadas antígenos associados a tumores (TAAs) – foram incorporadas junto com adjuvantes dentro do arcabouço do tamanho de uma aspirina para que as células dendríticas que chegam pudessem reconhecê-las como “estranhas” e montar uma resposta imune direcionada contra o tumor.

Esses TAAs podem ser isolados de tumores colhidos ou identificados por sequenciamento do genoma de células cancerosas e, posteriormente, fabricados, mas ambos os processos para criar vacinas contra o câncer personalizadas podem ser longos, tediosos e caros.

Os testes

Wang, Najibi e seus colegas decidiram aplicar essa nova tática de vacina contra o câncer ao TNBC, uma doença na qual os tumores suprimem agressivamente a atividade imunológica em sua área local, limitando a eficácia da imunoterapia.

A equipe carregou primeiro seu arcabouço de hidrogel de alginato com uma molécula de proteína chamada Fator Estimulante de Colônia de Granulócitos-Macrófagos (GM-CSF).

O GM-CSF estimula o desenvolvimento e a concentração de células dendríticas, que captam antígenos de tumores e outros invasores e os apresentam às células T nos gânglios linfáticos e baço para iniciar uma resposta imune.

Eles também adicionaram a droga quimioterápica doxorrubicina (Dox) ligada a um peptídeo chamado iRGD. iRGD é conhecido por penetrar em tumores e ajuda a direcionar o Dox para tumores após a liberação.

Quando camundongos com tumores TNBC foram injetados com a nova vacina, aqueles que receberam um arcabouço carregado com GM-CSF e o conjugado Dox-iRGD mostraram uma penetração significativamente melhor da droga nos tumores, aumento da morte de células cancerosas e menos tumores metastáticos nos pulmões do que aqueles que receberam géis contendo Dox conjugado a uma molécula de peptídeo embaralhada, Dox não modificada ou não foram tratados.

A análise mostrou que eles haviam acumulado um grande número de células dendríticas, indicando que os componentes da imunoterapia e da quimioterapia da vacina estavam ativos.

Terceiro componente

Encorajada pelos resultados, a equipe experimentou adicionar um terceiro componente à vacina chamado CpG, uma sequência de DNA bacteriano sintético que é conhecido por aumentar as respostas imunológicas.

Os camundongos que receberam vacinas com esta adição exibiram um crescimento tumoral significativamente mais lento e tempos de sobrevivência mais longos do que os camundongos que receberam vacinas sem ela.

Para avaliar a força e a especificidade da resposta imune gerada por esta vacina de três partes, os pesquisadores extraíram e analisaram células de nódulos linfáticos e baços dos animais. Surpreendentemente, 14% das células T retiradas dos gânglios linfáticos reagiram contra as células tumorais, indicando que foram “treinadas” pelas células dendríticas para direcionar o câncer, em comparação com apenas 5,3% dos camundongos que receberam a vacina de duas partes e 2,4% das células T de camundongos não tratados.

Além disso, dar uma dose de “reforço” da vacina 12 dias após a injeção aumentou ainda mais o tempo de sobrevivência.

Ação localizada

Embora esses resultados tenham revelado o efeito da vacina na ativação do sistema imunológico, a equipe também queria entender como ela afetava o microambiente local do tumor.

A análise das vacinas e de seus tumores próximos revelou que as células em tumores tratados com géis contendo GM-CSF, Dox-iRGD e CpG tinham uma quantidade aumentada da proteína calreticulina em suas superfícies, o que é um indicador de morte celular.

Os camundongos que receberam a vacina de três partes também exibiram um maior número de macrófagos pró-inflamatórios: leucócitos que estão associados a uma melhor atividade anticâncer e maior sobrevida.

Os pesquisadores também descobriram que o tratamento causou um aumento na expressão da proteína da superfície celular PD-L1 nas células tumorais, que é usada pelo câncer para evitar a detecção imunológica.

Eles tinham um palpite de que a co-administração de um tratamento com um inibidor de checkpoint anti-PD-1 que bloqueia essa evasão imunológica com a vacina aumentaria sua eficácia.

Eles implantaram a vacina de três partes em camundongos e, em seguida, injetaram o anti-PD-1 separadamente.

Os camundongos tratados com a combinação de vacina em gel e anti-PD-1 mostraram tamanho e número de tumor significativamente reduzidos e sobreviveram por uma média de 40 dias em comparação com 27 dias para camundongos não tratados e 28 dias para camundongos que receberam anti-PD-1 sozinho .

Esta sinergia sugeriu que a vacina pode ser melhor usada em combinação com terapias com inibidores de checkpoint.

Para imitar como a vacina contra o câncer pode ser administrada a pacientes humanos, a equipe testou sua capacidade de prevenir a recorrência do câncer após a remoção de um tumor primário.

Eles excisaram cirurgicamente os tumores TNBC de camundongos, depois injetaram sua vacina de hidrogel de três partes ou uma vacina líquida contendo todos os componentes em uma suspensão perto do local original do tumor.

Ambos os grupos tratados tiveram recorrência tumoral significativamente menor, mas a vacina em gel produziu crescimento tumoral significativamente mais lento e melhorou a sobrevida.

Próximos passos

A equipe continua a explorar a combinação de quimioterapia com vacinas contra o câncer e espera melhorar sua eficácia antitumoral para outros modelos de tumor de difícil tratamento.

E espera fazer estudos futuros para compreender mais e otimizar o sistema para que ele avance pra testes pré-clínicos e, eventualmente, pacientes humanos.

Este trabalho foi apoiado pelo National Institutes of Health, a Wyss Technology Development Fellowship e a National Science Foundation.

Veja como funciona:

Com informações da Nature e Harvard

Fonte: Só Notícia Boa

Continuar lendo CIÊNCIAS: VACINA CONTRA CÂNCER 100% EFICAZ É A NOTÍCIA DO ANO

CIÊNCIAS: RESOLVIDO O ENIGMA QUE PERSISTIA POR 50 ANOS E NEM STEPHEN HAWKING CONSEGUIU RESOLVER

A resposta à pergunta: Se você entrar no horizonte de eventos de um buraco negro, você sairá? Finalmente foi respondida por uma série de novos cálculos que resolveram um problema de 50 anos, que nem mesmo Stephen Hawking conseguia descobrir. E a resposta é sim. Uma descoberta bastante relevante para o desenvolvimento dos estudos da física quântica. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes desse fenômeno cósmico!

O mistério dos 50 anos de Hawking sobre como cair em buracos negros finalmente resolvido

 

 

Se você entrar no horizonte de eventos de um buraco negro, você sairá? De acordo com uma série de novos cálculos que resolveram um problema de 50 anos que nem mesmo Stephen Hawking conseguia descobrir, a resposta é sim.

NASA

Ele está sendo descrito como um cálculo marcante – a maior coisa a acontecer no campo desde que o trabalho do famoso físico britânico estabeleceu o problema em primeiro lugar.

Desde a década de 1970, os físicos têm lutado com uma contradição lógica nos cálculos que cercam um buraco negro chamado de ” paradoxo da informação do buraco negro “.

Hawking usaria sua explicação híbrida quântica / relatividade geral “semiclássica” da física de um buraco negro para descrever o que acontece com a matéria dentro e ao redor dele.

Ele descobriu que a incerteza quântica faz com que pequenas quantidades de radiação emanem de um buraco negro chamado “radiação Hawking”. Isso eventualmente faz com que ele perca massa e evapore no nada. Se o buraco negro perder massa e eventualmente desaparecer, então o que cai deve aparecer novamente em algum lugar. A questão é: onde / como / por que a informação escapa?

Os autores dos novos cálculos, incluindo cientistas da UC Santa Bárbara, descobriram efeitos adicionais permitidos pela relatividade geral, mas que Hawking não incluiu, que descrevem uma situação estranha em que a informação que cai em um buraco negro acabará por sair, e que esse fenômeno acontece ao mesmo tempo, e é parcialmente responsável pela evaporação de um buraco negro.

