CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANUNNAKI – 3ª PARTE

Na edição da coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta há milhares de anos e são citados nos hieroglifos Sumérios. Nesta 3ª parte  vamos conhecer a história das cidades perdidas na região amazônica que já foram e continuam sendo motivo de expedições  já que se transformaram em lendas contadas pelos povos indígenas da amazônia.

Informações quando passadas oralmente de geração em geração, elas sem comprovação física acabam se transformando em lendas, como as que os povos indígenas vêm transmitindo sobre existências de cidades perdidas na densa floresta amazônica. Cidades como Akhaim, Akhanis e Akhakor que eram reverenciadas, mas ao mesmo tempo temidas.

Estas cidades mencionadas de geração em geração na forma de relatos sobre o Eldorado e tidas como lendas, elas mesmo assim sempre despertaram interesse e foram procuradas. Expedições já foram realizadas e continuam sendo feitas em sua busca na região amazônica, que dela o Brasil possui maior extensão junto aos países limítrofes.

  

 
A lenda do El Dorado é uma antiga narração feita pelos nativos sul-americanos aos espanhóis no tempo da colonização das Américas. Narração de uma cidade repleta de tesouros e com algumas de suas construções em ouro – Imagem da Internet.

Paitíti é mais uma narração de cidade lendária, que está oculta na região da floresta amazônica, entre o sudeste do Peru, o nordeste da Bolívia e o noroeste do Brasil constituído pelos territórios do Acre, Rondônia e Mato Grosso. Ela foi capital de um reino chamado de Grande Paitíti e como mito assemelha-se ao do Eldorado.

De acordo com alguns estudiosos quatro cataclismos globais mais recentes foram o grande cataclismo acontecido cerca de 550 mil anos atrás, formando “ilhas” de diversos tamanhos.

A segunda catástrofe global aconteceu cerca de 435 mil anos atrás e outra em torno de 180 mil anos, para finalmente em torno de 9.000 a.C., acontecer o ultimo cataclismo diluviano global.

Com o primeiro cataclismo formaram-se “ilhas”, uma delas se supõe com a extensão de um verdadeiro continente. E, em parte deste imenso território foi com o passar do tempo sendo construído um império composto por sete reinos.

Estes reinos possuíam seus limites nos atuais territórios da Bolívia Peru e Colômbia, incluía também parte do hoje território brasileiro, através dos Estados do Amazonas e do Mato Grosso, estendendo-se ao Planalto de Goiás.


Mapa focalizando a região amazônica, que possui maior extensão no território brasileiro e que praticamente inexplorado, deve provavelmente conter mais sítios arqueológicos de tempos mais antigos, esperando serem descobertos – Imagem da Internet

Registros arqueológicas do Caminho do Peabiru utilizado por povos indígenas antes da colonização das Américas, parecem indicar ser este o caminho no continente sul-americano, que estes povos o faziam pelo chão.

Mas, é bom lembrar também, como já foi mencionando no início deste texto, que outros caminhos por toda a Terra em tempos ainda muito mais remotos utilizados pela civilização Muril, foram percorridos muitos deles em galerias subterrâneas.

Hoje, quando se pensa sobre a floresta amazônica, a imagem mais comum que se forma à mente, é a de uma gigantesca área verde com inúmeros desafios à sobrevivência humana. Mas, o que as pesquisas arqueológicas mais recentes indicam, aquela região não era tão assim selvagem antes das presenças dos europeus. Ela já era densamente habitada, com os povos que ali existiam produzindo inúmeros objetos e praticando intensa agricultura.

Uma das principais fontes escritas destas informações é o diário de Frei Gaspar de Carvajal, dominicano espanhol que ainda em 1542 na expedição de Francisco de Orellana, desceu o rio Amazonas de sua nascente no Peru até sua foz próxima à ilha de Marajó, no Pará.


Reminiscência do que foi o Caminho do Peabiru indica a presença de uma estrada ramificada, que por ela transitava em tempos passados os vários povos indígenas do continente sul-americano. Partes da estrada principal eram calçadas nas regiões mais difíceis de caminhar – Imagem da Internet.

Foi através da narração de Frei Gaspar de Carvajal, que estabeleceu a primeira relação entre o grande rio do novo mundo descoberto pela colonização europeia e a palavra “amazona”.

Esta denominação foi motivada pela visão deste narrador de guerreiras nativas às margens deste rio, que ele as associou ao mito grego das amazonas, dando nome de Amazonas ao extenso rio daquela região.

Ele também registrou nas margens dos vários afluentes deste grande rio densidade populacional. Esta informação e outras em suas crônicas foram consideradas exageradas, fantasiosas pelos estudiosos. Porém, estudos mais recentes de pesquisadores e arqueólogos brasileiros estão confirmando estes dados.

Tais relatos vêm hoje sendo confirmado por pesquisas arqueológicas naquela área, que nela estão sendo encontrados continuamente objetos de pedra e de cerâmicas ricamente trabalhadas, que vão reconstruindo a história dos povos que ali habitaram, como os da cultura Marajoara, Santarém, Guarita e Maracá.

Um aspecto da cultura marajoara que chama atenção dos arqueólogos são os desenhos presentes nos objetos, que lembram animais misturados com caracteres humanos (figuras antropozoomorfas) e os objetos tapajônicos (Santarém) que chamam atenção por representarem também diferentes perspectivas.

Os Guarita ocupavam na Amazônia os territórios entre os rios Negro e Solimões e, os arqueólogos ainda não sabem se eles eram um povo em uma só aldeia ou, se em várias delas articuladas politicamente à uma aldeia central, que funcionava como uma espécie de capital.  Quanto aos Maracá suas urnas funerárias são encontradas na superfície de abrigos rochosos, em cavernas no sul do Amapá.

 

 
Objetos arqueológicos respectivamente das Culturas Marajoara, Santarém,
Guarita e Maracá – Imagens da Internet

Sobre estas antigas culturas na região amazônica brasileira dizem os estudiosos em arqueologia do Instituto Mamirauá: ”não se pode dizer que é um só sítio arqueológico. O que está se vendo é um complexo arqueológico de vários sítios, que podem ter histórias diferentes, mas que estão interligadas”.

Nesta área de pesquisas foi descoberta uma grande quantidade de vestígios de pelo menos cinco ocupações humanas diferentes. Dentre essas descobertas estão também cerâmicas da tradição Pocó, que podem ter até mais de 3 mil anos.

Estes pesquisadores constataram ainda, que perto deste complexo arqueológico foi encontrada uma floresta de castanheiras e que embora ela se estenda por quilômetros ao longo do rio, não ultrapassa 500 metros de largura.

Esta floresta compactada de castanheiras não natural constatada nesta área, ela indica atividades agrícolas durante centenas e centenas de anos. Outra evidencia neste sentido é também a presença de terra preta ali, compondo um solo extremamente fértil associado a ocupação humana durante longa data

 

 
Objetos arqueologicos que estão sendo encontrados e pesquisados na região amazonica, eles indicam que aquela região foi em tempos passados intensamente habitada por um longo periodo -. Imagens da Internet.

Pesquisas de outros estudiosos levam ainda a supor, que antes do descobrimento do Brasil os índigenas já utilizavam de um caminho principal, que ligava o litoral brasileiro ao Andes peruanos e que dele derivavam muitas outras trilhas intercomunicantes espalhadas pelo territorio brasileiro, chamadas também de peabirus.

O tronco principal deste caminho ligava o litoral do Estado de São Paulo ao Andes, cruzando o interior do continente sul-americano. Ele  ainda se estendia ao litoral de Santa Catarina (com registros arqueologicos até hoje  de sua existencia) e continuava alcançando a região litoranea do Rio Grande do Sul.

Peabiru na língua tupi “pe” siginifica caminho  e “abiru” gramado/capim amassado, portanto  esta palavra identifica  caminho, que dele os indigenas já o utilizavam muito antes do descobrimento do continente sul-americano pelos europeus e que possuindo em torno de 1,40 metro de largura era constituido de grama e de calçamento, este ultimo em locais mais dificeis de transitar.

Ainda o siginificado da palavra peabiru, de acordo  com o Barão de Capanema, era devido  os incas chamarem seu território de”biru“ e dai, a denominação Caminho de Peabiru como mistura de “pe-biru”, que equivaleria caminho para o “biru”.

E embora não existam informações acerca da razão pela qual o “projeto inca” não ter sido  totalmente concretizado, o “correio dos guaranis” pelas trilhas deste caminho foi uma de suas evidencias, permitiindo naquela epoca comunicação entre seus habitantes. Este correio rudimentar chamado “parejhara” alcançava extensa região do territorio brasileiro.

