CIÊNCIAS: PESQUISADORES CHINESES DESENVOLVEM REMÉDIO CAPAZ DE CURAR PESSOAS INFECTADAS PELA COVID-19

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Covid-19: A China diz ter resposta

Pesquisadores chineses garantem que estão desenvolvendo um medicamento capaz de curar as pessoas infectadas pela Covid-19 e oferece a imunidade temporária contra o vírus.

Enquanto uma centena de laboratórios mundiais rivalizam na busca incessante de uma vacina contra o novo coronavírus, na China pesquisadores garantem que estão desenvolvendo um medicamento capaz de curar as pessoas infectadas pela Covid-19 e de oferecer a imunidade temporária contra o vírus.

A notícia foi anunciada à Agence France Presse pelo diretor do Centro de Inovação Avançada de Genoma da Universidade de Pequim. Sunney Xie explica, o medicamento conseguiu demonstrar que o medicamento foi bem-sucedido em testes com ratos.

«Depois de termos injetado, durante cinco dias, anticorpos neutralizantes em ratos a carga viral foi reduzida por um fator de 2.500. Isto significa que este medicamento tem potencial, tem um efeito terapêutico», refere.

O medicamento usa anticorpos produzidos pelo sistema imunológico humano de 60 pacientes recuperados depois da Covid-19. É uma nova abordagem na procura de potenciais soluções para combater o novo coronavírus. Todavia, o sistema já foi utilizado em tratamentos para outros vírus, como o HIV, o Ebola ou a MERS.

Sunney Xie afirma que o tratamento poderá estar disponível antes do fim do ano, a tempo de responder a um novo surto da Covid-19 no inverno.

Na Austrália e em outros países atingidos pelo novo coronavírus, já estão sendo planeados ensaios clínicos em humanos, voluntários que se ofereceram para participar nos testes, uma vez que a China regista cada vez menos casos de contágio.

O estudo que resulta desta pesquisa, publicado no último domingo na revista científica Cell, informa que a utilização de anticorpos providencia uma potencial “cura” para a doença e encurta o tempo de recuperação.

Imunização temporária

Se mais de uma centena de laboratórios se lançaram na procura de uma vacina, esta pode levar entre 12 a 18 meses até chegar ao mercado, advertiu a Organização Mundial da Saúde. Um tratamento à base de anticorpos poderá ser mais rápido para chegar ao mercado.

Na China, mais de 700 pacientes receberam o plasma de convalescença, uma técnica que, segundo as autoridades sanitárias, está produzindo «bons resultados».

Porém, admite Sunney Xie, a quantidade de plasma existente «é muito limitada». Enquanto os 14 anticorpos utilizados na pesquisa poderão ser rapidamente reproduzidos à escala global.

«Nós poderemos acabar com a pandemia com um tratamento que funcione, mesmo sem vacina», defende.

Fonte: rfI Mundo

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CIÊNCIAS: PARA ALÉM DA FÍSICA POR MARCELO GLEISER

A nossa coluna CIÊNCIAS desta terça-feira trás o cientista e físico Marcelo Gleiser que tem graduação em Física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1981), mestrado em Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1982) e doutorado em Física pelo King’s College London (1986) e autor de vários livros científicos. Nessa mini-palestra Marcelo Gleiser fala sobre o esforço da ciência com a união da Física Clássica com a Física Quântica para explicar a origem do Cosmos. Através de uma linguagem simples e coloquial ele explica o evento do Big Bang. Recomendo assistir esse vídeo para entender um pouco mais sobre os mistérios do universo e da criação!

Fonte:

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CIÊNCIAS: ESTUDO FEITO POR CIENTISTAS ISRAELENSES CONCLUI QUE BLOQUEIOS TÊM CONSEQUÊNCIAS MORTAIS

Três renomados pesquisadores no campo das ciências econômicas e epidemiológicas da Universidade Hebraica de Jerusalém concluíram que os bloqueios têm consequências mortais e podem gerar muitas mortes por causa da ruína econômica que é desencadeada. Que é possível controlar a epidemia sem impor tais bloqueios. Leia o artigo completo a seguir e saiba como isso pode acontecer!

Pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém concluem que países podem controlar a epidemia de coronavírus sem impor bloqueios

Segundo Gershon, Lipton e Levine, os bloqueios têm consequências mortais e as pessoas podem morrer por causa da ruína econômica que é desencadeada.

Thaís Garcia

Publicado em 17.05.2020

Prof. David Gershon, Prof. Alexander Lipton e Prof. Hagai Levine da Universidade Hebraica de Jerusalém (HU)

Uma equipe de especialistas em negócios e doenças infecciosas da Universidade Hebraica de Jerusalém (HU) divulgou um novo estudo, concluindo que Israel e outros países poderiam ter controlado a epidemia de coronavírus chinês sem impor bloqueios.

