AUTOCONHECIMENTO: SAÚDE QUÂNTICA, UMA NOVA CULTURA EM SAÚDE

Na coluna AUTOCONHECIMENTO deste sábado trago um texto muito esclarecedor publicado no III Simpósio Internacional de Saúde Quântica e Qualidade de Vida que aborda com profundidade e seriedade a questão dependência da humanidade aos remédios que tratam apenas os sintomas esquecendo de tratar as causas e fazer a prevenção das doenças. A medicina Alopática esquece que cada organismo e diferente do outro e possui suas peculiaridades individuais. Um remédio focado apenas no sintoma jamais poderia ser utilizado genericamente para uma infinidade de pessoas, pois as substâncias ali contidas poderão atuar beneficamente em alguns pacientes, mas podem atuar maleficamente em outros. Isso é óbvio, é sabido por todos , mas a humanidade continua insistindo em não cortar o mal pela raiz e sim continuar atenuando momentaneamente o problema. Por favor leia esse artigo completo a seguir e tire suas conclusões! 

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SAÚDE QUÂNTICA – UMA NOVA CULTURA EM SAÚDE

Vivemos num momento paradoxal da história da humanidade.

Data: 21/03/2017

Por: Wallace Liimaa 

Vivemos num momento paradoxal da história da humanidade. Ao mesmo tempo em que dispomos de inúmeros conhecimentos científicos e de tecnologias médicas avançadas, bem como de uma gama de medicamentos desenvolvidos pela indústria farmacêutica, convivemos com um número alarmante de doenças crônicas como diabetes, câncer, doenças cardiovasculares e depressão, entre tantas outras. Convivemos também com a perspectiva de crescimento assustador deste quadro, de acordo com as pesquisas da organização Mundial de Saúde.
A pergunta mais comum diante dessas informações é: as doenças crônicas são realmente incuráveis como parecem ser, ou o modelo de saúde que está sendo utilizado é que é limitado para reverter essas enfermidades?
Observando os currículos dos cursos da área de saúde, constatamos que são voltados para um amplo conhecimento das enfermidades e ao combate dos sintomas a partir de medicamentos químicos. De fato, os currículos pouco contemplam uma abordagem voltada para a prevenção de doenças e a promoção de saúde. A Organização Mundial de Saúde reconhece que 80% das enfermidades têm como causa o estilo de vida e os maus hábitos alimentares. Sendo assim, perceba que parece haver uma inadequação dos conteúdos curriculares, pois os mesmos não são voltados para contemplar as causas e sim os sintomas das enfermidades.
A perspectiva da Saúde Quântica é a de que precisamos validar uma Nova Cultura em Saúde, visto que a cultura atual possui como foco as doenças e a supressão dos sintomas, mantendo intactas as suas causas.
Para isso, é necessário compreender que vivemos num universo em que tudo é energia, que possui uma qualidade vibracional associada a sua  frequência. Um alimento com agrotóxico, por exemplo, está em desequilíbrio em termos de energia e frequência, por possuir substâncias tóxicas prejudiciais ao nosso organismo. O mesmo acontece com os produtos industrializados que possuem substâncias químicas como conservantes e corantes, entre outros.
Da mesma forma, a qualidade do que pensamos e de como processamos as nossas emoções também possuem uma qualidade de energia e de frequência, de modo que quando estamos emanando vibrações de raiva, inveja, medo, tristeza e ressentimento, também estamos comprometendo o nosso corpo e mente, pois essas vibrações também provocam desarmonia no funcionamento dos nossos órgãos e debilitam o nosso sistema imunológico.
Tendo como referência a perspectiva da Saúde Quântica, imagine como seria bom ser atendido por um profissional de saúde que, ao invés de passar um mesmo medicamento para 300 pessoas com sintomas de depressão ou enxaqueca, procurasse investigar o estilo de vida dessas pessoas bem como as suas histórias pessoais, buscando orientar o indivíduo no sentido de considerar as causas que fizeram com que o corpo se fragilizasse, expressando os sintomas das enfermidades?
A perspectiva do olhar para o ser humano integral, em todas as dimensões, é a base do modelo quântico de saúde, o qual é coerente com conhecimentos ancestrais oriundos da Medicina Ayurvédica, Chinesa e Tibetana. No mundo contemporâneo, a Medicina Antroposófica, e a Homeopática também seguem esses princípios, dentro dos quais a doença passa a ser uma oportunidade do ser humano se melhorar e, de preferência, buscar meios naturais e não invasivos de cura, de modo a não agredir o seu corpo com medicamentos que, na grande maioria dos casos, possuem inúmeros efeitos colaterais prejudiciais.
Com exceção das emergências médicas, as práticas terapêuticas não invasivas, aliadas a mudança de estilo de vida e hábitos alimentares, buscam respeitar a inteligência nata do corpo e a sua capacidade de se autocurar quando colaboramos com ele.

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