A região amazônica desperta  hoje e cada vez mais o interesse não só dos brasileiros, como também do restante do mundo.

O Observatório Astronômico do Parque Arqueológico do Solstício nas proximidades da cidade litorânea de Calçoene, no Estado do Amapá, é um conjunto de monólitos que pela sua semelhança compara-se de certo modo, com o enigmático monumento paleolítico da Inglaterra.

Este sítio arqueológico também chamado de Rego Grande, por estar aquela região banhada pelo rio com este mesmo nome, possui 127 monólitos erguidos em um raio de 30 metros. Estas pedras com o comprimento de mais 4 metros estão dispostas, para que no solstício de inverno do hemisfério norte elas apontem para os principais astros do céu amazônico e para que o sol ao meio dia fique em posição exata no centro delas.

 

 Atualmente a teoria mais aceita sobre os monólitos do Observatório Astronômico de Calçoene, no Amapá, indica sua origem o interior da Amazônia, porque na região deste sitio arqueológico foram encontradas uma série de cerâmicas enterradas, que possuem aparente correlação às peças cerâmicas cerimoniais Aristé ou Cunani (semelhantes às marajoaras) – Imagens da Internet

Mas, esta descoberta que vem atraindo a atenção de estudiosos e de pesquisadores de todo o mundo, ninguém ainda tem certeza de fato, qual o seu real propósito e como este conjunto de pedras maciças foi feito.

Segundo a tradição guarani o Caminho de Peabiru foi aberto por um ancestral civilizador chamado Sumé, que também com os nomes de Zumé, Pay Sumé ou Tumé era possuidor de uma longa barba branca e tinha o poder de caminhar sobre as águas.

Este “ser” estando entre estes índios, transmitiu para eles uma série de conhecimentos, como a agricultura, dominio do fogo, a organização social e também foi ele que criou a rota do Caminho de Peabiru (com  seu sentido leste-oeste), para que  alcançassem terras distantes, onde seus parentes (incas) que usavam roupas eram possuidores de objetos de ouro e de prata, moravam em cidades de pedras localizadas em montanhas muito altas.

 
Caminho de Peabiru um provavel milenar e misterioso conjunto de trilhas, tendo a principal delas sempre o sentido leste-oeste, era utilizado por povos indigenas muito antes da chegada dos europeus no continente sul-americano. Este caminho era tido principalmente pelos guaranis como sagrado, por o associar com o deslocamento do sol e também por o associar (subjetivamente) à busca do paraiso ou à terra sem males – Imagens da Internet

Através do caminho de peabiru era realizada entre os indios locais intensa troca de mercadorias e de serviços, sem que eles fizessem nestas transações o uso de moeda. Os índios do litoral forneciam sal e conchas ornamentais, os índios mais interiorizados (distantes do litoral) forneciam penas de aves maiores para enfeites, feijão, milho e outros alimentos e os incas ainda mais distantes forneciam objetos de metal (prata, ouro e outros metais).

Mas, com as vindas cada vez mais constantes de portugueses e principalmente de espanhois ao novo mundo, este harmonico sistema de troca começou a ser desfeito, porque os peabirus foram se tornando cada vez mais  conhecidos destes europeus, na mesma proporção em que a ganancia dos mesmos ia cada vez mais também aumentando, pela possibilidade através destas trilhas encontrar  riquezas incalculaveis guardadas pelos indigenas e assalta-las.

 
Em Machu Picchu a primeira fotografia é da Pedra de Intihuatana e a segunda foto foi tirada também nesse local, no dia 02/09/2018, em torno das 12:00 horas, focalizando diretamente o sol, considerado pelos antigos incas uma divindade, o deus solar Inti. Mais informações neste Site com o texto: Incas os filhos do Sol – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Há mais de 500 anos a expedição de Juan Díaz de Solís ao retornar à Europa através de três caravelas desta expedição, uma delas acabou naufragando ao tentar acessar a Ilha de Santa Catarina, no local onde hoje é conhecido como Praia de Naufragados. Dos 15 tripulantes apenas 11 sobreviveram e passaram a viver ao sul desta Ilha.

Os índios Carijós que acolheram estes náufragos, deram atenção especialmente a um deles, ao português Aleixo Garcia que casou com uma índia desta tribo e que para ele estes índios passaram diversas informações, entre elas a de um caminho que chegava a uma região de montanhas (Peru), onde seus habitantes eram possuidores de objetos de ouro, chegando a lhe mostrar alguns deles trazidos de lá.

Em 1524 o naufrago Aleixo Garcia decidiu averiguar as informações dos índios contadas repetidas vezes para ele. Reuniu cerca de 2 mil índios amigos e com seus companheiros de naufrágio, eles partiram em uma longa viagem de exploração por uma boa parte da América do Sul, através do Caminho de Peabiru.

Ele demorou cerca de quatro meses até chegar à Bolívia, onde ali ele saqueou algumas peças de ouro e já retornando foi morto por indígenas no Paraguai, mas parte do ouro saqueado foi levada para o Brasil (Santa Catarina).

 
Para alguns estudiosos Aleixo Garcia que se tornou líder dos índios Carijós, ele aparece na literatura espanhola e latino-americana, como o verdadeiro descobridor do império inca, tendo contato com esta avançada cultura, ao utilizar o Caminho de Peabiru e alcançar a Bolívia e os limites do Peru, tendo antes passado pelo território brasileiro e paraguaio – Imagens da Internet

Outros dois relatos sobre o Caminho de Peabiru um diz, que em 1531 Martim Afonso de Souza fundador da Vila São Vicente, enviou uma expedição  seguindo esta trilha, mas esta expedição foi trucidada pelos guaranis. Outro menciona, que em novembro de 1541, o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca em sua caminhada por estas trilhas, partindo da foz do rio Itapocu no litoral norte de Santa Catarina, acabou por descobrir no final de janeiro de 1542, as Cataratas do Iguaçu.

 
No seculo XVII bandeirantes paulistas como Antônio Raposo Tavares trilharam também o Caminho de Peabiru para atacar missões jesuitas, que fizeram uso desta trilha para atividades de evangelização e aldeamento de indígenas – Imagens da Internet

O Caminho de Peabiru para alguns pesquisadores possuia até mesmo 4.000km, ao  ligar a costa do oceano atlantico à costa do oceano pacifico cortando todo o interior do continente sul-americano, para ligar o litoral de Santa Catarina ao do Chile, depois de passar pelos territorios do Paraná e de São Paulo no Brasil e pelos territorios do Paraguai, Bolivia e Peru.

As rotas deste caminho eram sinalizadas muitas vezes por informações fornecidas pela propria natureza através de montanhas como Monte Crista/SC, de rios e de outras referencias naturais que com elas os indios se direcionavam e, para alcança-las utilizavam também inscrições rupestres e outros simbolos marcadores. Às vezes ainda ao lado deste caminho eles fabricavam alguns de seus utensilios.

  

  
Restam ainda em pontos isolados de algumas matas e de algumas localidades pequenos trechos do Caminho de Peabiru. Os trechos mais dificieis de transitar eram pavimentados. Este caminho era também sinalizado com inscrições rupestres e simbolos astronômicos de origem indígenas. Ainda, ao lado destas trilhas os indigenas às vezes fabricavam alguns de seus utensilios – Imagens da Internet

O Caminho de Peabiru mesmo como  um conjunto com muitas ramificações, estas eram  especificas e identificadas em seu conjunto, parecendo tudo a ver com o Sol, em uma assimilidade à cultura incaica, que tinha neste corpo celeste sua dividade principal.

Como já foi mencionado, este caminho sempre em seu sentido acompanhando o trajeto do Sol, ele também levava (subjetivamente) os indigenas estimulados pela sua memoria ancestral, à terra sem males.

Estes povos buscando a sabedoria como “percepção filosofica”, a  associava aos seus valores interiorizados na busca de Deus ou, no reencontro com suas dividindades.

 
No templo de Qoricancha o disco solar e o ouro com seu dourado (primeira imagem) associavam-se para simbolizar a principal divindade inca Inti, o deus solar Viracocha e o sentido do divino interiorizado em cada um. E ainda nesse templo o perfeito alinhamento das janelas (segunda imagem), Cusco/Peru. Mais informações neste Site com o texto: Incas os filhos do Sol – Fotos de Antônio Carlos Tanure

Através de registros pontuais arqueológicos pode-se supor, que o Caminho de Peabiru estava  fisicamente presente por todo o continente sul-americano como uma imensa rede de trilhas, que eram utilizadas pelos indigenas para seus interesses materiais/comerciais, mas também através delas buscavam o “espiritual”, como a trilha que levava a Cahuachi, nome que significa lugar onde vivem os videntes, hoje um sítio arqueológico no Peru.