O Prof. David Gershon e o Prof. Alexander Lipton, da Escola de Negócios de Jerusalém da Universidade Hebraica, e o Prof. Hagai Levine, da Escola de Saúde Pública da Universidade Hebraica, um dos principais epidemiologistas de doenças infecciosas e médico de saúde pública, desenvolveram um modelo baseado em evidências reais e dados da vida útil da pandemia do coronavírus chinês para determinar se os países realmente precisam dos bloqueios.

“Analisamos uma abordagem para gerenciar a pandemia de covid-19 sem ‘desligar’ a economia e permanecer dentro da capacidade do sistema de saúde. Baseamos nossa análise em um modelo epidemiológico heterogêneo detalhado, que leva em consideração diferentes grupos populacionais e fases da doença, incluindo incubação, período de infecção, hospitalização e tratamento na unidade de terapia intensiva (UTI). Modelamos a capacidade de assistência médica como o número total de leitos hospitalares e de UTI para todo o país”, dizem os pesquisadores no estudo.

Com base em seu modelo, eles determinaram que, se um país tomar medidas precocemente como de higiene, distanciamento social, período de quarentena de 14 dias e testes para qualquer pessoa com sintomas, poderia evitar bloqueios durante toda a pandemia, desde que o número de leitos de UTIs por milhão esteja acima do limite de cerca de 100. Quanto mais leitos hospitalares tiver na UTI de um país, menor a probabilidade de seu sistema de saúde ficar sobrecarregado e exigir um bloqueio.

Nos caso de países em que o número total de leitos de UTIs é inferior a limiar, os resultados dos cenários de quarentena total e parcial são quase idênticos, tornando desnecessário “desligar” toda a economia. Basta um período limitado de quarentena para grupos específicos de alto risco da população, enquanto o restante da economia pode permanecer operacional, segundo o estudo.

Os pesquisadores explicam no estudo que as pandemias atacam apenas uma porção muito específica de uma certa população. Os governos devem se concentrar em proteger aqueles de alto risco, enquanto os de baixo risco podem continuar trabalhando e manter a economia funcionando.

Em teoria, as autoridades podem deter uma epidemia colocando em quarentena toda a população por um período prolongado, desde que essa quarentena seja tecnicamente viável. No entanto, o preço econômico e social dessa quarentena é alto demais, sem mencionar sua natureza decisivamente medieval, dizem os pesquisadores.

Quando eles testaram o modelo em Israel, descobriram que, mesmo no pior cenário, o número de leitos de UTIs necessários para todo o país não excederia os 600. Antes do início do surto, havia pelo menos 2.000 leitos. Portanto, a política de bloqueio era desnecessária e poderia ter sido substituída por boas práticas de higiene, distanciamento social de membros de alto risco da população e testes, e quarentena daqueles que apresentam sintomas, afirma a equipe do estudo.

Além disso, com base na taxa de infecção que Israel tinha antes do bloqueio, Israel nunca teria chegado a uma situação em que há um sobrecarga do sistema de saúde, de acordo com o estudo.

Segundo os pesquisadores, a taxa de infecção em Israel é muito baixa para sobrecarregar os hospitais do país, porque o nível de preocupação com a doença é alto e a reação natural da população é de cuidadosa a super-cuidadosa quando se trata de pessoas que estão no grupo de alto risco.

Os pesquisadores apontam no estudo para países como Suécia, Cingapura, Taiwan e Coreia do Sul, que nunca tiveram lockdowns. Em vez disso, eles implementaram políticas de higiene precoce para garantir que os mais vulneráveis fossem protegidos. Os sistemas de saúde desses países nunca estiveram sobrecarregados, embora o número de leitos de UTI por população fosse menor que o de Israel.

Os países que impõem um bloqueio pagam um alto custo financeiro e social, de acordo com os pesquisadores. Israel, por exemplo, implementou um bloqueio rigoroso no país, e a taxa de desemprego passou de 4% para mais de 26% em questão de semanas, provocando protestos dos empresários.

O governo israelense está agora lentamente começando a diminuir as restrições, depois que o Ministério das Finanças alertou que a economia não se recuperaria do impacto econômico que o bloqueio está causando no país.

Em vez de bloqueios, os pesquisadores acreditam que os governos deveriam solicitar à população que se comporte de maneira responsável e mantenha todas as medidas de higiene.

Segundo os pesquisadores Gershon, Lipton e Levine, os bloqueios têm consequências mortais e as pessoas podem morrer por causa da ruína financeira e econômica que são desencadeadas.