Emaranhamento quântico

A forma como funciona é por meio do emaranhamento quântico, um fenômeno que simplesmente significa que as partículas de matéria podem ser conectadas no nível quântico e exibir padrões e reatividade entre si, embora possam estar separadas por milhares de quilômetros.

Don Page, um físico da Universidade de Alberta, era um estudante graduado cujos estudos de buracos negros foram fundamentais para ajudar seu orientador, Stephen Hawking, a perceber que os buracos negros emitem radiação. Em 1980, Page rompeu com Hawking e argumentou que as informações deveriam ser liberadas ou preservadas em buracos negros, causando um cisma entre os físicos da época.

Page continuaria a estabelecer uma linha do tempo da vida de um buraco negro – em forma de V de cabeça para baixo conhecido como “tempo de página” ou “curva de página” – ela descreveu como a informação que caiu no buraco negro escaparia através da radiação Hawking emitida até que o buraco negro não existisse mais. Isso foi chamado de “entropia de emaranhamento” e preparou os físicos para uma espera de 30 anos para fazer um cálculo de enterrada.

O declínio em forma de V

“Nos últimos dois anos, os físicos mostraram que a entropia de emaranhamento dos buracos negros realmente segue a curva da página, indicando que a informação vaza”, explica George Musser, escrevendo para a Quanta Magazine .

A enterrada foi iniciada em outubro de 2018 por Ahmed Almheiri no Institute for Advanced Study quando ele usou a computação quântica para criar um universo no qual um sistema de buraco negro simples localizado no centro do espaço começou a emitir radiação de acordo com a teoria de Hawking.

O sistema começa a irradiar quando uma partícula emaranhada entra e outra sai. Este processo continua, e o número de partículas emaranhadas aumenta, aumentando o nível de entropia de emaranhamento.

Se alguém imaginar o buraco negro como o conteúdo de um globo de neve, e o vidro do globo como o horizonte de eventos (a borda do buraco negro onde as leis da física começam a se quebrar), Almheiri descobriu que conforme a entropia emaranhada crescia dentro do sistema, uma “superfície externa quântica”, formada no vidro do globo de neve, logo dentro do horizonte de eventos.

Tudo dentro da superfície externa quântica não faz parte do buraco negro, mas sim como uma coleção de partículas emaranhadas que não mais contribuem para a entropia no sistema. Além disso, as partículas mais internas no buraco negro simulado também se separaram do buraco negro, formando algo que Almheiri chamou de “a ilha”.

Nesse ponto, a radiação não emaranhada começa a ser emitida, e o buraco negro expira sua existência.

para o próximo

Ao demonstrar que a entropia de emaranhamento dos buracos negros seguia a curva da página, Almheiri e seus amigos confirmaram que os buracos negros de fato liberam informações, embora elas saiam em tal desordem que aparecem como uma senha criptografada.

Agora, se o cérebro de alguém ainda está funcionando depois de tudo isso, a pesquisa de Almheiri incrivelmente inclui ferramentas teóricas que permitiriam aos pesquisadores “decifrar” as partículas embaralhadas e emaranhadas na superfície externa quântica e descobrir o que são e de onde vieram.

No ano passado, tendo acabado de resolver um quebra-cabeça de 50 anos e provado o trabalho da vida de Page, a equipe decidiu se concentrar na misteriosa “ilha” de partículas que estavam dentro – mas não “fora” do buraco negro. A ilha faz parte da radiação, mas não voou ou foi transferida para a superfície externa.

Essa desconexão é teorizada como sendo parte da razão pela qual os buracos negros descem do outro lado da curva da página, e se resolver o paradoxo da informação do buraco negro parecia difícil, Musser descreveu a questão da ilha misteriosa como fazendo com que a equipe “olhasse para fora à distância, momentaneamente sem palavras. ”

Fonte: Good News Net Work

Continuar lendo CIÊNCIAS: RESOLVIDO O ENIGMA QUE PERSISTIA POR 50 ANOS E NEM STEPHEN HAWKING CONSEGUIU RESOLVER

CIÊNCIA E TECNOLOGIA: DURANTE O SHOW DO DJ ALOKE EM GOIÂNIA, UM METEORO TAMBÉM FAZ SUA APRESENTAÇÃO SÓ QUE NO CÉU

Meteoro é avistado durante show do DJ Alok em Goiânia

Da CNN

09 de novembro de 2020 às 11:38

 

Pessoas que acompanhavam uma apresentação do DJ Alok em Goiânia, no domingo (8), avistaram um meteoro passando pelo céu. O fenômeno, que também foi visto em outras regiões do Centro-Oeste do país, aconteceu durante um show de luzes promovido pelo artista.

Segundo a Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), o corpo celeste, conhecido como bólido, foi observado por volta das 21h. A Bramon segue buscando mais informações, videos e imagens do meteoro para determinar sua origem e saber se algum material pode ter chegado ao solo.

Fonte: CNN

Continuar lendo CIÊNCIA E TECNOLOGIA: DURANTE O SHOW DO DJ ALOKE EM GOIÂNIA, UM METEORO TAMBÉM FAZ SUA APRESENTAÇÃO SÓ QUE NO CÉU

CIÊNCIAS: ARQUEÓLOGOS DESCOBREM RESTOS MORTAIS DE MULHERES CAÇADORAS NOS ANDES PERUANOS

Uma descoberta inusitada por arqueólogos da Universidade do Arizona, constataram que sepultamentos supostamente pertencentes a caçadores do sexo masculino haviam sido registrados incorretamente. Na verdade, os restos mortais eram de mulheres caçadoras. Essa interessante descoberta está provocando a reanálise de outros sepultamentos  supostamente pertencentes a caçadores do sexo masculino e pode revolucionar as crenças sobre os costumes e hábitos dos nosso antepassados.

Túmulo da caçadora habilidosa de 9.000 anos encontrado nos Andes peruanos, mudando o estereótipo de “homem caçador”

Matthew Verdolivo / UC Davis IET Academic Technology Services

Quando um túmulo contendo os restos mortais de um humano de 9.000 anos ao lado de um kit de ferramentas de caçador extenso foi descoberto, os arqueólogos reconheceram que haviam encontrado um grande chefe – um caçador reverenciado.

No entanto, o bioarqueólogo Jim Watson, da Universidade do Arizona, informou aos descobridores que trabalhavam no alto das montanhas dos Andes peruanos que, com base nas dimensões dos ossos, o homem “grande”, como o chamavam, era na verdade uma mulher .

Depois que se provou que os restos mortais eram de fato mulheres, isso fez com que a equipe, uma mistura de antropólogos e arqueólogos das Universidades da Califórnia e do Arizona, reexaminasse outros relatos de sepultamentos supostamente pertencentes a caçadores do sexo masculino e descobriram que outros 10 haviam sido incorretamente registrado como masculino.

Começando com um simpósio influente em Chicago em 1966, os pesquisadores acreditavam que o “homem caçador” estava separado em seus deveres paleolíticos das mulheres, que passavam seu tempo se reunindo.

Evidências arqueológicas de mulheres caçadoras são escassas, e exames antropológicos de grupos de caçadores-coletores de hoje, como o Hadza da Tanzânia ou o San na Namíbia, mostram que de fato os homens caçam animais grandes e as mulheres coletam alimentos à base de plantas.

A equipe não se propôs a estudar a dinâmica de gênero da caça no mundo andino pré-histórico, mas, no entanto, o relatório correspondente sobre suas descobertas incluiu uma meta-análise de estudos feitos em túmulos andinos e determinou aqueles enterrados com ferramentas de caça, 10 eram mulheres enquanto 16 eram homens, sugerindo que a caça era “neutra em relação ao gênero”.