Este local centro de peregrinação da cultura Nazca, que viveu sua época de esplendor entre os séculos I e V, ele está no meio do deserto e próximo às Linhas de Nazca.

Como centro de peregrinação sua população crescia nas datas de eventos cerimoniais importantes, que pareciam envolver as Linhas de Nazca  No local havia uma necrópole chamada Chauchilla, outro monumento responsável por estas viagens periódicas.

 
Na primeira foto Pirâmide de Adobe no Sítio Arqueológico Cahuachi e na segunda foto ao fundo geoglifos na montanha, em Nazca/Peru. Em 1994 eram apenas conhecidos 30 geoglifos naquela região, mas já em 2015 com o desenvolvimento de tecnologias, pesquisas naquela região já revelavam 40 deles. E mais recente em 2018, análises que foram feitas por cientistas da Universidade Yamagata/Japão e da IBM revelaram 143 geoglifos na forma de animais, de humanoides e de objetos – Imagens da Internet

Outra cultura que desenvolveu na região do hoje Peru, entre 700 a.C. – 200 d.C., foi a enigmática cultura pré-incaica Paracas, que produzia primorosos trabalhos têxteis em algodão e em lã, além de produzir refinadas cerâmicas. Ela também possuía pratica da deformação craniana com uma finalidade estética e ritual.

Contudo, alguns crânios dos Paracas o volume craniano chega a ser 25 por cento maior e 60% mais pesado do que um crânio humano convencional, significando que eles não poderiam ter sido intencionalmente deformados para finalidades descritas anteriormente.

Estes crânios também contêm somente um osso parietal, ao invés de dois como nos crânios dos seres humanos. O fato destas características cranianas não serem resultados de deformações artificiais, a causa deste formato alongado perdura como mistério, que fomenta várias suposições.

 
Descobertas arqueológicas de alguns crânios alongados da civilização Paracas anterior à de Nazca e também tapetes confeccionados com a figura de seres alados, o significado deles perdura como um mistério – Imagens da Internet

Fonte: Pegasus Portal

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CIÊNCIAS: A SINOVAC AFIRMA QUE SUA INJEÇÃO É SEGURA E CAPAZ DE PROVOCAR UMA RESPOSTA IMUNE DE TESTES EM HUMANOS

A Sinovac, farmacêutica que fez contrato de parceria com o Governo de São Paulo para a produção da vacina Coronavac no Brasil em sua 3ª fase, sugere o potencial da injeção na defesa contra a infecção do novo coronavírus, além de segura e capaz de provocar uma resposta imune de testes em humanos. A reportagem a seguir trás as últimas novidades sobre essa vacina.

Os dados dos testes de vacinas de Sinovac sugerem potencial na defesa contra vírus

Vacina considerada segura e capaz de induzir anticorposSinovac conduzirá estudo de fase III em humanos no Brasil

Um engenheiro mostra uma vacina experimental para o coronavírus COVID-19 que foi testada no Laboratório de Controle de Qualidade nas instalações da Sinovac Biotech em Pequim.

Um engenheiro mostra uma vacina experimental para o coronavírus COVID-19 que foi testada no Laboratório de Controle de Qualidade nas instalações da Sinovac Biotech em Pequim. Fotógrafo: Nicolas Asfouri / AFP via Getty Images

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Sinovac Biotech Ltd . disse que sua injeção de coronavírus é segura e capaz de provocar uma resposta imune de testes em humanos, sugerindo o potencial da injeção na defesa contra a infecção do novo coronavírus.

Vacina da companhia sediada em Pequim, chamado CoronaVac, não causou efeitos colaterais graves e mais do que 90% das pessoas administradas com o tiro em 14 dias de intervalo induziram anticorpos neutralizantes duas semanas após a inoculação, Sinovac disse em um comunicado de imprensa em Domingo.

As conclusões preliminares vêm dos ensaios de fase I e II na China. Um total de 743 pessoas saudáveis ​​com idades entre 18 e 59 anos receberam injeções em dois horários ou um placebo. Mais dados serão descobertos de outro grupo no julgamento que recebeu tiros em um intervalo de 28 dias. O Sinovac planeja publicar seus resultados em revistas acadêmicas, de acordo com um porta-voz da empresa.

Usando uma versão morta do coronavírus, a vacina de Sinovac está entre as cinco doses experimentais chinesas que atingiram o estágio final crucial dos testes em humanos antes de serem aprovadas para uso público. A empresa anunciou uma parceria este mês com o Instituto Butantan para conduzir seu estudo de fase III no Brasil, onde o novo patógeno causou o segundo maior surto de uma pandemia global que até agora infectou mais de 7,7 milhões de pessoas e matou mais de 428.000.

Como os bloqueios e as medidas de distanciamento social ajudaram a manter baixas as taxas de infecção em muitos países, alguns dos principais esforços mundiais de vacinas estão tentando realizar um estudo de fase III em surtos ativos para avaliar a eficácia de suas vacinas.

As autoridades no Brasil aprovaram a vacina co-desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca Plc para a realização de ensaios em estágio avançado no país, enquanto a Moderna Inc, sediada em Cambridge, Massachusetts . está programado para entrar em ensaios de fase III nos EUA

Avaliando o voto da China de compartilhar uma vacina com o mundo: QuickTake

– Com assistência de Sharon Chen e Dong Lyu

Fonte: Bloomberg

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CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANNUNNAKI – 2ª PARTE

Na edição da coluna CIÊNCIAS desta terça-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta milhares de anos atrás e são citados nos hieroglifos sumérios. Nesta 2ª parte desse artigo vamos conhecer a história dos Anunnaki aqui na terra.

EM OUTROS TEMPOS NO CAMINHO DE PEABIRU -2ª PARTE

Os anunnaki chegaram à Terra alguns milhares de anos atrás, muito depois dos seres da civilização Muril.

E eles empregaram seus conhecimentos tecnológicos para erguerem construções e também para reconstruírem aquelas dos Muril que tinham sido ciclicamente destruídas por cataclismos globais. Reconstruíram edificações subterrâneas surpreendentes, verdadeiras cidades e outras magnificas construções deixadas pela civilização Muril, valendo-se dos recursos naturais da Terra.



Para os sumérios os anunnaki eram aqueles que desceram dos céus, para os hebreus os nefilin (elohim bíblicos) e para os antigos egípcios os neter. Eles possuidores de estatura física elevada em relação à humana, iniciaram o processo de exploração e de colonização da Terra – Imagem da Internet

A primeira expedição Anunnaki aterrissou inicialmente na região do Golfo Pérsico, onde estabeleceu a sua primeira base de operações em Eridu, termo que pode ser traduzido como lar longínquo construído. E a primeira deidade suméria Anu e sua esposa Antu eram “deuses supremos do Céu e da Terra”.

Filho deste casal, a segunda deidade na “hierarquia divina” era Enlil o senhor do espaço ou do mundo superior, que ditava leis e que controlava tudo que estava no céu e na terra através de suas naves (shen). Ele tinha como esposa Ninlil.

O terceiro deus hierárquico e irmão do anterior era Enki ou, o senhor do mundo inferior (da superfície) que desenvolveu a agricultura modificando o deslocamento de rios, criando canais e transformando áreas alagadas em terra firme e ainda trouxe a arte da fabricação de tijolos, de produtos cerâmico-metalúrgicos, entre outras tecnologias para a construção de cidades. Ele tinha como esposa Nin.ti.

O plano original destes seres era extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair este minério do solo – e, a região escolhida como centro de comando foi aquela hoje conhecida como sudeste da África. Ali então foi erguido o complexo de Abzu, onde o casal de cientistas Enki e Ninti iniciaram também suas experiências genéticas.

Com a fertilização “in vitro” do óvulo de um hominídeo (homo erectus feminino) com o espermatozoide do jovem “deus” anunnaki Ninurta que resultou um embrião, este foi colocado no ventre da deusa mãe Nin.Ti/Ninhursag, permitindo a partir desta inseminação a primeira geração de seres humanos.