Por causa dos bloqueios, serão vistas em muitas áreas não previstas as consequências, como por exemplo, um aumento na violência doméstica, abuso de drogas, crimes e suicídios.

Em abril, a mídia israelense informou que um comerciante de tradição no famoso mercado Mahane Yehuda de Jerusalém cometeu suicídio devido às dificuldades financeiras causadas pelas medidas de bloqueio.

A equipe de pesquisadores da HU planeja levar seus estudos mais longe e analisar quantas vítimas o bloqueio deixará.

O estudo publicado não pode mudar o passado, mas é um aviso para o futuro, caso uma segunda onda de coronavírus chinês aconteça novamente.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

Fonte: Conexão Política

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CIÊNCIAS: EPIDEMIOLOGISTA ALEMÃO AFIRMA QUE MEDIDAS DE BLOQUEIO MATAM MAIS QUE O PRÓPRIO CORONAVÍRUS

Caro(a) leitor(a),

O artigo que estamos publicando na coluna OPINIÃO desta tarde de quarta-feira é de suma importância porque trata-se da OPINIÃO de um epidemiologista alemão, Gérard Krause, que é a favor da flexibilização do isolamento social, principalmente em países terceiro mundistas. O que chama a atenção é o estudo científico apresentado por ele e sua equipe que apontam o contrário do que a comunidade científica vem defendendo: medidas de bloqueio matam mais que o próprio coronavírus! Então convido você a ler o artigo completo a seguir e entender como se chegou a essa conclusão!

Medidas de bloqueio matam mais que o próprio coronavírus, diz epidemiologista alemão

Thaís Garcia

Publicado em 13.05.2020

ZDFheute

Não apenas a economia alerta para as consequências das medidas anticoronavírus: o epidemiologista alemão, Gérard Krause, teme que elas possam levar a mais mortes do que o próprio vírus.

Gérard Krause é Chefe de Epidemiologia no Centro Helmholtz de Pesquisa de Infecções, em Braunschweig.

“Com a ajuda da epidemiologia, investigamos os efeitos dos patógenos na população. Isso nos permite identificar a ocorrência de infecções em um estágio inicial, desenvolver medidas para proteger as pessoas contra infecções e examinar a eficácia dessas medidas” – é assim que ele descreve seu trabalho.

Em 29 de março, o epidemiologista alemão concedeu uma entrevista ao programa “heute jornal” da ZDFheute, e avaliou as medidas de bloqueios tomadas pela Alemanha.

Gérard Krause disse que as medidas sociais tomadas deveriam ser pelo as mais baixas e pelo tempo mais curto possível, porque elas podem causar mais doenças e mortes do que o próprio coronavírus.

“Embora meu foco esteja nas doenças infecciosas, acredito que é imperativo considerar o impacto em outras áreas da saúde e da sociedade. Como sociedade, não devemos nos concentrar apenas nas vítimas do coronavírus”, disse o epidemiologista.

Efeitos

Krause afirmou que o desemprego, por exemplo, causa doenças e até aumenta a mortalidade. Também disse que pode levar as pessoas ao suicídio. Restringir a liberdade de circulação, provavelmente, terá um impacto negativo adicional na saúde pública, segundo o epidemiologista.

“Não é tão fácil calcular essas consequências diretamente, mas elas ainda acontecem e podem ser mais graves do que as consequências das próprias infecções”, afirmou Krause.

Consequências globais

Krause acredita que na Alemanha, sua impressão é que ficarão bem protegidos porque são um país rico. Mas ele teme os efeitos em outros países que ainda não são realmente previsíveis.

“Tenho muito contato profissional com colegas da África e da América do Sul, e as estruturas sociais são muito mais frágeis, existem muitas pessoas que realmente vivem do sustento de cada dia, se não podem trabalhar, isso significa escassez imediata de suprimentos para famílias, com as consequências correspondentes para a saúde”, explica Krause.

Medidas atuais são muito extensas

A respeito das medidas de bloqueios atuais serem muito extensas, Krause disse que não quer presumir ter uma visão melhor do que os outros. Mas ele enfatiza que é importante sempre ficar de olho nos efeitos negativos e, portanto, afrouxar essas medidas desde o início. Segundo ele, é preciso ter cuidado para não tomar ações excessivas diante da situação, o que pode causar mais danos do que a própria infecção.

“Porque os efeitos podem ser muito mais abrangentes do que estamos discutindo atualmente, e também podem ser prolongados e afetar outros valores e bens muito importantes, não apenas a saúde”, disse Krause.

Conhecimentos científicos

Em relação a conhecimentos científicos, Krause afirma que teremos novos instrumentos adicionais à mão.

“Em breve teremos mais conhecimento sobre os grupos de risco. Isso está chegando muito, muito rapidamente e tem ocorrido muito trabalho nisso, e agora dará frutos”, afirmou Krause.

