NATAL E MOSSORÓ NA IMINÊNCIA DE COLAPSO DA SAÚDE PÚBLICA TEM RECOMENDAÇÃO DE LOCKDOWN POR COMITÊ CIENTÍFICO DO NORDESTE

 

Comitê Científico do Nordeste recomenda lockdown “em caráter de urgência” para Natal e Mossoró

Esta é a segunda vez que Comitê sinaliza a adoção das medidas pelas cidades potiguares

Por Redação – Publicado em 03/06/2020 às 11:48

Pessoas caminhando pelo Alecrim, em Natal

O Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Nordeste recomendou que o Governo do Rio Grande do Norte e as prefeituras de Natal e de Mossoró adotem o lockdown, a forma mais restrita de isolamento social, devido à elevação do número mortes e de internações hospitalares.Esta é a segunda vez que Comitê sinaliza a adoção das medidas pelas cidades potiguares. A recomendação da entidade, que é presidida pelo neurocientista Miguel Nicolelis, também defende o isolamento mais restrito nas cidades de Campina Grande, na Paraíba, e de Arapiraca e São Miguel dos Campos, em Alagoas.

Segundo o Comitê, a recomendação é para a implementação “em caráter de urgência” do regime de isolamento social rígido para as cidades de Natal e Mossoró. “Considerando-se a situação grave de falta de leitos na região metropolitana de Natal, este Comitê também passa a monitorar esta região com mais ênfase, a partir desta data”, pontuou o relatório sobre a situação potiguar, que foi publicado no dia 1º.

De acordo com o Comitê, os números de casos e óbitos continuam aumentando por todo o Nordeste, e em nenhum Estado o pico da doença foi atingido até hoje. Esse fato confirma a projeção de que em nenhum Estado o pico seria atingido antes do mês de junho. A entidade aponta que a evolução dos casos da Covid-19 no Nordeste segue dobrando a cada período entre 5 a 9 dias.

A preocupação dos cientistas é sobre as discussões relacionadas com a flexibilização das medidas de isolamento nas cidades do Nordeste. “Este Comitê continua mantendo a posição de que ainda não é o momento propício de flexibilizar as medidas de isolamento social, uma vez que o pico da epidemia da Covid-19 não foi atingido em nenhum Estado da Região Nordeste”, trouxe o documento.

A recomendação do Comitê, publicada na última segunda-feira (1º), também aponta para o isolamento social mais rígido nas cidades de Imperatriz, no Maranhão, e Aracaju, em Sergipe.

Além do lockdown, o Comitê defende o banimento do uso da cloroquina no tratamento de casos de Covid-19. A entidade recomenda que todas as secretarias estaduais e municipais do Nordeste removam de seus protocolos de profilaxia ou tratamento para o SARS-CoV-2 o uso da cloroquina ou hidroxicloroquina, sozinha ou acompanhada de outras drogas, em qualquer fase do acometimento da doença.

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SAÚDE PÚBLICA: GOVERNO RUSSO PRETENDE COMEÇAR A MINISTRAR O ANTIVIRAL AVIFAVIR A PARTIR DE 11 DE JUNHO

Antiviral é anunciado pelo governo russo

Reuters

01 de Junho de 2020 às 08:04

Profissional de saúde segura bandeja com amostras para testesOs hospitais russos podem começar a dar o medicamento antiviral, registrado sob o nome Avifavir, a pacientes a partir de 11 de junho.

A Rússia vai começar a ministrar seu primeiro medicamento aprovado para o tratamento da Covid-19 na próxima semana (8), Uma medida que espera facilitar as tensões no sistema de saúde e acelerar o retorno à vida economica.

Os hospitais russos podem começar a dar a pacientes o medicamento antiviral, registrado sob o nome Avifavir,a partir de 11 de junho, diz o chefe da RDIF [Fundo Direto de Investimento] na Rússia. Ele falou que a empresa por trás do medicamento fabricaria o suficiente para tratar cerca de 60.000 pessoas por mês.