Estes cientistas repetiram experiências genéticas várias vezes, no intuito de formarem as primeiras gerações de híbridos humano-alienígenas, que eram estéreis. E, à medida que estes seres denominados de ”lulu” (trabalhadores primitivos cabeças negras) iam sendo criados e geneticamente aperfeiçoados, eram levados para trabalhos físicos dentro das minas de extração de metais, principalmente do ouro.

Posteriormente, Enki aperfeiçoou ainda mais por manipulação genética estes híbridos, usando seu próprio esperma para criar uma segunda geração de seres humano-alienígenas.

O homo sapiens macho e fêmea que dela se originou e que deu origem no final o homo sapiens sapiens, foi o resultado de sucessivas transferências genéticas alienígenas acontecidas alguns milhares de anos atrás, de acordo com textos sumérios, babilônios e do Antigo Testamento.


O homo sapiens Adão é o resultado do processo de transferência genética alienígena feita pelos seus criadores, “deuses” anunnaki – Imagem da Internet

Seres de 49 raças com suas origens em vários pontos do universo não puderam impedir a criação da raça adâmica pelos seus criadores (anunnaki), portanto não puderam impedir a criação do homem e da mulher.

Mas, estes seres cósmicos em escala evolutiva superior e utilizando-se da própria condição da natureza humana, vêm estimulando os seres humanos para que deem seus saltos quânticos, percebam através de suas almas que são possuidores de essência divina, que são portadores de Energia/Luz Viva.

Eles vêm estimulando o corpo mental do homem-animal que geneticamente surgiu, induzindo-o ao processo da individualização de sua consciência, mas sem interferirem diretamente em sua evolução.

Os seres alienígenas das 49 raças (atualmente mais presentes os de Ophiúcus) sempre estiveram atuantes em relação à humanidade, intuitivamente direcionando os seres humanos, principalmente aqueles que já alcançaram frequência mental mais acelerada e o necessário padrão evolutivo, para que já se percebam em suas verdadeiras condições (vibracionais) de seres universais e multidimensionais.

Os anunnaki criadores dos seres humanos são de um outro mundo também físico, possuidores de tecnologias muito avançadas. Entretanto, não geradores de emoção não possuem alma e, sem ela não alcançam o sentimento/emoção que ser humano possui e que com ele pode mentalmente vibrar, para alcançar frequência cocriadora.

  

 
Historicamente o ser humano sempre procurou várias maneiras de se identificar com seus deuses criadores. Neste sentido, no Antigo Testamento o termo mitra aparece, fazendo referência às vestes sacerdotais, como um adorno usado por pessoas destacadamente posicionadas ou como sinal de nobreza quase divina. Hoje com uma fenda na parte superior e duas fitas que caem sobre as espáduas, este adorno distingue hierarquia religiosa – Imagens da Internet

Construções piramidais quando estão sendo pesquisadas em sítios arqueológicos, elas podem ser fisicamente vistas, mas muitas outras erguidas em tempos ainda mais remotos continuam escondidas no subsolo, esperando serem descobertas.

Algumas destas construções tinham a intenção de gerar frequência vibracional de mudança, de estimularem a vida ainda primitiva (selvagem) daquela época, já visando pelas Leis Universais milhares de anos à frente o surgimento do ser humano e a transição planetária atual.

Em tempos mais antigos hominídeos ainda não geneticamente modificados, possuíam inteligência incipiente, portando sendo ela pouca desenvolvida, não possuíam por motivo obvio o recurso de expressarem oralmente, apesar de que nesta época seus quatro sentidos já tinham sido desenvolvidos, a sua visão que ainda estava desenvolvendo completamente.

Posteriormente, estes seres já geneticamente modificados como “protótipos humanos” iam física e mentalmente desenvolvendo o “dom” de se expressarem através de palavras e, fazendo deste “dom” instrumento, para que seu pensamento fosse cada vez mais sendo “construído” através de vibrações sonoras que exteriorizavam, eles iam cada vez mais também se estimulando para a capacidade de raciocínio.

Estes seres criados geneticamente pelos anunnaki tiveram funcionalmente desenvolvido seu SNC e com ele capacidade maior para uma vida inteligente de relação social, que nela infelizmente se inseriu o sentimento consciente de egoidade, gerando-os obstáculos de toda sorte.

 
Australopithecus, Homo habilis, Homo erectus, Homo sapiens neanderthalensis e homo sapiens sapiens – “o caminho” físico, mental e emocional pelo qual passou o atual ser humano – Imagens da Internet.

A equipe do egiptólogo Zahi Hawass encontrou mais recentemente debaixo da pata dianteira da Esfinge/Egito, duas placas que mencionam: “depois do diluvio houve um intervencionismo genetico de criaturas, compondo (produzinto) os seres humanos”. 

Este registro arqueológico reforça a hipotese, que uma civilização muito avançada produziu/criou os seres humanos, fazendo da Terra um canteiro genetico experimental.

E nesta informação talvez esteja ainda a resposta do elo perdido, que os arqueologos e outros pesquisadores não o encontrando, não podem explicar a evolução humana em um tempo relativamente curto, que não se encaixa dentro dos estudos e da conclusão de Darwin.

Também como reforço desta hipotese alguns outros estudiosos mencionam, que em suas pesquisas a carga dos elementos quimicos compondo o DNA humano possui padrão numerico e que ele ao ser trocado por letras do alfabeto hebraico, “escrevem” os nomes Javé e El, “deuses” da antiga civilização Sumeria Enki e Enlil, como se nesta “coincidencia” estes “deuses” quizessem “assinar” seus nomes no DNA humano.

O poder anunnaki está até hoje presente acompanhando o desenrolar da historia evolutiva humana. Estes seres por terem um ano de vida equivalendo cerca de três mil e seissentos anos de vida dos seres humanos, esta diferença lhes possibilita este acompanhamento, já que existem absudarmente mais do que os humanos.

E somando à sua milenar existencia, eles como  possuem estrutura molecular diferente a do ser humano que se baseia no DNA e possuem também a condição de tomarem a forma que desejarem, desta maneira sem serem reconhecidos acompanham ao longo dos milenios a humanidade, direcionando-a como seus líderes, conduzindo-a voltados aos seus interesses, em varias ocasiões e em varios campos da atuação humana.

 
Na historia da humanidade os anunnaki (seus descendentes) que atuam mentalmente em sintonia à frequencia de Enlil, envolvem-se mais com o poder/controle militar associado ao poder/controle religioso, tão comumente hoje visto no oriente médio. E aqueles na frequencia de Enki se envolvem mais veladamente com o poder/controle politico-social das massas, como governo oculto – Imagens da Internet.

O significado de Matrix está hoje cada vez mais sendo estudado e debatido por pensadores e cientistas em todo o mundo. Estes estudiosos acreditam existir uma inteligencia paralela à inteligencia humana. Inteligencia que controla  esta última, não deixando que os seres humanos se voltem  para os seus proprios e verdadeiros interesses, sobrepondo-os com os seus.

E parece que este controle utiliza-se quimicamente do carbono no corpo humano, uma molecula tetravalente como também é tetravalente a molecula de silicio, o que favorece a conexão entre elas, produzindo ponte de interação entre o meio holografico exterior-controlador e o meio bio-fisico humano.

Ponte de interação ainda mais intesificada com a presença da proteína que caracteriza o fator Rh no sangue humano e que parece acionar a onipresença controladora e exterior dos anunnaki.

O fator Rh do sangue que foi demonstrado primeiramente no macaco-rhesus, é uma proteína encontrada em torno de 85% da população mundial e, o restante que não a possui sua história genética associa-se aos Shemsu Hor, aos seguidores de Hórus ou do deus dos céus e dos vivos, antes mesmo do Egito antigo e dos sumérios, há mais de 13.000 anos.

Aqueles que hoje continuam não possuindo esta proteína, portanto com Rh negativo perpetuando esta linhagem, normalmente possuem liderança e com ela exercitam o poder em seus vários aspectos.

No transcorrer dos vários ciclos civilizatórios da humanidade com civilizações mais antigas e outras nem tanto, as ruinas arqueológicas destes tempos sempre causam interesse aos pesquisadores, através de informações que colhem in loco e, mesmo também através de informações que são oralmente passadas de gerações em gerações, como as que foram fornecidas pelos índios aos conquistadores espanhóis e aos colonizadores portugueses, tendo suas fontes de origens já perdidas no tempo.