Mulheres caçando através dos tempos

Considerando que, por milhares de anos, havia apenas duas tarefas principais a fazer: caça e coleta, pareceria inacreditável que nunca houvesse qualquer confusão nas responsabilidades de gênero na aquisição de alimentos.

Muitas coisas poderiam ter feito uma mulher na sociedade andina largar a cesta e pegar o atlatl – como menos homens em idade de caça na sociedade devido ao conflito com outras tribos, ou machos morrendo em expedições de caça.

Em panteões mitológicos de todo o mundo, não é incomum que a caça esteja no domínio de uma deusa, como Skaði, repetidamente mencionada na poesia épica nórdica antiga, ou Diana, a divindade caçadora helenística que também foi apropriada pelos romanos.

No Egito, havia divindades femininas e masculinas da caça. Neith era uma deusa feminina, uma das mais antigas divindades registradas no Egito, quando era frequentemente reverenciada por suas características de caça.

Hoje, de acordo com Chris Dorsey escrevendo para a Forbes, o segmento de rápido crescimento da população da América que caça são as mulheres. Suas descobertas sugerem que tem muito a ver com o desejo de se afastar da agricultura industrial e da carne super processada.

“Eu queria saber o que estava alimentando minha família”, disse uma caçadora da Carolina do Sul à Forbes. “A caça selvagem não contém hormônios, esteróides e antibióticos, a carne mais saudável que você pode comer”.

“As mulheres sempre puderam caçar e de fato caçaram”, disse a arqueóloga Bonnie Pitblado, da Universidade de Oklahoma, em Norman, à Science Magazine relatando a descoberta nos Andes. “Essas mulheres viviam no alto dos Andes, a 13.000 pés em tempo integral; se você pode fazer isso, certamente você pode derrubar um cervo. ”

Em Why Women Hunt , KJ Houtman escreve: “Para alguns, é uma sensação de independência que vem de possuir as habilidades para caçar, a capacidade de fornecer comida sem ter que depender de outras pessoas”.

A National Geographic diz que a porcentagem de mulheres que caçam na América aumentou 25% entre 2006-2011 e relata que as oficinas de caça para mulheres em todo o país tendem a ser reservadas com meses de antecedência.

Seja para fornecer comida para a família, para passar longos períodos ao ar livre na natureza ou para aperfeiçoar uma habilidade, a caçadora moderna – como esta mulher idosa com suas pontas de projétil de 20 pedras e lâminas para cortar e raspar sua presa – volta para anseios e necessidades ancestrais.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: ARQUEÓLOGOS DESCOBREM RESTOS MORTAIS DE MULHERES CAÇADORAS NOS ANDES PERUANOS

CIÊNCIAS: PESQUISADORES DA UNIVERSIDADE DE CALGARY FIZERAM UMA DESCOBERTA COM O POTENCIAL DE PREVENIR E REVERTER OS EFEITOS DE ALZHEIMER

Já publiquei muita matéria aqui, na coluna CIÊNCIAS e na coluna SAÚDE também sobre Alzheimer e os progressos da ciência na luta contra essa doença tão devastadora. E nessa área a ciência não para de avançar, a cada dia se aproximando mais e mais de sua cura. No artigo a seguir os pesquisadores deram um grande passo rumo a cura definitiva do Alzheimer, através da prevenção. Quem não conhece alguém que sofre dessa doença? Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir a fim de conhecer os detalhes dessa nova descoberta!

Pesquisadores descobrem um avanço com estudos em animais que tem potencial para prevenir o mal de Alzheimer

Wayne Chen, Britton Ledingham para o Libin Cardiovascular Institute

Uma equipe de pesquisa da Universidade de Calgary fez uma descoberta emocionante com o potencial de prevenir e reverter os efeitos da doença de Alzheimer.

A equipe, liderada pelo Dr. Wayne Chen, descobriu que limitar o tempo de abertura de um canal chamado receptor de rianodina, que atua como uma porta de entrada para células localizadas no coração e no cérebro, reverte e previne a progressão da doença de Alzheimer em modelos animais. Eles também identificaram um medicamento que interrompe o processo da doença.

O efeito de dar a droga a modelos animais foi notável: após um mês de tratamento, a perda de memória e deficiências cognitivas nesses modelos desapareceram.

“A importância de identificar uma droga usada clinicamente que atua em um alvo definido para fornecer benefícios anti-doença de Alzheimer não pode ser exagerada”, disse Chen. 

Os resultados deste estudo inovador foram publicados recentemente na revista  Cell Reports .

Este trabalho é potencialmente altamente impactante, pois milhões em todo o mundo vivem com a doença de Alzheimer e outras demências, sofrendo perda de memória e outras deficiências cognitivas com um impacto negativo na qualidade de vida.

A ciência por trás das descobertas

Pesquisas anteriores mostraram que a progressão da doença de Alzheimer é conduzida por um ciclo vicioso da proteína amilóide β (Aβ) induzindo hiperatividade no nível dos neurônios. No entanto, o mecanismo por trás disso não foi totalmente compreendido nem havia tratamentos eficazes para interromper o ciclo.

A equipe de Chen usou uma parte de uma droga existente usada em pacientes cardíacos, o carvedilol, para tratar modelos de ratos com sintomas de Alzheimer. Após um mês de tratamento, os pesquisadores testaram modelos animais com resultados muito promissores.

“Nós os tratamos por um mês e o efeito foi incrível”, disse Chen, explicando que a droga foi bem-sucedida em reverter os principais sintomas da doença de Alzheimer. “Não podíamos diferenciar os modelos de doenças tratadas com drogas dos modelos saudáveis.”

Chen, um pesquisador altamente citado da Clarivate, está otimista sobre o futuro desta pesquisa, no entanto, há muitos passos a serem tomados antes que esta descoberta leve a um ensaio clínico.

Fonte: goodnewsnetwork.org/

Continuar lendo CIÊNCIAS: PESQUISADORES DA UNIVERSIDADE DE CALGARY FIZERAM UMA DESCOBERTA COM O POTENCIAL DE PREVENIR E REVERTER OS EFEITOS DE ALZHEIMER

CIÊNCIA: DORMIR 29 MINUTOS A MAIS CADA NOITE PODE SER A CHAVE PARA MELHORAR A ATENÇÃO PLENA

Uma pesquisa que “finalmente” aponta o número perfeito de minutos extras de sono por noite para melhorar a atenção plena no dia seguinte é o destaque, aqui da coluna CIÊNCIAS desta quarta-feira. Por isso lhe convido a ler o texto completo a seguir e entender como esse estudo chegou a essa inusitada conclusão!

Estudo revela o número perfeito de minutos extras de sono por noite para melhorar a atenção plena

 

A plena atenção é alcançada trazendo intencionalmente a consciência e a atenção de um indivíduo para as experiências que ocorrem no momento presente, sem formar uma opinião.

Ao contrário de estudos anteriores, uma nova pesquisa publicada no  Sleep Health  analisou como as múltiplas dimensões do sono noturno impactam a atenção diária, ao invés de focar apenas na qualidade ou duração do sono.

O estudo, liderado pela University of South Florida, descobriu que um sono melhor melhora a atenção plena no dia seguinte, o que, por sua vez, reduz a sonolência durante o dia.

A pesquisa se concentrou em enfermeiras, o maior grupo de profissionais de saúde cuja necessidade de sono ideal e atenção plena é particularmente alta.

Problemas de sono são comuns nesta população devido a longos turnos, falta de controle situacional e proximidade de condições de saúde potencialmente fatais. Sua ótima saúde do sono e atenção plena são particularmente importantes, pois atuam na linha de frente da pandemia COVID-19.