Atualmente, não existe vacina para a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, e os testes em humanos de vários medicamentos antivirais que já existentes ainda não demonstraram eficácia.

Um novo remédio antiviral da Gilead chamado Remdesivir mostrou alguma promessa em pequenos testes contra a Covid-19 e está sendo oferecido a pacientes por alguns países sob regras de uso compassivo ou emergencial.

O Avifavir, conhecido genericamente como Favipiravir, foi desenvolvido pela primeira vez no final dos anos 90 por uma empresa japonesa comprada mais tarde pela Fujifilm ao entrar na área da saúde.

O chefe do RDIF, Kirill Dmitriev, disse que os cientistas russos modificaram o medicamento para aprimorá-lo e afirmou que Moscou estará pronta para compartilhar os detalhes dessas modificações em duas semanas.

O Japão está testando a mesma droga, conhecida como Avigan. Ele ganhou prestígio do primeiro-ministro Shinzo Abe e US $ 128 milhões em financiamento do governo, mas ainda não foi aprovada para uso.

O avifavir apareceu no sábado (30) na lista do governo russo de medicamentos aprovados.

Processo acelerado

Dmitriev disse que os ensaios clínicos do medicamento foram realizados com 330 pessoas e mostraram que o vírus foi tratado com sucesso na maioria dos casos, em quatro dias.

Os testes devem ser concluídos em cerca de uma semana, disse ele, mas o Ministério da Saúde aprovou o uso do medicamento em um processo acelerado especial e a fabricação começou em março.

Os ensaios clínicos para testar medicamentos de eficácia geralmente levam muitos meses, mesmo quando acelerados, e envolvem um grande número de pacientes designados aleatoriamente que recebem o remédio que está sendo testado – ou um controle ou placebo.

O sucesso em ensaios de pequena escala e em estágio inicial não é garantia de sucesso em estudos posteriores e mais abrangentes.

Um estudo publicado em maio, por exemplo, vinculou a droga hidroxicloroquina antimalárica, que o presidente dos EUA, Donald Trump, diz que está tomando e incentivando seu uso, a um risco aumentado de morte em pacientes com a Covid-19 hospitalizados.

Dmitriev disse que a Rússia conseguiu reduzir os prazos dos testes porque o medicamento genérico japonês, no qual o Avifavir se baseia, foi registrado pela primeira vez em 2014 e passou por testes significativos antes que os especialistas russos o modificassem.

“Acreditamos que isso é um divisor de águas. Isso reduzirá a tensão no sistema de saúde, teremos menos pessoas entrando em uma condição crítica”, disse Dmitriev. “Acreditamos que a droga é a chave para retomar a atividade econômica completa na Rússia”.

Com 414.878 casos, a Rússia tem o terceiro maior número de infecções no mundo depois do Brasil e dos Estados Unidos, mas tem um número oficial de mortes relativamente baixo de 4.855 – algo que tem sido o foco do debate.

O RDIF, que detém uma participação de 50% no fabricante do medicamento ChemRar, financiou os testes e outros trabalhos com seus parceiros, no valor de cerca de 300 milhões de rublos (R$ 23 milhões), disse Dmitriev, que explicou que os custos para a Rússia eram muito mais baixos por causa do trabalho de desenvolvimento anterior realizado no Japão.

Fonte: CNN

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SAÚDE: UM ESTUDO DA UNIVERSIDADE DA CALIFÓRNIA APONTA QUE BENEFÍCIO DO JEJUM INTERMITENTE VAI ALÉM DE EMAGRECER

Um novo estudo Salk Institute e da Escola de Medicina Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, revela outros benefícios do jejum intermitente, como: reduzir os sintomas e ajudar nas doenças decorrentes de quem sofre com a síndrome metabólica, como a pressão arterial e colesterol altos. Leia o artigo completo e saiba quais são esses benefícios!

Jejum intermitente ajuda a emagrecer? Saiba as vantagens e riscos ...