Fonte: Pegasus Portal

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CIÊNCIA E FICÇÃO: UM RELATO CIENTÍFICO PRECISO SOBRE AS CIVILIZAÇÕES MURIL E ANUNNAKI

Nesta edição da coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira temos a oportunidade de conhecer a história de civilizações supostamente extraterrestres, como os Muril e os Anunnaki, que habitaram o nosso planeta milhares de anos atrás e são citados nos hieroglifos Sumérios. Devido a extensão desse extraordinário artigo vamos dividi-lo em 4 partes. Então lhe convido a relaxar e ler com calma o conteúdo a seguir que trás informações preciosas da origem da humanidade.

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Em outros tempos no Caminho de Peabiru

Em outros tempos no Caminho de Peabiru

 

 

 

 

Este texto com informações escritas e visuais (imagens) está na forma de quatro subtextos, que neles as informações vão se somando, construindo e procurando clarear gradativamente no tempo acontecimentos, que passaram inicialmente pela civilização Muril e depois pelas presenças dos anunnaki.

A seguir pelo Caminho de Peabiru e suas trilhas antes e durante a colonização do continente sul-americano pelos europeus e finalmente hoje pelas atuais pesquisas de Dakila na região amazônica, instigadas pelo Quinto Princípio Universal ou o de Ritmo, que está sempre em ação pelo balanço do ir e do vir no tempo.

Assim, estes pesquisadores ao voltarem seu interesse ao início de tudo, se movem por este Princípio Universal, entretanto procuram mais do que em suas pesquisas arqueológicas naquela região, se identificarem pelo coração e pela mente com o proceder da civilização Muril.

Tê-la como modelo para os tempos atuais, como uma civilização que exercitou a Ciência Lilarial com sabedoria, com sentimento de vida e com o saber que conduz as consciências em harmonia às ondas modulares.

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A civilização Muril era constituída por seres que procediam em sintonia às Leis Universais. Quando aqui chegaram em uma época que já se perdeu no tempo, eles vieram de uma só vez, instalando-se por todo planeta, mas com a intenção de não interferirem na natureza, não a destruírem, mesmo prevalecendo de seu poder de domínio, através de tecnologias muitíssimas avançadas que possuíam.

Esta civilização a primeira que se instalou na Terra, quando aqui chegou foi para estuda-la, mapeando-a e demarcando-a, entre várias outras de suas pesquisas.

O centro de poder e de comando desta civilização que aqui se instalou, ele se localizou na região que hoje nela se acha a floresta amazônica. Nesta região ergueu-se Ratanabá como o centro do poder de um império e, nesta condição tornou-se capital do mundo.

A tecnologia desta civilização não era baseada em rodas, combustíveis e muito menos em eletrônica. Ela utilizava de luz condensada, propriedades da agua, energia escalar e frequência sonora, tecnologias muito mais avançadas que as tecnologias da ciência humana de hoje.

E em função destas suas tecnologias fazia o perfeito corte de pedras, que lhe permitiu erguer milhares e imponentes construções de pedra por toda a Terra, sendo a principal Ratanabá, que ainda se encontra boa parte oculta na floresta amazônica.

Estas edificações construídas pelos Muril possuíam galerias subterrâneas, que funcionavam como caminhos, ligando-as à Ratanabá. Resquícios destas estradas subterrâneas existem alguns deles ainda hoje, até mesmo debaixo de aguas oceânicas.

Ratanabá termo do idioma irdin (o primeiro falado na Terra), significa dos reinos para o mundo. “Ratan” pode ser traduzido como imperadores, império, império dominante. E “kinaba” pode ser compreendido como mundo, mundos ou, “os que transitam entre os mundos”. Portanto, da junção destas duas palavras se pode ter como significado final, do Império para o mundo ou dos reinos para o mundo ou ainda, capital do mundo.

O choque de um grande corpo celeste com a Terra gerando efeito cataclísmico sobre ela, atingiu Ratanabá e ocasionou perda de parte da extensão plana onde ela se localizava. Também, em função deste cataclismo os rios da região amazônica que originalmente fluíam para o norte, mudaram seus cursos para o sul.


Impacto de um corpo celeste modificou a topografia da região onde localizava Ratanabá, hoje ocupada pela floresta amazônica – Imagem Dakila Pesquisas

Com a destruição do centro do poder da civilização Muril, aquela região foi se transformando no que é hoje uma imensa e fechada floresta, escondendo tecnologias e soterrando artefatos desta civilização.

Antes deste cataclismo algumas das construções dos Muril funcionavam como indicadores, sinalizando a direção das estradas onde os caminhantes deveriam passar e depois descansar em Ratanabá, que na realidade era um gigantesco local de descida e de decolagem de aparelhos voadores desta civilização.

Não só em Ratanabá principal construção desta civilização, mas também suas outras construções estão ainda hoje como gigantescos monumentos em ruinas espalhados por toda a Terra e alguns deles sendo pesquisados em sítios arqueológicos. E muitas destas ruinas foram pela sua solidez reaproveitadas por civilizações posteriores, erguendo sobre elas outras construções com vários propósitos.


Algumas ruinas dos Muril constituídas de solidas bases de pedra, quase sempre a maior parte delas maciças estruturas não visíveis ainda escondidas no subsolo destas antigas bases extraterrestres, foram sobre elas levantadas outras construções por civilizações posteriores, como se vê também hoje no Forte Príncipe da Beira, no município de Costa Marques/Rondônia – Imagem da Internet

Na Amazônia existe uma construção da civilização Muril, que está praticamente intacta sob o Forte Príncipe da Beira/RO. Existem em seu subsolo salões subterrâneos, sistema de tuneis e galerias que chegam passar por debaixo do rio Guaporé e que continuam em outras direções.

Galerias com a tecnologia dos Muril estão espalhadas pelo território brasileiro, elas são estradas subterrâneas que não foram destruídas por movimentações geológicas e que não foram ainda descobertas.

Estas galerias saindo de um único ponto ou de Ratanabá por ser naquela época a capital ou o centro do mundo, ligavam ainda os continentes. Quando afloravam à superfície, eram bases desta civilização e, algumas delas ainda hoje no território brasileiro são conhecidas como as de São José das Letras/MG, Pedra da Gávea/RJ e a da Serra do Roncador/MT, que é uma das mais ativas.

    
São José das Letras/MG, Pedra da Gávea/RJ e a da Serra do Roncador/MT (em atividade até hoje), são alguns pontos em território brasileiro que nele afloravam bases, dentro das rotas subterrâneas de comunicação com Ratanabá – Imagens da Internet

Entre várias de suas pesquisas na região amazônica, o que Dakila vem fazendo já trinta anos, em uma delas seus participantes realizaram pesquisas no Forte Príncipe da Beira/RO. Utilizaram-se de instrumentos sensíveis e próprios para o tipo de pesquisas que ali fizeram, no intuito de perscrutarem fendas nas solidas paredes, que no subsolo sustentam parte aflorada desta construção.

E o que estes sofisticados instrumentos acusaram do outro lado destas fendas, foram espaços (salas) contendo diversos artefatos metálicos, pequenos e grandes muito bem trabalhados, que não poderiam ser de uma cultura primitiva. Também pela “visão” através destes instrumentos, os objetos “vistos” não poderiam ser de cerâmica.

Nas galerias ali encontradas suas paredes em alguns trechos parecem possuir iluminação própria através de certa fluorescência e sua ventilação parece vir às vezes de cima e outras vezes de lado.

Os comprimentos destas galerias possuem várias medidas, cem, mil, dez mil e uma de até 107 mil metros sem encontrar o ponto de referência à frente ou o seu fim, mas estas constatações não puderam ser desvendadas, pela inesperada interrupção destas pesquisas

 

 

 

 No sobsolo sustentando o Forte Príncipe da Beira/RO, os pesquisadores de Dakila constataram sólida construção de pedra com fendas, que por elas através de instrumentos próprios, foram vistos em espaços/salas vários objetos metálicos de diversos tamanhos e formas muito bem trabalhados, além de notarem também em certas partes de suas galerias, as paredes ali pareciam possuir iluminação própria através de uma florescência – Imagens de Dakila Pesquisas

Dakila após sua descoberta debaixo do Forte Príncipe da Beira, imediatamente a comunicou ao Iphan, órgão governamental responsável pela preservação cultural e histórica do Brasil. Mas, para a surpresa de seus pesquisadores, em vez de agradecimentos eles foram impedidos por este órgão governamental, continuarem ali em suas pesquisas.