Segundo Krause, tudo isso ajudará a reduzir essas medidas muito rígidas e a fortalecer e manter as medidas focadas e direcionadas, que também têm um efeito muito mais direto.

“Esperamos que em breve possamos usar uma ‘caixa de ferramentas’ muito mais direcionada e menos indesejável”, disse o epidemiologista.

Krause acredita que o foco deve ser em medidas direcionadas, que são a proteção da equipe médica e dos grupos de risco, ou seja, das pessoas que têm doenças graves.

De acordo com Krause, o isolamento no sentido de proteger contra riscos de infecção – como o conhecemos para alguns tipos de câncer –  deve ser feito.

“Isso nem sempre é fácil, mas não deve ser confundido com o isolamento dessas pessoas do meio ambiente. Há também maneiras de atenuar esses efeitos indesejáveis ​​do isolamento. Penso, por exemplo, nos lares dos idosos, na geriatria. Penso em pessoas que são atendidas pelo atendimento domiciliar. Elas precisam ser protegidas, não às suas custas, mas para sua proteção”, afirmou Krause.

Krause afirma que protegendo os grupos de risco, as restrições de saída podem ser relaxadas novamente.

“Eu gostaria de falar de uma mudança de foco. Acredito que devemos concentrar nossa atenção e recursos na proteção de grupos de risco e que devemos tentar afrouxar essas restrições e fechamentos gerais de saída o mais rápido possível. Devemos estar preparados para fazê-lo cedo e com cautela ao mesmo tempo:, disse Krause.

Segundo os cálculos de especialistas, mesmo que os grupos de risco sejam isolados, ainda haverá muito trabalho pela frente nos cuidados médicos.

“Infelizmente tenho que admitir que ainda haverá doenças e mortes entre os jovens. Também pode haver uma fase aqui na Alemanha, na qual nem todos que precisam de ventiladores possam receber o cuidado”, acredita Krause.

“Não creio que as medidas, por mais rigorosas que sejam, possam evitar isso completamente. Como sociedade, temos que entender que existem eventos naturais que não podem ser completamente desfeitos”, conclui o epidemiologista.

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.

Fonte: Conexão Política

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CIÊNCIAS: ISRAEL TAMBÉM ANUNCIA DESCOBERTA DE ANTICORPO CONTRA COVID-19

Na nossa coluna CIÊNCIAS desta quinta-feira trago mais uma boa notícia na área de pesquisa em busca de uma solução para a pandemia do coronavírus. É que o Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, ligado ao Ministério da Defesa, assim como os holandeses, anunciou ontem a descoberta de anticorpo para destruir coronavírus. Portanto, leia a reportagem completa a seguir e tome conhecimento dos detalhes!

Israel anuncia descoberta de anticorpo para o coronavírus

Trabalho é feito pelo Instituto para a Investigação Biotecnológica

Publicado em 05/05/2020 – 07:39 Por RTP* – JERUSALÉM

RTP - Rádio e Televisão de Portugal

O Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, do Ministério da Defesa, anunciou que desenvolveu um anticorpo para o coronavírus e que prepara a patente para depois entrar em contato com empresas farmacêuticas, com o objetivo de produzir em escala comercial.

Em comunicado, o instituto assegura que o anticorpo desenvolvido ataca e neutraliza o vírus nas pessoas doentes.

“De acordo com os pesquisadores, liderados pelo professor Shmuel Shapiro, a fase de desenvolvimento do anticorpo foi concluída”, acrescenta a nota.

O ministro da Defesa de Israel, Naftali Benet, visitou o laboratório do instituto em Nezz Ziona, ao sul de Tel Aviv, onde tomou conhecimento da pesquisa. Ele afirmou que o “anticorpo ataca o vírus de forma monoclonal” qualificando o trabalho desenvolvido como “grande conquista”.

“Estou orgulhoso do pessoal do Instituto de Biotecnologia por esse avanço. A criatividade e o pensamento judaico atingiram grande resultado”, disse o ministro na nota. O texto não especifica se foram realizados testes em seres humanos.

Altos cargos do setor da defesa e da segurança israelita disseram que a descoberta é a “primeia desse tipo em nível mundial”.

De acordo com a publicação digital Times of Israel, no mundo há cerca de uma centena de equipes de investigação à procura de uma vacina para o novo coronavírus, que provocou a pandemia, sendo que cerca de uma dezena estão, neste momento, em fase de teste em seres humanos.

Especialistas avisaram, em março, que o processo após o desenvolvimento de uma vacina em laboratório pode demorar pelo menos 18 meses.

O Instituto para a Investigação e Biotecnologia de Israel dedica-se, entre outras atividades, a investigar armas químicas, procurando antídotos contra novas substâncias.