“Pode-se estar acordado e alerta, mas não necessariamente atento. Da mesma forma, uma pessoa pode estar cansada ou com pouca excitação, mas ainda assim pode estar consciente ”, disse o autor principal Soomi Lee, professor assistente de estudos de envelhecimento da USF . “A atenção plena está além de apenas estar acordado. Indica o controle da atenção e autorregulação que facilita a sensibilidade e o ajuste adaptativo às pistas ambientais e internas, que são essenciais ao fornecer cuidados cuidadosos aos pacientes e ao lidar eficazmente com situações estressantes ”.

Lee e seus colegas da USF e do Moffitt Cancer Center acompanharam 61 enfermeiras por duas semanas e examinaram várias características da saúde do sono. Eles descobriram que a atenção cuidadosa das enfermeiras era maior do que o normal após noites com maior suficiência de sono, melhor qualidade do sono, menor eficiência, e maior duração do sono (meia hora extra a mais).

A atenção consciente diária contribuiu para menos sonolência no mesmo dia. Aqueles com maior atenção plena também tiveram 66% menos probabilidade de apresentar sintomas de insônia durante o período de estudo de duas semanas.

Os pesquisadores chegaram a essas conclusões usando uma variedade de ferramentas para medir o quanto os participantes estavam conscientes a cada momento diário e como seus estados mentais eram afetados pelo sono.

Os participantes foram solicitados a responder a perguntas diárias sobre a consciência plena e a sonolência três vezes por dia durante duas semanas usando o aplicativo para smartphone RealLife Exp.

A atenção plena diária foi medida pela Escala de Conscientização de Atenção Consciente, que fazia perguntas como: “Eu estava fazendo algo automaticamente, sem estar ciente do que estava fazendo” e “Estava achando difícil manter o foco no que estava acontecendo”. Os participantes também usaram um dispositivo Actiwatch Spectrum pelas mesmas duas semanas que mediu a atividade do movimento do pulso para quantificar os padrões de sono e vigília.

Os resultados deste estudo fornecem informações sobre o desenvolvimento de uma estratégia de intervenção de saúde comportamental para uma gama mais ampla de pessoas, especialmente profissionais de saúde que precisam de um sono melhor e de atenção plena. Dada a associação entre atenção consciente e melhor atendimento ao paciente, melhorar o sono nessa população também pode trazer benefícios importantes para os resultados de saúde do paciente.

Fonte: goodnewsnetwork.org

Continuar lendo CIÊNCIA: DORMIR 29 MINUTOS A MAIS CADA NOITE PODE SER A CHAVE PARA MELHORAR A ATENÇÃO PLENA

CIÊNCIAS: COM VIRUS E BACTÉRIAS EM ALTA CIENTISTAS ESTÃO CRIANDO SUPERFICIES À PROVA D’AGUA PARA EVITAR DISSEMINAÇÃO

Para aqueles que não acreditam ou duvidam que Deus existe aproveitem para ler esse artigo maravilhosa que mostra o quão tecnológico e super, ultra, mega desenvolvida é a fauna e flora desse planeta, cujos animais servem de inspiração para o homem desenvolver as suas tecnologias e superar os graves problemas que surgem e afligem a humanidade, como é o caso da pandemia do coronavírus. Então leia o texto completo a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Os cientistas estão criando superfícies à prova d’água com base na natureza que também repelem bactérias

Com as preocupações sobre vírus e bactérias em alta, os cientistas começaram a procurar novas maneiras de impedir sua disseminação – e estão olhando para o mundo natural com um olho para copiar os designs da natureza.

Uma estratégia tem sido criar superfícies tão repelentes à umidade que esses micróbios não encontrem nada em que possam se agarrar. Essas superfícies são chamadas de hidrofóbicas (“ódio à água”), e os pesquisadores estão procurando imitar os materiais naturais produzidos por animais que podem repelir a água de forma muito eficaz – e também as bactérias.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign e do Laboratório de Pesquisa em Engenharia de Construção do Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA identificou uma maneira mais rápida e barata de produzir essas superfícies.

A folha de lótus é um exemplo particularmente famoso de um material hidrofóbico, mas os cientistas também descobriram que as asas da cigarra são naturalmente repelentes de água. Marianne Alleyne, professora de entomologia da Universidade, co-liderou um novo estudo sobre como podemos fabricar a mesma estrutura de superfície de forma barata e rápida.

No estudo publicado na Nano Letters , Alleyne e seus colegas apresentaram uma versão simplificada de um processo de fabricação chamado litografia de nanoimpressão. Com esse processo, a equipe desenhou um template para copiar a estrutura das asas do Neotibicen pruinosus, uma cigarra anual encontrada na região central dos Estados Unidos.

“Escolhemos trabalhar com asas dessa espécie de cigarra porque nosso trabalho anterior demonstra como as complexas nanoestruturas em suas asas fornecem uma excelente capacidade de repelir água. Essa é uma propriedade altamente desejável que será útil em muitas aplicações de engenharia de materiais, de asas de aeronaves a equipamentos médicos ”, disse Alleyne .

O novo processo da equipe envolve o uso de materiais mais baratos – esmaltes comerciais, por exemplo – em vez de materiais mais caros. A técnica também evita as altas temperaturas que prejudicariam as amostras naturais utilizadas por equipes no passado.

Para fazer o molde, que pode ser copiado e impresso, a equipe aplica um esmalte de secagem rápida diretamente na asa de uma cigarra, que depois seca em temperatura ambiente. Depois de concluído, o molde pode ser revestido com um polímero ou metal, com o interior dissolvido, deixando apenas a réplica de metal ou polímero.

Este método mais novo e simples é o primeiro passo para a invenção de novas superfícies ultra-hidrofóbicas com uma variedade de aplicações, a mais importante das quais pode ser a prevenção de bactérias e vírus de se estabelecerem e se espalharem.

Fonte: goodnewsnetwork.org

Continuar lendo CIÊNCIAS: COM VIRUS E BACTÉRIAS EM ALTA CIENTISTAS ESTÃO CRIANDO SUPERFICIES À PROVA D’AGUA PARA EVITAR DISSEMINAÇÃO

CIÊNCIA: O NÚMERO DE EXOPLANETAS QUE PODERIAM ABRIGAR VIDAS CHEGARIA A 300 MILHÕES

Eu sempre acreditei que não estamos sós nesse universo bilionário de galáxias. A minha intuição e lógica sempre me disseram que existem bilhões de planetas na condição de gerar vidas. Desde que vi um raciocínio extremamente lógico do cientista e biólogo Richard Dawkins que faz o seguinte questionamento: matematicamente e pela lei das probabilidades, se uma galáxia como a nossa “Via Láctea” possui bilhões de planetas e, se no universo existem bilhões de galáxias semelhantes a nossa. Assim como existe o planeta habitável Terra nesta galáxia, se houver pelo menos um planeta habitável e cada galáxia teremos, no mínimo um bilhão de planetas habitáveis no universo. Isso é lógica! 

Quantos planetas habitáveis existem? Pelo menos centenas de milhões

Apenas na Via Láctea, o número de exoplanetas que poderiam abrigar vida como a nossa chegaria a 300 milhões, de acordo com dados do telescópio espacial Kepler

Share on Facebook

Tweet on Twitter

Concepção artística do planeta Kepler-452b, o primeiro mundo com tamanho próximo ao da Terra a ser encontrado na zona habitável de uma estrela semelhante ao Sol. Crédito: Nasa Ames/JPL-Caltech/T. Pyle. Fonte: A Spin Around An Exoplanet Most Like Earth

Novas pesquisas baseadas em dados do telescópio espacial Kepler indicam que pode haver até 300 milhões de planetas potencialmente habitáveis ​​em nossa galáxia. Alguns podem até estar bem próximos, com vários provavelmente a 30 anos-luz do nosso Sol. O resultado foi uma colaboração de cientistas da Nasa, do Seti Institute e de outras organizações em todo o mundo. As descobertas, apresentadas em artigo no arquivo pré-impressão arXiv.org, serão publicadas na revista “The Astronomical Journal”.