Em uma série de outras surpresas, cerca de oito meses após esta proibição os pesquisadores de Dakila foram “brindados” com mais uma, quando o Iphan mostrou em seu site apenas algumas peças quebradas de louça de uso doméstico e também comunicou, “que este forte abandonado por décadas estava agora (a partir de 2018) sendo estudado por arqueólogos, para ser restaurado como atração turística e que mais de quarenta mil peças já tinham sido encontradas nas escavações da parte interna daquela construção”.

Talvez, a informação desta grande quantidade de objetos como peças históricas encontradas no Forte Príncipe da Beira de uso dos militares, no período que ali ocuparam durante a colonização, seja também “cortina de fumaça”, para esconder o que verdadeiramente valioso deve ter sido colhido no subsolo daquela construção, originado de uma época muitíssimo antes da descoberta do continente americano pelos europeus.

Como sempre acontece em qualquer parte do mundo, pesquisas que envolvem presenças de civilizações com possível evidencia alienígena, elas são sempre encobertas ou mesmo impedidas de continuarem por interesses não confessos, ocultos.


Pedaços de vasilhames de louça de uso doméstico, foi o que o Iphan mostrou em seu site como descoberta no Forte Príncipe da Beira – Imagem Dakila Pesquisas

Como as pesquisas no Forte Príncipe da Beira foram impedidas, os participantes de Dakila continuando em suas pesquisas, adentraram pela floresta amazônica em direção à Serra da Muralha (divisa RO/AM) e, foi ali em um determinado ponto que encontraram o marco zero, ou de onde partiu a primeira demarcação da civilização Muril.

Deste marco que os Muril definiram não só a construção de Ranatabá, como também suas outras construções/bases espalhadas pelo mundo.

  
Marco zero ou de onde se originou a primeira demarcação da civilização Muril – Imagens de Dakila Pesquisas

As bases de pesquisas e de estudos da Civilização Muril eram marcadas por cristais facetados com cerca de 10 metros de comprimento, possuindo a forma de um lápis sextavado comprido com uma ponta. Estes marcos confundem os arqueólogos e cientistas, que não tendo certeza o que realmente são, os associam às formações da própria natureza.

Estas tecnologias cristalinas emitem para qualquer parte do universo sinais, que com eles são identificadas várias informações, entre elas o local de suas emissões. E no território amazônico brasileiro mesmo soterrado está ativo um destes cristais especialmente fundido, parecendo se encontrar em torno de 79 metros de profundidade no centro de uma destas bases.


Obelisco na avenida principal de Belo Horizonte/MG e também presenças em locais destacados em muitas outras cidades do mundo, recordam uma das tecnologias da civilização Muril – Imagem da Internet

Outras constatações da presença da civilização Muril são os geoglifos que serviam como sinalizadores ou mapas para serem vistos também do céu, sinalizando com suas presenças as bases desta civilização, tanto na superfície quanto no subsolo.

A denominação “templos” com sentido de cunho místico-religioso foi dada posteriormente a estas bases, que são de fato construções antiguíssimas espalhadas por toda a Terra e que depois abandonadas pela civilização Muril, muitas delas em ruinas foram reaproveitas por outras civilizações, que sobre elas ergueram outras construções, deturpando a verdadeira finalidade de sua construção original.

Assim, muitas das escritas e desenhos ritualísticos (hieróglifos, petróglifos e outros) que estão hoje nestas construções, eles são informações posteriores e não correspondem verdadeiramente às de seus iniciais construtores.

 
Pedra do Ingá/PB com seus petróglifos faz parte também de história da civilização Muril – Imagens da Internet

Como já foi mencionado, a civilização Muril não dilapidava natureza, a intenção destes seres como viajantes do espaço em todos os planetas que os tinham especiais como a Terra, era de criar diversas bases que funcionassem como centros de pesquisas e de conhecimento.


Locais infelizmente desmatados na região amazônica estão mostrando do alto, gigantescos hierógligos como figuras escavadas às vezes simetricas ou não, mas sempre parecendo direcionar ou sinalizar pontos/bases de apoio da civilização Muril, como parece também assim mostrar o contorno do Forte Prncipe da Beira – Imagens de Dakila Pesquisas

O interesse de alguns governos estrangeiros e de organizações não governamentais (ONG’s) sobre a região amazônica, com os primeiros às vezes até transvestidos destes últimos, nele estão também incluídos os artefatos e as tecnologias ali presentes de Ratanabá, que ainda permanecem escondidos e protegidos pela selva.

Este interesse que muito dele é realmente cobiça, dissimula-se como alertas para proteção da natureza ou como protestos para preservação ambiental.

Muito deste interesse está voltado ao que de fenomenal ainda se acha naquela região escondido pela floresta. Não só as riquezas minerais daquela região são cobiçadas, mas também artefatos e tecnologias de Ranatabá ali existentes.

Se estes artefatos e estas tecnologias caírem em mãos do poder político-militar de alguns governos do mundo, eles tornarão este planeta palco de conflitos e de beligerância ainda mais intensos do que os atuais.

Conflitos e beligerância induzidos por procedimentos compulsivos humanos totalmente opostos aos da civilização Muril, que se voltava ao verdadeiro sentido do conhecimento, do verdadeiro construir e de se realizar, que se a humanidade soubesse tê-los sabiamente como exemplos e com eles se conduzisse, poderia mudar sua história.

Após a finalização de suas pesquisas e de seus estudos os Muril foram embora, deixando aqui de sua civilização o que restou de suas construções.

Fonte: Pegasus Portal

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CIÊNCIAS: CAMPO ENERGÉTICO, COMUNICAÇÃO ALÉM DAS PALAVRAS

Nesta segunda-feira o destaque na nossa coluna CIÊNCIAS é o Dr. Bruce Lipton com uma mini-palestra super interessante sobre o novo paradigma em saúde e o papel da energia. Nesta palestra ele irá explicar cientificamente as últimas descobertas feitas pela neurociência, física quântica, psicologia e biologia que comprovam como terapias vibracionais e destacadamente a terapia sonora influencia a saúde do ser humano. É um novo paradigma em saúde.

Bruce Lipton é um eminente cientista, biólogo por formação que divulga seus estudos e pesquisas na áreDr. Bruce Lipton

a relativamente nova da epigenética. Escreveu alguns livros sobre o assunto, dentre eles o best-seller “A Biologia de Crença”, onde ele defende a ideia, embasado em seus achados, de que é possível alterar nosso DNA, ativar e desativar nosso código genético com a força da mente e dos pensamentos. Grande parte das suas pesquisas em epigenética utilizando células musculares, foram realizadas quando ele ainda era professor titular na Universidade de Stanford. Hoje ele é um dos maiores divulgadores sobre o poder da consciência humana e seu efeito tanto sobre a saúde física quanto sobre a expansão da consciência.

Fonte:

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CIÊNCIAS: PESQUISADORES CHINESES DESENVOLVEM REMÉDIO CAPAZ DE CURAR PESSOAS INFECTADAS PELA COVID-19

texto

Covid-19: A China diz ter resposta

Pesquisadores chineses garantem que estão desenvolvendo um medicamento capaz de curar as pessoas infectadas pela Covid-19 e oferece a imunidade temporária contra o vírus.

Enquanto uma centena de laboratórios mundiais rivalizam na busca incessante de uma vacina contra o novo coronavírus, na China pesquisadores garantem que estão desenvolvendo um medicamento capaz de curar as pessoas infectadas pela Covid-19 e de oferecer a imunidade temporária contra o vírus.

A notícia foi anunciada à Agence France Presse pelo diretor do Centro de Inovação Avançada de Genoma da Universidade de Pequim. Sunney Xie explica, o medicamento conseguiu demonstrar que o medicamento foi bem-sucedido em testes com ratos.

«Depois de termos injetado, durante cinco dias, anticorpos neutralizantes em ratos a carga viral foi reduzida por um fator de 2.500. Isto significa que este medicamento tem potencial, tem um efeito terapêutico», refere.

O medicamento usa anticorpos produzidos pelo sistema imunológico humano de 60 pacientes recuperados depois da Covid-19. É uma nova abordagem na procura de potenciais soluções para combater o novo coronavírus. Todavia, o sistema já foi utilizado em tratamentos para outros vírus, como o HIV, o Ebola ou a MERS.

Sunney Xie afirma que o tratamento poderá estar disponível antes do fim do ano, a tempo de responder a um novo surto da Covid-19 no inverno.

Na Austrália e em outros países atingidos pelo novo coronavírus, já estão sendo planeados ensaios clínicos em humanos, voluntários que se ofereceram para participar nos testes, uma vez que a China regista cada vez menos casos de contágio.