Em março, o jornal Haaretz publicou que o centro tinha conseguido avançar nas investigações sobre a vacina, tendo o Ministério da Defesa desmentido a informação.

Em nível global, segundo balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 250 mil mortes e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Fonte: Agência Brasil

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CIÊNCIAS: A TEORIA DE GAIA ESTABELECE QUE A TERRA É UM GRANDE ORGANISMO VIVO QUE SE AUTORREGULA E ELIMINA OS SEUS DETRITOS

O destaque da nossa coluna CIÊNCIAS desta quinta-feira é uma análise sob a ótica da Teoria de Gaia, criada pelo cientista inglês James Lovelock, sobre papel do novo coronavírus no grande organismo chamado terra, que é visto como um dos elementos que surgiram para favorecer a regulagem de um sistema em desequilíbrio. Convido você a ler o texto completo a seguir e tirar as suas conclusões!

O novo coronavírus e a hipótese de Gaia

A partir da teoria de Gaia, criada pelo cientista inglês James Lovelock, o novo coronavírus pode ser visto como um dos elementos que surgiram para favorecer a regulagem de um sistema em desequilíbrio

  Terra: organismo capaz de se autorregular, tal qual os seres vivos. Crédito: Nasa/GSFC/NOAA/USGS/Wikimedia

Ciência ampla e complexa, a ecologia é a parte da biologia que tenta explicar o funcionamento de toda a natureza. A teoria de Gaia é uma hipótese da ecologia que estabelece que a Terra é um imenso organismo vivo. Elaborada pelo cientista inglês James Lovelock, em 1979, ela nos ensina que nosso planeta é capaz de obter energia para seu funcionamento, enquanto regula seu clima e temperatura, elimina seus detritos e combate suas próprias doenças – ou seja, assim como os demais seres vivos, um organismo capaz de se autorregular. De acordo com a hipótese, os organismos bióticos controlam os organismos abióticos, de forma que a Terra se mantém em equilíbrio e em condições adequadas para sustentar a vida.

Entender as relações homem-natureza requer uma contextualização espaço-temporal que inclui uma breve reflexão histórica da ocupação espacial do homem na Terra. O nomadismo, que durou milhares de anos, foi a primeira forma de sobrevivência da humanidade. O início da atividade agrícola, há 10 mil anos, fixou o homem, tornando-o sedentário.

Com o passar dos tempos, o sedentarismo aliado ao desenvolvimento tecnológico, sobretudo após a Revolução Industrial, permitiu que a população humana crescesse em ritmo exponencial. Consequentemente, os seres humanos passaram a ocupar, cada vez mais, áreas silvestres, florestas, com o intuito de explorar seus recursos para fins econômicos, especialmente no contexto contemporâneo. Assim, avançaram sobre ecossistemas naturais, transformando-os e destruindo espécies vegetais e animais.

Resiliência dos sistemas

Uma maior exposição humana, as zoonoses, enfermidades naturalmente transmissíveis entre animais e humanos, têm se verificado nesse processo. O vírus SARS-CoV-2, supostamente oriundo de morcegos, é um exemplo do que, hoje, assola o mundo e impressiona por sua velocidade de transmissão, seu potencial de perdas humanas e pelo elevado nível de incertezas que traz consigo. Ainda não há cura ou vacina para a covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, tampouco há consenso quanto à possibilidade de reinfecção, entre outras questões. Vale lembrar que muitas florestas também constituem reservatórios de zoonoses e, portanto, os esforços para sua preservação ou uso sustentável devem ser respeitados, sob o risco de favorecer ocorrências futuras de novas pandemias.

Seres humanos e natureza são parte de um mesmo sistema, o sistema ecológico. E um dos conceitos importantes na ecologia é a resiliência dos sistemas, ou seja, a capacidade de uma pessoa ou sistema se recobrar facilmente ou se adaptar a crises ou mudanças. O professor e entusiasta da permacultura Rob Hopkins explica essa noção por intermédio da seguinte metáfora:

“Em uma sociedade resiliente, os principais ingredientes do bolo são produzidos localmente, apenas são importados os produtos para o toque final (cerejas cristalizadas e glacê, por exemplo). Em uma comunidade não resiliente, todos os ingredientes básicos são importados, e apenas cerejas cristalizadas e glacê são produzidos localmente. No caso de um choque energético (como o pico petrolífero), uma sociedade com baixa resiliência é, portanto, extremamente frágil, porque seu modo de vida depende quase inteiramente de um conjunto de sistemas sociotécnicos globais que exigem muito transporte e energia: cerejas e glacê não são suficientes para fazer o bolo.”