“Esta é a primeira vez que todas as peças foram colocadas juntas para fornecer uma medição confiável do número de planetas potencialmente habitáveis na galáxia”, disse o coautor Jeff Coughlin, pesquisador de exoplanetas do Seti Institute e diretor do Kepler Science Office. “Este é um termo-chave da Equação de Drake, usada para estimar o número de civilizações comunicáveis. Estamos um passo mais perto na longa estrada para descobrir se estamos sozinhos no cosmos.”

A Equação de Drake é um argumento probabilístico que detalha os fatores a serem considerados ao estimar o número potencial de civilizações tecnologicamente avançadas na galáxia que poderiam ser detectadas. Frequentemente considerada um roteiro para a astrobiologia, essa equação também orienta grande parte da pesquisa no Seti Institute.

Para desenvolver uma estimativa razoável, os pesquisadores analisaram exoplanetas semelhantes em tamanho ao da Terra e, portanto, com maior probabilidade ​​de serem planetas rochosos. Eles também observaram as chamadas estrelas na Via Láctea semelhantes ao Sol, com aproximadamente a mesma idade e temperatura do nosso Sol. Outro fator considerado para habitabilidade é se o planeta poderia ter as condições necessárias para abrigar água em estado líquido.

Presença de água

Estimativas anteriores sobre a determinação do número de exoplanetas potencialmente habitáveis ​​em nossa galáxia foram fortemente baseadas na distância entre o planeta e sua estrela. A nova pesquisa também considera quanta luz atinge o planeta a partir de sua estrela. Isso afetaria a probabilidade de que o planeta pudesse abrigar água líquida. Com esse objetivo, a equipe não se limitou apenas aos dados do Kepler. Ela também analisou os dados da missão Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA), sobre quanta energia a estrela do planeta emite.

Ao levarem em consideração os dados do Kepler e da missão Gaia, os resultados refletem melhor a diversidade de estrelas, sistemas solares e exoplanetas em nossa galáxia.

“Saber quão comuns são os diferentes tipos de planetas é extremamente valioso para o projeto das próximas missões de descoberta de exoplanetas”, disse a coautora Michelle Kunimoto. Ela trabalhou neste artigo após terminar seu doutorado em taxas de ocorrência de exoplanetas na Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá) e recentemente ingressou na equipe Transiting Exoplanet Survey Satellite (Tess), do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, nos EUA). “Pesquisas direcionadas a pequenos planetas potencialmente habitáveis ​​ao redor de estrelas semelhantes ao Sol dependerão de resultados como esses para maximizar sua chance de sucesso.”

Mais pesquisas serão necessárias para entender o papel que a atmosfera de um planeta tem em sua capacidade de abrigar água líquida. Na recente análise, os pesquisadores usaram uma estimativa conservadora do efeito da atmosfera para estimar a ocorrência de estrelas semelhantes ao Sol com planetas rochosos que poderiam ter água líquida.

Fonte: revistaplaneta.com.br

Continuar lendo CIÊNCIA: O NÚMERO DE EXOPLANETAS QUE PODERIAM ABRIGAR VIDAS CHEGARIA A 300 MILHÕES

CIÊNCIAS:EQUIPE DESCOBRE PROTEÍNA QUE REPARA DNA DAS CÉLULAS CÂNCEROSAS E SERÁ CAPAZ DE EVITAR A QUÍMIO

Um avanço importante para as terapias oncológicas é o destaque, aqui na coluna CIÊNCIAS. A descoberta da proteína que repara o DNA das células cancerosas promete revolucionar os tratamentos para vários tipos de câncer, incluindo câncer de mama, cólon, ovário e pâncreas, será capaz de evitar a quimioterapia. Veja a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes dessa grande descoberta!

Um avanço importante para as terapias oncológicas que promete revolucionar os tratamentos para vários tipos de câncer, incluindo câncer de mama, cólon, ovário e pâncreas, a pesquisa foi publicada na prestigiosa revista comercial iScience.

Depois de apenas oito meses de pesquisa (o projeto é de cinco anos), pesquisadores do Instituto De Bellis em Castellana Grotta descobriram como bloquear uma proteína de reparo do DNA para matar células doentes, o que poderia levar à eliminação da quimio, em favor terapias medicamentosas menos invasivas destinadas a neutralizar apenas as células cancerosas, evitando a destruição do tapete de células saudáveis ​​e doentes induzida pela quimioterapia.

A pesquisa, liderada pelo professor Cristiano Simone e apoiada pela Airc Foundation em colaboração com o NIH dos Estados Unidos e com os grupos Airc de Roma, Bolonha e Milão, descobriu no laboratório o papel fundamental de um gene que produz uma das proteínas envolvidas no reparo do nosso O DNA, ao bloquear esse gene de forma direcionada, as células cancerosas são incapazes de reparar seu DNA e morrer.

O gene se chama SMYD3 e é conhecido há vários anos, mas até agora ninguém havia entendido sua função, ou seja, reparar células, tanto saudáveis ​​quanto cancerosas. Uma vez criadas as drogas, esta terapia pode ser aplicada em grupos significativos de câncer: em 15% dos casos de câncer de mama, 15% dos casos de câncer de ovário, 11% dos casos de câncer de cólon e 10% dos casos de câncer de pâncreas.

Professora Simone diz:

“Nossa descoberta expande a aplicabilidade do mecanismo chamado de ‘letalidade sintética’, que, ao explorar as mutações das células cancerosas, permite a morte direcionada apenas das células cancerosas, poupando as saudáveis.”

O  diretor científico  da de Bellis resume, 𝐆𝐢𝐚𝐧𝐥𝐮𝐢𝐠𝐢 𝐆𝐢𝐚𝐧𝐧𝐞𝐥𝐥𝐢: “agora nosso objetivo é desenvolver inibidores SMYD3 a fim de obter drogas poderosas a serem testadas em ensaios clínicos controlados (ensaios), para fins desta nova terapia medicamentosa combinada”

Continuar lendo CIÊNCIAS:EQUIPE DESCOBRE PROTEÍNA QUE REPARA DNA DAS CÉLULAS CÂNCEROSAS E SERÁ CAPAZ DE EVITAR A QUÍMIO

CIÊNCIA: ,CASEY HONNIBALL_CIENTISTA QUE DESCOBRIU ÁGUA NA LUA

Uma jovem cientista da NASA descobriu água na lua indicando que a substância está mais espalhada pelo satélite natural do que os cientistas imaginavam até então. E imaginem, ela é disléxica e isso chegou a atrapalhar seus estudos por um tempo. Leia o artigo completo a seguir e conheça melhor essa jovem cientista!

Conheça a cientista por trás da descoberta de água na Lua

Artigo foi conduzido por Casey I. Honniball. Foto: Reprodução/YouTube

A Nasa anunciou, nesta segunda-feira (26), a descoberta de moléculas de água na Lua, indicando que a substância está mais espalhada pelo satélite natural do que os cientistas imaginavam até então. A descoberta rendeu um artigo publicado na Nature Astronomy, que foi conduzido por Casey I. Honniball, do programa de pós-doutorado do Centro de Voo Espacial da Nasa.

De acordo com a agência espacial, Casey tem uma grande experiência em observação, instrumentação e operação de telescópios. A descoberta foi feita graças à análise de dados do Observatório Estratosférico de Astronomia Infravermelha da Nasa.

A carreira científica dela começou na Universidade do Arizona, onde ela se formou em astronomia. Depois de se formar, ela se tornou pesquisadora da Universidade do Havaí e foi membro do Observatório Estratosférico Terahertz II, onde atuou em testes e operações de telescópio.