O estudo que resulta desta pesquisa, publicado no último domingo na revista científica Cell, informa que a utilização de anticorpos providencia uma potencial “cura” para a doença e encurta o tempo de recuperação.

Imunização temporária

Se mais de uma centena de laboratórios se lançaram na procura de uma vacina, esta pode levar entre 12 a 18 meses até chegar ao mercado, advertiu a Organização Mundial da Saúde. Um tratamento à base de anticorpos poderá ser mais rápido para chegar ao mercado.

Na China, mais de 700 pacientes receberam o plasma de convalescença, uma técnica que, segundo as autoridades sanitárias, está produzindo «bons resultados».

Porém, admite Sunney Xie, a quantidade de plasma existente «é muito limitada». Enquanto os 14 anticorpos utilizados na pesquisa poderão ser rapidamente reproduzidos à escala global.

«Nós poderemos acabar com a pandemia com um tratamento que funcione, mesmo sem vacina», defende.

Fonte: rfI Mundo

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CIÊNCIAS: PARA ALÉM DA FÍSICA POR MARCELO GLEISER

A nossa coluna CIÊNCIAS desta terça-feira trás o cientista e físico Marcelo Gleiser que tem graduação em Física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1981), mestrado em Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1982) e doutorado em Física pelo King’s College London (1986) e autor de vários livros científicos. Nessa mini-palestra Marcelo Gleiser fala sobre o esforço da ciência com a união da Física Clássica com a Física Quântica para explicar a origem do Cosmos. Através de uma linguagem simples e coloquial ele explica o evento do Big Bang. Recomendo assistir esse vídeo para entender um pouco mais sobre os mistérios do universo e da criação!

Fonte:

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CIÊNCIAS: ESTUDO FEITO POR CIENTISTAS ISRAELENSES CONCLUI QUE BLOQUEIOS TÊM CONSEQUÊNCIAS MORTAIS

Três renomados pesquisadores no campo das ciências econômicas e epidemiológicas da Universidade Hebraica de Jerusalém concluíram que os bloqueios têm consequências mortais e podem gerar muitas mortes por causa da ruína econômica que é desencadeada. Que é possível controlar a epidemia sem impor tais bloqueios. Leia o artigo completo a seguir e saiba como isso pode acontecer!

Pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém concluem que países podem controlar a epidemia de coronavírus sem impor bloqueios

Segundo Gershon, Lipton e Levine, os bloqueios têm consequências mortais e as pessoas podem morrer por causa da ruína econômica que é desencadeada.

Thaís Garcia

Publicado em 17.05.2020

Prof. David Gershon, Prof. Alexander Lipton e Prof. Hagai Levine da Universidade Hebraica de Jerusalém (HU)

Uma equipe de especialistas em negócios e doenças infecciosas da Universidade Hebraica de Jerusalém (HU) divulgou um novo estudo, concluindo que Israel e outros países poderiam ter controlado a epidemia de coronavírus chinês sem impor bloqueios.

O Prof. David Gershon e o Prof. Alexander Lipton, da Escola de Negócios de Jerusalém da Universidade Hebraica, e o Prof. Hagai Levine, da Escola de Saúde Pública da Universidade Hebraica, um dos principais epidemiologistas de doenças infecciosas e médico de saúde pública, desenvolveram um modelo baseado em evidências reais e dados da vida útil da pandemia do coronavírus chinês para determinar se os países realmente precisam dos bloqueios.

“Analisamos uma abordagem para gerenciar a pandemia de covid-19 sem ‘desligar’ a economia e permanecer dentro da capacidade do sistema de saúde. Baseamos nossa análise em um modelo epidemiológico heterogêneo detalhado, que leva em consideração diferentes grupos populacionais e fases da doença, incluindo incubação, período de infecção, hospitalização e tratamento na unidade de terapia intensiva (UTI). Modelamos a capacidade de assistência médica como o número total de leitos hospitalares e de UTI para todo o país”, dizem os pesquisadores no estudo.

Com base em seu modelo, eles determinaram que, se um país tomar medidas precocemente como de higiene, distanciamento social, período de quarentena de 14 dias e testes para qualquer pessoa com sintomas, poderia evitar bloqueios durante toda a pandemia, desde que o número de leitos de UTIs por milhão esteja acima do limite de cerca de 100. Quanto mais leitos hospitalares tiver na UTI de um país, menor a probabilidade de seu sistema de saúde ficar sobrecarregado e exigir um bloqueio.

Nos caso de países em que o número total de leitos de UTIs é inferior a limiar, os resultados dos cenários de quarentena total e parcial são quase idênticos, tornando desnecessário “desligar” toda a economia. Basta um período limitado de quarentena para grupos específicos de alto risco da população, enquanto o restante da economia pode permanecer operacional, segundo o estudo.

Os pesquisadores explicam no estudo que as pandemias atacam apenas uma porção muito específica de uma certa população. Os governos devem se concentrar em proteger aqueles de alto risco, enquanto os de baixo risco podem continuar trabalhando e manter a economia funcionando.

Em teoria, as autoridades podem deter uma epidemia colocando em quarentena toda a população por um período prolongado, desde que essa quarentena seja tecnicamente viável. No entanto, o preço econômico e social dessa quarentena é alto demais, sem mencionar sua natureza decisivamente medieval, dizem os pesquisadores.

Quando eles testaram o modelo em Israel, descobriram que, mesmo no pior cenário, o número de leitos de UTIs necessários para todo o país não excederia os 600. Antes do início do surto, havia pelo menos 2.000 leitos. Portanto, a política de bloqueio era desnecessária e poderia ter sido substituída por boas práticas de higiene, distanciamento social de membros de alto risco da população e testes, e quarentena daqueles que apresentam sintomas, afirma a equipe do estudo.

Além disso, com base na taxa de infecção que Israel tinha antes do bloqueio, Israel nunca teria chegado a uma situação em que há um sobrecarga do sistema de saúde, de acordo com o estudo.

Segundo os pesquisadores, a taxa de infecção em Israel é muito baixa para sobrecarregar os hospitais do país, porque o nível de preocupação com a doença é alto e a reação natural da população é de cuidadosa a super-cuidadosa quando se trata de pessoas que estão no grupo de alto risco.

Os pesquisadores apontam no estudo para países como Suécia, Cingapura, Taiwan e Coreia do Sul, que nunca tiveram lockdowns. Em vez disso, eles implementaram políticas de higiene precoce para garantir que os mais vulneráveis fossem protegidos. Os sistemas de saúde desses países nunca estiveram sobrecarregados, embora o número de leitos de UTI por população fosse menor que o de Israel.

Os países que impõem um bloqueio pagam um alto custo financeiro e social, de acordo com os pesquisadores. Israel, por exemplo, implementou um bloqueio rigoroso no país, e a taxa de desemprego passou de 4% para mais de 26% em questão de semanas, provocando protestos dos empresários.

O governo israelense está agora lentamente começando a diminuir as restrições, depois que o Ministério das Finanças alertou que a economia não se recuperaria do impacto econômico que o bloqueio está causando no país.

Em vez de bloqueios, os pesquisadores acreditam que os governos deveriam solicitar à população que se comporte de maneira responsável e mantenha todas as medidas de higiene.

Segundo os pesquisadores Gershon, Lipton e Levine, os bloqueios têm consequências mortais e as pessoas podem morrer por causa da ruína financeira e econômica que são desencadeadas.

Por causa dos bloqueios, serão vistas em muitas áreas não previstas as consequências, como por exemplo, um aumento na violência doméstica, abuso de drogas, crimes e suicídios.

Em abril, a mídia israelense informou que um comerciante de tradição no famoso mercado Mahane Yehuda de Jerusalém cometeu suicídio devido às dificuldades financeiras causadas pelas medidas de bloqueio.

A equipe de pesquisadores da HU planeja levar seus estudos mais longe e analisar quantas vítimas o bloqueio deixará.

O estudo publicado não pode mudar o passado, mas é um aviso para o futuro, caso uma segunda onda de coronavírus chinês aconteça novamente.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

Fonte: Conexão Política

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CIÊNCIAS: EPIDEMIOLOGISTA ALEMÃO AFIRMA QUE MEDIDAS DE BLOQUEIO MATAM MAIS QUE O PRÓPRIO CORONAVÍRUS

Caro(a) leitor(a),

O artigo que estamos publicando na coluna OPINIÃO desta tarde de quarta-feira é de suma importância porque trata-se da OPINIÃO de um epidemiologista alemão, Gérard Krause, que é a favor da flexibilização do isolamento social, principalmente em países terceiro mundistas. O que chama a atenção é o estudo científico apresentado por ele e sua equipe que apontam o contrário do que a comunidade científica vem defendendo: medidas de bloqueio matam mais que o próprio coronavírus! Então convido você a ler o artigo completo a seguir e entender como se chegou a essa conclusão!