Monocultura: pressão sobre recursos naturais. Crédito: Piqsels

Circulação livre

A globalização mundial que faz do planeta uma imensa aldeia global, ao mesmo tempo que nos conecta com facilidade via internet, traz a evidência da dimensão finita de nossos recursos. Em artigo publicado na “Folha de S.Paulo” de 22/3/2020, o filósofo Domenico de Masi lembra que, há alguns anos, Kenneth E. Boulding, um dos pais da teoria geral dos sistemas, comentando a sociedade opulenta, afirmou: “Quem acredita na possibilidade do crescimento infinito num mundo finito ou é louco ou é economista”.

O novo coronavírus circula livremente pelo mundo globalizado. Desprovido de preconceitos quanto a raça, idade ou sexo, amplamente adaptável a todo tipo de clima ou ecossistema, livre até mesmo de barreiras alfandegárias, transita pela economia globalizada, causando estragos inimagináveis à saúde e à economia mundiais.

A teoria de Gaia permitiria supor que o SARS-CoV-2 é um dos elementos que surgiram para favorecer a regulagem de um sistema que estava em desequilíbrio. Para isso, a população humana estaria sendo reduzida, diminuindo a pressão por recursos naturais. Iniciada possivelmente por um morcego, a covid-19 é espalhada nos humanos a partir dos mais ricos, ou seja, a pequena porcentagem da população mundial que viaja de avião traz para a imensa maioria que não sai de seus municípios o vírus letal, que, com a elevada velocidade de contágio, inviabiliza sistemas de saúde, aumentando assustadoramente o número de vítimas.

Fortalecimento dos sistemas locais

No sentido de priorizar a raça humana no planeta, faz-se necessário aumentar nossa resiliência, o que pode ser feito fortalecendo-se os sistemas locais. Nesse sentido, é necessária a consolidação de ações locais, tais como a agricultura familiar, a economia solidária, a agroecologia as moedas locais, isto é, um movimento que vai parcialmente na contramão da globalização predominante. Tratar com respeito e dignidade sistemas locais nos lembra alguns ícones desse tipo de pensamento, como a engenheira agrônoma Ana Primavesi, que nos deixou no ano passado, aos 99 anos. Nascida na Áustria, adotou o Brasil após a Segunda Guerra Mundial. Defensora ferrenha da agroecologia, ela nos ensina:

“Ficamos cientes de que, onde a técnica se choca com as leis naturais, a natureza é que prevalece e domina. Devemos, portanto, reconhecer e aceitar esses limites, fazendo o máximo possível em favor de nossa terra. É bela a agricultura e a amamos mais ainda quanto mais vamos conhecendo a natureza. Acabamos com a ideia de que a terra é apenas fábrica de alimentos. A terra não é fábrica e não produz ilimitadamente.”

Ou seja, os recursos não são ilimitados e podem ser mais bem utilizados se o manejo agrícola for feito com o foco não na maximização de lucros, mas sim no aumento da resiliência.

Fontes citadas

Hopkins R. Manuel de transition: De la dépendance au pétrole à la résilience locale [Livro]. –  [s.l.] :Ecosociete Eds., 2010, p. 216.

Primavesi, A. M. Itaí, capítulo 13. Acesso em 26/3/2020.

* Heloisa Firmo e Renan Finamore são professores do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (Drhima) da Escola Politécnica (Poli) e do Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (Nides) da UFRJ

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CIÊNCIAS: UMA GAROTA DE 6 ANOS DE BRISBANE NA AUSTRÁLIA É A PESSOA MAIS JOVEM A PUBLICAR ARTIGO CIENTÍFICO

Na nossa coluna CIÊNCIAS deste domingo você vai conhecer a pessoa mais jovem a publicar um artigo científico. Uma menina de apenas 6 anos, moradora de Brisbane na Austrália, publicou juntamente com seu pai um artigo científico sobre o comportamento de corujas e outras aves noturnas em florestas tropicais da Austrália. Leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes dessa história!

REDAÇÃO GALILEU

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Crianças prodígio estão sempre nos surpreendendo com sua capacidade. Muitas entram em universidades antes da hora ou então superam Einstein e Hawking no teste de QI. A pequena Grace Fulton, uma menininha australiana de apenas 6 anos, entrou para o time e é possivelmente a pessoa mais jovem a ter um artigo científico publicado.

Claro que Grace puxou o gosto pela ciência de seu pai, Graham Fulton, que é ecólogo e historiador da Universidade de Queensland, na Austrália. Ambos participaram de pesquisas de campo para ajudar a proteger espécies raras de corujas, como as aves do gênero Ninox e Tyto, a mascarada australiana e o boobook australiano.