Ela também foi responsável pela implantação do interferômetro Midas, instrumento que mede a interferência e interação de ondas eletromagnéticas. No fim de 2019, ela defendeu sua dissertação de doutorado: Sensoriamento Remoto por Infravermelho de Componentes Voláteis na Terra e na Lua.

Na Nasa, ela foi uma das líderes de uma pesquisa sobre a hidratação detectada na superfície da Lua e deu início às pesquisas que chegaram na descoberta das moléculas. Agora, como bolsista da agência, ela deve continuar a fazer observações lunares.

No vídeo acima, em que fala um pouco sobre sua vida, ela explica que seria considerada a última pessoa para estar na posição em que ela está pelo fato de ser disléxica e isso ter atrapalhado seus estudos por um tempo.

Na publicação, ela também mandou um recado para as mulheres que pensam em estar em um cargo como o dela. “Garotas, vocês têm que descobrir suas paixões. Se sua paixão é ciência, você precisa ir atrás disso”, afirmou.

Continuar lendo CIÊNCIA: ,CASEY HONNIBALL_CIENTISTA QUE DESCOBRIU ÁGUA NA LUA

CIENCIA: O PRIMEIRO RECIFE DE CORAL DESCOBERTO EM 120 ANOS DEIXA CIENTISTAS ENTUSIASMADOS

Um monstruoso recife de corais, mais alto do que o Empire State Building,  foi o primeiro a ser descoberto, em 120 anos de pesquisas, pelo Schmidt Ocean Institute, ao norte da Grande Barreira de Corais. A parte mais superficial do coral está a 40 metros de profundidade. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa importante descoberta.

Cientistas ‘entusiasmados’ após encontrarem um enorme recife de coral – o primeiro recife a ser descoberto em 120 anos

 

Os cientistas descobriram um enorme recife de coral separado que fica mais alto do que o Empire State Building – e é o primeiro recife a ser descoberto em mais de 120 anos.

O Schmidt Ocean Institute fez sua descoberta inovadora no início desta semana, quando encontraram a estrutura natural na Grande Barreira de Corais.

Medindo mais de 500 metros de altura (1.600 pés) de altura, que também é mais alto que a Sydney Tower e as Petronas Twin Towers, o recife foi descoberto por cientistas australianos a bordo do navio de pesquisa Falkor do instituto, atualmente em uma exploração oceânica de 12 meses em torno da Austrália.

O recife foi encontrado pela primeira vez em 20 de outubro, quando uma equipe de cientistas liderada pelo Dr. Robin Beaman estava conduzindo um mapeamento subaquático do fundo do mar ao norte da Grande Barreira de Corais. Vários dias depois, a equipe conduziu um mergulho usando o robô subaquático do Schmidt Ocean Institute, SuBastian, para explorar o novo recife.

O mergulho foi transmitido ao vivo, com a alta-resolução imagens vistas pela primeira vez e transmitido no Instituto Oceano Schmidt site e canal do YouTube.

A base do recife em forma de lâmina tem 1,5 km (1 milha) de largura antes de chegar à sua profundidade mais rasa de apenas 40 metros (130 pés) abaixo da superfície do mar.

Este recife separado recém-descoberto adiciona-se aos outros sete recifes altos separados na área, mapeados desde o final de 1800, incluindo o recife na Ilha Raine – a área de nidificação de tartarugas verdes mais importante do mundo.

“Esta descoberta inesperada afirma que continuamos a encontrar estruturas desconhecidas e novas espécies em nosso oceano”, disse Wendy Schmidt, co-fundadora do Schmidt Ocean Institute. “O estado de nosso conhecimento sobre o que há no oceano é muito limitado. Graças às novas tecnologias que funcionam como nossos olhos, ouvidos e mãos no fundo do oceano, temos a capacidade de explorar como nunca antes. Novas paisagens oceânicas estão se abrindo para nós, revelando os ecossistemas e diversas formas de vida que compartilham o planeta conosco. ”

“Estamos surpresos e entusiasmados com o que encontramos”, disse o Dr. Beaman. “Não só mapear o recife em 3D em detalhes, mas também ver visualmente essa descoberta com SuBastian é incrível. Isso só foi possível graças ao compromisso do Schmidt Ocean Institute de conceder tempo de navio aos cientistas da Austrália. ”

A descoberta deste novo recife de coral soma-se a um ano de descobertas subaquáticas do Schmidt Ocean Institute. Em abril, os cientistas descobriram a criatura marinha mais longa registrada : um sifonóforo de 45 metros no Canyon Ningaloo, além de mais 30 novas espécies.

Em agosto, os cientistas descobriram cinco espécies não descritas de corais negros e esponjas e registraram a primeira observação da Austrália de peixes-escorpião raros nos Parques Marinhos do Mar de Coral e da Grande Barreira de Coral. E o ano começou com a descoberta, em fevereiro, de jardins de corais e cemitérios em águas profundas no Bremer Canyon Marine Park.

“Encontrar um novo recife de meio quilômetro de altura na área costeira de Cape York da famosa Grande Barreira de Corais mostra como o mundo é misterioso logo além de nossa costa”, disse a Dra. Jyotika Virmani, diretora executiva do Schmidt Ocean Institute . “Esta poderosa combinação de dados de mapeamento e imagens subaquáticas será usada para entender este novo recife e seu papel dentro da incrível Área de Patrimônio Mundial da Grande Barreira de Corais.”

As profundezas ao norte da viagem da Grande Barreira de Corais continuarão até 17 de novembro como parte da campanha mais ampla de um ano do Schmidt Ocean Institute na Austrália. Os mapas criados estarão disponíveis através do AusSeabed, um programa nacional australiano de mapeamento do fundo do mar, e também contribuirão para o Projeto GEBCO Seabed 2030 da Fundação Nippon.

ASSISTA a filmagem de descoberta da transmissão ao vivo abaixo …)

Fonte: .goodnewsnetwork.org

Continuar lendo CIENCIA: O PRIMEIRO RECIFE DE CORAL DESCOBERTO EM 120 ANOS DEIXA CIENTISTAS ENTUSIASMADOS

CIÊNCIA: UM NOVO ESTUDO REVELA QUE INDÍCIOS DE ALZHEIMER PODEM SER REVELADOS NA MANEIRA COMO VOÇÊ ESCREVE

A ciência continua na sua mais ferrenha batalha para encontrar a cura e/ou a prevenção contra o Alzheimer e neste sábado você vai conhecer, aqui na coluna CIÊNCIAS o novo estudo que afirma ser possível revelar indícios de Alzheimer, através da maneira como você escreve. Então, não perca tempo e comece logo a ler o artigo completo a seguir e ajude a você mesmo e/ou pessoas que você ama a detectar e prevenir esse mal do século!

A maneira como você escreve pode revelar indícios de Alzheimer, diz estudo

Share on Facebook

Escrita pode mostrar sinais. Foto: Pixabay

A inteligência artificial vai poder ajudar a detectar a doença de Alzheimer em breve com base na análise da escrita. Uma equipe da IBM e da Pfizer diz que treinou modelos de inteligência artificial para detectar os primeiros sinais da doença observando padrões linguísticos no uso das palavras.

Os resultados do estudo foram publicados nesta quinta-feira (22) na EClinicalMedicine e, de acordo com os pesquisadores, a ferramenta de triagem não exigiria exames ou varreduras invasivas. Para treinar os modelos de inteligência artificial, os pesquisadores usaram transcrições de respostas escritas à mão dos participantes do estudo.

O modelo de IA foi capaz de detectar alguns sinais precoces de deficiência cognitiva. Eles incluem certos erros de ortografia, palavras repetidas e o uso de frases simplificadas em vez de frases gramaticalmente complexas. A evidência está de acordo com a compreensão dos médicos sobre como a doença pode afetar a linguagem.