Benefício do jejum intermitente vai além de emagrecer, diz estudo

Comer com intervalos maiores de tempo pode prevenir e tratar doenças da síndrome metabólica

Em 12/12/2019

nutVeja os benefícios do jejum intermitente – Créditos: Cozine/Shutterstock

Novo estudo do Salk Institute e da Escola de Medicina Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, revelou outros benefícios do jejum intermitente, além de perder peso e gordura: reduzir os sintomas e ajudar nas doenças decorrentes de quem sofre com a síndrome metabólica, como a pressão arterial e colesterol altos.

De acordo com os resultados publicados na revista científica Cell Metabolism, a dieta realizada dentro de um intervalo de cerca de 10 horas (com 14 horas de jejum), quando aliada ao tratamento médico adequado, auxilia no tratamento e prevenção das condições que levam ao desenvolvimento de doença cardíaca e diabetes tipo 2.

“Descobrimos que a combinação de alimentos com restrição de tempo e medicamentos pode dar aos pacientes com síndrome metabólica a capacidade de gerenciar melhor sua doença”, diz Satchidananda Panda, co-autor e professor correspondente no Laboratório de Biologia Regulatória de Salk, ao site Science Daily.

Efeitos do jejum intermitente

Isso acontece porque esse tipo de restrição alimentar ajuda a regular o ritmo circadiano (relógio biológico), que é constituído pelos ciclos de processos biológicos de 24 horas que afetam quase todas as células do corpo. E cada vez mais, os cientistas estão descobrindo que padrões alimentares irregulares podem atrapalhar esse sistema e gerar problemas de saúde.

Mas ao “comer e beber tudo (exceto água) dentro de uma janela consistente de 10 horas seu corpo consegue descansar e se restaurar por 14 horas à noite. Ele também pode prever quando você comerá, e assim, pode se preparar para otimizar o metabolismo”, diz Emily Manoogian, co-autora do artigo.

O método pode ser uma alternativa para quem já possui alguma dessas condições, já que intervenções no estilo de vida, como adotar uma alimentação saudável e aumentar a frequência de atividade física, são difíceis de manter e, mesmo quando combinadas com medicamentos, muitas vezes são insuficientes para gerenciar completamente a doença.

“Ao contrário da contagem de calorias, a ingestão de alimentos com restrição de tempo é uma intervenção dietética simples de incorporar, e descobrimos que os participantes conseguiram manter a programação alimentar”, aponta Emily. Além disso, manter horários regulares para se alimentar também ajuda a evitar os riscos.

Outros benefícios

O estudo piloto incluiu 19 participantes diagnosticados com síndrome metabólica que relataram comer durante um intervalo de tempo superior a 14 horas por dia. Além disso, 84% deles estavam tomando pelo menos um medicamento, como estatinas ou uma anti-hipertensivos.

Eles usaram o aplicativo myCircadianClock, do laboratório Panda, para registrar quando e o que comeram durante um período inicial de duas semanas, seguido pela intervenção alimentar de três meses e 10 horas com restrição de tempo.

Para reduzir a ingestão de alimentos para a janela de 10 horas, a maioria dos participantes atrasou sua primeira refeição e avançou sua última refeição todos os dias, para que as refeições não fossem ignoradas.

Ninguém relatou efeitos adversos durante a intervenção. E, no geral, os participantes experimentaram melhora no sono, além de uma redução de 3-4% no peso corporal, índice de massa corporal (IMC), gordura abdominal e circunferência da cintura.

“A adaptação deste período de 10 horas de alimentação restrita é um método fácil e econômico para reduzir os sintomas da síndrome metabólica e melhorar a saúde”, acrescenta Pam Taub, co-autora.

Mas vale ressaltar que o método precisa ser acompanhado por um especialista e nem sempre é indicado para todas as pessoas.

Como funciona o jejum intermitente

conselhos para o jejum intermitente dar certo

Jejum intermitente pode prolongar a vida, diz estudo

erros no jejum intermitente mais comuns

Fonte: Minha Vida

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SAÚDE: ZINCO O MINERAL QUE AUMENTA A IMUNIDADE E A TESTOSTERONA!