Medidas de bloqueio matam mais que o próprio coronavírus, diz epidemiologista alemão

Thaís Garcia

Publicado em 13.05.2020

ZDFheute

Não apenas a economia alerta para as consequências das medidas anticoronavírus: o epidemiologista alemão, Gérard Krause, teme que elas possam levar a mais mortes do que o próprio vírus.

Gérard Krause é Chefe de Epidemiologia no Centro Helmholtz de Pesquisa de Infecções, em Braunschweig.

“Com a ajuda da epidemiologia, investigamos os efeitos dos patógenos na população. Isso nos permite identificar a ocorrência de infecções em um estágio inicial, desenvolver medidas para proteger as pessoas contra infecções e examinar a eficácia dessas medidas” – é assim que ele descreve seu trabalho.

Em 29 de março, o epidemiologista alemão concedeu uma entrevista ao programa “heute jornal” da ZDFheute, e avaliou as medidas de bloqueios tomadas pela Alemanha.

Gérard Krause disse que as medidas sociais tomadas deveriam ser pelo as mais baixas e pelo tempo mais curto possível, porque elas podem causar mais doenças e mortes do que o próprio coronavírus.

“Embora meu foco esteja nas doenças infecciosas, acredito que é imperativo considerar o impacto em outras áreas da saúde e da sociedade. Como sociedade, não devemos nos concentrar apenas nas vítimas do coronavírus”, disse o epidemiologista.

Efeitos

Krause afirmou que o desemprego, por exemplo, causa doenças e até aumenta a mortalidade. Também disse que pode levar as pessoas ao suicídio. Restringir a liberdade de circulação, provavelmente, terá um impacto negativo adicional na saúde pública, segundo o epidemiologista.

“Não é tão fácil calcular essas consequências diretamente, mas elas ainda acontecem e podem ser mais graves do que as consequências das próprias infecções”, afirmou Krause.

Consequências globais

Krause acredita que na Alemanha, sua impressão é que ficarão bem protegidos porque são um país rico. Mas ele teme os efeitos em outros países que ainda não são realmente previsíveis.

“Tenho muito contato profissional com colegas da África e da América do Sul, e as estruturas sociais são muito mais frágeis, existem muitas pessoas que realmente vivem do sustento de cada dia, se não podem trabalhar, isso significa escassez imediata de suprimentos para famílias, com as consequências correspondentes para a saúde”, explica Krause.

Medidas atuais são muito extensas

A respeito das medidas de bloqueios atuais serem muito extensas, Krause disse que não quer presumir ter uma visão melhor do que os outros. Mas ele enfatiza que é importante sempre ficar de olho nos efeitos negativos e, portanto, afrouxar essas medidas desde o início. Segundo ele, é preciso ter cuidado para não tomar ações excessivas diante da situação, o que pode causar mais danos do que a própria infecção.

“Porque os efeitos podem ser muito mais abrangentes do que estamos discutindo atualmente, e também podem ser prolongados e afetar outros valores e bens muito importantes, não apenas a saúde”, disse Krause.

Conhecimentos científicos

Em relação a conhecimentos científicos, Krause afirma que teremos novos instrumentos adicionais à mão.

“Em breve teremos mais conhecimento sobre os grupos de risco. Isso está chegando muito, muito rapidamente e tem ocorrido muito trabalho nisso, e agora dará frutos”, afirmou Krause.

Segundo Krause, tudo isso ajudará a reduzir essas medidas muito rígidas e a fortalecer e manter as medidas focadas e direcionadas, que também têm um efeito muito mais direto.

“Esperamos que em breve possamos usar uma ‘caixa de ferramentas’ muito mais direcionada e menos indesejável”, disse o epidemiologista.

Krause acredita que o foco deve ser em medidas direcionadas, que são a proteção da equipe médica e dos grupos de risco, ou seja, das pessoas que têm doenças graves.

De acordo com Krause, o isolamento no sentido de proteger contra riscos de infecção – como o conhecemos para alguns tipos de câncer –  deve ser feito.

“Isso nem sempre é fácil, mas não deve ser confundido com o isolamento dessas pessoas do meio ambiente. Há também maneiras de atenuar esses efeitos indesejáveis ​​do isolamento. Penso, por exemplo, nos lares dos idosos, na geriatria. Penso em pessoas que são atendidas pelo atendimento domiciliar. Elas precisam ser protegidas, não às suas custas, mas para sua proteção”, afirmou Krause.

Krause afirma que protegendo os grupos de risco, as restrições de saída podem ser relaxadas novamente.

“Eu gostaria de falar de uma mudança de foco. Acredito que devemos concentrar nossa atenção e recursos na proteção de grupos de risco e que devemos tentar afrouxar essas restrições e fechamentos gerais de saída o mais rápido possível. Devemos estar preparados para fazê-lo cedo e com cautela ao mesmo tempo:, disse Krause.

Segundo os cálculos de especialistas, mesmo que os grupos de risco sejam isolados, ainda haverá muito trabalho pela frente nos cuidados médicos.

“Infelizmente tenho que admitir que ainda haverá doenças e mortes entre os jovens. Também pode haver uma fase aqui na Alemanha, na qual nem todos que precisam de ventiladores possam receber o cuidado”, acredita Krause.

“Não creio que as medidas, por mais rigorosas que sejam, possam evitar isso completamente. Como sociedade, temos que entender que existem eventos naturais que não podem ser completamente desfeitos”, conclui o epidemiologista.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

Fonte: Conexão Política

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CIÊNCIAS: ISRAEL TAMBÉM ANUNCIA DESCOBERTA DE ANTICORPO CONTRA COVID-19

Na nossa coluna CIÊNCIAS desta quinta-feira trago mais uma boa notícia na área de pesquisa em busca de uma solução para a pandemia do coronavírus. É que o Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, ligado ao Ministério da Defesa, assim como os holandeses, anunciou ontem a descoberta de anticorpo para destruir coronavírus. Portanto, leia a reportagem completa a seguir e tome conhecimento dos detalhes!

Israel anuncia descoberta de anticorpo para o coronavírus

Trabalho é feito pelo Instituto para a Investigação Biotecnológica

Publicado em 05/05/2020 – 07:39 Por RTP* – JERUSALÉM

RTP - Rádio e Televisão de Portugal

O Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, do Ministério da Defesa, anunciou que desenvolveu um anticorpo para o coronavírus e que prepara a patente para depois entrar em contato com empresas farmacêuticas, com o objetivo de produzir em escala comercial.

Em comunicado, o instituto assegura que o anticorpo desenvolvido ataca e neutraliza o vírus nas pessoas doentes.

“De acordo com os pesquisadores, liderados pelo professor Shmuel Shapiro, a fase de desenvolvimento do anticorpo foi concluída”, acrescenta a nota.

O ministro da Defesa de Israel, Naftali Benet, visitou o laboratório do instituto em Nezz Ziona, ao sul de Tel Aviv, onde tomou conhecimento da pesquisa. Ele afirmou que o “anticorpo ataca o vírus de forma monoclonal” qualificando o trabalho desenvolvido como “grande conquista”.

“Estou orgulhoso do pessoal do Instituto de Biotecnologia por esse avanço. A criatividade e o pensamento judaico atingiram grande resultado”, disse o ministro na nota. O texto não especifica se foram realizados testes em seres humanos.

Altos cargos do setor da defesa e da segurança israelita disseram que a descoberta é a “primeia desse tipo em nível mundial”.

De acordo com a publicação digital Times of Israel, no mundo há cerca de uma centena de equipes de investigação à procura de uma vacina para o novo coronavírus, que provocou a pandemia, sendo que cerca de uma dezena estão, neste momento, em fase de teste em seres humanos.

Especialistas avisaram, em março, que o processo após o desenvolvimento de uma vacina em laboratório pode demorar pelo menos 18 meses.

O Instituto para a Investigação e Biotecnologia de Israel dedica-se, entre outras atividades, a investigar armas químicas, procurando antídotos contra novas substâncias.

Em março, o jornal Haaretz publicou que o centro tinha conseguido avançar nas investigações sobre a vacina, tendo o Ministério da Defesa desmentido a informação.

Em nível global, segundo balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 250 mil mortes e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Fonte: Agência Brasil

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