Continuar lendo CIÊNCIA: UM NOVO ESTUDO REVELA QUE INDÍCIOS DE ALZHEIMER PODEM SER REVELADOS NA MANEIRA COMO VOÇÊ ESCREVE

CIÊNCIAS: ESPECIALISTAS ENCONTRAM NOVAS GLÂNDULAS NO CORPO HUMANO

A ciência continua avançando com muita rapidez no mundo. Já se fala que todo o conhecimento humano, na atualidade dobra a cada dia que se passa. Apesar de toda essa velocidade ainda existem descobertas que estão com um atraso de 300 anos, como é o caso do artigo que publicamos agora na coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira. Estruturas foram encontradas por acaso no corpo humano onde se pensava conhecer tudo. Pesquisadores holandeses dizem ter encontrado mais um par de glândulas salivares localizadas entre o fim da cavidade nasal e o começo da garganta. Convido você a ler o artigo completo a seguir e ficar a par dessa incrível descoberta!

Médicos descobrem novo órgão no corpo humano

Esta é a primeira descoberta do gênero em cerca de 300 anos. Estruturas foram encontradas por acaso

JULIANA CONTAIFER

ATUALIZADO 22/10/2020 11:42

anatomia da cabeçaCSA IMAGES/GETTY IMAGES
Apesar dos avanços tecnológicos e séculos de estudo de anatomia, um time de pesquisadores holandeses identificou mais uma estrutura no corpo humano. Em um estudo publicado na última edição do jornal Radiotherapy and Oncology, os especialistas dizem ter encontrado mais um par de glândulas salivares localizadas entre o fim da cavidade nasal e o começo da garganta.As glândulas são órgãos cuja utilidade é secretar substâncias.Se confirmado, será o primeiro achado do tipo em cerca de 300 anos — até o momento, só se conheciam três tipos de glândulas salivares.

A descoberta foi feita por acaso. A pesquisa analisava imagens em alta definição dos tecidos do corpo de pacientes com câncer de próstata quando encontrou duas estruturas diferentes no centro da cabeça.

Dois cadáveres foram dissecados para encontrar as glândulas, que são semelhantes às que se encontram debaixo da língua. A localização não é acessível e é preciso uma imagem bastante sensível para detectar as estruturas, o que pode explicar por que não tinham sido encontradas até agora.

Desdobramentos
Segundo os oncologistas, a descoberta pode afetar tratamentos de pacientes com câncer. Normalmente, se toma bastante cuidado na radioterapia para evitar atingir as glândulas salivares, mas muitos pacientes acabam com problemas crônicos de boca seca e dificuldade para engolir. Isto, provavelmente, acontece porque as novas estruturas não são poupadas no tratamento.

Os cientistas alertam que o estudo é preliminar, foi feito com poucos pacientes (e apenas uma mulher), e deve ser expandido para confirmar se as glândulas realmente são desconhecidas.

Fonte: Metropoles

Continuar lendo CIÊNCIAS: ESPECIALISTAS ENCONTRAM NOVAS GLÂNDULAS NO CORPO HUMANO

CIÊNCIAS: O EXOESQUELETO PODE PROPORCIONAR AO HOMEM UMA PERFORMANCE MUITO MELHOR

Ciência e TECNOLOGIA avançam juntas rumo a reabilitação total de quem foi acometido por deficiências motoras. Os exoesqueletos já são uma realidade concreta e pode restabelecer, reabilitar e incluir novamente indivíduos  que estavam à margem da sociedade e do mercado de trabalho. O texto a seguir mostra como isso se tornou uma realidade de fato! 

Exoesqueletos: como funcionam, e quais são seus perigos e benefícios

A estrutura conhecida pelo nome de exoesqueleto tem como definição um esqueleto externo ao corpo. De acordo com o site Canal Tech, em geral, esse segundo esqueleto é desenvolvido a partir de máquinas de alta tecnologia, com o objetivo de fornecer ao usuário mais força, mais sustentação e mais resistência. A partir disso, as pessoas podem praticar atividades que exigem esforço físico ou realizar tratamentos para curar lesões, por exemplo.

A união entre corpo e exoesqueleto é possível a partir de um sistema de motores elétricos.

A partir do estudo de doutorado de Tyler Clites, no qual um pianista acometido pela doença artrite (que prejudica o funcionamento das articulações) poderia voltar a tocar com o exoesqueleto, exemplifica-se a aplicação da tecnologia.

Além do sistema de motores elétricos, um design neuro-corporificado permite que o sistema nervoso do pianista seja prolongado para o exoesqueleto, ao mesmo tempo em que as funcionalidades do exoesqueleto alcançam o sistema nervosa do pianista. Esse sistema do corpo humano é responsável por controlar todas as atividades que uma pessoa é capaz de desenvolver. Dessa forma, colheu-se em laboratório os limites dos músculos e das articulações do pianista para a prática de atividades físicas, a partir de uma corrida na esteira.

Imagem: BBC de divulgação.

Uma vez que o limite físico da pessoa em questão é encontrado pelos cientistas, basta desenvolver um exoesqueleto que supere essa barreira sem proporcionar uma sensação de cansaço para o usuário, embora essa reação fosse natural do corpo humano a uma atividade praticada além da própria capacidade.

Ainda que essa tecnologia possa ser muito benéfica, existem riscos que preocupam a comunidade científica. O co-fundador da Foundation for Responsible Robotics, Noel Sharkey, aponta que o sistema de trabalho poderia ser alterado de formas prejudiciais. Como o exoesqueleto permite que as pessoas exerçam atividades sem o ônus do cansaço físico, elas poderiam trabalhar por muitas horas sem sentir o efeito disso em seus corpos. No entanto, o cansaço mental seria inevitável, reduzindo a qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Para evitar que o exoesqueleto fosse usado com o objetivo de ampliar as rotinas de trabalho das pessoas, Sharkey idealizou uma ferramenta que funcionaria como uma estrutura ética. Com ela, o exoesqueleto desligaria automaticamente depois de seis horas contínuas de funcionamento. Em contrapartida, o pesquisador Tyler Clites, que desenvolve o doutorado sobre o pianista, afirma que o exoesqueleto é uma tecnologia que pode ajudar mais as pessoas do que prejudicá-las.

Fonte:

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras
Continuar lendo CIÊNCIAS: O EXOESQUELETO PODE PROPORCIONAR AO HOMEM UMA PERFORMANCE MUITO MELHOR

CIÊNCIAS: PESQUISA CONCLUI QUE CORVOS SÃO TÃO ESPERTOS QUANTO ALUNOS DA PRIMEIRA SÉRIE

Em meu novo livro Coração, Intuição e Gratidão eu falo que os animais, ao contrário do que ficou rotulado (irracionais), os animais são sim inteligentes e seus cérebros são imbuídos de cognição. Sendo assim dizer que tais animais são irracionais tem um pouco de exagero, pois possuem cérebro inteligente, assim como nós humanos. Há cera altura eu afirmo: “Não podemos dizer que esses animais não possuem inteligência, já que fazem coisas extraordinárias. Os golfinhos, os macacos, os cães e outros animais são capazes de executar tarefas inacreditáveis, que não há outra maneira para explicar a não ser admitindo que esses animais são dotados de inteligência.” Corroborando com esse pensamento o artigo a seguir trata de uma pesquisa feita com corvos e concluiu que os corvos são tão inteligentes e autoconscientes quanto nós!  

Uma nova pesquisa mostra por que os corvos são tão inteligentes e até autoconscientes, assim como nós

 

 

 

Corvos, gralhas e corvos, uma família de pássaros conhecidos como corvídeos, são muito espertos. De certa forma, existem corvos tão espertos quanto alunos da primeira série.