O Dr. Marco Menelau é o destaque desta quinta-feira na coluna SAÚDE com uma mini-palestra sobre uma importante substância para uma saúde perfeita. Você vai saber tudo sobre o zinco, o mineral que aumenta a imunidade e a testosterona, principalmente em tempos de Covid-19 que todos precisamos estar com nossa imunidade em alta!

Fonte:

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NÚMERO DE INFECTADOS POR CORONAVÍRUS NO RN AUMENTA SEIS VEZES EM UM MÊS

Número de infectados por coronavírus aumenta 563% em um mês no RN

Em um mês, o número de infectados pelo novo coronavírus aumentou mais de seis vezes no Rio Grande do Norte – passando de 825 casos registrados para 5.472. O crescimento é de 563%. Os dados são dos boletins epidemiológicos divulgados no dia 26 de abril e este 26 de maio. Neste mesmo período, o estado registrou um aumento, em cinco vezes, do número de mortes – passando de 44 registradas no dia 26 de abril para 220 nesta terça-feira (26). Já o número de pacientes recuperados aumentou de 289 para 1.410 – um aumento de quase cinco vezes (387%). Mais detalhes aqui em reportagem do G1-RN.

Fonte: Blog do BG
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DR. ZELENKO DEFENSOR DA HIDROXICLOROQUINA DIZ QUE SE NÃO FOSSE A POLITIZAÇÃO CRISE GLOBAL JÁ TERIA ACABADO

CORONAVÍRUS

Dr. Zelenko sobre a hidroxicloroquina: “Dependendo da vontade política e da política, poderíamos mudar isso e acabar com a crise global”

publiado 3 horas atrás

 

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Ao longo da pandemia de Coronavírus chinês, um aspecto da narrativa dominante permaneceu consistente: “não há tratamento para a COVID-19”. Portanto, foi ordenado por decretos de governos que todos fiquem trancados em suas casas, que o comércio (com algumas exceções) fechem as portas, e que a vida seja restrita tanto quanto possível.

Muito disso é perigoso e sem precedentes e, em parte, é baseado em uma completa mentira. A noção de que não há tratamento disponível para a COVID-19 simplesmente não é verdadeira, pois vários médicos, no Brasil, Estados Unidos e no exterior desenvolveram protocolos de tratamento que, segundo eles, estão funcionando. Entre eles está o Dr. Vladimir Zelenko, médico na cidade de Nova York, nos EUA.

O Dr. Zelenko ganhou fama internacional por seu trabalho no tratamento de pacientes com COVID-19 com um tratamento composto pela hidroxicloroquina, azitromicina, e zinco. Fortemente promovido desde o início pelos presidentes Bolsonaro e Trump, mas criticado pela grande mídia e politizado quase até a extinção nos Estados Unidos e no Brasil, o tratamento administrado pelo Dr. Zelenko parece ter tido um sucesso notável.

Em uma entrevista ao The New American, em 14 de maio, o Dr. Zelenko fala sobre sua decisão de seguir o curso do tratamento composto por hidroxicloroquina, azitromicina, e zinco, que têm mostrado sua eficácia em salvar vidas de pacientes infectados pelo coronavírus chinês.

“Comecei a estudar a ciência básica de como esse vírus funciona”, disse Zelenko na entrevista em vídeo disponibilizada no YouTube.

“Assim como todos os vírus, um vírus não pode se replicar ou crescer por conta própria, precisa entrar na célula e, quando entra, rouba os recursos da célula e usa esses recursos para se replicar e se reproduzir. E no processo de fazer isso mata a célula”, explicou Zelenko.