“Grace absolutamente adora corujas. Ela viaja pelo país coletando dados sobre onde essas aves estão e o que está acontecendo com suas populações a medida que os habitats declinam”, conta o pai orgulhoso.

A menina é uma das principais autoras de um artigo cientifico que analisou a presença de corujas em áreas urbanas e florestais. A pesquisa foi realizada em dois locais: um perto da casa da família, em Brisbane, e outro na floresta tropical de Mount Glorious, em Queensland.

Pai e filha compararam o comportamento de corujas selvagens e outras aves noturnas. Com o estudo de campo, eles viram que os animais precisam de reservas maiores em Brisbane, com árvores antigas para que possam ser habitadas por corujas e muitas outras espécies florestais. Outra observação da família é que animais de estimação também atrapalham a permanência de corujas na cidade.

Grace não é apegada somente às corujas. Ela gosta de muitos outros animais, como as cobras, por exemplo. “Ela não as vê como algo ruim; e definitivamente não tem medo de tocá-las”, diz Graham. “Também gostamos de brincar com sanguessugas, pois ela acha que são fofas!”

O pai de Grace afirma que, desde os dois anos , a pequena nunca parou de perguntar o porquê das coisas. “Estou emocionado por ajudar a estimular sua curiosidade sobre o mundo natural”, comemora.

Fonte: Galileu

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CIÊNCIAS: VEJA AQUI AS ÚLTIMAS DESCOBERTAS SOBRE O AUTISMO

O foco da nossa coluna CIÊNCIAS desta sexta-feira é o Autismo. Trago aqui resumidamente as três descobertas mais recentes por cientistas e pesquisadores dos Estados Unidos, China, Austrália, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Israel sobre o Autismo. Caso você queira se aprofundar em cada uma dessas descobertas é fácil acessando o google e procurando pelo título.

Conheça as últimas descobertas sobre o autismo

Novas descobertas podem significar evolução no tratamento do transtorno

Autismo: saiba o que é, as principais características e ...

Escrito por Redação

Redação Minha Vida

Em 31/3/2020

autismo é um transtorno de desenvolvimento que compromete as habilidades de comunicação e interação social. Ainda que as causas sejam desconhecidas, muitas pesquisas recentes apontam descobertas significativas para a compreensão desta condição e para o desenvolvimento de tratamentos.

Em 2 de abril, celebra-se o dia do autismo. Confira abaixo algumas das novas descobertas sobre a condição.

Estudo identifica 102 genes associados ao autismo

Um estudo feito por pesquisadores americanos, e publicado na revista ?Cell?, identificou 102 genes ao risco de desenvolver o espectro autista.

Segundo declaração do pesquisador Joseph D. Buxbaum à revista, essa descoberta servirá de base essencial para o desenvolvimento dos futuros tratamentos.

“Quanto mais se entende as causas, mais é possível compreender a biologia do autismo. Cada gene dará novos insights sobre essa biologia”, comenta ele.

Cientistas conseguiram provocar autismo em macacos

O experimento publicado na revista Nature foi feito por cientistas chineses e americanos. Após a intervenção, os animais passaram a demonstrar comportamentos semelhantes ao dos humanos com o transtorno.

Os pesquisadores afirmam que técnica aplicada em macacos pode também ajudar a mapear mais profundamente essa condição e criar melhores opções de tratamentos para os pacientes com o autismo.

Pesquisa global indica possível causa do autismo

Estudo publicado no site JAMANetwork descobriu uma das principais questões sobre o autismo: sua causa. Segundo a pesquisa, a genética é o maior fator de risco para o desenvolvimento do autismo.

O estudo foi realizado com mais de 2 milhões de crianças com o transtorno na Suécia, Finlândia, Dinamarca, Israel e Austrália Ocidental no período de 1998 até 2011. Os pesquisadores acompanharam esses pacientes até completarem 16 anos.

Síndrome rara pode estar por trás de milhares de casos de autismo no Brasil

Segundo estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP), um dos fatores que pode contribuir para milhares de casos do espectro autista no Brasil é uma alteração no DNA que causa a síndrome Phelan-McDermid.

Essa doença é definida como um transtorno global no desenvolvimento que afeta a condição motora, intelectual e verbal, além de complicações nos rins e no aparelho gastrointestinal.

Segundo a pesquisa, dos 2 milhões de autistas brasileiros, existem 12 mil casos relacionados a essa condição rara. No entanto, devido ao fato de o teste genético não ser indicado pelos médicos com frequência, grande parte dessa população não sabe que possui essa condição.