Em 2014, uma realização ornitológica famosa viu os corvos da Nova Caledônia, que conforme descrito no brilhante trabalho de Jennifer Ackerman, O Gênio dos Pássaros , são possivelmente os mais inteligentes de sua raça e capazes de transmitir o conhecimento recém-adquirido para a prole imediata, completando o desafio da Fábula de Esopo .

Esse famoso teste de inteligência e solução de problemas – que nenhum animal jamais havia resolvido antes, fez com que os corvos jogassem pedras em um tubo cheio de água para erguer uma plataforma flutuante de comida alta o suficiente para que pudessem alcançá-la.

Mais recentemente, porém, os corvos carniceiros demonstraram que podem experienciar, processar e relatar subjetivamente tarefas ou fenômenos que concluíram ou viram.

Esse tipo de comportamento está associado ao córtex cerebral, região do cérebro que nem todos os animais possuem, inclusive os pássaros, e sugere, segundo os cientistas, não apenas evidências empíricas de consciência nos pássaros, mas essa consciência como a entenderíamos. pode surgir de diferentes configurações do órgão cerebral como um todo; potencialmente mudando a compreensão da inteligência animal e neurologia.

Pássaros experientes

Embora a teoria de quais designs permitem a consciência tenha mudado substancialmente do famoso “cogito ergo sum” de Descartes durante os anos 1600, a frase latina que se traduz por “Eu penso, logo existo” pode ser usada para descrever o desempenho recentemente relatado de corvos durante um teste de detecção visual.

Dois corvos, Ozzy e Glen, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, foram treinados para bicar um alvo vermelho ou azul depois de ver um flash de luz. Andreas Nieder, o cientista que administrou o teste, fez algo muito difícil até para crianças pequenas entenderem: ele começou a mudar as regras.

Quando a princípio o objetivo era bicar o painel vermelho quando um flash fosse detectado, Nieder mudou para azul, que os corvos pegaram e seguiram antes de Nieder mudar de volta para vermelho. Além disso, ele mudaria a regra depois que o flash já tivesse ocorrido ou não tivesse ocorrido  dando aos pássaros alguns segundos para revisar o que sabiam sobre a tarefa e fazer a escolha correspondente correta.

Isso significava que eles não apenas anexaram um fenômeno a um movimento físico, mas foram capazes de revisar isso em sua cabeça e aplicar o mesmo (você poderia dizer lógica ou inferência?) À tarefa novamente para continuar bicando o painel correto.

“Esses resultados sugerem que as bases neurais que permitem a consciência sensorial surgiram antes do surgimento dos mamíferos ou de forma independente, pelo menos na linhagem aviária e não requerem necessariamente um córtex cerebral”, escreveu Nieder et al. em seu artigo correspondente publicado na  Science.

Cérebro de pássaro – um elogio

Durante a tarefa, centenas de neurônios se acenderam em monitores que rastrearam a atividade das células no cérebro quando os corvos agiam no flash, mas quando a luz não apagou, os neurônios permaneceram em silêncio, ou seja, “não, eu não não vejo. ”

O brilhante trabalho de Glen, Ozzy e Nieder foi relatado por STATnews , que conversou com Nieder sobre o estudo.

“Acho que demonstra de forma convincente que os corvos e provavelmente outras aves avançadas têm consciência sensorial, no sentido de que têm experiências subjetivas específicas que podem comunicar”, disse ele. “Além dos corvos, esse tipo de evidência neurobiológica para a consciência sensorial só existe em humanos e macacos macacos.”

Na verdade, os cérebros dos corvos podem conter 1,5 bilhão de neurônios – tantos quanto alguns macacos.

Com a possibilidade de corvos, e talvez outros animais fora da ordem dos mamíferos, possuírem cérebros complexos, se bem que formados de maneira diferente, isso poderia mudar a maneira como os humanos veem nossos vizinhos terrestres e talvez replicar o respeito que temos pelos macacos e macacos em outras criaturas.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: PESQUISA CONCLUI QUE CORVOS SÃO TÃO ESPERTOS QUANTO ALUNOS DA PRIMEIRA SÉRIE

CIÊNCIAS: EXERCÍCIOS INTERVALADOS DE ALTA INTENSIDADE MELHORA CONDICIONAMENTO FÍSICO DE IDOSOS ACIMA DE 70 ANOS

Um novo estudo sobre condicionamento físico e melhoria geral da SAÚDE é o destaque de hoje na  coluna CIÊNCIAS. Um grupo de pesquisadores da  Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, após 5 anos de estudos com grupos de idosos concluiu que o treinamento intervalado de alta intensidade é o melhor exercício para idosos com mais de 70 anos. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa pesquisa!

O melhor exercício para idosos é o treinamento intervalado de alta intensidade, afirma o estudo

 

 

Uma rotina de treinamento intervalado de alta intensidade duas vezes por semana mostra um efeito marcante no condicionamento físico e no bem-estar geral em pessoas com mais de 70 anos, de acordo com um novo estudo.

Sessões regulares de cardio centradas em rajadas curtas de exercícios intensos, interrompidos por breves períodos de descanso, podem nos ajudar a permanecer mais saudáveis ​​por mais tempo, de acordo com pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia.

Quando o estudo de 5 anos começou em 2012, os pesquisadores o chamaram de Geração 100 e dividiram aleatoriamente os participantes saudáveis ​​em três grupos de treinamento diferentes.

Um grupo foi designado para treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) usando o método 4X4 duas vezes por semana – fazendo 4 minutos de exercício aeróbico de 85-95% da frequência cardíaca máxima e 4 minutos de 60% da frequência cardíaca máxima por 4 rodadas. O grupo dois foi instruído a treinar em intensidade moderada e constante por 50 minutos. Os participantes podiam escolher se queriam treinar por conta própria ou participar de um treinamento em grupo com instrutores.

O terceiro grupo, o grupo de controle, foi aconselhado a se exercitar de acordo com as recomendações das autoridades de saúde norueguesas. Este grupo não recebeu treinamento organizado sob os auspícios da Geração 100, mas foi convocado para exames regulares de saúde e avaliações físicas.

“Em primeiro lugar, devo dizer que o exercício em geral parece ser bom para a saúde dos idosos. E os resultados do nosso estudo mostram que, além disso, treinar regularmente em alta intensidade tem um efeito positivo extra ”, diz Dorthe Stensvold , professor do Grupo de Pesquisa de Exercícios Cardíacos da universidade.

“A qualidade de vida física e mental foi melhor no grupo de alta intensidade após cinco anos do que nos outros dois grupos. O treinamento intervalado de alta intensidade também teve o maior efeito positivo no condicionamento físico ”, de acordo com Stensvold.

Mas esse tipo de exercício prolonga a vida mais do que exercícios moderados?

Parece que sim. “No grupo de treinamento intervalado, 3% dos participantes morreram após cinco anos. O percentual foi de 6% no grupo moderado. A diferença não é estatisticamente significativa, mas a tendência é tão clara que acreditamos que os resultados dão um bom motivo para recomendar o treinamento de alta intensidade para os idosos ”, explica Stensvold.

O estudo também descobriu que a idade tem o menor efeito no nível de condicionamento físico para pessoas que se exercitam regularmente em alta intensidade. Esse grupo teve uma queda no condicionamento físico de 5% em dez anos. Em comparação, os níveis de condicionamento físico caíram em 9% dos indivíduos que se exercitavam regularmente, mas não em alta intensidade. Aqueles que eram fisicamente inativos perderam até 16% de seu condicionamento físico em dez anos.

Parece que é hora de praticar essas estocadas.

Fonte: Good News Network

Continuar lendo CIÊNCIAS: EXERCÍCIOS INTERVALADOS DE ALTA INTENSIDADE MELHORA CONDICIONAMENTO FÍSICO DE IDOSOS ACIMA DE 70 ANOS

Fim do conteúdo

Não há mais páginas para carregar

Fechar Menu
×

Carrinho