“Portanto, sabe-se que o zinco inibe a replicação viral e, especificamente, no citoplasma, no interior da célula existe uma enzima … e é usada pelo vírus para fazer cópias de seu material genético, que produz mais vírus. Portanto, esta enzima é essencial para o crescimento viral. Acontece que o zinco inibe essa enzima, desativa a enzima e torna muito difícil, se não impossível, o crescimento do vírus. O problema que temos com o zinco é que ele não entra na célula porque é como óleo e água. O zinco é um íon com carga positiva que é dissolvido no plasma e a membrana celular é essencialmente colesterol – é composta essencialmente por uma bicamada fosfolipídica. Então, o que é isso, é óleo e água. Portanto, embora o zinco seja eficaz contra o crescimento viral, ele não pode entrar no local onde está o vírus. Então, o que a hidroxicloroquina faz? Nesse caso, nada mais é do que abrir uma porta, um canal, um canal de transporte de zinco, é chamado ionóforo de zinco e permite que o zinco passe de fora da célula para o citoplasma, para dentro da célula. É tudo o que faz”, disse Zelenko.

Há pesquisas, no entanto, que indicam que a cloroquina / hidroxicloroquina pode ter propriedades antivirais diretas. Em um estudo publicado na revista Antiviral Research, em maio, os pesquisadores Franck Touret, de Aix Marseille Université, e Xavier de Lamballerie, da Émergence des Pathologies Virales, observaram: “A atividade antiviral in vitro da cloroquina foi identificada desde o final dos anos 60 e o crescimento de muitas espécies diferentes de vírus pode ser inibido na cultura celular tanto pela cloroquina quanto pela hidroxicloroquina, incluindo o coronavírus SARS”.

Importância do tratamento precoce

Com a replicação viral aparentemente inibida pelo protocolo de tratamento do Dr. Zelenko, a doença é retardada em sua progressão ou possivelmente impedida de progredir completamente. É importante ressaltar, no entanto, de acordo com o Dr. Zelenko, o tratamento precisa começar cedo, antes que o vírus se replique a tal ponto que seu crescimento não possa mais ser inibido com sucesso.

“Quanto mais cedo você lida com isso, mais fácil é tratá-lo”, observou Zelenko, apontando que isso está de acordo com a prática médica normal, que geralmente recomenda que é melhor detectar e tratar problemas no início de sua progressão.

Na entrevista, o Dr. Zelenko observou que os pacientes com sintomas devem procurar um médico mais cedo e que seus sintomas devem levar ao tratamento imediatamente, mesmo antes da obtenção dos resultados do teste para a confirmação da COVID-19.

“A chave é iniciar o tratamento no dia 4 ou 5, imediatamente, mesmo antes de você obter os resultados do teste”, enfatizou. “Vou lhe dizer o porquê: porque leva três dias para obter os resultados do teste. Se você vier ao meu consultório no dia cinco, eu faço o teste e espero até o dia oito para que você obtenha o resultado; nesse momento o vírus está fora de controle, então ficamos ‘atados’. Se tivéssemos um teste que pudesse ser feito no consultório e obter resultados precisos imediatamente, isso seria diferente, mas não temos. Então, o que acontece é que, quando vemos um paciente, temos uma janela de oportunidade muito estreita para iniciar o tratamento e nos livrar desse vírus mais cedo.”

Protocolo do Dr. Zelenko em Honduras, Brasil, Israel

Reagindo aos críticos que caracterizaram os resultados obtidos com seu protocolo de tratamento como “anedóticos” e, portanto, insuficientes, o Dr. Zelenko apontou que nações inteiras obtiveram sucesso quando o protocolo foi utilizado.

“Todo o país de Honduras, por exemplo, tem usado meu protocolo”, ressaltou. “Eu realmente os montei. O ministério da saúde deles, o presidente, me procuraram há algumas semanas. Eu os ajudei a desenvolver o protocolo. Eles chegaram a falar com o presidente Trump, se você se lembra, e o presidente fez uma declaração durante uma entrevista coletiva que falou com o presidente da Honduras e eles estão vendo resultados notáveis ​​do uso essencialmente do meu protocolo. Número 1, esse é um país inteiro. Então, se você olhar para o Brasil, e pela forma como falei com o ministério da saúde do Brasil e talvez falarei hoje [14 de maio] com o Presidente do Brasil, me pediram essencialmente para liderar ou colaborar com a resposta brasileira do Covid-19, e eu estou no processo de fazê-lo. Mas eles têm um sistema médico, subsistema, chamado Prevent, e esse sistema trata cerca de um milhão de pessoas, tratou mil pacientes com uma variação do meu protocolo e constatou uma redução de 95% nas hospitalizações.”, disse Zelenko.