Fonte:

Redação

Minha Vida

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CIÊNCIAS: ESTUDO REVELA QUE CORONAVÍRUS PODE SEGUIR ATIVO APÓS DESAPARECIMENTO DOS SINTOMAS

Em nossa coluna CIÊNCIAS desta segunda-feira o destaque é um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Yale mostrando que 50% dos pacientes tratados da Covid-19 ainda podem ter o coronavírus ativo no organismo por até oito dias após o desaparecimento dos sintomas. Leia a reportagem completa a seguir e veja a orientação médica quanto ao prazo da quarentena. 

REDAÇÃO GALILEU

 ATUALIZADO EM 

Coronavírus pode seguir ativo no organismo mesmo após sintomas ...Coronavírus Sars-CoV-2 (Foto: Creative Commons)

Um novo estudo realizado pela Universidade Yale, nos Estados Unidos, e pelo Hospital Geral Chinês, na China, aponta que metade dos pacientes tratados da Covid-19 ainda podem ter o coronavírus ativo no organismo por até oito dias após o desaparecimento dos sintomas. A pesquisa foi publicada no último dia 23 de março na revista científica American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.

Os autores da investigação analisaram 16 casos de pacientes com idades em torno de 35 anos que foram infectados pelo novo coronavírus, mas que já haviam sido tratados e recebido alta. Os pesquisadores coletaram amostras de secreção da garganta dos voluntários em dias alternados para analisarem se eles estavam 100% curados.

“A descoberta mais significativa de nosso estudo é que metade dos pacientes continuava eliminando o vírus mesmo após o fim dos sintomas”, diz Lokesh Sharma, um dos autores do estudo, em comunicado. Os sintomas primários nesses pacientes incluíam febre, tosse, dor na faringe e falta de ar.

O tempo entre a infecção e o início dos sintomas, o período de incubação, foi em média de cinco dias. A duração média dos sintomas foi de oito dias, enquanto o tempo em que os pacientes permaneceram contagiosos após o final dos sintomas variou de um a oito dias. Duas pessoas tinham diabetes e um teve tuberculose, mas essas condições não afetaram o curso da infecção por Covid-19.

“Se você teve sintomas respiratórios leves e ficou em casa para não infectar pessoas, estenda sua quarentena por mais duas semanas após a recuperação para garantir que você não infectará outras pessoas”, recomenda Lixin Xie, médico e professor da Faculdade de Medicina Pulmonar e Intensiva do Hospital Geral Chinês que também participou da pesquisa.

Fonte: Galileu

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CIÊNCIAS: IMAGENS IMPRESSIONANTES DO CORONAVÍRUS ATACANDO CÉLULAS HUMANAS

Nesta sexta-feira a na coluna CIÊNCIAS trago uma reportagem da revista GALILEU com imagens impressionantes que mostram como se dá o ataque do coronavírus nas células humanas e como se processa a sua reprodução. Leia a reportagem completa a seguir e veja as imagens para ter a real noção de como acontece a contaminação.

REDAÇÃO GALILEU

 ATUALIZADO EM 

Imagens mostram coronavírus Sars-CoV-2 "matando" célula humana ...Imagens mostram novo coronavírus atacando célula humana (Foto: NIAID

O Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID) disponibilizou novas fotos do novo coronavírus, responsável pela pandemia de Covid-19, no momento em que ele ataca células humanas. As imagens foram feitas usando um microscópio eletrônico e coloridas digitalmente.

De acordo com o NIAID, os registros foram feitos a partir do material coletado de um paciente norte-americano, quando as células entraram em apoptose, processo também conhecido como morte celular. Nas fotos, o vírus SARS-CoV-2 (pontinhos) está na superfície das células (estrutura maior).

Como é possível perceber, o vírus é minúsculo se comparado às células do nosso corpo. Isso porque esses organismos são estruturas simples: o coronavírus consiste em uma única cadeia de RNA (material genético) coberta por uma bicamada lipídica e picos de proteína — as chamadas proteínas spike.

Novas imagens mostram o coronavírus matando célula humanaAs fotos foram feitas com um microscópio e coloridas digitalmente (Foto: NIAID)

Ainda assim, esses agentes infecciosos podem causar danos reais em quem for infectado. Para contaminar uma célula, os coronavírus usam sua proteína spike para se ligar à membrana celular do hospedeiro. Uma vez dentro, o vírus passa a comandar a célula, obrigando-a a replicar seu material genético milhares de vezes.

Isso acontece até que, eventualmente, a célula hospedeira fica sobrecarregada e morre, causando uma “inundação” de material genético do vírus no organismo, o que leva à contaminação de novas células. E é exatamente essa parte do processo que a NIAID capturou nas novas imagens.

Imagens mostram coronavírus Sars-CoV-2 "matando" célula humana ...Fotos mostram o vírus SARS-CoV-2 (pontinhos) na superfície de uma célula humana (estrutura maior) (Foto: NIAID)

Fonte: Galileu

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