Além disso, ele apontou para a nação de Israel e comparou os resultados lá com a situação na cidade de Nova York.

“Se você olhar para o país de Israel, que ajudei a definir a política deles – é uma nação de 9 milhões de pessoas e é essencialmente o mesmo tamanho da cidade de Nova York em população- eles tiveram 280 mortes. Compare isso com Nova York, que também é de cerca de 9 milhões de pessoas, e as mortes são de até 15.000”, disse Zelenko.

De fato, em 18 de maio, Israel viu 272 mortes em mais de 16.000 casos, com mais de 13.000 recuperados, de acordo com o Worldeters.info. Isso apesar do fato de que os especialistas previram muito, muito pior. Segundo o Haaretz, o modelo que foi “um dos principais documentos que influenciou os formuladores de políticas” no país previa entre 8.600 e 21.000 mortes em Israel.

Tratamento precoce com HCQ para limitar impacto social

Os resultados de saúde obtidos pelo Dr. Zelenko e outros no uso da hidroxicloroquina no tratamento da COVID-19 sugerem fortemente que estudos apropriados sobre a HCQ e protocolos baseados nela para o tratamento da COVID-19 devam ser conduzidos para determinar detalhes de eficácia e meios de ação do medicamento.

Em sua entrevista ao The New American, o Dr. Zelenko afirmou que ele está trabalhando com pesquisadores de um estudo que será publicado em revistas especializadas em algum momento.

Para o Dr. Zelenko, estamos agora em um ponto importante em que o tratamento bem-sucedido da COVID-19 pode fazer uma diferença significativa no resultado da sociedade como um todo. Uma segunda onda do vírus, segundo ele, é provável e, quando surgir, a resposta correta será “tratar alguém cedo e prevenir a população de alto risco” para limitar o impacto.

Em conclusão, ele disse ao The New American: “Estamos agora em um momento crucial da história, onde, dependendo da vontade política e da política, poderíamos mudar isso e acabar com a crise global”.

Fonte: Conexão Política

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SAÚDE: DESCUBRA OS BENEFÍCIOS DO WHEY PROTEIN E SE VOCÊ REALMENTE PRECISA TOMAR

Neste domingo temos mais uma palestra do Dr. Samuel Dalle Laste na nossa coluna SAÚDE. Desta vez o destaque é o WHEY PROTEIN. Uma substância bem polêmica que muita gente trata como suplemento, mas não é suplemento. Por esse e por outros enganos convido você a assistir o vídeo completo a seguir e saiba quando, como e quanto tomar dessa proteína! 

Fonte:

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SAÚDE: QUER MELHORAR A PRESSÃO ALTA? DESINFLAME SEU CORPO PRIMEIRO!

Nesta quinta-feira temos mais uma mini-palestra do Dr. Marco Menelau na nossa coluna SAÚDE. Desta vez o destaque é a “pressão alta”, que o nosso palestrante vai lhe informar como evitar, através do processo de desinflamação. Portanto não perca esse excelente vídeo, pois se trata de melhoria da sua qualidade de vida!

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SAÚDE: O SEGREDO DE UMA SUPER SAÚDE!

Nesta sexta-feira temos mais uma mini-palestra do Dr. Marco Menelau na coluna SAÚDE. Desta vez o destaque é “Dormir mais e melhor! O segredo para conquistar uma super saúde”! Aqui o renomado médico dá dicas e ensina como melhorar a qualidade do seu sono através de uma alimentação e suplementação mais saudável. Assista ao vídeo e tire suas dúvidas sobre o assunto!

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